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aqui tem coisa faz 14 anos!!


Nem eu mesmo acredito que este meu blog “aqui tem coisa” está completando hoje 31 Janeiro 2017 14 anos de idade!!!!
São 5.110 dias de atividade ininterrupta!!!!
Veja aqui o primeiro post.

é isso, por fernando stickel [ 14:51 ]

fernando stickel na folha de são paulo

f s paulo
O jornalista Toni Sciarretta do caderno “Morar” do jornal Folha de São Paulo do último domingo, 17 Abril 2016, me entrevistou sobre a minha experência como morador da Vila Olímpia.
Conversamos também sobre a série de fotos que realizei no bairro em 2003-2005, que acabaram por gerar a exposição “Vila Olímpia” na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 2006, com curadoria de Diógenes Moura, e lançamento simultâneo do livro “Vila Olímpia” pela Editora Terceiro Nome.
A minha foto na matéria é da Raquel Cunha.

ENTREVISTA FERNANDO STICKEL

Vila Olímpia foi dos inferninhos aos arranha-céus

Fotógrafo registrou detalhes do dia a dia do bairro em que vive desde 1986 e reuniu as imagens em livro e em mostra na Pinacoteca.

RAIO X
NOME Fernando Diederichsen Stickel

IDADE 67

FORMAÇÃO Arquitetura na FAU-USP

OCUPAÇÃO Presidente da Fundação Stickel de oficina de artes na periferia e autor do blog “aqui tem coisa”

Artista plástico, fotógrafo, blogueiro e agora executivo do terceiro setor, o arquiteto Fernando Stickel, 67, vive na Vila Olímpia há 30 anos, época em que o bairro ficava submerso nas águas do córrego Uberaba, onde hoje fica a avenida Hélio Pellegrino. Pelas lentes de Stickel e pelo bairro, retratado no blog “aqui tem coisa”, iniciado em 2003, passaram diferentes tribos: motoqueiros dos anos 1990, inferninhos “de quinta categoria” dos anos 2000 e agora executivos dos prédios espelhados e estudantes do Insper e da Anhembi Morumbi.
Stickel, que nos anos 1990 manteve um loft e ateliê de 2.000 m² até se render à especulação imobiliária local, chegou fotografar os prédios espelhados que surgiam na região, mas não gostou do resultado. Preferiu retratar detalhes de fachadas, tapumes de prédios em construção, portas e janelas do bairro. O trabalho motivou uma exposição na Pinacoteca e virou o livro “Vila Olímpia” em 2006 (ed. Terceiro Nome).
Leia trechos da entrevista feita na Fundação Stickel, instituição sem fins lucrativos que faz trabalhos na Vila Nova Cachoeirinha e na Vila Brasilândia (zona norte).

Folha – Como era a Vila Olímpia quando você chegou?
Fernando Stickel – Estou no bairro desde 1986. Construí um loft na rua Ribeirão Claro com a Fiandeiras –era meu estúdio e residência. A Vila Olímpia era um bairro pobre. A Hélio Pellegrino era um córrego imundo com uma favela. Quando chovia, a água subia mais de um metro.
O bairro inteiro tinha tecnologias diferentes para conviver com as enchentes: escadinha, rampa… Eu tinha um portão com gaxeta de borracha, que virava uma comporta para barrar a água.
Foi assim até que veio a obra que canalizou o córrego. Em seguida, saiu a nova Faria Lima. Aí o bairro explodiu.
E a sua história de fotógrafo?
Minha história de fotógrafo começa em 2003, quando montei o blog “aqui tem coisa”. Falava do meu filho, minha mulher, meu cachorro e do bairro. Ainda não tinha máquina digital. Comprei e saí fotografando como doido. Participava do Fotolog, um serviço de blog de fotografia que acabou de morrer. Fui formando uma visão das ruas do bairro que acabou gerando três anos depois a mostra na Pinacoteca e o livro.
A máquina fotográfica tem a mesma característica de um pincel –mas, no lugar de tinta e pincel, tem uma máquina. A visão é de artista plástico. Tanto que muitas pessoas falavam que era uma pintura.

O que as fotos mostram que não existe mais?
Tem tapume, fachada, janela, porta, portão; algumas coisas ainda lembro onde estão, outras foram embora há décadas. Era um bairro de casinhas, oficinas mecânicas, borracheiros, botequinhos, papelaria, mercadinho de bairro. O que era um barzinho de esquina, hoje virou um restaurante de quilo.
Esses bares da esquina da Quatá e Nova Cidade começaram na fase áurea dos motoqueiros. Aqui era “point” dos motoqueiros. Depois vieram os inferninhos. Eram boates de quinta categoria.

