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r. ribeirão claro

ribc
Entre estas árvores da R. Ribeirão Claro, esquina da R. Fiandeiras na Vila Olímpia, ficava o portão do Nº 37, minha casa/estúdio durante quase 20 anos.
Hoje, atrás das mesmas árvores e do mesmo muro se encontra o novo prédio da Comunidade Shalom.

ribcl

é isso, por fernando stickel [ 9:22 ]

r. ribeirão claro

claro
Três momentos do imóvel da R. Ribeirão Claro 37, na Vila Olímpia.
2007, ainda com as construções, 2008 com as construções já demolidas e o portão intacto, 2009 em plena obra da nova sede da Comunidade Shalom.

é isso, por fernando stickel [ 8:31 ]

r. ribeirão claro 37

rclaro.jpg
Neste pedaço de chão, revelado agora pela demolidora, vivi durante 21 anos. Trata-se do imóvel situado à R. Ribeirão Claro 37, esquina com a R. Cavazzola e R. Fiandeiras, na Vila Olímpia, São Paulo.
Ao fundo, o prédio vermelho que abrigou durante décadas a Formatex.

é isso, por fernando stickel [ 23:05 ]

r. ribeirão claro 37


Rua Ribeirão Claro 37 – Vila Olímpia – São Paulo

Este endereço, como carne e unha, fez parte da minha vida por 21 anos.
Lá morei, trabalhei, namorei, cozinhei, casei, sobrevivi a enchentes, plantei árvores, escrevi um livro, nasceu meu filho Arthur, iniciei o curso “Desenho com Fernando Stickel”, fiz festas, preparei exposições, fiz 21 reformas, negociei, transformei, hospedei amigos, pintei de inúmeras cores, conheci vizinhos, bem e mal humorados, e finalmente cedi gratuitamente para que a Fundação Stickel lá construisse o “Espaço Fundação Stickel” e realizasse 9 exposições.
Na fase de desmontagem do espaço, tal qual um corpo doando órgãos, distribuí aos amigos e pessoas próximas, luminárias, plantas, caixilhos, telhas, grades, portas, louças e metais, etc…etc…
Sem dúvida é um imóvel que cumpriu plenamente sua função, pública e privada.
E que ainda continuará cumprindo, pois o novo proprietário, a Comunidade Shalom fará um concurso de arquitetura para definir o projeto do novo edifício.

é isso, por fernando stickel [ 10:22 ]

obra r. ribeirão claro


Preparativos finais para a exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, obra da arquiteta Sandra Pierzchalski.
O “Tio” foi fantástico na nossa pequena obra, hidráulica, elétrica, alvenaria, telhado, de tudo ele entende. Várias destas árvores na R. Ribeirão Claro eu plantei, e cuido delas desde 1985, matando cupins, limpando, etc…
Agnes, Soraia e Miriam, da Fundação Stickel, cuidam de tudo nas burocracias e administração. O Lobato, sem foto, idem.

é isso, por fernando stickel [ 9:23 ]

obra r. ribeirão claro


Ao final da tarde deste domingo, completamos 99% da obra da arquiteta Sandra Pierzchalski do Espaço Fundação Stickel na R. Ribeirão Claro, agora só falta meia-dúzia de detalhes.
Sábado que vem, dia 15/10 será a inauguração.
Já, já vou convidar vocês para a festa… por enquanto ainda é surpresa…

é isso, por fernando stickel [ 20:32 ]

r. ribeirão claro


Construí este banheiro na minha casa da R. Ribeirão Claro um pouco antes do meu filho Arthur nascer. Ele vai completar 10 anos no próximo dia 17 Janeiro.
Tomei muitos banhos de banheira com ele, ali relaxei acompanhado de um uísque triplo nos piores dias da fase em que fui sócio do Auto Posto Interlaken, um posto de gasolina, e agora olho para tudo isso com a certeza de que nada é para sempre, tudo muda, tudo se transforma, pessoas, coisas, casas, o planeta.

é isso, por fernando stickel [ 15:38 ]

ribeirão claro

Panorama-r-claro
Durante cerca de 20 anos habitei em uma casa/estúdio/loft nesta esquina, R. Ribeirão Claro x R. das Fiandeiras x R. Cavazzola na Vila Olímpia.
Hoje encontra-se no local a nova sede da Comunidade Shalom.
Com a mudança da Fundação Stickel, voltei à minha querida Vila Olímpia, que não para de se modificar.

é isso, por fernando stickel [ 10:26 ]

espaço ribeirão claro


O Espaço Fundação Stickel da R. Ribeirão Claro evolui.

é isso, por fernando stickel [ 15:33 ]

espaço ribeirão claro


O Espaço Fundação Stickel na R. Ribeirão Claro se modifica.

