aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Esta série de desenhos me deu muito prazer, e a circunstância da sua execução foi muito especial.

Em 1984 passei meu primeiro inverno em New York na Clinton Street, Lower East Side, eu morava no quinto andar sem elevador, o apartamento era de fundo, minúsculo. Lá construi uma mesa de trabalho em frente às janelas, por onde eu observava os telhados nevados da vizinhança, em um clima de muita paz e introspecção.

Em um caderno espiral grande eu ia anotando com caneta tinteiro meus pensamentos, de maneira muito simples e sintética.

Já de volta ao Brasil, fiz uma publicação de 20 exemplares desta série de desenhos em xerox reduzido, e encadernadas com espiral, numeradas e assinadas por mim, em abril de 1986.

é isso, por fernando stickel [ 9:46 ]

Achei um mapa genealógico gigantesco, das origens da família Diederichsen na cidade de Kiel na Alemanha.
Aparentemente Jakob Ahrendt Diederichsen (1745-1814), casado em 28/10/1768 com Magdalena Hedwig Christina Johanne Theophile (1752-1839) são meus antepassados.

é isso, por fernando stickel [ 17:04 ]

Norberto Chamma e eu realizamos este trabalho de redesign de logotipo para a Dacon SA Veículos Nacionais em 1978. Nós havíamos acabado de montar nosso escritório de comunicação visual UND.

é isso, por fernando stickel [ 20:59 ]


As capas das 4 edições

Após a experiência de organizar pela primeira vez minhas poesias no concurso Prêmio Remington de Prosa e Poesia em 1977, voltei a trabalhar nelas em várias edições, a cada um destes esforços eu acrescentava novas poesias, reformava antigas e deletava outras, e assim o trabalho foi se aprimorando e crescendo por aproximações sucessivas.

Em março 1982 a edição VIRADA SELÊNIO
Em agosto 1982 a edição GALA
Em fevereiro 1984 a edição CAFÉ CADILLAC
Em julho 1984 a edição FÊNIX

A cada nova edição eu fazia uma dúzia de cópias em xerox, tamanho A4, encadernadas em espiral, e distribuia aos amigos, uma cópia sempre ficava comigo.

Quando esta cópia em xerox atingiu um tamanho desconfortável, lá no início dos anos 90 perguntei ao meu amigo Bruno Mortara qual seria a maneira de prosseguir


Cada edição era personalizada com uma vinheta

é isso, por fernando stickel [ 17:22 ]


O primeiro estímulo que tive para publicar minhas poesias ocorreu em 1977

Quando frequentei a Escola Brasil: em 1970, meus professores Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende estimulavam muito que nós alunos tivéssemos cadernos de anotações, o Baravelli nos mostrava seus cadernos, era fascinante! Rapidamente comprei a ideia, me equipei com cadernos de folhas em branco, e comecei a registrar desenhos, ideias, textos, colagens, etc…

Escrevi também poesias, tudo misturado com outras questões, totalmente desorganizado.

O primeiro estímulo que tive para organizar todo esse material e publicar minhas poesias ocorreu em 1977.

Foi o anúncio em uma revista do Prêmio Remington de Prosa e Poesia, promovido pela Sperry Remington do Brasil, em comemoração aos seus 70 anos no Brasil, com premiação total em dinheiro de cerca de R$300.000 de hoje, era um excelente prêmio!. A Comissão Julgadora: Flávio Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Hélio Pólvora, Dirce Côrtes Riedel, Silviano Santiago e José J. Vieira.

O chamado ao concurso era: “Romancistas, poetas e contistas de todo o Brasil: mãos às teclas, mãos às gavetas.”

Arregacei as mangas e fui à luta. Datilografar, corrigir, organizar, finalmente submeti minha obra “Prosa ou Poesia, conforme o caso” sob o pseudônimo de M. Pseudonym. Meu amigo Cassio Michalany me ajudou a fazer as capas, com carimbos e um gabarito.

22 anos e muito trabalho depois, em 1999, surgiu o meu livro de poesias “aqui tem coisa”, publicado pela Editora DBA.