Onde estão esses moradores?
O borracheiro foi embora; não cabe mais aqui. O mercadinho foi comprado ou fechou. E assim tudo foi se modificando. Um dia vem o mercado imobiliário e toca a sua campainha. Ligavam todos os dias: eram corretores, incorporadores…
Não adianta lutar contra, então vamos fazer da melhor forma possível. Vendi o terreno para uma sinagoga, que ficou linda. Pelo menos, não foi um predião.

Os moradores da Vila Olímpia foram organizados e tiveram voz no desenvolvimento do bairro, como ocorreu no Itaim, onde a população ajudou a conservar o patrimônio histórico?
Sim. O cidadão, quando pode, se organiza e põe o dedo na ferida. Qual é o valor disso? Existe, mas o poder econômico é maior. Na minha visão, o poder público é totalmente omisso –não regulamenta, não fiscaliza e é vendido. O resultado é essa cidade completamente desestruturada e carente de infraestrutura.

Você tentou fotografar os prédios espelhados?
Quando comecei, achava que também iria fotografar os espelhados”¦ Tentei, mas não faz minha cabeça. Outros fotógrafos vão fazer mil vezes melhor, provavelmente não tiram a foto do detalhe como eu. Até porque esse tipo de detalhe está sumindo.

O que seria o detalhe dos prédios espelhados? A grama amendoim do paisagismo?
É tudo muito igual. Talvez você vá achar pessoas interessantes que passam na frente desses prédios.

Você tem nostalgia daquela Vila Olímpia?
Minha nostalgia não vai para dez anos atrás. Vai para o Guarujá dos anos 1950, onde eu cresci. Não tenho saudade do tempo dos botecos, era infernal! Demorava 45 minutos para andar dois quarteirões. Depois, assim como veio, também foi embora.
Hoje diria que é um bairro tranquilo. Faço tudo o que preciso a pé. Andei durante muito tempo de moto até que tive um acidente. Tentei andar de bicicleta, mas fui atropelado por um motoboy, ainda antes da ciclovia.
Almoço com os estudantes e executivos. Essa mistura é excelente. Vi na Vila Olímpia uma transformação não só de cidade mas também de vida. E acho ótimo que vá embora essa minha vizinha [aponta para o sobradinho em frente, com placa de “vende-se”], que mandou derrubar uma árvore linda porque sujava a casa dela. (TONI SCIARRETTA)

Veja aqui o artigo “Fotógrafo registra em livro detalhes do dia a dia do bairro em que vive desde 1986” on line.

EM TEMPO: Recebi esta mensagem, acompanhada da foto da pintura, muito interessante e simpática!
“Olá Fernando
Estava viajando e não vi seu email. Então, esse é o quadro que minha mãe pintou baseado na foto do seu livro “Vila Olímpia”. Ela tb pintou mais dois que devem estar com a família.
Vou procurar saber para te enviar tb. O nome dela é Therezinha Fontes, já faleceu há dois anos, dei pra ela o seu livro de presente justamente por causa das fotos.
Espero que vc goste do resultado.
Um abraço
Cristina Teresa Fontes”

pintora

é isso, por fernando stickel [ 14:31 ]

13 anos de aqui tem coisa

13
Hoje, 31 Janeiro de 2016 este blog “aqui tem coisa” completa orgulhosos 13 anos de atividade ininterrupta, um atrás do outro!!!

é isso, por fernando stickel [ 17:28 ]

aqui tem coisa completa 12 anos!!!

12
Hoje, 31 Janeiro de 2015 este blog “aqui tem coisa” completa orgulhosos 12 anos de atividade ininterrupta!!!

é isso, por fernando stickel [ 0:09 ]

aqui tem coisa – 11 anos!!

11
Alguns dinossauros da blogosfera recusam-se a ser liquidados. Recusam-se a morrer.
O aqui tem coisa é um deles, meu blog querido que iniciei há exatos 11 anos atrás.
Já passei por todas as fases, blogar muito, blogar pouco, blogar nada. E continuo. E insisto. E insistirei enquanto houverem leitores prestigiando estas mal traçadas…
Parabéns aqui tem coisa, feliz aniversário!!!

é isso, por fernando stickel [ 11:08 ]

aqui tem coisa, a fênix

inpi

Dez anos e pouco de vida não é pouco. Principalmente no ambiente da web, ou ainda blogosfera.

Sim, este blog já passou por tudo. Nasceu na época da internet à lenha, com conexão discada, aquela que fazia aquele barulhinho, lembram? Numa época em que ainda existiam coisas como Fotolog, Orkut, Blogger Brasil, e Multiply…

Quando o aqui tem coisa nasceu em 31 Janeiro 1993 seu enxovalzinho ainda não estava pronto, nem máquina fotográfica digital ele tinha…

Hospedou-se em casas que não a própria, sofreu bloqueio, foi clonado, ganhou prêmio, já teve visitação diária gigantesca, abrigou disputas de terceiros, foi infestado por SPAMs… Amizades diversas surgiram, livros e idéias foram trocados.