é isso, por fernando stickel [ 19:00 ]

espaço ribeirão claro


O Espaço Fundação Stickel na R. Ribeirão Claro evolui…

é isso, por fernando stickel [ 18:06 ]

ribeirão claro


Sexta-feira, final da tarde, o Espaço Fundação Stickel se modifica na R. Ribeirão Claro.

é isso, por fernando stickel [ 18:43 ]

pharmacia cultural fundação stickel


A Pharmacia Cultural Fundação Stickel, aberta ao público no dia 23 Março 2019, na R. Ribeirão Claro 193, Vila Olímpia São Paulo é um espaço de múltiplo uso aberto ao público, que será utilizado complementando os programas e projetos da Fundação.

A exposição inaugural na Pharmacia Cultural apresenta, até 30 Junho 2019:
-Exposição dos trabalhos dos alunos dos cursos gratuitos de artes visuais, oferecidos na periferia de São Paulo, em diversas técnicas.
-Linha do tempo com 8 metros de comprimento, contando gráficamente a história da Fundação nos seus 65 anos de existência.
-Projeção de vídeos sobre as atividades da Fundação.

Neste espaço acontecerão também em futuro próximo cursos, palestras, projeções, seminários, etc

é isso, por fernando stickel [ 13:52 ]

marinalva em contato


Marinalva Nunes foi minha caseira de 1987 a 1991 quando morava na R. Ribeirão Claro na Vila Olímpia em São Paulo. Ela tinha uma casa separada e morava com as filhas, sua principal responsabilidade era travar o portão da casa se chovesse, pois havia enchente no bairro, e se o portão com gachetas de borracha não fosse travado era uma tragédia!
Sua neta Tatiana me encontrou no Facebook, não é fantástico?
Já estamos em contato via Whatsapp, ela mora no interior da Bahia, em Pataiba!

é isso, por fernando stickel [ 15:52 ]

beatriz esteves

bia
Li na edição do Estadão de 12/2/2016 a notícia do falecimento da minha ex-aluna Beatriz (Bia) Esteves e fiquei chocado. Muito jovem!

Alguns dias depois leio no Facebook que foi o coração, dormindo… o que pode-se dizer é uma benção…

Vivi com ela um episódio muito interessante durante minhas aulas de desenho de observação, cerca de 1986/87.

Em um dia de aula no meu estúdio na R. Ribeirão Claro, Vila Olímpia a Bia reclamava muito que não conseguia desenhar, estava intranquila, falava muito, ao ponto em que solicitei aos outros alunos que parassem de desenhar, reuni todos ao redor da lareira e pedi para a Bia falar sobre sua intranquilidade.

Ela era uma pessoa reservada, discreta e estranhou a minha solicitação, diria que ficou chocada… Tranquilizei-a dizendo que se fosse necessário conversar para podermos evoluir no desenho, era isso que faríamos, sem problema nenhum.

Timidamente ela começou a contar seu momento e rapidamente surgiu o assunto que originou o desconforto, ela estava desmamando seu bebê! Leio no anúncio fúnebre que ela deixou os filhos Ana Helena e Francisco, não lembro sobre qual deles era a questão.

As angustias do crescimento e a consequente separação da criança estavam atrapalhando sua concentração na aula de desenho. Foi um momento catartico. Houve compreensão, choro e alivio.

Me senti altamente gratificado com meu momento “Dr. Freud”, foi muito bom ajudar a Bia a encontrar o caminho da solução da questão.

Penso com carinho nela e seus filhos, já adultos… Desejo que faça uma boa viagem.

é isso, por fernando stickel [ 9:11 ]

alunos de fernando stickel

46 alunos
Minha amiga e ex-aluna Lorna Lee Balestrery me enviou esta fotografia do grupo de 46 alunos do meu Curso de Desenho de Observação que expuseram seus trabalhos na Galeria Montesanti-Roesler (hoje Nara Roesler) em 24 e 25 Junho 1989. Eu estou sentado.
A foto foi tirada no meu estúdio da R. Ribeirão Claro 37, Vila Olímpia, onde se realizavam as aulas. Se bem me lembro o fotógrafo foi Hiroto Takada, a foto utilizada na divulgação e no convite.

lorna
Lorna (de vermelho) e amigos na exposição.