A capa pronta, o 21 foi o número da minha inscrição


O gabarito para impressão da capa.


A primeira página da obra encadernada com plástico

Nesta época eu trabalhava na Racional Engenharia, estava casado com a Iris que estava grávida da minha primogênita Fernanda, a Ivone era minha secretária e datilografava para mim nas horas vagas.

O concurso recebeu 3.181 originais, número notável para algo realizado antes da era digital!


A última página

é isso, por fernando stickel [ 9:47 ]

Um desenho antiguinho…

é isso, por fernando stickel [ 9:44 ]


O recibo, com recolhimento de imposto

Qual é mesmo a definição de absurdo?

Absurdo é aquilo que contraria a razão, o bom senso e a lógica. É o simplório,ingênuo, tolo, estúpido. O que desafia qualquer explicação plausível.

Pois bem. Essa definição se aplica como uma luva à minha experiência para receber um simples prêmio de loteria.

Quase três meses depois de uma primeira tentativa frustrada, voltei hoje à agência da Caixa Econômica Federal da Vila Nova Conceição para resgatar meu prêmio. Mais uma hora de espera, protocolos, conferências, investigação dos meus dados pessoais, formulários impressos, carimbos, assinaturas e procedimentos de toda espécie. Ao final, descubro pelo recibo que tive um acréscimo patrimonial de R$ 320,00, valor que deverá ser devidamente declarado à Receita Federal.

Tudo isso para receber um prêmio de R$ 320,00


A agência da Caixa e sua inspiradora fachada de arquitetura burocrática, estilo “Não tô nem aí…”

O mais curioso é que o documento emitido pela própria Caixa contém um QR Code que, aparentemente, não serve para absolutamente nada.

Ganhei esse valor em um bolão realizado no site das Loterias Online da Caixa. Imaginei que o crédito seria feito no Mercado Pago, eletronicamente. Engano meu. A instrução era comparecer pessoalmente a uma agência.

Na primeira tentativa, numa segunda-feira pela manhã, fui à agência da Rua Affonso Brás. Entrei num enorme salão branco, quase vazio. Havia apenas uma mesa de atendimento com uma simpática recepcionista e, ao fundo, seis seguranças uniformizados observando a cena.

A atendente recebeu o papel que eu havia impresso em casa, conferiu meu RG, digitou algumas informações e me entregou uma senha para subir ao segundo andar.

Quando finalmente fui chamado, sentei-me diante de um funcionário de meia-idade, camiseta e barba por fazer. Cumprimentei-o. Recebi um cumprimento protocolar em troca. Ele pegou o documento e meu RG e passou a digitar incessantemente por cerca de quinze minutos.

Fiquei intrigado.

Vale lembrar que, para jogar online no site da Caixa, é necessário preencher um cadastro detalhadíssimo. A instituição já possui praticamente todos os dados do apostador, falta só o tipo sanguíneo.

Interrompi o funcionário e perguntei por que ele estava digitando tudo novamente.
Recebi uma resposta vaga.
Pouco depois ele chamou uma colega:
— Edna, dá um pulo aqui.
Edna veio, os dois cochicharam, ele foi até a mesa dela, voltou e continuou a operação.
Perguntei qual era o problema.
— O sistema não está validando.
Nesse momento pensei: Meu Deus, é apenas um prêmio de R$ 320. O sistema precisa validar o quê exatamente?
Sugeri então algo aparentemente revolucionário:
— Não seria mais simples escanear o QR Code?
— Sim, seria mais simples.
Mas não foi isso que aconteceu.
O funcionário digitou manualmente, um por um, os 36 números impressos abaixo do QR Code.
Quando imaginei que o suplício estivesse terminando, recebi nova tarefa: escrever no verso do documento meu nome, RG, CPF, endereço e telefone.Tudo de novo.

Preenchi tudo pacientemente.
Em seguida fui orientado a levantar, mudar de mesa e aguardar. Havia algum problema no sistema e outra pessoa, atrás de um biombo, tentaria resolver a situação.
Passados quase vinte minutos de espera, comecei a registrar no celular aquela experiência que já assumia contornos kafkianos.
Resultado final: depois de quase uma hora dentro de uma agência desconfortável, enfrentando um processo burocrático digno de outra era, saí sem receber meu prêmio.
A orientação final do atendente foi simples:
— O senhor volta outra hora.

