10 de fevereiro de 2010

129_2849-Arco
Escultura de Richard Serra “Tilted Arc” instalada no Jacob K. Javits Federal Building em New York, que foi alvo de ação pública e retirada em 1989.

Estou lendo “As Vidas dos Artistas” de Calvin Tomkins, que conta, entre outras, as histórias de Damien Hirst, Julian Schnabel, Richard Serra, James Turrell, Jasper Johns e Jeff Koons.
É reconfortante ler e ao mesmo tempo saber extamente de que obra ou exposição o autor trata, pois conheço muito bem as obras destes artistas, e o texto do livro adiciona “molho” ao meu conhecimento.
Não é todo o dia que isso acontece.

é isso, por fernando stickel [ 9:05 ]
6 de janeiro de 2010

julie
New York, Eu te Amo, (New York, I Love You)

Gostei muito deste filme, por várias razões.
Ele é feito de vários segmentos, escritos e/ou dirigidos por diferentes diretores, que parecem combinar entre si não extrapolar, não privilegiar a vertente da política, das minorias excluidas, da corrupção ou do crime, recursos extremamente fáceis de usar e repetitivos em filmes que tem New York como tema.
Todos os segmentos se mantém no âmbito das relações humanas e do amor, abordando as diferentes etnias, religiões, profissões, idades e sexos dos personagens, a música, arte, enfim, o retrato fiel do caldeirão que é New York.
Lembrei muito do meu filho Arthur, que levei a New York pela primeira vez em Janeiro 2009, para comemorar seu aniversário de 14 anos, pois quase que o filme poderia ser um “cadastro” dos locais, climas e situações que vivemos naquela semana.
O filme passa ao espectador a mágica da cidade, seus locais emblemáticos, os fumantes do lado de fora dos restaurantes, o metrô, os taxis, Chinatown, Brooklyn Bridge, o apartamento do músico, o loft do artista, etc… e de certa forma como tudo isso está orgânicamente conectado nas eletrizantes relações que constroem um único, complexo e fascinante organismo, The Big Apple.
Atores excelentes como Julie Christie, Andy Garcia, Eli Wallach, Natalie Portman, John Hurt e vários desconhecidos (para mim) se mesclam com surpresa, humor, drama e poesia.

é isso, por fernando stickel [ 10:14 ]
21 de dezembro de 2009

livros
Duas compras recentes de livros me souberam mal. Nas duas senti estar pagando muito mais do que deveria, e, de fato, pela rápida pesquisa abaixo, confirmei que os nossos livros estão MUITO caros.

Um dos mais tradicionais guias de restaurantes do mundo, o ZAGAT 2010 New York City Restaurants, com 352 páginas custa na Amazon U$9,32 ou R$16,60
Comprei hoje no lançamento, na Livraria Cultura, o guia equivalente para a cidade de São Paulo, “Guia Josimar 2010″, com 303 páginas por R$46,00, ou U$25,68 apenas 275,5% mais caro.

Comprei há alguns dias atrás o livro “As Vidas dos Artistas” de Calvin Tomkins, na livraria do cinema Reserva Cultural por R$57,00, ou U$32,00. Na Amazon ele custa U$10,12, ou R$18,02 apenas 316,2% mais caro aqui na botocudolândia.

Adicionando o frete de U$14.97, o pedido total da Amazon para os dois livros chega a U$34,41, ou R$61,23, 59,44% mais barato que a soma de R$103,00.

Por que isso?

Serão os impostos? Será o papel? Será a política errada do governo? Será o lucro excessivo de todos os envolvidos? Serão os designers gráficos que estão ganhando bem demais? Será o enriquecimento dos autores o culpado? O que será?

Como um país pode se instruir, ampliar e disseminar cultura com livros caros assim?

é isso, por fernando stickel [ 20:15 ]
16 de novembro de 2009

nyci
New York, 2006

é isso, por fernando stickel [ 16:17 ]
11 de agosto de 2009

bacon
Francis Bacon (British, 1909–1992)
Three Studies for a Crucifixion, March 1962
Oil with sand on canvas; three panels, 78 x 57 in. (198.1 x 144.8 cm) each
Solomon R. Guggenheim Museum, New York (64.1700)
© 2009 The Estate of Francis Bacon / ARS, New York / DACS, London

Esta exposição retrospectiva de Francis Bacon no Metropolitan Museum de New York se encerra no próximo dia 16/8.
Deu uma vontade…

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]
13 de julho de 2009

sophie-calle
Não perca a exposição de Sophie Calle “Cuide de você” no SESC Pompéia.

