Nesta sexta-feira programamo-nos para brincar à tarde, os “brinquedos” do casal no entanto não funcionaram muito bem…
San Giorgio, o cavalo da Sandra, montado por seu professor Rodolpho Riskaklla, participou hoje de sua primeira prova de adestramento na Hípica de Santo Amaro, assustou no meio da prova e teve que abandonar.
Para dar o primeiro passeio depois de quase dois anos, liguei o carro, engatei a marcha-ré, saí da oficina e não consegui engatar a primeira marcha no Porsche 911 Carrera 1975, remontado há poucos dias.
Por sorte, ou melhor, maturidade (fica mais elegante que falar idade…) nós sabemos que um revés não compromete o projeto, então, não desesperar, basta apenas perseverar e ter mais um pouco desta qualidade tão em falta, a PACIÊNCIA!!!!
Desde Outubro do ano passado, esta é a terceira vez que o motor do Porsche 911 Carrera 1975 volta ao seu berço.
Os culpados foram os vazamentos de óleo, porém a cada operação vários outros detalhes foram sendo feitos, repintura do habitáculo do motor, partida a frio, conexões elétricas, montagem dos freios e suspensão, etc…
Quem sabe nos próximos dias ele finalmente voltará a colocar os quatro pneus no asfalto, e andará com seu próprio motor.
Volto a afirmar que restaurar um carro clássico é sobretudo um exercício de paciência.
Bloco do motor retificado e encamisado, virabrequim e bielas idem, pistões, anéis, pinos, casquilhos, tudo zero km.
Agora é montar tudo e esperar o cabeçote, também zero km que estará chegando nas próximas semanas.
Assim a Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda” receberá um motor novinho em folha.
Pensávamos que o vazamento de óleo viesse do radiador de óleo, mas não, é em um parafuso de união do bloco, muito próximo ao radiador.
Assim continua o processo de restauro do Porsche 911 Carrera 1975, devagar e sempre.
Porsche 911 Carrera 1975, seis cilindros opostos, 2,7 litros, 210hp.
Quem não é do ramo acho que não consegue avaliar a enorme alegria de ouvir um motor com 35 anos de idade, recém restaurado, voltar a funcionar perfeitamente.
É um prazer imenso acompanhar o renascimento da máquina. Tudo zero km, limpo, recuperado no Porsche 911 Carrera 1975.
A lentidão do processo se deve principalmente à dificuldade de obtenção das peças, mas uma vez aqui a montagem prossegue.
Vários sistemas foram totalmente recuperados, pois estavam inoperantes, por exemplo o hidro-vácuo do freio e o sistema de partida a frio do motor.
Sim, mais uma vez ele volta à vida. O Porsche 911 Carrera 1975 canta novamente, isto ainda não significa que ele estará por aí nas ruas, mas chegamos mais perto…
Estive no primeiro dia do salão Retromobile em Paris, e a sensação que tive foi de que o buraco é bem mais embaixo…
Explico.
Imaginem um Anhembi lotado de carros, motos e até caminhões e ônibus antigos, não apenas as reluzentes máquinas, mas os livros, peças, catálogos, miniaturas, brinquedos, e os stands de algumas montadoras.
Algumas das mais famosas casas de leilões também lá estavam, como a Bonhams, que tinha esta Bugatti resgatada do fundo do Lago Maggiore no ano passado como destaque. Veja aqui quando foi resgatada.
O enorme interesse pelo assunto, centenas de publicações, e um calendário de eventos com carros clássicos que não deixa a dever a nenhum campeonato de futebol é o que nos diferencia neste assunto do primeiro mundo.
O restauro automotivo do Porsche 911 Carrera 1975 sofreu um pequeno tropeço em Dezembro, porém já encontramos um eixo comando de válvulas, remontou-se o motor, e o Gigante me prometeu que ele volta a funcionar até o final da semana.
Aguardemos.
Com paciência.