Seu autor já foi vítima da síndrome do “Furor Blogueiro”, obsessão beirando a patologia, e também atravessou fases de tédio profundo, cansaço e desinteresse.

Qual uma Fênix, no entanto, o aqui tem coisa insiste em voltar.

Aliás, ele agora é marca registrada, devidamente protocolada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, e volta de cara nova, mais uma vez.
A responsável pela reforma foi a Dani Ramenzoni, me inspirei no visual do blog da Cora Rónai, minha madrinha na blogosfera.

Sejam mais uma vez benvindos ao aqui tem coisa, comentem, palpitem, a casa é sua!!

é isso, por fernando stickel [ 9:40 ]

novos links

atu
Adicionei aí do lado esquerdo da tela links para Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter e Youtube.
Bem ou mal vivemos destas relações digitais, então vamos facilitar!
Fiz também umas limpezas na “caixa preta” do blog, para torná-lo mais navegável.

é isso, por fernando stickel [ 12:03 ]

aqui tem coisa há 10 anos!!

101
Acreditem se quiser. Este blog completa hoje 10 – dez – DEZ anos de idade!!!!!!!! Feliz aniversário aqui tem coisa!!!

é isso, por fernando stickel [ 9:04 ]

aqui tem coisa – 9 anos!!

aqui tem coisa – nove anos de vida!!

E hoje, na maior discrição, sem fogos de artifício, sem champagne e sem a presença da imprensa, este blog comemora nove anos de vida ininterrupta!!!!!
Ele se iniciou aqui, 31 Janeiro 2003.
Eu mesmo mal acredito… como consegui?
Como não cansei?
Onde encontrei motivação para não parar?

Parte da resposta eu conheço, meu incentivo são vocês, meus leitores anônimos, que desconfio sejam hoje a grande maioria, e que vez por outra me manifestam seu interesse e apoio.

Outra parte é que este blog passou a ser o meu caderno de anotações, os eventos importantes, as histórias que não quero esquecer, as piadas que me fazem gargalhar até hoje…

So it goes!! Feliz aniversário!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 13:45 ]

nove anos!!

nove1
Daqui a exatos 23 dias este blog completará inacreditáveis nove anos de idade, cometi nestes 3285 dias 5055 posts!
Na média foram 1,54 posts por dia, 2,95 comentários/dia.
Já passei por diversos formatos e inúmeras fases, altos e baixos, mas nunca neste período deixei de ter imenso prazer em postar coisas interessantes e/ou bonitas e/ou capazes de provocar no leitor ao menos um sorriso ou um erguer de sobrancelhas…
Recentemente a conjunção de três coisas “novas” vem modificando a minha relação com a blogosfera, e, inevitavelmente, com a minha maneira de fazer o blog:

IPhone – Facebook – Instagram

Tudo fica tão mais fácil com estas ferramentas, o imediatismo da internet chega imediatamente à ponta dos teus dedos!
Vamos ver como tudo isso evolui, e como o “aqui tem coisa” se adaptará aos novos tempos…

Pressionando aqui você poderá ler sobre os passos mais importantes dessa jornada.

é isso, por fernando stickel [ 12:23 ]

um brinde!

Um brinde a todos vocês meus leitores queridos que ainda acreditam no “aqui tem coisa” e tem paciência para voltar de vez em quando!

(o vinho é um excelente Angelica Zapata Cabernet Sauvignon 2006 que abri especialmente para a ocasião)

é isso, por fernando stickel [ 21:00 ]

limpeza profunda

A sinalização de mudança parece que começa a dar frutos…

O carnaval acabou, e para começar o ano em novas bases, fiz uma limpeza profunda, uma desinfecção em regra, no “aqui tem coisa”

Decidi tirar do meu sistema uma permanente fonte de irritação e eliminar todos os posts “políticos”, que continham menções a criaturas do tipo Paulo Maluf, Lula, Dilma, José Dirceu, Genoino, Sarney, Roriz, Greenhalgh, Celso Daniel, Michel Temer, Berzoini, Serra, Fernando Henrique, Nelson Jobim, Waldir Pires, Benedita da Silva, Marta Suplicy, Orlando Silva, Delúbio Soares, Marcos Valério, Ricardo Teixeira, Hugo Chavez, Evo Morales, Ahmadinejad, Kadafi e por aí vai…

Sinto que o blog ficará mais leve sem a companhia destes seres, e eu mais aliviado sem a compulsão diária de registrar e comentar as barbaridades da vida diária neste país e neste planeta.

