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erico stickel doou ao ieb

ieb
Meus pais Erico e Martha Stickel doaram em 2002 parte importante da biblioteca que meu pai criou durante sua vida de bibliófilo e estudioso da iconografia brasileira.
A instituição escolhida para a doação foi o Instituto de Estudos Brasileiros da USP, o IEB, e a doação ocorreu dois anos antes do falecimento do meu pai, em 25/12/2004.

é isso, por fernando stickel [ 8:37 ]

atestado de regularidade

regularidade
Atestado de Regularidade e Aprovação de Contas – Ministério Público do Estado de São Paulo – Curadoria das Fundações – Airton Graziolli – Promotor de Justiça Cível

Obter este certificado significa que desde 1997, quando meu pai Erico me empossou como o responsável pela Fundação Stickel, que está tudo em ordem na minha gestão.

Na verdade está tudo em ordem desde 1954, quando a Fundação foi instituida por meus pais Erico e Martha.

Não é mole manter uma instituição do Terceiro Setor neste padrão. No Brasil de hoje, aliás, não é mole manter qualquer tipo de negócio.

Ano após ano é uma satisfação receber este atestado, principalmente porque quem o assina é o Dr. Airton Graziolli, profissional extremamente competente, reconhecido por toda a comunidade do Terceiro Setor paulista.

é isso, por fernando stickel [ 14:11 ]

sonhei com meu pai

p0rtico
Sonhei que estava com meu pai Erico no pórtico de entrada da casa da família na Rua dos Franceses.
Estávamos de pé, um de frente para o outro, e ele me desabotoava a camisa, num gesto de carinho e intimidade.

é isso, por fernando stickel [ 7:22 ]

casamento martha e erico

cas
Começo do ano é uma época tranquila para os projetos, portanto propícia para limpezas e organizações gerais no escritório.
Decidi abrir caixas de arquivo fechadas há décadas, e começo a descobrir pequenas jóias, como por exemplo o convite de casamento dos meus pais Martha e Erico em 6 Janeiro 1947.
Se meu pai estivesse vivo, aos 96 anos de idade, estaria casado há 69 anos…

con
Após a cerimônia religiosa, recepção na Rua dos Franceses 324 na Bela Vista, a casa onde minha mãe, eu e meus irmãos nasceram, e onde meus pais viveram até o falecimento do meu pai em 2004.
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Menu amplo e curioso… A cargo do Automóvel Club de São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 14:36 ]

erico stickel por cerri

erico stickel jovem
Meu pai Erico João Siriuba Stickel. Chuto que ele deveria ter nesta foto no máximo uns 20 anos, cursando direito na USP.

cerri
Fotógrafo Cerri, no Largo do Patriarca. Reparem a beleza do logotipo “Art-deco”

é isso, por fernando stickel [ 16:07 ]

ouro velho

ouro
Mais uma foto antiga encontrada! O endereço do Edifício Siriuba, R. São Francisco 71, escrito pelo meu pai nas costas da foto.
Em destaque a entrada do Restaurante Ouro Velho, com um recepcionista uniformizado.

ouro2
O luminoso, afixado na fachada do prédio.

ouvidor
Este prédio de seis andares e subsolo, sem garagem, foi construido pelo meu pai Erico Stickel no final dos anos 50, na esquina das ruas São Francisco e Ouvidor, no centro de São Paulo, com projeto arquitetonico de Oswaldo Bratke (1907-1997).
Aos sábados de manhã ele me convidava:
– Fernando, vamos ver o “predinho”?
E lá íamos nós ao centro da cidade visitar a obra, o momento culminante era andar no elevador de madeira da obra, eu devia ter 10 ou 11 anos de idade.
O prédio ficou pronto, meu pai se instalou no último andar, o restante do prédio era ocupado pelos escritórios da Argos Industrial do meu tio Ernesto George Diederichsen, cuja sala ficava no quinto andar.
Naquela época o centro da cidade era muito arrumado, ao ponto de meu pai exigir que eu colocasse terno e gravata “para ir ao centro”. Hoje está tudo degradado, sujo, uma tristeza…

ouro-velho
Projetado pelo arquiteto Jacob Ruchti (1917-1974), no subsolo do prédio, com entrada pela Rua do Ouvidor 52, ficava o sofisticado restaurante Ouro Velho, muito conhecido nos anos 60 e 70 pelos almoços de executivos, palco de “power-lunches” e happy-hour. Era pequeno, acolhedor e decorado em estilo colonial. Servia pratos clássicos como Chateaubriand e Camarão à Newburg.
As grandes ocasiões da família eram sempre comemoradas lá. O logotipo do restaurante tinha a letra “V” no lugar do “U”.

