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bmw f 800 gs

f8004
Em dezembro de 2008 recebi a motocicleta BMW F800 GS de presente da minha mulher Sandra Pierzchalski.
Foi uma surpresa fantástica, inesquecível, inédita.
Comecei a pilotá-la com extremo cuidado, pois há mais de 30 anos eu não utilizava moto, estava totalmente sem prática.
Bem devagar no início, me acostumando, me acostumando, me acostumando… acostumei!!
Já lá se vão quase quatro anos e meio e 20.000 km rodados, até o carro vendi.
A moto se transformou no meu transporte diário, não consigo mais me imaginar dentro de um carro no trânsito de São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 18:35 ]

bmw f 800 gs


Meus filhos Antonio e Arthur vieram me visitar no escritório (continuo a limpar a caixa de e-mails, faltam 250…) a bordo do presente de 60 anos que ganhei da minha espetacular mulher Sandra.
O Antonio tem mais prática com motos do que eu, já se adaptou e achou esta jóia da engenharia motociclística, a BMW F 800 GS, simplesmente o máximo!
Eu, ainda inseguro, estou andando pouco e com extremo cuidado, é preciso se adaptar, a motocicleta é alta e pesada, não é brincadeira!

é isso, por fernando stickel [ 16:54 ]

bmw na cidade

f800
Desde que ganhei a motocicleta BMW F800 GS da minha mulher Sandra em Dezembro já rodei quase 4.000Km. e agradeço todos os dias o presente fabuloso!
Já deu para aprender algumas coisas sobre como enfrentar o trânsito em São Paulo, em duas rodas:
1. Preste muita atenção no que você está fazendo, qualquer distração pode significar um acidente. (vale para bicicleta também…)
2. Se você andar com o fluxo, ou um pouco mais rápido, nada lhe acontecerá. As chances de acontecer um acidente são muito baixas. Por ex. o fluxo a 60km/h e você a 65-70Km/h.
3. Se você estiver muito mais rápido que o fluxo, a coisa complica. Por ex. o fluxo de carros está a 30km/h e você na moto a 60-70km/h. Não faça isto.
4. É possível andar no corredor, de preferência com o trânsito parado, e se você andar devagar. Os motoboys que andam a 60km/h no corredor com os carros parados são loucos ou assassinos, ou ambos.
5. Gentileza gera gentileza. Motoristas afastam um pouco seus carros para você passar no corredor, em contrapartida você motociclista não fica fechando e encostando nos carros, e muito menos buzinando.
6. A grande maioria dos motoboys desconhece o sentido da palavra gentileza, desconhecem também as vantagens do silêncio.
7. Motoboys que ficam se esgueirando entre os carros, esbarrando nos espelhos dos carros para ganhar 4 ou 5 metros não estão com nada, esta “vantagem” não conta práticamente nada na abertura do farol.
8. A noite não foi feita para motociclistas. Pedestre à noite é invisível para o motociclista, e vice-versa. Se não puder evitar, reduza a velocidade e triplique a atenção.
9. Atenção! A enorme maioria dos motoristas não sinaliza corretamente a mudança de direção, e os motociclistas idem.
10. A cidade vai parar.
11. Sómente maciços e gigantescos investimentos em transporte público, principalmente Metro evitarão o colapso total da cidade.

é isso, por fernando stickel [ 16:24 ]

bmw em campos do jordão

guzzi
Minha última motocicleta “grande” foi uma Moto Guzzi 850 GT de 1973, pesava cerca de 260kg. e tinha 55hp. Vendi-a em 75 ou 76, não lembro exatamente. Daí para a frente tive uma Lambretta e depois fiquei só na bicicleta.

bmw2
Ao completar 60 anos no ano passado, ganhei de presente da minha mulher esta fantástica BMW F800GS, 200kg e 80hp.
A evolução em relação à Guzzi foi simplesmente ENORME. A Guzzi tinha freios a tambor, a BMW tem freios a disco com ABS, só para citar uma das diferenças.
Hoje experimentei-a pela primeira vez na estrada, fui com meu filho para Campos do Jordão, na foto estamos em uma área à margem da estrada, cerca de 500m. antes do Pico do Itapeva.
Dia perfeito, passeio organizado pela Officer, almoçamos em Capivari, depois volta livre. A F800GS comportou-se impecávelmente, acelera e freia muito bem, faz curvas perfeitas, é equilibrada na terra, na estrada, e ainda por luxo funciona bem na cidade!