Elevo meu pensamento e desejo bom termo a essa aventura senil, inconsequente, cara, deliciosa e irresistível.
Chegou o kit original de pistões, anéis, pinos e bronzinas da Mercedes-Benz 2080SL 1970 “Pagoda”.
Agora já dá para fazer a retífica e remontar o bloco do motor. O cabeçote ainda demora mais um pouco…
Enquanto isso, pouco a pouco, as coisas vão evoluindo no Porsche 911 Carrera 1975.
Suspensão, amortecedores Bilstein, discos dos freios, rolamentos, buchas, dutos e válvulas de ar quente, conjunto do hidro-vácuo, tudo vai para o seu lugar.
O restauro automotivo do Porsche 911 Carrera 1975 sofreu mais um pequeno tropeço.
Ao remontar o motor, após a correção do vazamento de óleo, e apertar a arruela de pressão que prende a engrenagem da corrente no eixo de comando de válvulas, a ponta deste partiu-se.
Mais uma vez começa a procura pela peça, novela já conhecida, o único problema é que o tempo passa, passa, passa…
O lado bom do tempo passar é que várias outras peças chegaram. Mangueiras, rolamentos, conjunto do freio hidrovácuo, buchas e batentes, etc…
Na sexta-feira fiz uma pequena excursão ao bairro do Tucuruvi, Zona Norte de São Paulo, a cerca de 25km da minha casa e 40 minutos, de moto. De carro daria uma hora e alguns trocados, para conferir “in loco” a evolução do restauro da Mercedes-Benz 280SL 1970, “Pagoda”.
A pintura externa estava bastante boa, e sofrerá apenas retoques e polimento.
Foi concluida agora a pintura do habitáculo do motor e de toda a parte de baixo do carro.
Todas as peças da suspensão foram jateadas e pintadas, dá gosto de ver!
O restauro automotivo realmente não é uma atividade recomendada aos fracos de espírito ou para aqueles não dotados de paciência infinita.
Depois de grandes esforços, finalmente o motor do Porsche 911 Carrera 1975 voltou a funcionar no sábado, só que um vazamento de óleo nos obrigará a desfazer todas as ligações tão penosamente concluidas e retirar o motor para verificar o vazamento.
So it goes…
Estamos a poucas horas do momento mais aguardado, girar a chave de ignição e voltar a ouvir a música dos seis cilindros do Porsche 911 Carrera 1975.
Ontem foram colocados cerca de 13 litros do melhor óleo, verificadas as conexões elétricas, sim, há faísca!.
Corrigidos alguns vazamentos, adicionada gasolina ao tanque, verificado um vazamento, chequagem da linha de combustível, retirada a gasolina do tanque…
Enquanto isso o FATOR JÁ QUE reina absoluto na reforma da Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”.
Toda a parte de baixo e o cofre do motor estão sendo repintados, para receber motor, câmbio, suspensão, freios amortecedores, tudo zero km.
Os canos de circulação do óleo para o tanque externo (cárter seco) e o radiador são de bom diâmetro (acho que é 3/4″), e o sistema todo recebe 13 litros, que são também responsáveis pelo arrefecimento do motor do Porsche 911 Carrera 1975.
Uma excelente maneira de comemorar o meu aniversário é mostrando a vocês a evolução do meu “brinquedo”, todas as peças se juntam, finalmente!!!!!
Bomba de injeção de combustível e visão lateral do motor Porsche 911 Carrera 1975. Seis cilindros opostos, comando simples no cabeçote, refrigerado a ar, 2,7 litros, 210hp, cinco marchas, ZERO QUILÔMETRO!!!
Câmbio já conectado ao motor. Dois “upgrades” tecnológicos foram feitos, ignição eletrônica e alternador no lugar do dínamo, fora isso é tudo original.