é isso, por fernando stickel [ 0:26 ]

willy kenzler

willy
Com cerca de 16 anos de idade eu sofria de disturbios gastro-intestinais, tinha muita azia e vivia tomando Sal de Frutas…
Meus pais me levaram ao Instituto de Gastroenterologia (Hospital IGESP) do Dr. José Fernandes Pontes na R. Silvia, e lá, depois de consultas, exames, etc… me foi sugerido participar de uma terapia em grupo com o Dr. Wilhelm Kenzler.

Assim fiz, participei de longas e tediosas sessões, o terapeuta pouco ou nada falava, devolvia as questões ao grupo: “O que vocês acham?”

O curioso é que neste grupo conheci duas pessoas que me foram muito importantes naquele momento, Ricardo Hannud, de quem me tornei amigo, e Maria Alice Kalil, com quem namorei e depois me casei.

Por acidente, encontrei o perfil do Dr. Willy no site dos ex-alunos do Colégio Visconde de Porto Seguro, e me lembrei que meu pai Erico Stickel me contou certa feita que tinha patrocinado os estudos do Dr. Willy na Alemanha.

Do site dos Ex-alunos – Destaques
Wilhelm Kenzler (setembro/2013)
 
Descrever a vida de Wilhelm (Willy) Kenzler (1933-2012) com palavras não é tarefa simples.  Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1957, Willy segue para a Alemanha, onde faz o seu Doutorado em Gastroenterologia na Universidade de Erlangen. Ainda na Alemanha, entra em contato com a Medicina Psicossomática, o que muda o seu rumo acadêmico: ele passa a dedicar-se à Psicanálise. Como médico no Brasil, encontra a Antroposofia e torna-se membro fundador da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica. Fundou o programa inédito de ensino da Medicina na Faculdade de Medicina Santo Amaro, atual UNISA, incluindo assuntos da Psicologia Médica nos seis anos do currículo, sempre com o olhar para a humanização da Medicina. Ali atuou por 38 anos! Mas, além de médico, psicoterapeuta e professor universitário, Willy é também um amante da arte: produz inúmeros poemas, pinturas e esculturas.

Durante toda sua vida, Willy Kenzler atribuiu muito de seu sucesso profissional e social ao legado recebido do Colégio Visconde de Porto Seguro. Em 2006, expressou a sua gratidão e o seu carinho pela Instituição em um depoimento publicado no Anuário daquele ano:

“Entrei no Colégio (Deutsche Schule) em 1939, ele ficava na Praça Roosevelt. Nessa época, havia uma escola popular, bem mais barata. Era talvez um embrião do que é hoje a Escola da Comunidade, mas era direcionada à colônia de imigrantes alemães.

Meu pai tinha uma oficina chamada Oficina Eletromecânica Alemã e morávamos atrás dela, em uma espécie de cortiço. Éramos muito pobres, por isso fui estudar nessa escola mais barata.

Com a Guerra, o colégio popular foi fechado e fui estudar com os alunos mais ricos. Foi um choque. Meus colegas iam de Cadillac, e o meu me levava de motoneta. Fiquei no Colégio, pois era ótimo aluno, os professores tinham orgulho de mim. Meu pai morreu quando eu tinha 15 anos e ganhei uma bolsa integral no Porto, para concluir os meus estudos. Entrei em Medicina na USP. Depois de formado, fiz pós-graduação na Europa. Quando voltei, Dr. Turelli, meu tutor paternal, me convidou para ser médico do Porto, então trabalhei no Colégio por um tempo. Sempre tive uma forte ligação com a Escola.