é isso, por fernando stickel [ 16:07 ]

aracy arens (1905-2013)

aracy
Aracy Arens (1905-2013), 108 anos de idade, iniciou hoje sua última viagem.
Prima irmã da minha mãe Martha, Aracy era um fenômeno.
Nesta foto de 2005, exatos oito anos atrás, Aracy (à esq.) e Joaninha visitam uma das exposições que a Fundação Stickel promoveu no “Espaço Fundação Stickel” na R. Ribeirão Claro, Vila Olímpia.
Aracy recebia os convites da Fundação e imediatamente me ligava, o diálogo que se seguia era mais ou menos assim:
-Fernando! (com voz forte, clara, bem articulada)
– Oi Aracy!
– Como você sabe que sou eu?!
– Porque sua voz é inconfundível!
– Ah, sei… Olha, recebi seu convite, estarei lá!
– Com o maior prazer Aracy!
E, de fato, no dia da vernissage lá estava ela, com mais de 100 anos de idade, interessada, curiosa, falante.
Que sua energia e vivacidade sirvam de exemplo para a família e os amigos, faça boa viagem Aracy!

aracy 2
Nesta foto, à esquerda minha tia Leonor Diederichsen Villares (1906-2006) e Aracy, em um almoço de comemoração do aniversário de meu pai, Erico Stickel (1920-2004), em 3 Abril de 2004.

é isso, por fernando stickel [ 22:42 ]

magy imoberdorf

Recuperando boas memórias do dia 4 fevereiro 2006:


O dia começou bem com este excelente artigo sobre a exposição de hoje, no Estadão:

Magy Imoberdorf cria obras com madeira e desenhos. A artista gráfica suíça exibe no Espaço Fundação Stickel da Fundação Stickel suas esculturas de parede em que valoriza o trabalho manual.

Camila Molina

A suíça Magy Imoberdorf recolhe madeiras e outros objetos nas caçambas das ruas de São Paulo ou de Nova York – e como ela diz, é incrível como se jogam no lixo materiais interessantes e que podem ser reaproveitados. Amigos também, ao saber de seu gosto, lhe fornecem pedaços de madeira que se transformam, depois, em esculturas de parede ao receber os desenhos da designer gráfica. “No Brasil há um certo medo do trabalho manual, ele é até desvalorizado. Na Suíça, onde nasci, sempre fizemos trabalhos manuais, desde a escola”, diz Magy, que exibe, a partir de hoje, na Fundação Stickel, uma série de 18 de suas novas criações.

Sobre pedaços de madeira encontrados a artista cola desenhos que representam retratos das pessoas à sua volta, animais e as flores de seu jardim. Em seu processo criativo, há um gosto por usar as mãos – Magy lixa o material, corta, trata com a encáustica, misturando verniz e cera de abelha. Algumas vezes, também, ela usa a madeira no estado em que foi achada – pode o material ter sofrido queimaduras ou cortes irregulares, pode um estrado se transformar no que seria a representação de um banco. Magy usa os defeitos e qualidades do material a seu favor e até cores ela vai descobrindo nos diferentes tipos de madeira que utiliza, um processo simples de apropriação de objetos reciclados – ela também incorpora chapas de metal e plástico.

Como diz a artista, que chegou ao Brasil em 1969, nessa série o desenho vem primeiro – desenhar é prática recorrente em sua vida, desde também a época de escola. “Como aqui há um problema grave de umidade e os desenhos mofam, comecei a procurar desenhar em materiais não perecíveis como pedras e discos e agora uso madeira”, conta Magy. Nessa série, que vem desenvolvendo há cinco anos, Magy primeiro realiza os desenhos em papel Kraft e depois os aplica à madeira, algumas vezes usando cera quente.

Suas esculturas de parede, ou relevos, são de grande porte – há obras que chegam a ter dois metros de altura. São cenas simples representadas: uma senhora tricotando ao lado de dois cachorros; um casal e um menino; uma fruteira sobre uma bandeja; folhagens. Mas vale dizer que alguns de seus últimos trabalhos caminham para a abstração. “Sempre trabalhei o figurativo, mas gosto de um tipo de figurativo contemporâneo, revisitado, misturado com a abstração”, diz. Nas obras deste tipo, Magy sobrepõe madeiras com diferentes recortes e cores e, dessa maneira, os relevos vão ficando cada vez mais espessos. Ela também faz questão de deixar aparente os parafusos indicando que função e estética estão juntos.

Durante o período de sua exposição, a partir do dia 6, Magy Imoberdorf vai participar de encontros promovidos pela Fundação Stickel com crianças e catadores de lixo para mostrar como o uso de materiais reciclados pode se transformar num agradável processo de criação de objetos.

(SERVIÇO)
Magy Imoberdof. Espaço Fundação Stickel. R. Ribeirão Claro, 37, V. Olímpia, 3849-8906. 14h/20h (fecha dom.). Grátis. Até 24/2. Abertura hoje, às 16h


Cenas da abertura da exposição de Magy no Espaço Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]