
Minha mãe Martha, na santa paz de Campos do Jordão.

Sim, ontem me permiti brincar em um dia normal de semana.
Brincar com duas coisas deliciosas, meu neto Samuel que eu não via há quarenta dias…

… e o Porsche 911 Carrera 1975 que mais uma vez renasce de suas próprias cinzas.

A mãe Fernanda, Samuel e a bisavó Martha, em um dia glorioso de sol e céu azul, em uma viagem perfeita para Campos do Jordão.

O problema: São Paulo sofrendo de calor senegalês, segunda-feira de carnaval.
A solução: Banho de cachoeira em Campos do Jordão.
Como: Meu amigo Mario, seu filho Francisco e eu pegamos nossas motos BMW e pusemos o pé na estrada! Ele com a R1100R, e eu com F800GS


As poderosas motocicletas BMW. Dez anos separam estes dois modelos, a potência é quase idêntica nas duas e a capacidade de comer asfalto também, elas adoram uma estrada!
R1100R – 1998, 80hp, 5 marchas, transmissão em cardã, suspensão dianteira paralever, 235kg.
F800GS – 2008, 85hp, 6 marchas, transmissão em corrente, suspensão dianteira invertida, 200kg.
O motor da 1100 gira um pouco mais lento e o torque é maior, a 800 gira um pouco mais rápido, com menos torque, no desempenho final são muito parecidas.

Estive ontem em Pindamonhangaba, SP, na audiência pública para a criação do Parque Nacional Altos da Mantiqueira.
A coisa é grande, tem cerca de 100km de comprimento por 8km de largura média. Olha só a quantidade de municípios envolvidos:
Municípios do Estado de São Paulo:
Queluz
Lavrinhas
Cruzeiro
Piquete
Guaratinguetá
Pindamonhangaba
Santo Antônio do Pinhal
Campos do Jordão
Municípios do Estado de Minas Gerais:
Delfim Moreira
Marmelópolis
Virginia
Passa Quatro
Itanhandu
Itamonte
Municípios do Estado do Rio de Janeiro:
Resende
Estavam presentes na audiência os prefeitos de Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Guaratinguetá e Delfim Moreira.
Representando o Governo do Estado de São Paulo o meu amigo José pedro de Oliveira Costa, e de Brasília vieram apenas dois técnicos, muito bem intencionados, mas absolutamente despreparados para a enormidade da missão.
É assim que a coisa se apresenta no site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade:
CONSULTAS PÚBLICAS PARA A PROPOSTA DE CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL ALTOS DA MANTIQUEIRA nos seguintes municípios:
1. Pindamonhangaba (SP): DIA 07/12/2009, às 19 horas; Local: ETEC – JOÃO GOMES ARAÚJO, RUA PROFESSOR JOSÉ BENEDITO CURRENO, Nº 75 – BAIRRO BOA VISTA, CEP: 12411-010
2. Cruzeiro (SP): DIA 08/12/2009, às 19 horas; Local: SESI – CRUZEIRO, RUA DURVALINODE CASTRO N°501 – VILA ANA ROSA NOVAES, 12700-000
3. Delfim Moreira (MG): DIA 09/12/2009, às 19 horas; Local – SALÃO DE EVENTOS DA PREFEITURA, RUA PRESIDENTE TANCREDO NEVES N° 56 – BAIRRO ITAJIBA, CEP 37514-000
4. Passa Quatro (MG): DIA 10/12/2009, às 19 horas; Local – ESCOLA ESTADUAL NOSSA SENHORA APARECIDA, AVENIDA CORONEL RIBEIRO PEREIRA Nº722, CEP 37460-000
SECRETARIA DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS
INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE
AVISO DE CONSULTAS PÚBLICAS
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituo Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) convidam: Órgãos Ambientais, Entidades Públicas Federais, Estaduais e Municipais, Organizações Não Governamentais, Proprietários de Terras, Representantes dos Setores Produtivos e a Comunidade em Geral para participarem das consultas públicas para discussão da proposta de criação do Parque Nacional Altos da Mantiqueira.
A proposta a ser apresentada e discutida nas consultas públicas abrange áreas dos seguintes municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro: Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Cruzeiro, Guaratinguetá, Lavrinhas, Pindamonhangaba, Piquete, Queluz e Santo Antônio do Pinhal (SP); Delfim Moreira, Itamonte, Itanhandu, Marmelópolis, Passa Quatro e Virgìnia (MG) e Resende (RJ).
Abaixo encontram-se documentos que auxiliam no entendimento da proposta, além de fotografias e manifestações oficiais de instituições interessadas na questão.

Minha prima Jane, que mora no Estoril em Portugal, me envia esta foto da Pedra do Baú, em Campos do Jordão, com a cabana que foi construida nos anos quarenta.
O fotógrafo estava posicionado na face da pedra do lado de São Bento do Sapucaí e do Acampamento Paiol Grande.
Veja aqui o que sobrou da construção.