Conheci a artista francesa Sophie Calle em New York em 1991.
Eu e minha ex-mulher Jade ganhamos de presente de casamento do meu falecido amigo Jay Chiat a estadia em um fabuloso apartamento da rua 19 East, que estava vazio e que ele havia colocado à nossa disposição. Lá pelas tantas o Jay ligou e perguntou se nós poderíamos dividir o Ap. com uma amiga dele, que era a Sophie.

No problem, ela chegou e se instalou, muito discreta e estranha. Pouco a pouco entramos em contato mais íntimo, e assim se passaram umas duas semanas de convivência, pudemos conhecemos melhor seu fascinante trabalho.
O aspecto mais curioso de sua pessoa eram seus perfumes (excessivamente exóticos…) suas jóias, feitas de cabelos de pessoas mortas, eram tramas, bordados, fechados em pequenos ostensórios de vidro, que ela usava como broches ou anéis.
Outro aspecto interessante foi sua agenda eletrônica, que eu não conhecia, ela me explicou o funcionamento, me encantei e saí imediatamente para comprar, foi o início da minha vida digital.
Finalmente houve uma vernissage dela, e após um jantar onde conheci também o famoso marchand Leo Castelli.

é isso, por fernando stickel [ 12:40 ]
13 de fevereiro de 2009

rock1
No último andar do Rockefeller Center em New York acaba de ser aberto o Top of the Rock Observation Deck, com vista similar à do Empire State Building.
Fomos à noite, muito lindo, e é muito interessante uma obra de arte interativa instalada lá em cima que te identifica e te persegue com luzes no teto e nas paredes.
Quando tem várias pessoas na sala fica uma loucura!

é isso, por fernando stickel [ 9:43 ]
9 de fevereiro de 2009

andy
Arthur e Andy Warhol no MoMA.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]
6 de fevereiro de 2009

wellington
Me hospedei no Wellington Hotel em 1970, e agora na viagem com o Arthur fomos várias vezes tomar café da manhã no Park Café, na esquina do Wellington.
É impressionante como certas coisas não mudam, apesar das décadas…

é isso, por fernando stickel [ 16:24 ]
5 de fevereiro de 2009

strand
Um dos lugares que eu gostava de frequentar quando morei em New York, e que continua lá igualzinho é a livraria Strand, na esquina da Broadway com 12 St.
Em sua marca diz “18 MILES OF BOOKS”, ou seja, cerca de 30km de livros!
Nós entramos e fomos andando, olhando os livros, nos aprofundando na loja, percorrendo corredores e corredores abarrotados de livros, lá pelas tantas o Arthur reparou:
- Como está silencioso!
De fato, a livraria é tão grande, e as prateleiras cheias funcionam como excelente isolante de som.

é isso, por fernando stickel [ 16:52 ]

times1
Arthur em New York, Times Square, na nova escada do TKTS: Faster than a Porsche Boxter…

é isso, por fernando stickel [ 13:52 ]
3 de fevereiro de 2009

aldo-casa
Meu amigo Aldo Sampieri, brasileiro, designer gráfico e artista plástico, mora há muitos anos em NYC, na Broadway altura da 8 St.

aldo-auto
Autoretrato do Aldo, óleo s/ tela.

aldo-bow
Andando pela Bowery, Lower East Side, Aldo vai contando causos novaiorquinos para o Arthur.

aldo-cafe
Vitrine na Bowery.

é isso, por fernando stickel [ 16:57 ]
2 de fevereiro de 2009

ray
Ray’s Pizza na 7th Avenue x 54St. O Arthur estava louco para comer “a slice” (uma fatia) e nós pedimos de mushrooms. Muito boa.
Tem uma coisa que desta vez me chocou: O IMENSO desperdício de plástico, papel, papelão nas “take-out foods”, paixão dos americanos.
É muito lixo gerado, é muito desperdício, é zero de SUSTENTABILIDADE, a palavra da moda.