Ainda estudante, fui uma espécie de diretor de natação. Fomos campeões muitas vezes. Quando eu estava no 2º ano do Ensino Médio (antigo 2º colegial), levei uma turma para competir com um clube de Marília, no interior do estado. Fomos recebidos pelo prefeito, que me entregou a bandeira da cidade, pois eu era o representante do Porto… aos 16 anos! Que confiança! Virei adulto.

Quando saí do Colégio, fundei a Associação dos Ex-alunos.  Promovíamos bailes, conferências, concertos.

Graças ao Porto Seguro, eu cresci e saí da classe operária. Mudou minha vida profundamente, tanto cultural como economicamente. Dei um salto evolutivo. Sou conselheiro vitalício da Fundação Visconde de Porto Seguro, com orgulho e gratidão. Sou médico, terapeuta e professor universitário graças à oportunidade e apoio do meu Porto Seguro.”

é isso, por fernando stickel [ 16:33 ]

pai herói

jk
Por conta desta foto do pai dos meus amigos José e Roberto Rodrigo Octavio, publicada no Facebook lembrei do meu pai, Erico João Siriuba Stickel em circunstâncias bem interessantes!

Nas férias de Julho lá nos anos sessenta meu pai enfiou cinco moleques, entre 11 e 17 anos, em seu Alfa-Romeo JK e fomos para Minas Gerais! Infelizmente não tenho fotos desta viagem.

Se bem me lembro foram nesta viagem, além do meu pai ao volante o meu primo Bernardo, meu irmão Neco, meu amigo Klaus e o meu primo Renato (Pimp’s) O carro tinha banco inteiriço na frente, por isso cabiam três na frente e três atrás.

Lá no meio do sertão de lugar nenhum, final da tarde, envoltos em densas nuvens de poeira, encontramos uma pousada, se é que poderia ser denominada assim, os quartos estavam fechados, sem uso, ao serem abertos estavam totalmente empoeirados, parecia cena de filme.

Meu pai perguntou se teríamos algo para comer, diante da afirmativa sentamos e meu pai perguntou a cada um o que queria, acho que o máximo que o local poderia nos servir era um sanduiche de pão com mortadela e tubaína.

Naquela situação de penúria o Renato pediu: Tio Erico, quero melão com presunto!!!!

Situação digna de pai herói!!!

é isso, por fernando stickel [ 10:56 ]

fundação e bandalheira

sé
Esta é a visão da Sala do Curador, sobre o centro da minha amada cidade de São Paulo.

Estive ontem no 15º andar do Forum João Mendes conversando com o Curador das Fundações do Estado de São Paulo, Dr. Airton Grazzioli, profissional sério, competente e engajado, que conheço e admiro há vários anos.

Na capacidade de Diretor Presidente da Fundação Stickel, procurei esclarecer com ele alguns pontos sobre os quais tinha dúvidas, a conversa foi excelente, a troca de experiências é necessária pois as coisas mudam rapidamente, e assim também algumas doutrinas aplicáveis às Fundações. Recebi também de suas mãos o ATESTADO DE REGULARIDADE E APROVAÇÃO DE CONTAS referente a 2013.

Me qualifiquei ao cargo que ocupo assumindo corajosamente perante minha família o compromisso de ressuscitar a Fundação de um sono profundo de 30 anos. Este marco inicial de militancia no Terceiro Setor deu-se em 2004, poucos meses antes do falecimento de meu pai e instituidor da Fundação, Erico João Siriuba Stickel.

Ao longo dos últimos onze anos batendo a cabeça, enfrentando burrocracias inacreditáveis e as naturais dificuldades de qualquer empreendedor neste país, fui me capacitando e me especializando no Terceiro Setor, através de um MBA em Gestão e Empreendedorismo Social, no qual me graduei em 2009 e inúmeros outros cursos, seminários e congressos, tanto no Brasil como no exterior.