O combinado naquela época era fazer uma fogueira no topo da pedra, que a família poderia ver do Hotel Toriba, sinalizando tudo OK. Minha prima Maria Villares, a Jane e Ervald Hering preparam a fogueira.

Em Campos do Jordão, enquanto os carrões passam pela avenidas, moças popozudas de jeans e botas desfilam pelo bairro de Capivari e gigantescas casas novas são construidas, os “jordanenses” continuam na miséria.
Desde a minha infância, quando as favelas começaram a se ampliar que o cenário da pobreza não se modifica, décadas de administrações públicas eivadas de corrupção deixaram a cidade nesta situação.
A casa da foto, na beira da avenida, é excelente perto das casas nas encostas, que volta e meia desabam.

Uma rápida saída da cidade, mesmo com frio, neblina e chuva, acaba por fazer bem.
Sandra e eu fomos sábado de manhã a uma prova hípica no Haras Polana, na estrada velha de Campos do Jordão.

Sandra, os espectadores e os nossos amigos Gi e Jacy, ele tirou 3º lugar na prova de sua categoria.

Na chegada a Campos, o por-do-sol.
Jantamos com um casal de amigos no Centro Hípico Tarundu, do meu primo Ricardo Lenz Cesar.
Dormimos no limite do desconforto causado pelo frio, mesmo com os aquecedores ligados no máximo, a temperatura no quarto deve ter ficado em torno de 13 graus, mas com o benefício do silêncio total dormimos dez horas seguidas!
Na manhã de hoje uma vigorosa caminhada de 7 km, um bom banho e o retorno para a Paulicéia, desvairada de chuva e frio.

Um amigo me envia este postal, provávelmente dos anos quarenta, da Pedra do Baú em Campos do Jordão.

Em 1951/52, com três ou quatro anos de idade, e já desenvolvendo minhas habilidades em conduzir veículos, levo minha irmã Sylvia e meu falecido primo Joaquim Marques a passear em Campos do Jordão…

Voltando de Campos do Jordão paramos no “Leite na Pista”, onde comi delicioso arroz doce com café. O cenário bucólico é o mais interessante.

O contraste com o centrinho de Capivari é gritante!

O Pico do Itapeva fica a 14km de Capivari, técnicamente no município de Pindamonhangaba e com 2030m. é o quinto mais alto do Brasil.
Seria uma atração turística de primeiríssima grandeza, se o poder público não permitisse a barbaridade que lá está.
Na parte mais alta ficam inúmeras antenas, até aí nada grave, porém todo o perímetro do pico tem construções de quinta categoria, não sei qual a finalidade delas, ou seja, não há praticamente espaço para o turista circular e ver a vista.
As barracas de camelôs invadem tudo, o nível é baixíssimo, não há estacionamento, enfim, é a burrice institucionalizada.

Minha última motocicleta “grande” foi uma Moto Guzzi 850 GT de 1973, pesava cerca de 260kg. e tinha 55hp. Vendi-a em 75 ou 76, não lembro exatamente. Daí para a frente tive uma Lambretta e depois fiquei só na bicicleta.

Ao completar 60 anos no ano passado, ganhei de presente da minha mulher esta fantástica BMW F800GS, 200kg e 80hp.
A evolução em relação à Guzzi foi simplesmente ENORME. A Guzzi tinha freios a tambor, a BMW tem freios a disco com ABS, só para citar uma das diferenças.
Hoje experimentei-a pela primeira vez na estrada, fui com meu filho para Campos do Jordão, na foto estamos em uma área à margem da estrada, cerca de 500m. antes do Pico do Itapeva.
Dia perfeito, passeio organizado pela Officer, almoçamos em Capivari, depois volta livre. A F800GS comportou-se impecávelmente, acelera e freia muito bem, faz curvas perfeitas, é equilibrada na terra, na estrada, e ainda por luxo funciona bem na cidade!

Minha mãe (82 anos) anda me surpreendendo com sua desenvoltura, depois de um longo processo para convencê-la a entrar no mundo da informática e da internet, hoje ela administra seus e-mails com perfeição, e acabou de me enviar este:
“Fer, olhe a cobra que foi achada na estrada entre a casa da Ivone e nossa… (em Campos do Jordão)
Não é venenosa pois o rabo acaba afinando. Beijo Mãe”

Arthur na ponta da Pedra do Baú, logo atrás se vê o pico do Bauzinho.
Hoje, quase uma semana depois da escalada é que as minhas pernas se recuperaram do esforço…