é isso, por fernando stickel [ 17:42 ]
30 de janeiro de 2009

lobster
Em Times Square, a fachada do restaurante “Lobster”.

é isso, por fernando stickel [ 15:57 ]
29 de janeiro de 2009

margarita
Uma das coisas que se acha com facilidade em New York é uma “Frozen Margarita” de verdade, feita na máquina própria.
Esta foi a única que tomei, aliás bebi pouquíssimo nesta viagem, dois ou três copos de vinho e uma cerveja.
Em compensação o Arthur fez uma profundíssima pesquisa de “sodas”, pedia as mais inusitadas possíveis, óbviamente com gosto de drops, chiclete, fanta-uva, uma barbaridade…

é isso, por fernando stickel [ 17:57 ]

metro1No Metro, NYC.

é isso, por fernando stickel [ 16:47 ]
28 de janeiro de 2009

ge
Fiz um tour arquitetônico informal com o Arthur em New York, a cada edifício importante pelo qual passávamos, sempre a pé, dava uma parada, entrava no hall de entrada e contava algo da época e do arquiteto.
Falei muito de art-deco, pois quase todos os dias estávamos por perto do Rockefeller Center, Radio City Muic Hall, Empire State Building, Chrysler Building, etc…

é isso, por fernando stickel [ 18:07 ]

whi
Visitamos no mesmo dia o Whitney e o Guggenheim, que valeu apenas para o Arthur conhecer a fabulosa arquitetura de Frank Lloyd Wright, pois não havia nenhuma exposição, já no Whitney uma excitante exposição de Calder, além do projeto de Marcel Breuer.

é isso, por fernando stickel [ 17:38 ]
26 de janeiro de 2009


No MoMA a vídeo-instalação da artista suíça Pipilotti Rist “Pour Your Body Out (7354 Cubic Meters)” é simplesmente o máximo.

é isso, por fernando stickel [ 15:06 ]
25 de janeiro de 2009


Menos quinze graus ao chegar ao JFK Airport.
Assim começou uma semana de imersão na civilização, apresentando New York ao meu filho.
Deixar as coisas no hotel e sair correndo (de taxi) ao Bloomingdale’s para comprar gorro, luva e cachecol, indispensáveis para andar na rua.
Um dos primeiros “landmarks” que o Arthur adorou foi Times Square, voltamos inúmeras vezes.

é isso, por fernando stickel [ 12:22 ]
15 de janeiro de 2009

Meu pai me levou para New York quando eu tinha 13 anos, e a experiência foi marcante.
Agora farei o mesmo com o meu filho Arthur, que completará 14 anos no dia 17, um dia depois de lá chegarmos.
Volto dia 25. Té já!

é isso, por fernando stickel [ 15:20 ]
4 de dezembro de 2008

Passei o mês de Junho 1983 em New York, hospedado na casa de um amigo da Paula Dip, o oboista Henry Shuman.
Certo dia, saímos do metrô eu e a Paula na esquina da Rua 86 com Central Park West, começo da noite, já escuro, quando vimos passando ao longo do Central Park duas bolas luminosas, uma vermelha e uma verde, uma atrás da outra, muito parecidas com aquelas do filme do Spielberg de 1977 “Close Encounters of the Third Kind
Elas vinham do Norte em direção ao Sul, e pareciam seguir pelo eixo do parque, a média altura entre o solo e o topo dos prédios, acima das árvores, não faziam nenhum barulho e pareciam ter a velocidade de um jato, digamos 900 km/h. A visão durou 2 ou 3 segundos e as bolas sumiram.
Eu e a Paula nos olhamos e nos perguntamos: Você viu? E lá ficamos boquiabertos com a visão.
Desde então rezo para ver algo assim novamente, sem sucesso.

é isso, por fernando stickel [ 19:36 ]
4 de setembro de 2008

caio-paula-fer-nyc-83.jpg
Neste mesmo Junho de 1983, eu e Paula Dip no topo do World Trade Center em New York.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]

pappal.jpg
Em Junho 1983 encontrei com o fotógrafo Arnaldo Pappalardo em New York. Ele achou recentemente os negativos, copiou e me enviou.