Aprendizado árduo, lento, trabalhoso em um ramo que grande parte da sociedade ainda olha com desconfiança, principalmente depois do desserviço prestado pelas bandallheiras em ONGs, o que acabou por gerar a gigantesca crise de confiança de 2007/2008, quando toda e qualquer instituição do Terceiro Setor foi jogada no mesmo balaio das ONGs corruptas.

E por que faço esta pequena retrospectiva?

Pela revolta e indignação que sinto a cada 24 horas, bombardeados que somos pelas notícias de roubos, corrupção, denúncias de safadezas inimagináveis envolvendo exatamente as pessoas que deveriam dar o exemplo para o país.
É difícil fazer a coisa certa, prestar contas, procurar caminhos, tentar obter melhores resultados, e, simultaneamente, conviver com o apodrecimento moral de um país com a dimensão do Brasil.
Ainda assim vamos em frente, mantendo o foco!

é isso, por fernando stickel [ 18:55 ]

erico está leve!

tjsp
Meu pai Erico Stickel (1920-2004), confortavelmente instalado em uma nuvem de esquina, deve estar se sentindo leve e vingado…

Sim, porque ontem no Tribunal de Justiça de São Paulo foi proferido, após mais de 20 anos, o voto que praticamente encerra processo injusto que ele e toda a família sofreu.

Depois eu conto mais, por ora basta este desagravo…

é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

fotos antigas

Minha mãe continua a desencavar umas fotos…
ernesto & martha
Meu avô Ernesto Diederichsen (1877-1949), com sua caçula Martha, minha mãe. Atrás, lendo, meu primo Luiz Diederichsen Villares (Luisinho).

martha & erico
Minha mãe Martha e meu pai Erico, namorando em Campos do Jordão.
Quando casaram em 1946, meu pai já era careca aos 26 anos, nesta foto ele deve ter algo como 24 e minha mãe 17.

é isso, por fernando stickel [ 15:30 ]

mondialino 50cc

Olha só que descoberta fantástica do meu amigo Pituco, enviada por WhatsApp!
Ele estava ajudando o Pedrinho Latorre a organizar coisas da famosa loja de motocicletas Latorre quando tropeçou no registro da compra da Mondialino 50cc no exato dia do meu aniversário de 17 anos, 6 Outubro 1965!!!

pituco

mondialino1
Em 1964, aos dezesseis anos de idade, de tanto insistir e encher o saco dos meus pais, acabei ganhando uma Leonette 50cc, com duas marchas, na mão.

No dia 6 de Outubro de 1965, dia do meu aniversário de 17 anos, um pouco antes da hora do almoço, meu pai pede para que eu entre no carro, o motorista começa a dirigir em direção à cidade, sem falar nada… vamos nos aproximando da Al. Barão de Limeira, e começo a sentir um friozinho na barriga, pois naquela região ficavam na época as principais lojas de motocicletas, Latorre, Edgar Soares, etc…
Paramos no Latorre, descemos, e meu pai me pergunta qual moto eu gosto mais…
Explodindo de alegria eu examino os modelos Mondial 50cc, havia um de corrida, com o tanque bem comprido, e um outro, estilo “cross”, que achei mais adequado ao meu biotipo, digamos assim, forte…
Quatro marchas no pé, a máquina era o sonho de qualquer moleque.
Meu pai fechou o negócio, e um mecânico da loja veio seguindo nosso carro no Mondialino zero km, azul claro metálico!!!
Que visão, que memória fantástica, meu pai que sempre foi durão comigo ganhou um milhão de pontos naquele dia.

Meu amigo Pituco me envia este catálogo da Brasimport, representante da Mondial:

brasimport

é isso, por fernando stickel [ 10:25 ]

ex libris ejss

Acabo de ler a notícia de que foi publicado pela Imprensa Oficial o “Livro dos Ex-Libris”. Será que o do meu pai está lá?


Lá nos anos 70 criei um EX LIBRIS para o meu pai, identificando-o pelas iniciais de seu nome completo, Erico João Siriuba Stickel – EJSS
Imprimi em papel Vergé creme, uma novidade na época, e dei a ele de presente.
Ele o utilizou, marcando seus livros até falecer em 2004.

