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mercedes-benz pagoda

mercedes-am
Quase pronta!!!
Depois de um ano e um mês de trabalho, o restauro da Mercedes-Benz 280 SL 1970 (Pagoda) aproxima-se do final!
Desmontagem completa, funilaria e pintura completa, remontagem completa, capota de lona nova, instalação de ar-condicionado original Frigiking, reforma do cabeçote do motor, 100% das borrachas novas, 100% dos frisos e cromados novos (ou recondicionados), e mais alguns milhões de pequenos detalhes, sempre seguindo a originalidade do modelo W113.
O motor já virou, mas o carro ainda não andou, o que deve ocorrer nos próximos dias…
O cidadão que aparece na frente do carro na foto é o responsável pelo renascimento, trata-se do fabuloso Zeca, chefe da oficina A. M. Marcelo, onde se processa o milagre!

é isso, por fernando stickel [ 14:18 ]

remontando a pagoda

tanque
Suspensão traseira, diferencial, eixo cardã, freios, linhas de combustível, dutos de freio, cabos do freio de mão, bomba de combustível, tanque de gasolina, tudo revisado e remontado nos seus devidos lugares, esta é a situação hoje da Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”!

é isso, por fernando stickel [ 17:00 ]

pagodas na a.m.marcelo

pagodas
No último sábado meu amigo Miguel fez esta foto na oficina autorizada Mercedes-Benz A.M.Marcelo, com nada menos que oito Pagodas em diversos estágios de recuperação, alguns, como o meu, realizando funilaria e pintura, outros somente mecânica.

Nesta linda seleção os três modelos Mercedes-Benz, 230, 250 e 280SL, cujas carrocerias são idênticas.

O meu carro na cor branca já está pintado e começa a ser remontado, o último da esquerda na foto, na cor cinza metálico, é o único que está pronto.

O modelo, código W113, foi produzido de 1963 a 1971, num total de 48.192 carros dos quais 23.885 foram 280SL, com grande parte tendo sido exportada para os Estados Unidos.

É interessante que, graças à simpatia dos proprietários e funcionários da oficina, os sábados de manhã são religiosamente reservados para visitas às máquinas, e assim, pouco a pouco os proprietários destas jóias vão se conhecendo, trocando informações, formando uma comunidade de “Mercedeiros” ou ainda “Pagodeiros”.

é isso, por fernando stickel [ 14:51 ]

pagodas na estrada dos romeiros


Passeio de Pagodas há três anos atrás, Estrada dos Romeiros…

é isso, por fernando stickel [ 17:26 ]

a hora dos cromados

cromados
A hora dos cromados. Consertar, soldar, polir, e finalmente cromar novamente. E assim a Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda” vai evoluindo no seu restauro!

é isso, por fernando stickel [ 14:04 ]

reforma da pagoda

sucata
Encontrei no retorno a São Paulo a sucata gerada na funilaria da Mercedes-Benz 280SL 1970.
O proprietário da oficina A. M. Marcelo, Matteo Petriccione me apresentou todos os pedaços de metal enferrujado retirados do carro nos últimos seis meses… A quantidade é impressionante! Atesta o quão necessária era a reforma!!

frisos
Uma enorme quantidade de peças cromadas, frisos, para-choques, acabamentos, etc… tem que ser analisadas uma por uma para se verificar se estão em ordem para a remontagem do carro, os materiais vão do aço ao alumínio, passando por inox e ligas exóticas. Zeca, o chefe da oficina e o Magiola, montador, examinam e separam.

prep
Os ultimos retoques na preparação da carroceria antes de se iniciar a pintura final, no código 050 – Branco.

matteo
Matteo e a tampa do porta-malas em alumínio, internamente com a pintura concluída em preto fosco.

é isso, por fernando stickel [ 17:28 ]

mercedes no fim da funilaria

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O painel traseiro se junta à carroceria, fechando o conjunto do porta-malas da Mercedes-Benz 280 SL 1970.

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A solda MIG une as peças minuciosamente, a grande quantidade de pontos ajuda na rigidez da estrutura, particularmente importante em um carro conversível.

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Esta é a última grande etapa da funilaria, o carro agora seguirá para acabamento, lixa e pintura!