Difícil imaginar demonstração mais perfeita de ineficiência administrativa.
A Caixa já possui meus dados. O prêmio foi obtido em seu próprio sistema online. O documento possuía QR Code. O valor era irrisório.
Mesmo assim, o procedimento exigiu deslocamento, espera, redigitação manual de informações já existentes, múltiplas conferências e, ao final, nenhum resultado.
Se Franz Kafka tivesse tentado receber um prêmio de loteria no Brasil, provavelmente desistiria de escrever ficção.

é isso, por fernando stickel [ 9:19 ]

Lá no início da minha carreira de arquiteto/artista/designer gráfico eu resolvi que precisava de um papel de carta e para iniciar o projeto comecei a pesquisar a minha rúbrica.
Testei dezenas de maneiras de fazer, com caneta, lápis, pincel, etc… Cheguei a cortar uma batata e assinar na superfície molhada, depois recortei e fiz um carimbo.
A brincadeira foi longe e foi gostosa!

Venceu uma versão feita inicialmente com pincel e nankin, algo que ficou bem japonês, gostei muito! Esta versão foi elaborada e depois transferida para relevo.

é isso, por fernando stickel [ 15:32 ]

Em um canto qualquer das minhas caminhadas matinais encontro este vaso sabiamente apoiado em um caco de cimento, para manter o equilíbrio.
A planta e a cidade agradecem!

é isso, por fernando stickel [ 14:47 ]

O conserto na medida certa, o KINTSUGI é a arte tradicional japonesa de reparar cerâmicas quebradas utilizando uma resina ou laca especial misturada com pó de ouro, prata ou platina. Em vez de esconder as rachaduras, a técnica as destaca, celebrando as imperfeições e transformando as cicatrizes da peça em parte de sua beleza e história.

No Estadão de hoje Leandro Karnal trata do tema, qual é a hora certa de parar?

é isso, por fernando stickel [ 9:22 ]


The Sphere de Fritz Koenig

Sempre me perguntei quantas obras de arte importantes se perderam na tragédia do 9/11, hoje finalmente fiz a pergunta ao ChatGPT.

O número exato é impossível de determinar, mas as estimativas mais aceitas indicam que centenas de obras de arte foram destruídas ou severamente danificadas nos atentados de 11 de setembro de 2001. O prejuízo artístico foi estimado em cerca de US$ 110 milhões, sendo aproximadamente US$ 100 milhões em coleções privadas e US$ 10 milhões em arte pública.

O complexo do World Trade Center abrigava cerca de 100 obras da coleção da Port Authority, além de várias esculturas e instalações públicas monumentais. O escritório da corretora Cantor Fitzgerald, que ocupava os andares 101 a 105 da Torre Norte, possuía uma coleção com cerca de 300 esculturas de Auguste Rodin, quase toda perdida.

Os estúdios do programa artístico World Views, nos andares 91 e 92 da Torre Norte, continham trabalhos de 15 artistas residentes; praticamente toda a produção ali armazenada desapareceu.

O Memorial & Museum do 11 de Setembro afirma que foram perdidas centenas de obras de arte insubstituíveis e quase um milhão de artefatos históricos.
Entre as obras públicas mais importantes destruídas estavam:
• Grande Tapeçaria do World Trade Center — de Joan Miró e Josep Royo.
• Ideogram — escultura de James Rosati.
• Sky Gate, New York — de Louise Nevelson.
• Cloud Fortress (Fortaleza das Nuvens) — de Masayuki Nagare.
• Obras de Alexander Calder, Elyn Zimmerman e outros artistas de renome internacional.

Uma exceção notável foi The Sphere, do escultor alemão Fritz Koenig, obra de 1971 com quase 8 metros de altura e 20 toneladas de peso.
Embora gravemente danificada, a escultura foi recuperada dos escombros e hoje permanece como memorial próximo ao local do antigo World Trade Center.