Me bastará tomar conhecimento da realidade e quiçá comentar com a patroa no café da manhã.

Falar mal (escrever) desta turma não adianta nada, fazer o meu trabalho eu já faço, tenho a consciência limpa, então bola pra frente e deixarei que os diversos blogs, jornais e revistas muito mais competentes do que eu comentem, divulguem e denunciem as maracutaias de nossa paupérrima classe política.

PS: Aparentemente estou em boa companhia na minha decisão, hoje o Dalai Lama renunciou ao seu papel político no Tibete

é isso, por fernando stickel [ 18:16 ]

voltando…

Alô alô amigos leitores destas maltraçadas!
Bem ou mal, estou retornando suavemente ao aqui tem coisa, voltem aqui de vez em quando para conferir as novidades…

é isso, por fernando stickel [ 12:12 ]

oito anos!!!!

8
É inacreditável!!!!!!
Completam-se hoje oito anos blogando diária e ininterruptamente, a menos destes últimos meses em que o blog esteve de férias… Feliz aniversário aqui tem coisa!!

é isso, por fernando stickel [ 8:19 ]

cansei

Às vésperas de completar oito anos de idade, este blog é a prova viva de que nada é para sempre.

Uma das minhas rotinas diárias é ler o Estadão no café da manhã. Muitas vezes as barbaridades que leio despertam minha indignação com políticos corruptos, administradores públicos indolentes, MST ou mesmo a violência da natureza e suas consequentes tragédias.
Durante oito anos me vi diáriamente compelido a registrar no “aqui tem coisa” estas minhas impressões “políticas”, e várias outras, artísticas, de viagem, etc…,extraindo enorme prazer desta atividade.

Subitamente, há cerca de dois meses, cansei. Simplesmente cansei.

Hoje, por exemplo, li sobre a tragédia das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, e não precisei sair correndo e escrever algo, porque simplesmente não quis. É uma espécie de alívio nostálgico.

Este post está saindo do forno quase nove da noite, me permiti o dia inteiro para escrevê-lo, aos poucos, algo inimaginável algum tempo atrás.

é isso, por fernando stickel [ 20:49 ]

até 2011!


Caríssimos amigos, leitores deste blog e visitantes ocasionais, faz um mês que noticiei a vocês o desaceleramento das postagens neste blog.
De fato, pude dinamizar neste período o perfil da Fundação Stickel no Facebook, algo que considero importante, pela irreversibilidade da presença das redes sociais nas nossas vidas virtuais.
Não sei ainda que outras mudanças farei em 2011, mas prometo a vocês que os deixarei informados.
Vou dar um pulinho ali na Bahia, e desejo a todos um excelente 2011!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 16:59 ]

mudanças


Nani

Muitas das críticas aos “status quo” da nossa querida pátria verde e amarela que venho escrevinhando aqui sofrem a influência direta da leitura diária de alguns blogs, além, é claro, do meu indispensável Estadão (em papel) no café da manhã.
Muitas vezes estes blogs são citados literalmente nos posts, e frequentam as recomendações aí do lado esquerdo desta página desde sempre.
Como política não é o meu forte, vou deixar a minha parcela de indignação diária (que não é pouca) por conta deles, muito mais capazes do que eu.
Portanto, queridos leitores, de hoje em diante, em busca de eco para suas indignações, adotem os blogs:

Augusto Nunes
Claudio Humberto
Josias de Souza
Noblat

Como a vida sem humor para mim é impossível, costumo também desopilar o meu fígado com vários cartunistas, e me valho dos seguintes:

Charge online
Ique
Nani
Sponholz

Estas modificações no “aqui tem coisa” tem a ver com o tempo. Estou precisando aplicar melhor as poucas 24 horas diárias com que venho sendo agraciado.

Além disso, para coisas rápidas tenho me utilizado do Facebook, que bem usado tem lá as suas vantagens. Quem quiser me visitar lá, seja bemvindo!

é isso, por fernando stickel [ 18:51 ]

mudanças


The London Eye

Iniciei o “aqui tem coisa” em 31 Janeiro 2003, e às vésperas de completar oito anos de blogagem ininterrupta, sinto que este ciclo se aproxima do fim.
Outros ciclos de interesses que marcaram minha vida também tiveram início, meio e fim, seja nas esferas artística e profissional, e até mesmo afetivo/emocional.

Nada é para sempre.

Talvez este blog receba progressivamente menor parcela do meu esforço e dedicação, mesmo porque minha cabeça tem rodado por outros lugares…
Talvez seja hora de mudar. Ainda não sei como, mas algo já está em movimento dentro de mim, sinalizando mudança.

é isso, por fernando stickel [ 10:09 ]