é isso, por fernando stickel [ 16:15 ]

porta-malas novo

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Este é o assoalho original do porta-malas da Mercedes-Benz 280 SL 1970, totalmente enferrujado.

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O “master funileiro” Dirceu copia a peça em papel e transfere o desenho com precisão para uma chapa de aço virgem, trabalhando-a no martelo, prensa e outras ferramentas especializadas até reproduzi-la com perfeição!

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A peça refeita em seu local definitivo. Falta apenas soldá-la.

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O porta-malas antes do início do processo.

é isso, por fernando stickel [ 14:51 ]

matching numbers!

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Este é o “Data-Card” da Mercedes-Benz 280 SL 1970, do dia 21 Janeiro 1970, seu registro de nascimento, descrevendo o modelo e suas características, acabamentos, cores, opcionais, etc…

Quando a numeração dos componentes principais do carro (chassis, motor, câmbio) bate com os números do Data-Card, diz-se que ele é “Matching Numbers”, ou seja, 100% original conforme saiu da fábrica, uma característica altamente desejável pelos colecionadores.

A cor original do carro é o código 717, Papyrus Weiss, que é mais um cinza claro que um branco, uma cor “antiga” apropriada para carros de quatro portas. Vou tomar a liberdade de pintar o carro agora na restauração no código 050, também pintura original Mercedes da época, é um branco levemente puxando para o creme, muito parecido com a cor em que o carro estava antes do restauro.

O estofamento vermelho é o original de fábrica, assim como a capota de lona preta. Acrescentarei um opcional importantíssimo, ar-condicionado original Frigiking.

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O número do chassis.

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O número do câmbio.

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O número do motor.

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Em breve ela voltará em toda a sua glória!!

é isso, por fernando stickel [ 11:55 ]

mercedes em restauro

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O mestre da funilaria Dirceu, da oficina A.M.Marcelo me apresenta o painel traseiro da Mercedes-Benz 280SL, construido na tesoura e no martelo por ele.
Cada parte enferrujada do carro é recortada e substituida por uma chapa nova, moldada exatamente no formato original por suas hábeis mãos.
O processo é lento, detalhista, meticuloso. Ao final do trabalho 100% da lataria terá sido revisada, consertada, liberada de qualquer partícula de tinta ou ferrugem, limpa, e receberá demãos de anti-oxidante e primer.

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A parte traseira do carro, sem o painel.

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O interior da carroceria já passou pelo processo de restauro.

é isso, por fernando stickel [ 10:06 ]

master dirceu

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Nas últimas semanas tenho visitado regularmente a oficina A. M. Marcelo, autorizada Mercedes-Benz responsável pelo restauro da Pagoda 280 SL 1970.
Acompanho com crescente interesse o trabalho do funileiro “Master” Dirceu, um artista, artesão de primeira água, preciso, calmo, eficiente, de poucas palavras.
As peças deterioradas pela ferrugem cedem lugar a chapas novas, moldadas com precisão germanica, impossível diferenciar a nova peça restaurado do original decaído.
Uma hora é a solda MIG, em outra o oxi-acetileno, depois o martelo, a serra e a tesoura, tudo em uma sequência lógica, por vezes barulhenta, mas sempre eficiente.
Nada escapa de seu escrutinio, nenhum detalhe deixará de ser corrigido, tudo caminha para a perfeição absoluta!
É um enorme prazer acompanhar a evolução deste trabalho!!!

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Chassis, portas, painéis, tudo alinhado, aço, alumínio, tudo no seu lugar!

é isso, por fernando stickel [ 23:22 ]

restauro da pagoda

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O restauro da Mercedes-Benz 280SL 1970 prossegue:

Após a eliminação dos defeitos nas portas elas foram recolocadas na carroceria e aí descobriu-se que o carro estava torcido.

Para resolver o problema coloca-se o chassis/monobloco em um gabarito e a estrutura toda é realinhada.

Após a operação de realinhamento são soldadas travas provisórias, imobilizando a estrutura na posição correta, permitindo o casamento perfeito de todas as peças da carroceria.