é isso, por fernando stickel [ 11:38 ]
30 de julho de 2008

tiet.jpg
Morei nesta vila da Al. Tietê por nove meses em 1985/86, hóspede da minha amiga Simone Raskin.
Tinha acabado de voltar de um ano e três meses sabáticos em New York, não tinha onde morar e estava procurando um lugar.
A Simone pouco ficava em casa, morando a maior parte do tempo em Parati, e o filho dela David Helman morava na França com o pai, portanto a casa estava quase que 100% só para mim, com uma empregada maravilhosa!
Naquela época não havia portão na vila, aliás não havia nem um milésimo dos problemas de segurança que enfrentamos hoje em São Paulo.
Sou eternamente agradecido à Simone por este período.

Pouco a pouco vou registrando todos os endereços onde já morei:

R. Henrique Martins – onde nasci
R. dos Franceses
R. Martiniano de Carvalho
R. Hans Nobiling – Ed. Hugo Eduardo
R. Hans Nobiling – Ed. Jaguar
R. Tucumã
R. Sampaio Vidal
R. Pinheiros
R. Bela Cintra 2234 Casa 3
165 West St. NYC
23 Clinton St. Ap. 4A 10002 NYC
11 West 18 St. Ap. 5W 10011 NYC
Al. Tietê
R. Ribeirão Claro
R. Tabapuã
R. Bela Cintra 2234 Casa 4
R. Ribeirão Claro (após reforma)
R. Casa do Ator
R. Nova Cidade – meu estúdio.
Av. Lavandisca – onde moro.

é isso, por fernando stickel [ 21:40 ]
17 de fevereiro de 2008

clintonst.jpg
Achado nos álbuns de fotografia: Meu período em New York na 23 Clinton St. Ap. 4A 10002 NYC

Morei neste minúsculo apartamento sem elevador no Lower East Side, ou ainda Alphabet City de Dezembro 1984 até Março/Abril 2005. Trabalhei muito, produzi inúmeras colagens, escrevi, pensei, curti um inverno gelado, cozinhei, e escutava rádio em duas estações fantásticas, WBGO para jazz e WNYC – New York Public Radio, música clássica.

Uma das características mais interessantes deste período é que eu não tinha televisão, nem pensava em ter computador, e ficava muito feliz com meus cadernos, minha arte, minha cozinha e meu rádio. O único móvel que comprei para mobiliar o apartamento foi o Futon Bed, todo o resto achei na rua, pintei, reformei, etc…

é isso, por fernando stickel [ 18:07 ]
3 de novembro de 2007

deco1.jpg
Dois ícones de New York, o Empire State Building, de 1931 e o Rockefeller Center de 1937, ambos executados no auge do estilo ART-DÉCO.
Não canso de maravilhar-me com estas jóias, exemplos vivos de arquitetura e construção de excelente qualidade. Nas fotos os saguões de entrada dos prédios.

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]
12 de outubro de 2007

basquiat2.jpg
Na Vila Olímpia descubro uma “verdadeira” obra de Jean Michel Basquiat.
Eu morava em New York e encontrava pelas ruas as pichações de Basquiat (assinava SAMO) e Keith Haring.
Um domingo, 10 Fevereiro 1985, saiu na capa da revista de domingo do New York Times famosa foto do Basquiat pintando vestido de Armani, todo lambusado de tinta e descalço, ele tinha 24 anos e já fazia um sucesso brutal.
Morreu com 28 de overdose de heroina.