Esta é a escada da face Norte da Pedra do Baú. Por aqui se desce ao vale onde se encontra o Acampamento Paiol Grande e a estrada para São Bento do Sapucaí.
Até hoje me dá um frio na barriga olhar para esta saída quase invertida.
Nesta escada existem alguns trechos que são de fato ligeiramente invertidos…

Mensagem aos pais quarentões (o Arthur nasceu quando eu tinha 47 anos), cinquentões, sessentões…
Não basta ser pai, TEM que participar!
E para participar neste nível, haja preparo físico!
Me considero um cara razoavelmente bem preparado, me cuido, faço check-up anualmente, caminho, nado, faço musculação, pilates, não deixo meu peso extrapolar, etc…
Arthur e eu subimos a Pedra do Baú na segunda-feira cedo, hoje ainda estou andando mal por conta de dores musculares, principalmente no quadriceps. Subir e descer escadas é um martírio!
Dá-lhe Dorflex, Cataflam e repouso. Afe!!!!

Do alto do Pico Agudo, 1700m. de altitude, em Santo Antonio do Pinhal, dois shows simultâneos, o por-do-sol e a decolagem dos paragliders.

Minha mãe, o por-do-sol e a Pedra do Baú.

À noite, a volta no tempo.
Jogar Batalha Naval, com papel e lápis, uma salva de tiros após a outra, nada mais gostoso.
É possível imprimir o jogo, clicando aqui.

Isto é o que sobrou da casa construida pelo meu pai e pelo meu tio, Luis Dumont Villares, no topo da Pedra do Baú.
Quando eu escalei a pedra pela primeira vez, em 1956, dormi na casa.

Ao chegarmos ao topo da Pedra do Baú encontramos com uma equipe de BASE Jump (Building Antenna Span Earth)
Assistimos a quatro saltos, que duram entre dois a quatro segundos em queda livre.

A Pedra do Baú se localiza no município de São Bento do Sapucaí, que se vê ao fundo, do lado direito da foto.
A pedra grande, em primeiro plano é a Ana Chata, com 1760m. de altitude.

Arthur, lépido na escalada e eu, recuperando o fôlego, na volta.
Senti o peso dos meus sessenta anos, pelo menos em comparação com o desempenho atlético do meu filho Arthur, de 14…
Foi assim, viajamos para Campos do Jordão com o objetivo de escalar a Pedra do Baú, altitude de 1950m., o que fizemos ontem logo cedo.
A caminhada do estacionamento até a base da escada, por uma estreita e úmida trilha no meio do mato leva cerca de meia hora, e é bastante exigente, escorregadia, com descidas e subidas acentuadas.
A escalada leva outra meia hora, suei muito, mas cheguei em cima sem nenhum problema, o Arthur mal suou…
Na descida a coisa começou a pegar, ao final minhas pernas tremiam, e colocar os pés em estreitos e úmidos degraus de pedra gerava, digamos assim, medo.
A exaustão pegou mesmo na volta pela trilha, aí faltou gás para vencer as íngremes subidas, era preciso parar, respirar várias vezes e então prosseguir.
Ainda assim completamos a volta mais ou menos no mesmo tempo da ida.
Hoje, no entanto, evidenciou-se o estrago, estou COMPLETAMENTE MOÍDO!!!!
Pernas, coxas, lombo, braços, tudo doído, e o Arthur, perfeito!

Com cerca de 12 anos eu fazia cigarros no meu quarto, enrolando chá em papel sulfite, era difícil de fumar porque o sulfite queimava muito rápido, fazendo labaredas, e o chá, apesar de ser compactado dentro do cilindro de sulfite com a borracha de um lápis, escorria fácilmente para fora, o cheiro insuportável!
Com 13, 14 anos, nas férias de Julho em Campos do Jordão a molecada saía logo cedo e fazia grandes passeios a cavalo.
Eu havia começado a fumar com 14 anos, e parava naquelas biroscas de beira de estrada, que vendiam pinga, cigarro e paçoca, e comprava um maço de QUETAL (o mais barato) e uma caixa de fósforos.
Eu me sentia o máximo fumando em cima do cavalo, principalmente se estivesse frio e nublado! Fumava também naquela época Continental e Lincoln.
Mais pra frente consegui canais para comprar os proibidos cigarros americanos, e aí só fumava Camel, Lucky Strike e Parliament, achava chiquetérrimo!
Houve também a fase de roubar Marlboro, de um inquilino dos meus pais no Guarujá, que deixava tudo na casa.
Com cerca de 18 anos tive uma gripe fortíssima e parei de fumar, quando a gripe passou, passou também a vontade de fumar.
Com 20 anos, certo dia no Cursinho Universitário vi um maço de cigarro e um isqueiro esquecidos em cima da carteira, me deu uma vontade e acendi um. Foi péssimo, me senti mal e sepultei definitivamente o hábito.
Veja a série completa dos cigarros no blog do Guga Alayon, versão antiga e versão nova.
Por volta dos 22, 23 anos me encontrei com os baseados, que me renderam algumas boas gargalhadas e o pior porre que já tive. Não gostei da experiência.
Com cerca de 30 anos comecei a fumar charutos, que me acompanham até hoje. No início eram os bahianos, Suerdieck e Alonso Menendez, e depois, com a melhora da situa$$ão, vieram os cubanos.
Ah, sim! Me encontrei pessoalmente com o fumo!