é isso, por fernando stickel [ 16:09 ]

continua a reforma

dec
Acompanhar a reforma de uma máquina querida é uma das coisas mais gostosas que conheço, conversar com o Zeca, chefe da oficina, discutir detalhes, consultar referências, tudo para obter a perfeição no resultado final. É o que está acontecendo com a Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”, internada na oficina A.M. Marcelo.

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A parte interna do capô dianteiro em alumínio apresenta vários amassados, que serão corrigidos.

retoque
O corpo do carro, em aço, começou a ser decapado, no sentido horário. Já apareceu um retoque feito na lata na beirada do farol. Uma batida antiga?

cap
A capota rígida começa a ser desmontada.

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Vários pontos de ferrugem.

é isso, por fernando stickel [ 19:10 ]

pagoda no restauro

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Finalmente chegou a hora do restauro completo da Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda”.
Ela será totalmente desmontada, a pintura eliminada para deixar tudo “na lata” (ou no alumínio, nos dois capôs e portas) em seguida funilaria onde necessário, pintura e remontagem.

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O capô do porta-malas em alumínio, com a tinta removida. Havia um único amassado, devidamente recoberto de massa…

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Ferrugem no porta-malas e em vários outros pontos exige cuidados, nada poderá ser deixado ao acaso, tudo será examinado.

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Ao final do rallye 1.000 Milhas Históricas, o motor começou a “fumar”, ou seja, queimar óleo.
Agora retirado o cabeçote descobrimos a razão, as guias de válvula estão com folga.

é isso, por fernando stickel [ 16:43 ]

a rotina do rallye

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Foto Vera Lambiasi

A deliciosa rotina do Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras. (Quando tudo vai bem, sem defeitos mecânicos, pneu furado, etc…)

Piloto e navegador acordam bem cedo, arrumam as malas e levam-nas para o carro.

Ligar o motor é sempre uma surpresa, pois os carros ficaram submetidos durante a noite a temperaturas que atingiram mínima de 4 graus… Normalmente pega bem…

Enquanto o motor aquece, limpar o orvalho da carroceria e os vidros. Eu gosto de deixar a máquina limpa. Em seguida o café da manhã, pagar a conta do hotel e preparar-se para a largada. Checar cronômetros, planilha e carimbo, é todo o dia a mesma rotina.

Marcar cronômetros, zerar o hodômetro e largada!

Dia lindo, com chuva e neblina, não importa, a adrenalina e a disposição de todos para a competição é sempre total.

Nas paradas em postos de gasolina correr para abastecer, verificar óleo, água e pneus. E uma passada no banheiro… Se sobrar tempo, um café e um pão de queijo.

Durante os deslocamentos a oportunidade para “rachas” com os colegas é um prazer aguardado e antecipado…

Almoço em algum local aprazíve, zero álcool. Durante todo o tempo a Vera Lambiasi fica nos caçando com suas excelentes lentes.

À noite na mesa com os amigos, sempre um vinho e bons papos, enquanto aguardamos o Decio trazer os resultados do dia.

Dormir cedo, que amanhã recomeça tudo de novo… (alguns navegadores avançam na noite fazendo cálculos, não é o nosso caso)

é isso, por fernando stickel [ 19:19 ]

segundo lugar nas 1000 milhas!!

1000
Da esquerda para a dir, as três equipes vencedoras na categoria geral do Rallye Internacional 1.000 Milhas Históricas Brasileiras:
Wagner e Goi com Mini Cooper Nº9 no terceiro lugar; Mario e Rogerio com Mercedes-Benz 280S Nº19, primeiro lugar; eu e Arthur com Mercedes-Benz 280SL Nº21, segundo lugar.

Enorme alegria (e surpresa!) conquistar hoje ao lado do meu filho Arthur o segundo lugar no Rallye Internacional 1.000 Milhas Históricas Brasileiras 2015.

A satisfação de constituir uma equipe eficiente e harmonica, algo por definição dificílimo. Pai piloto e filho navegador foram se aprimorando como equipe ao longo de alguns anos e quase uma dezena de provas de rallye em conjunto, conquistando no processo alguns primeiros e segundos lugares.

As regras rígidas deste rallye padrão FIVA exigiram concentração adicional de piloto e do navegador, é sabido no entanto que quem ganha rallye é o navegador.