O artigo da Sunday Times Magazine começa assim:

February 10, 1985
New Art, New Money
By CATHLEEN McGUIGAN

WHEN JEAN MICHEL BASQUIAT walks into Mr. Chow’s on East 57th Street in Manhattan, the waiters all greet him as a favorite regular. Before he became a big success, the owners, Michael and Tina Chow, bought his artwork and later commissioned him to paint their portraits. He goes to the restaurant a lot. One night, for example, he was having a quiet dinner near the bar with a small group of people. While Andy Warhol chatted with Nick Rhodes, the British rock star from Duran Duran, on one side of the table, Basquiat sat across from them, talking to the artist Keith Haring. Haring’s images of a crawling baby or a barking dog have become ubiquitous icons of graffiti art, a style that first grew out of the scribblings (most citizens call them defacement) on New York’s subway cars and walls. Over Mr. Chow’s plates of steaming black mushrooms and abalone, Basquiat drank a kir royale and swapped stories with Haring about their early days on the New York art scene. For both artists, the early days were a scant half dozen years ago.
Leia o resto do post

é isso, por fernando stickel [ 16:42 ]
18 de dezembro de 2006

aero.jpg
Neste bimotor Aero Commander a pistão, prefixo PT-BDU, fiz minha primeira viagem aos E.U.A. em 1962, com 13 anos de idade.
O avião precisava fazer manutenção dos motores, o que naquela época só era possível em Miami, então meu tio Luis Villares, proprietário do pássaro convidou meu pai e eu para a viagem. Embarcamos 6 pessoas, lotação máxima, meu tio, o piloto Celso, meu pai, eu e mais dois primos.
Primeira parada para reabastecimento em Brasilia, depois em algum lugar das Guianas, dormimos em Barranquilla na Colombia, num hotel saído de um filme de James Bond, a noite mais quente e úmida de que tenho lembrança.
Passamos também por Caracas, onde ficamos no Hotel Tamanaco. De lá fomos para a Costa Rica, sobrevoamos vulcões ativos, vi os corais e as águas maravilhosas do Caribe, dormimos na Cidade do México num hotel moderníssimo, lembro bem do caixilho, vidro que tomava a parede inteira, do chão ao teto e cortinas elétricas, no dia seguinte conheci as pirâmides, e assim foi até chegar em Miami. Fiquei conhecendo o avião de cabo a rabo, até umas pequenas pilotadas me deixaram fazer.

Em Miami cada um foi pro seu lado, meu pai e eu fomos a New York. Lembro-me bem do Rockefeller Center e do Radio City Music Hall.
Certo dia meu pai foi fazer algo e me deixou no hotel, com todas as recomendações, lanches preparados, etc… Não sei porque saí do quarto e a porta bateu atrás de mim, e como me explicar para entrar novamente, sem falar inglês…
Fui salvo por um bailarino espanhol, que entendeu o meu portunhol.

é isso, por fernando stickel [ 10:04 ]
5 de outubro de 2006


No apartamento do meu falecido amigo Jay Chiat em New York, Junho 1983.
Foi a primeira vez que vi fora de um museu quadros grandes e importantes, como este coração do Jim Dine. As fotos são da Paula Dip, que achou no baú e me enviou, obrigado!

é isso, por fernando stickel [ 17:48 ]
25 de agosto de 2006


Em Setembro de 1984 cheguei a New York para passar um ano, e fui hóspede por dois meses da minha amiga Helena Hungria, na época casada com o Flux-artist Benjamin Patterson.
(não sei se fui um bom hóspede, mas eles foram excelentes anfitriões…)
O apartamento deles era em Washington Heights, perto da George Washington Bridge, rua 165 West.
Para chegar ao MoMA, por exemplo, eu demorava cerca de uma hora no subway.
Benjie, como a Helena carinhosamente o chamava, cozinhava muitas vezes para nós, e eu o supria dos “brazilian cigars” Alonso Menendez, made in Bahia.
Alguns trabalhos dele estão expostos na exposição FLUXUS que acaba de abrir no Instituto Tomie Ohtake.

é isso, por fernando stickel [ 9:35 ]
11 de março de 2006


Lá fora, New York a -5ºC, aqui dentro um belíssimo chopp!

é isso, por fernando stickel [ 11:31 ]
7 de março de 2006


A moça da direita estava sentada ao nosso lado no restaurante num animado “business lunch”, mas a pequena pausa que registrei revela a eterna verdade do ser humano, particularmente em New York, imortalizada por Edward Hopper na sua famosa tela Nighthawks de 1942:

SOLIDÃO – LONELINESS

é isso, por fernando stickel [ 18:38 ]
aqui no aqui tem coisa encontram-se

coisas, coisas, coisas

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