é isso, por fernando stickel [ 17:32 ]

abaporu de tarsila

aba
Eu convivi com o Abaporu durante mais de duas décadas! Leia a história aqui.

é isso, por fernando stickel [ 13:31 ]

abaporu, telmo martino e nyc

telmo
Com sua acidez e humor característicos, o jornalista Telmo Martino (1931-2013) noticiou em sua coluna do Jornal da Tarde de 31/8/84 minha ida a New York em Setembro de 1984.

“Abaporu Foundation” é uma brincadeira com o fato de meu pai, Erico Stickel, ter vendido na época a hoje famosa tela de Tarsila do Amaral, tido como a estrela do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires – MALBA, e distribuido metade do valor da venda entre os filhos.
Eu que estava esperando o resultado de uma bolsa de estudos para me aperfeiçoar em Artes nos E.U.A. peguei o dinheiro e me mandei para New York para um ano sabático, foi o dinheiro mais bem gasto!

abaporu1
Em 2005 visitei em Buenos Aires um velho conhecido… Meu pai comprou o quadro do Bardi lá no início dos anos 60, e eu convivi com esta tela por mais de 20 anos…

é isso, por fernando stickel [ 8:41 ]

erico stickel & bmw

bmw5
Em 1973 meu pai Erico Stickel comprou uma BMW 2002 automática, preta, zero km, idêntica a esta da foto que vi recentemente em uma exposição de carros clássicos no Parque da Luz, centro de São Paulo.
Antes mesmo que eu pudesse experimentar a máquina, meu pai viajou a Campos do Jordão sozinho, à noite (tratava-se da “estrada velha”…). Dormiu no volante, e saiu da estrada, capotando. Corria o mês de Maio de 1973.
Seu salvador, João Amorim de Souza Filho Filho, descreve assim o resgate:

“Me lembro, eu dirigia valentemente, um Ford Corcel Coupe (2 portas), acompanhado de uma namorada para passar o fim de semana em Campos, quando atrás de mim, mais valente na condução vinha uma BMW Coupe, conduzida por um cavalheiro solitário.
 
Após uma boa pressão acabei cedendo passagem, em um trecho sinuoso da estrada entre Monteiro Lobato e Campos, mas contudo tentado acompanha-lo de perto.
 
De repente, simultaneamente observei que o automóvel da minha frente tinha desaparecido, com uma vaga lembrança de ter percebido uma luz forte vinda da mata vizinha, proveniente de um barranco abaixo da estrada.
 
Parei de imediato, fazendo um retorno na estrada, dirigindo no sentido contrario para observar o que tinha acontecido, quanto percebi que se tratava do mesmo veiculo que me tinha ultrapassado, o qual se encontrava com as rodas para cima e com o seu motorista assustado dentro dele.
 
Neste caso era seu pai, o qual socorri, desligando o motor e os faróis, recolhendo os seus pertences pessoais e o ajudando a subir o barranco para então leva-lo a sua residência em Campos.
 
Já no meu carro, ele falava muito pouco e estava muito assustado, e assim chegamos em Campos mais ou menos uma hora depois do ocorrido, deixando-o em casa.”

Por sorte nada mais grave aconteceu com meu pai além do susto e alguns arranhões e contusões.
O carro, bem… deu perda total.
Interessante coincidência é que os pais do João tiveram como padrinhos de casamento, no Rio de janeiro, os meus avós, Lili e Ernesto Diederichsen.
Esta história envolve sorte e cavalheirismo, sem as quais meu pai (falecido em 2004) talvez não vivesse até os 84 anos de idade… Obrigado João!!

é isso, por fernando stickel [ 18:10 ]

erico e mausi

Erico e Elisabeth crianças
Meu pai, Erico Stickel, e minha tia Elisabeth (Mausi).
A foto é de 1925, mais ou menos…

é isso, por fernando stickel [ 16:31 ]

etiquetas do erico


Meu pai, Erico Stickel, colecionava etiquetas de hotéis e navios, neste caderno ele colou algumas…

é isso, por fernando stickel [ 18:25 ]