Nosso carro, a Mercedes-Benz 280SL 1970, após longa e minuciosa preparação comportou-se impecávelmente, o que por si só é uma delícia!!!

Usufruir da organização impecável do MG Club, conviver durante cinco dias com o staff atencioso, os amigos antigos e os amigos novos, enfim foi tudo ótimo!!

taça
A taça e a equipe!

parati
A máquina vencedora em Parati, RJ.

geral
Classificação geral

Gaúchos vencem 4º Rally Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras

Rogério Franz e Mário Nardi conquistaram a terceira vitória em quatro participações.
Os gaúchos Rogério Franz e Mário Nardi venceram pela terceira vez o Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras, realizado na última semana (24 a 28/6/2015). Na 4ª edição do único rallye de carros antigos com a chancela da FIA – Federação Internacional do Automóvel eles conduziram um Mercedes-Benz 280S 1969 e perderem apenas 188 pontos.

“Nosso rallye começou em Porto Alegre, pois viemos rodando para participar da prova. Este ano foi mais tranquilo, porque começamos liderando. Para isto, o Mário passou noites em claro calculando e o resultado está aí, três vitórias em quatro participações”, comentou o engenheiro mecânico e piloto Rogério Franz. “Voltamos felizes para o Sul. Pretendemos voltar em 2016 com outro carro, pois gostamos de variar”, assegura o navegador Mário Nardi. Na primeira edição do Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras, em 2011, a dupla gaúcha venceu com Triumph TR4 1962. A outra vitória foi em 2014, daquela vez conduzindo um Mercedes-Benz 350 SLC 1973.

Depois de percorrerem 1.788 km em cinco dias de provas, passando por estradas históricas no interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a maioria dos carros chegou na tarde de domingo (28/6) para receber a bandeirada de chegada no Shopping Iguatemi, na zona sul da capital paulista. “Foi um rallye nota 1000. Não deu nada errado, pouca gente quebrou, mas teve assistência. Agora vamos começar a trabalhar para o ano que vem”, avisa Eduardo Lambiasi, Diretor de Provas do MG Club, realizador da competição.

Os veículos inscritos foram divididos em três categorias, conforme o ano de fabricação. Na categoria Pós Guerra a vitória ficou com a dupla de pai e filho Ricardo e Felipe Marujo, com Jaguar XK 150-S 1959, que também ficaram em sexto na classificação final, mesmo estreando em rallyes.

“É muito gratificante você participar pela primeira vez de um rallye desses e vencer. Eu participei pelo lazer, mas o meu filho é muito competitivo. Este resultado é um estímulo para voltar no ano que vem e também participar de outras provas”, comemorou o médico e piloto Ricardo Marujo.

Na categoria 1961 a 1970 os vitoriosos foram Franz/Nardi, mas na reservada para os carros de 1971 a 1980 a glória ficou para Antonio Chambel Filho e Ney Fonseca, com Mercedes -Benz 280S 1971. “Foi uma surpresa para nós, não esperávamos ganhar, apesar de termos trabalhado forte para isto. No meio da competição vimos que tínhamos chance e fomos esmerando”, contou Chambel Filho, acostumado a participar de corridas de carros. “A confraternização e os momentos de descontração foram todos maravilhosos. E o Marcedes-Benz se comportou como um tanque Panzer, é um carro confiável e maravilhoso”, elogiou o piloto.

A melhor dupla mista foi Leandro Pimenta e Nefertiris Curi, com Fusca 1.300 1973, que ficaram em oitavo na classificação Geral e terceiro na categoria 1971 a 1980. A melhor dupla estrangeira ficou na 16ª posição, formada pelos italianos Gastone Gonzato e Silvana Bianchini, que estrearam com Porsche 911 SC 1980. Rose Salmon, a única mulher que estava pilotando levou o seu Austin-Healey BT7 1960 ao quarto lugar na categoria Pós Guerra e 29º na Geral. A dupla Maurício Marx/Carolina Vassilak, que começou competindo com Romi-Isetta 250 1958 levou o prêmio ‘Espírito do Rallye’, pela simpatia e esforço de continuar acompanhando a prova mesmo após a quebra do veículo.