é isso, por fernando stickel [ 17:41 ]

Uma semana após meu acidente de motocicleta com a BMW F800 GS posso dizer que a rotina de vida já voltou praticamente ao normal. Vamos entender esta “normalidade”:
– Não estou fazendo atividades físicas, apenas caminhadas bem curtas.
– Não estou dirigindo carro, nem moto…
– Estou dormindo razoavelmente bem, as dores controladas com remédios.
– Consulta a médicos, exames de imagem, sessões de gelo no ombro direito, visita ao Einstein para curativos a cada dois dias, preenchimento de Boletim de Ocorrência Eletrônico na Internet (funciona!!!), acompanhamento do processo de sinistro da seguradora pela Internet (também funciona!!!!) e uma natural diminuição do ritmo de trabalho pedem ajustes na agenda.
– Entrar e sair do carro é o momento mais crítico para as dores lombares.
– Só ando de havaiana, o pé direito ainda muito inchado. Estou usando um colete.
Por outro lado,
– Sentar ao computador, falar no telefone e participar de reuniões, normal.
– Ontem fomos ao restaurante, à Pracinha com meu neto Samuel e ao cinema, tudo sem problema.

é isso, por fernando stickel [ 9:16 ]

dia-a-dia do acidentado

mao
O dia-a-dia do acidentado.
Hoje, cinco dias depois do acidente com a BMW F800 GS me acostumei com a nova rotina, que é muito chata!
Sinto falta de sair de dentro de casa, de ter disposição para fazer alguma coisa, trabalhar.
Qualquer coisa que você faça sentado tem que ficar com o corpo ereto, a solidificação das fraturas na vértebra e costela depende de postura correta, você não pode se largar na cadeira, e isso cansa e limita o tempo de concentração, seja no computador, para leitura ou na TV.
Ao deitar não há posição confortável, é necessário ficar mudando entre deitado de barriga pra cima, do lado direito, do lado esquerdo. Cada uma destas posições tem um limite de tempo, pois cansa e começa a doer, e a cada virada tudo dói…
O banho então é uma aventura, só é possível com a ajuda da minha querida Sandra. Começa com a proteção dos curativos com sacos plásticos, e aí é um semi banho de gato muito mal ajambrado…
A mão esquerda tem mobilidade total, mas está enfaixada e não pode molhar, já a mão direita pode molhar, mas está com a mobilidade reduzida por conta da lesão no ombro… Até escovar os dentes é um sofrimento…
A cada 48 horas volto ao Einstein para os curativos, depois de descer do carro com dificuldade, vou de cadeira de rodas até o consultório no 3º andar do Bloco A1, lá é tudo longe… O procedimento é longo e minucioso, em alguns momentos dolorido, compensado pela extrema gentileza e competência das enfermeiras.
Fui também ao Fleury fazer uma ressonância magnética. Quase uma hora enfiado naquele tubo maldito e gelado, ao sair de lá tudo doia…
A sensação de estar engordando por conta da inatividade é mortal… Você não se acostuma imediatamente a comer menos, e o resultado vai aparecendo…
Hoje decidi que vou ao escritório, nem que seja por uma ou duas horas, não aguento mais ficar em casa!!

é isso, por fernando stickel [ 8:18 ]

acidente de motocicleta

caloi
Sofri um acidente de motocicleta, com a BMW F800 GS.

Microssegundos separam você de tudo aquilo que você conhece e ama, da morte. Essa foi a lição.

Estou vivo, pensativo, ralado, doído, quase parado.

Aconteceu às 15:30h do último sábado, 25 Janeiro, aniversário da Cidade de São Paulo.
Dia bonito, eu estava feliz, leve, usava capacete e vestia apenas uma bermuda, camiseta e mocassins sem meias, no meu bolso direito a câmera Leica D-LUX-5, no esquerdo o celular e no bolso de trás a carteira.

Era para ser um dia dedicado inteiramente à fotografia, pela manhã fui ao Itaucultural para a abertura da exposição MODERNA PARA SEMPRE, com curadoria de Iatã Cannabrava, depois do almoço fui como aluno convidado conhecer a Cidade Invertida do Ricardo Hantzschel, e me dirigia ao Madalena CEI para a inauguração da exposição “Brasilândia” promovida pela Fundação Stickel em parceria com o Madalena.