Depois de um dia completo, pleno de atividades, muitos deslocamentos, pessoas e coisas novas, comidas e bebidas e parabéns a você adiantados com os quais a Santuza me homenageou, só falta dizer a vocês:
Completou-se a troca do dínamo pelo alternador, o último “upgrade tecnológico” que fizemos, agora está tudo pronto para a volta do motor, câmbio, suspensão ao Porsche 911 Carrera 1975.
Esta reforma “por partes” não é a solução mais inteligente, mas foi assim que aconteceu…
Agora o Porsche 911 Carrera 1975 está todo pintado por baixo, paralamas traseiros, cofres e tampas dos cofres dianteiro e traseiro. Eliminei a asa do turbo, a tampa traseira agora é lisa.
Ficaram faltando as portas, teto e paralamas dianteiros,
Na parte mecânica é só montar tudo que já está pronto, motor, câmbio, ar-condicionado, suspensão, freios.
Depois de tudo montado, testado, confirmado, ele volta para a estética para acabar de pintar.
Estamos completando um ano e três meses desde a quebra do virabrequim.
Quem procura acha, aliado ao FATOR JÁ QUE dá nisso:
Já que abriu o motor, vamos desmontar tudo, verificar folgas, desgastes, etc…
O diagnóstico: O bichinho ia estourar a qualquer instante. Várias pontos fundidos, alguns graves.
Resumo da ópera: Refazer o motor da Mercedes-Benz 280 SL 1970 “Pagoda” e deixá-lo zero km.
A marca é clara, a água entrou no cilindro e misturou-se com o óleo do motor.
Agora entra em cena o “FATOR JÁ QUE”, para quem não conhece é assim:
Já que abriu o motor, vamos revisar tudo, facear o cabeçote, verificar folgas, trocar os anéis, etc… etc… e deixar o motor da Mercedes-Benz 2080SL 1970 “Pagoda” zerinho!
O “FATOR JÁ QUE” será responsável também pela pintura do habitáculo do motor.
A bandeja da suspensão dianteira da Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”, e o eixo traseiro “De Dion” serão limpos, pintados, etc… para serem remontados. Molas, buchas, calços, tudo novo.
O restauro continua, e o exercício de paciência idem.
Na Fazenda Santa Cristina, a Honda CB 750 dos anos setenta, restaurada.
Não houve na época um único interessado por máquinas que não quisesse ao menos dar uma volta neste ícone.
Ela voltou!
Depois de meses sob a cuidadosa e cirúrgica intervenção do Osmar Có, a Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda” agora está com o painel 100% revisado, rádio, instrumentos, luzes, ventilação e ar quente funcionando.
Além disso centenas de parafusos e arruelas foram cromados e/ou substituidos pelos originais, foram trocadas todas as borrachas de portas, capota, porta-mala, ajustados vidros, maçanetas, etc… etc…
Faltam agora ajustes finais de mecânica, algumas peças para serem trocadas, como o sensor da partida a frio, escapamento, discos de freio, amortecedores e otras cositas mas…
Esta Bugatti Type 13 Brescia de 1925 foi recuperada do fundo do Lago Maggiore no norte da Itália, o carro estava submerso desde 1937, quando seu proprietário o abandonou para escapar de altíssimos impostos.
Diversas tentativas de resgate finalmente tiveram sucesso em 12/7/09, pelo Centro Sport Subacquei Salvataggio Ascona.
O valiosíssimo carro irá a leilão em benefício da Damiano Tamagni Foundation, fundação criada para prevenção de violência na juventude.
Quando eu tinha 16 ou 17 anos meu pai comprou um Riley RME 1948, preto com a lateral vermelha, o bichinho não andava muito bem, sofreu uma restauração meia boca, acho que não havia ainda naquela época a consciência que existe hoje sobre carros clássicos, enfim, o carro ficou por ali um tempo, cheguei a guiá-lo um pouco (muito ruim de guiar), depois foi vendido para um amigo.
Lembro-me de acompanhar com interesse a fundição em alumínio e a usinagem de uma polia do ventilador, na oficina da Fiação Indiana, empresa que meu pai dirigia na época.