Louise Nevelson e sua obra Sky Gate, New York (1977–1978) madeira pintada de preto, 5,2 x 9,8 m. Totalmente destruída.


Cloud Fortress, escultura do artista japonês Masayuki Nagare, em aço, concreto e granito preto, com 4,3 x 10 x 5,2m. Totalmente destruída.

é isso, por fernando stickel [ 15:26 ]

FILOSOFIA = AMOR À SABEDORIA

A vida pode ser melhor. Você pode ser melhor. É preciso esforço, foco, disciplina e, em última análise, acumular sabedoria para tanto.

Sandra minha mulher participa do Clube do Livro do Leandro Karnal há cerca de três anos, e eu vou pescando comentários dela aqui e acolá relatando sua vida de leituras e sabedorias.

Minha errática e sinuosa vida de leitor se beneficia dos relatos da minha mulher, que preenchem de certa forma meus períodos sem leitura. como o atual. Retomar a leitura, meia hora por dia, como sugere Karnal é algo que me proponho, tenho plena consciência da necessidade.

Fruto da convivência com o Karnal e o mundo das leituras, ideias e sabedorias, Sandra comprou ingressos para o evento Master Summit Alma Talks, em que estivemos ontem, onde vários palestrantes nos brindaram com suas histórias. Foi ótimo, adorei!

Clóvis de Barros Filho:
“Se você vai ter que conviver com você mesmo até o fim, se você vai ter que se aguentar até o fim, se você vai ser espectador de você mesmo até o fim, é melhor que se encante com o que faz.” 

Leandro Karnal:
“Hoje, quase todos ficam felizes na infância mental. Crescer é arriscado.”

Mario Sergio Cortella:
“Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda.”

Rossandro Klinjey:
“É fácil parecer perfeito quando você não está fazendo nada.”

Lucia Helena Galvão:
“O homem é do tamanho do rastro que ele deixa no mundo.”

é isso, por fernando stickel [ 10:03 ]

Lá no começo de 2022 eu comentei com meu mecânico Zeca que eu estaria interessado numa Mercedes-Benz 560, eu não mencionei as letras SL que completam a descrição do carro, o modelo R 107 conversível top de linha, produzida entre 1971 e 1989.
Algum tempo depois em visita à oficina A.M.Marcelo o Zeca me aponta um carro grande, cinza metálico, sedan de quatro portas e diz assim: Dá uma volta.
Eu perguntei por quê? Ele respondeu: Uai você não pediu uma 560? Eu falei: Ahh! não tinha pensado nessa quatro portas, tinha pensado na conversível, Zeca insistiu: Dá uma volta!!!
Dei uma volta e me apaixonei, na volta Zeca falou assim: Fica 2 ou 3 dias com o carro, foi o que fiz e me apaixonei perdidamente, e foi assim que comprei a Mercedes-Benz 560 SEL 1989, o famoso modelo W126, considerada a melhor geração da série S.

Com apenas 45.000km, o carro é praticamente zero km. Trata-se de uma máquina em outro patamar de conforto, silêncio, potência e acabamento impecável em uma época onde a eletrônica ainda era mínima, porém aplicada em itens importantes como ABS, Cruise Control, Controle de tração, Air Bag para o motorista e ar condicionado automático.

Acelera, freia e faz curvas muito bem com seus 1.800kg e 300hp e não tem nenhuma tela no painel, só madeira, couro e comandos analógicos.

É claro que com esta idade certas coisas precisam de manutenção, e o escapamento foi a primeira grande intervenção, foi inteiramente refeito em aço inox.

Mais recentemente trocamos buchas e terminais da suspensão dianteira, e também coxins do motor e do câmbio.

Todo o sistema de ar-condicionado está sendo revisado, este módulo de comando foi trocado, assim como o reparo da válvula da água quente.

O novo módulo é americano, com marcação em graus Fahrenheit.

Com quase 59.000 km, esta maravilhosa máquina já proporcionou cerca de 14.000 quilômetros de prazer!