Os cinco primeiros na classificação Geral foram:
1) Rogério Franz/Mário Nardi, Mercedes-Benz 280S 1969, 188 pontos perdidos;
2) Fernando Stickel/Arthur Stickel, Mercedes-Benz 280 SL Pagoda 1970, 324;
3) Carlos (Goi) Cacciatore/Wagner Saccomani, Mini Cooper S 1965, 481;
4) Christian Pons Casal de Rey/Mário Leitão, Corvette Stingray 1963, 491;
5) Antonio Chambel Filho/Ney Fonseca, Mercedes-Benz 280S 1971, 698.

Os cinco primeiros na categoria Pós Guerra foram:
1) Ricardo Marujo/Felipe Marujo, Jaguar XK 150-S 1959, 909 pontos perdidos;
2) Reinaldo Fantozzi/Thiago Almeida Prado, Thunderbird 1957, 1.672;
3) Eduardo Azevedo/Cecília Azevedo, MGB Roadster V8 1969, 5.243;
4) Rose Samon/Herve Salmon, Austin-Healey BT7 1960, 64.725;
5) Mário Andrade/Eileen Andrade, Jaguar XK 120 1960, 89.801.

Os cinco primeiros na categoria 1961 a 1970 foram:
1) Rogério Franz/Mário Nardi, Mercedes-Benz 280S 1969, 188 pontos perdidos;
2) Fernando Stickel/Arthur Stickel, Mercedes-Benz 280 SL Pagoda 1970, 324;
3) Carlos (Goi) Cacciatore/Wagner Saccomani, Mini Cooper S 1965, 481;
4) Christian Pons Casal de Rey/Mário Leitão, Corvette Stingray 1963, 491;
5) Marcelo Mantelli/Simone Bumbel, Volvo Amazon 122S 1967, 1.494.

Os cinco primeiros na categoria 1971 a 1980 foram:
1) Antonio Chambel Filho/Ney Fonseca, Mercedes -Benz 280S 1971, 698 pontos perdidos;
2) Paulo Martinelli/Paulo Martinelli Filho, BMW 2002 Tii 1973, 967;
3) Leandro Pimenta/Nefertiris Curi, VW Sedan 1.300 1973, 1.302;
4) Júlio D. Areia Filho/Letícia B. de Mello, Mercedes-Benz 280 CE 1980, 1.330;
5) Cristiano Cittadino/Urbano Muffo, BMW 33 CS 1972, 1.444.

O Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras é uma realização do MG Club do Brasil, com patrocínio de Cyrela By Pininfarina e Valisere, apoio logístico de Mercedes-Benz, Toyota e CDL Shopping Iguatemi de São Paulo e colaboração de HT Pro Nutrition, BraClean e Taj Ouro 18k.

Visite o blog das 1000 Milhas aqui.

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As equipes vencedoras na categoria geral recebem as taças.

todos
Todos os vencedores em todas as categorias

é isso, por fernando stickel [ 23:34 ]

passaporte fiva

fiva pagoda
O último elemento chegou!
Sem o passaporte FIVA da Fédération Internationale des Véhicules Anciens nenhum competidor será autorizado a participar do Rallye 1.000 Milhas Históricas Brasileiras.
A Federação Brasileira de Veículos Antigos – FBVA responsável por emitir o passaporte no Brasil me atendeu com presteza e eficiência, obrigado!

é isso, por fernando stickel [ 15:44 ]

1000 milhas históricas

autorama
Alguns anos atrás ganhei do meu amigo Mario Cezar esta miniatura da Mercedes-Benz 280 SL preparada para corrida (Autorama) com “racing stripes”

pagoda
Inspirado na miniatura, preparei as mesmas “racing stripes” na vida real para participar do rallye “1.000 Milhas Históricas Brasileiras”, que se inicia no próximo dia 23/6, com meu filho Arthur no posto de navegador.

lista
A lista dos participantes, muitos deles amigos e colegas de outras 1.000 Milhas, que terei imenso prazer de rever “on the road”!!

fiva2
O rallye participa do calendário oficial internacional da FIVA.

é isso, por fernando stickel [ 16:37 ]