Trafegando pela Av. Dr. Arnaldo entrei à esquerda na R. Cardeal Arcoverde, logo à frente, na esquina da R. Arruda Alvim colidi contra um carro (ou foi ele que colidiu contra mim…)

Não me lembro do que aconteceu, a cor do farol, nada… o acidente ficou envolto em “neblina mental”. Sobrou na minha memória apenas a visão com foco fechado da frente de um carro claro vindo da minha direita, eu freando e desviando, e batendo no seu canto dianteiro esquerdo.

Fui parar em baixo de um carro estacionado, pessoas se preocupavam em me tirar de lá, umas diziam para não me mexer, outras tentavam ajudar, fui me mexendo e saí. Me levantei, uma dor forte no lado esquerdo das costas, uma alma boa me ofereceu água. O celular funcionou, pedi ajuda.

O resultado foi uma vértebra e uma costela quebrados, fraturas sem gravidade mas muito doloridas e escoriações generalizadas, pés, mãos, cotovelos, joelhos. A moto e a câmera fotográfica raladas.

Me levaram para o Pronto Atendimento do Einstein, onde fui muito bem atendido, a Sandra chegou logo depois, saimos de lá quase 11 da noite depois de curativos, tomografias, raios-x, etc…

Os médicos me recomendaram 40 dias de repouso, bastante tempo para pensar…

é isso, por fernando stickel [ 10:46 ]

campos do jordão

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O problema: São Paulo sofrendo de calor senegalês, segunda-feira de carnaval.
A solução: Banho de cachoeira em Campos do Jordão.
Como: Meu amigo Mario Sacconi, seu filho Francisco e eu pegamos nossas motos BMW e pusemos o pé na estrada! Ele com a R1100R, e eu com F800GS

campos2

bmw
As poderosas motocicletas BMW. Dez anos separam estes dois modelos, a potência é quase idêntica nas duas e a capacidade de comer asfalto também, elas adoram uma estrada!
R1100R – 1998, 80hp, 5 marchas, transmissão em cardã, suspensão dianteira paralever, 235kg.
F800GS – 2008, 85hp, 6 marchas, transmissão em corrente, suspensão dianteira invertida, 200kg.
O motor da 1100 gira um pouco mais lento e o torque é maior, a 800 gira um pouco mais rápido, com menos torque, no desempenho final são muito parecidas.

é isso, por fernando stickel [ 23:39 ]

vida sobre a moto

f8002
Se alguém me dissesse há um ano atrás que eu iria abandonar o carro e andar de motocicleta eu diria que este alguém estava louco.
Pois não é que desde que eu ganhei esta maravilhosa BMW F800GS da minha mulher em Dezembro 2008 já rodei cerca de 3.000 km, e uso o carro muito, muito pouco.
Já me acostumei 100% com a moto e com o trânsito, que tem suas peculiaridades, principalmente em relação aos meus piores inimigos, os motoboys kamikazes.
É uma nova vida, mais ágil, mais livre, mais disponível.

é isso, por fernando stickel [ 10:59 ]

arthur na garupa

f800
Vida de motociclista: Incluindo meu filho Arthur na garupa da motocicleta BMW F800 GS.

A foto é da Jade, mãe do Arthur.

é isso, por fernando stickel [ 12:33 ]

motociclista

A vida de motociclista em São Paulo.
Já rodei cerca de 600km, só na cidade, desde que ganhei de presente da minha mulher a fantástica motocicleta BMW F800GS.
Estou andando devagar, amaciando o motor, ao mesmo tempo em que vou me acostumando com este novo e eficiente meio de transporte.

osmar
Fui cedo examinar o trabalho do Osmar “Có” Koch na reforma da Mercedes-Benz 280SL “Pagoda”, depois do almoço uma reunião em Santo Amaro, no caminho tomei chuva, e por volta das 19h examinar a evolução do motor do Porsche 911 Carrera 75.

motor2
Nestes três deslocamentos economizei, por baixo, uns 50 minutos de trânsito, em relação ao mesmo trajeto feito de carro, isto sem falar na gasolina e poluição também economizadas.
Por outro lado percebo que as barbaridades que os motoboys fazem rendem a eles muito pouca economia de tempo, em relação a um motociclista “careta” como eu, que só entra em corredor entre os carros se for muito amplo, sem necessidade de ficar fazendo ginástica para evitar os espelhos retrovisores dos carros.

é isso, por fernando stickel [ 15:11 ]