Aprendi a dirigir aos 13 ou 14 anos, com o meu pai em uma Rural Wyllis em Campos do Jordão e com a minha mãe em um Opel Rekord 1960 na praia do Guarujá.
Meu avô Arthur também deixava eu guiar seu Dodge na Praia do Guarujá e um dia, tão excitado com a aventura atolei o carro no areião…
Nesta fase adolescente meu pai permitia que eu guiasse em Campos do Jordão nas férias de Julho, dentro dos limites da fazenda da família, o que significava intermináveis idas e vindas em uma pequena estrada de terra de cerca de 2 km.
Eu dirigia tudo o que me caisse nas mãos, principalmente uma camionete Ford 1951 cinza, caindo aos pedaços, um trator vermelho Case dos anos 40, de rodinhas juntas na frente, e o carro da minha avó Lili, um Ford Tudor V8 1955 branco.
À noite, eu e meu primo Bernardo sempre encontrávamos um jeito de roubar os carros, e aí saíamos para fora da fazenda, eu guiando o Tudor e ele no Plymouth Belvedere 1959 do pai dele. Eram corridas entre Abernéssia e Capivari, sempre em alta velocidade, a mais de 100km/h. As avenidas eram desertas e geladas e eu lembro das luzes dos postes passando rápidamente contra o céu estrelado.
Só não aconteceu um acidente nestas saídas noturnas porque a divina providência houve por bem nos poupar.

No pórtico de entrada do Hotel Toriba, em Campos do Jordão existe, desde sempre, esta placa de madeira desenhada com o verso do poeta Guilherme de Almeida.
Quem vem lá? É de Paz! – Entra! À vontade!
Sente o que a vida às vezes significa!
Depois. Parte. ficando… que a saudade
É benção de quem parte e de quem fica.

Fui hoje a Campos do Jordão e no entroncamento para Santo Antonio do Pinhal parei para dar carona a um PM. Fomos conversando e ele me contou que agora na temporada de inverno os bandidos do Vale do Paraíba fretam vans para assaltar em Campos!! O trânsito já começa a parar no meio da serra!!
Lá chegando, além de tratar dos assuntos que me levaram, acabo descobrindo que fui roubado em vários mourões de concreto, retirados da cerca de um terreno da família.
Esta região maravilhosa está ameaçada pela bandidagem, poluição, excesso de veículos, falta de civilidade, décadas de corrupção acelerada na política local, falta de planejamento, etc…

Eu aprendi a dirigir com 13 ou 14 anos de idade em uma Rural Willys com cambio “seco”, primeira marcha não sincronizada.
Meu pai me ensinou e deixava guiar dentro do sítio em Campos do Jordão, jamais nas estradas públicas.
Um belo dia em São Paulo, por volta de 1964 ele me levou a conhecer um outro tipo de Rural. Era uma 4×4 modificada, com motor Ford V8 que um amigo do meu primo Paulo Villares havia feito em sua garagem.
Chegamos em Interlagos e fomos andar na Rural, pilotada por seu criador, o Engº José Luiz Whitaker Ribeiro. A danada subia barrancos como um cabrito, adorei a experiência!
Em seguida o José Luiz fez uma pick-up Ford V8 com a transmissão 4×4 da Rural, e a partir destas experiências, pura “curtição” de aficcionado por mecânica, surgiu a Engesa.
Jaguar E Type 4.2 de 1966, em Campos do Jordão.

Este fim de semana participei do 59º Rallye MG Club do Brasil, em Campos do Jordão, para automóveis com mais de 30 anos de idade.
Houveram duas provas na sexta-feira, uma no sábado e a premiação e show da excelente banda Beatles Cover “Abbey Road” no sábado à noite.
Sandra como navegadora e eu como piloto estreamos nesta modalidade competitiva clássica, utilizando tecnologia mínima, ou seja, hodômetro, velocímetro e cronômetro. Os competidores mais sofisticados se servem de calculadoras científicas, lap-top, o diabo! Ficamos em 17º lugar na sexta e 13º no sábado, resultado que julgo excelente para nossa estréia. competiram cerca de 26 automóveis.
O mais divertido em um evento como esse é encontrar um bando de cinquentões e suas famílias, todos unidos em torno das suas respectivas “jóias”, trocando informações, jogando conversa fora, e competindo em um cenário paradisíaco.
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