é isso, por fernando stickel [ 9:39 ]

Muitos anos atrás escrevi uma poesia com o título Memórias. A origem das inspiradoras lembranças é a minha memória infantil de férias em São Vicente, na casa dos meus tios.

Raras memórias são tão claras e afetivas, uma casa cheia de brisas e cheiros à beira do mar, com piso de tábuas paralelas, de quebra uma queimadura de água viva e uma memória gráfica de tudo isso.
Aí fiz um rabisco tentando lembrar da planta da casa.

Meus tios Leonor e Luiz Villares tinham uma casa em São Vicente, no canto da Ilha Porchat, da qual tenho excelentes e brilhantes memórias afetivas, aos 4 ou 5 anos de idade.
Estou tentando recriar a casa, baseado na minha memória e com a ajuda da IA. A foto da versão inicial da casa, quando foi comprada pelos meus tios no início do Séc. XX me foi fornecida pela minha prima Maria, que está me ajudando nos detalhes.

Depois da primeira tentativa enviei o projeto para minha prima Maria Villares, que é um pouco mais velha do que eu e que deveria ter melhores e mais detalhadas memórias, ela me forneceu um novo croquis.

é isso, por fernando stickel [ 11:56 ]

Em Campos do Jordão no jardim da casa da família, cerca de 1954, à esquerda eu, meu pai Erico de pé, sentado Joaquim da Cunha Bueno Marques e no canto direito minha mãe Martha.

é isso, por fernando stickel [ 9:49 ]

Ao longo da minha carreira de artista plástico fui solicitado inúmeras vezes a doar meus trabalhos, fosse para o acervo de museus como o MAM ou a Pinacoteca, fosse para leilões beneficentes e outras causas. Sempre concordei, sempre doei.

é isso, por fernando stickel [ 17:03 ]

Estamos vivendo no Brasil a glorificação da estupidez, a banalização da incompetência e o uso do vocábulo foda-se com a mesma naturalidade de um bom dia ou obrigado.

Jogar uma moça da ponte sem corda, bater o Porsche bêbado, destruir, aleijar e matar, assassinar a mulher, estuprar a criança, roubar o celular, todas estas barbaridades nos assolam diuturnamente e assumem uma dimensão de “normalidade” intolerável.

Some-se a isso que hoje quem roubar menos de um bilhão é trouxa, objeto de desprezo, e os Vorcaros da vida riem na nossa cara, reinando do alto de suas delações fajutas, todos confiando na impunidade geral, ampla e irrestrita, se não já, daqui a pouco.

O desmonte ético e moral como política de estado iniciado em 2003 e apoiado por todos os matizes políticos parece atingir a perfeição. Rouba-se sem pudor, prevarica-se escancaradamente, pode tudo, ninguém vai preso, todos os amigos do rei enriquecem, o cidadão comum com medo de sair de casa e assaltado também por impostos escorchantes.

Em um país em que a educação só piora, que saída teremos?

E se alguém ainda tem dúvida sobre o que estou falando, experimente ter uma conta no BB ou na Caixa, e conheça o Brasil profundo no desprezo dos funcionários públicos por você, a incompetência e a má vontade em te atender, o puro suco do estatismo que destrói o Brasil.

é isso, por fernando stickel [ 9:41 ]

Cartaz da exposicnao dos trabalhos “FIBERS” do Dudi Maia Rosa, na Galeria Thomas Cohn no Rio de Janeiro em 1984.
A foto foi muito alegre, uma farra, Dudi chamou amigos, família, um monte de crianças, todo mundo junto com alguns trabalhos gigantescos…
Eu apareço em primeiro plano de calça branca e camisa azul, meus filhos Fernanda e Antonio ao meu lado.
Consigo identificar ainda o Dudi, ao lado dele Cassio Michalany, Gilda e Monica Vogt, Guto Lacaz, Luciano Deviå, Renato Cunha Bueno Marques, Santuza Andrade, Wesley Duke Lee.

A foto do Arnaldo Pappalardo foi realizada na Editora Três, com design gráfico do Guto Lacaz.

é isso, por fernando stickel [ 15:48 ]