27 de agosto de 2010


Minha mãe apareceu com algumas fotos antigas, esta é da Praia do Guarujá, olhando para a ponta dos Astúrias. Registrei com o celular mesmo.
Meu pai na ponta esquerda, meu avô Arthur na ponta direita.
Eu estou muito à vontade na frente do meu pai, com criança no colo minha mãe e minha tia Mausi, minha avó Erna ao lado do meu avô.
Nesta época, cerca de 1952, a praia era praticamente deserta…nossa casa dava diretamente na areia da praia, não havia a avenida, simplesmente um paraiso…
Meu avô estava com a idade que tenho hoje, cerca de 61 anos, e meu pai com 32. Meu corpinho está hoje melhor que o do meu avô, e um pouco pior que o do meu pai…

é isso, por fernando stickel [ 17:24 ]
19 de julho de 2010

Meu fim de semana foi ligeiramente exaustivo.
No sábado cedo houve reunião da 5ª Turma do MBA FIA-CEATS em Gestão e Empreendedorismo Social para tratar do livro que planejamos fazer reunindo os TCC da turma, em seguida levei minha família e meus colegas a visitar na Vila Brasilândia os locais onde a Fundação Stickel está atuando.

Web
Houve um brunch preparado pelo Grupo Geração de Renda Padaria, que se auto denominou “Doces Talentos”

No domingo fui buscar meu filho Arthur que chegou dos E.U.A. Às 7:30h da manhã os acessos para Embarque/Desembarque do nosso glorioso aeroporto em Guarulhos estavam congestionados.
Ele adorou as três semanas do “Exploration Program” na Yale University.

é isso, por fernando stickel [ 12:22 ]
16 de julho de 2010

explo
Depois de quase três semanas sem notícias, a não ser um rápido e-mail, consegui encontrar meu filho Arthur no site do Exploration Program da Yale University, no curso “Basics of sound recording”.
Neste domingo ele volta, estou curiosíssimo para ouvir suas experiências!

é isso, por fernando stickel [ 16:07 ]
29 de junho de 2010

frev[6]
Em Julho 2007 meu filho Arthur foi com o CISV para um “Summer Camp” na Suécia.
O grupo de quatro crianças foi acompanhado pela monitora Lélia. Ele tinha 12 anos.

yale
Ainda não enviou notícias da chegada ao Exploration Program na Yale University, porém NO NEWS, GOOD NEWS… Acabo de descobrir esta foto no site do Programa.

é isso, por fernando stickel [ 16:59 ]
27 de junho de 2010

arth
Meu filho Arthur se despede da mãe Jade ontem em Guarulhos, viajando pela primeira vez sozinho ao exterior.
Chegamos no aeroporto quatro horas antes do vôo e encontramos o caos, filas intermináveis, tanto no check-in, quanto no raio-x e na Polícia Federal, por pouco que o tempo extra não foi suficiente…
Ele vai ficar três semanas em um “Summer Camp” na universidade de Yale em Connecticut, U.S.A.
Me ligou agora há pouco de Dallas (um dos maiores aeroportos do mundo), onde fará a conexão e se disse impressionado com a facilidade de pegar a mala, verificar o passaporte, conexão, etc…
Eu disse: Este aí é o Primeiro Mundo!!!!

é isso, por fernando stickel [ 10:40 ]
9 de abril de 2010

fraulein
Bilhete que enviei ao meu filho Arthur, alguns anos atrás, quando morreu sua Beagle Madonna:

Arthur,
Quando eu tinha a sua idade, eu e os meus irmãos tínhamos uma babá chamada Fräulein (o nome real dela era Lina Johanna Dietze, mas todo mundo chamava ela de “Dona Frola”), que morava conosco na casa da vovó Martha e vovô Erico, na R. dos Franceses.
A Fräulein tinha um cachorrinho que se chamava Lumpi, era um Dachshund (Salsicha) pretinho.
Teus avós não gostavam de cachorro, e o Lumpi ficava o tempo todo atrás da Fräulein na cozinha, na área de serviço e no jardim, nunca dentro da casa.
Todas as noites ela escovava os dentes do Lumpi, e quado ele morreu, já bem velhinho, foi enterrado no mesmo jardim onde tanto passeou e brincou.

Foi graças à Fräulein que hoje falo alemão razoavelmente, e pude voltar a ter aulas em um nível avançado, pois ela só falava comigo em alemão.

é isso, por fernando stickel [ 12:14 ]
15 de março de 2010

coupole
Brasserie La Coupole, Paris, 20 Janeiro 2010.
Arthur meu filho e eu jantamos magnificamente, ao sair pegamos os sobretudos e voltamos caminhando para o hotel, no meio do caminho, cerca de 23:00h o Arthur se assusta e diz:
-Pai! A câmera!
-O que tem?
-Acho que ficou no restaurante.
-Mas você trouxe?
-Acho que sim.
-Tem certeza? Vamos chegar no hotel e você confirma se veio ou não.
Chegamos no quarto, ele procurou, não achou a câmera, e eu disse para ele se virar.
Ele procurou o telefone no guia, achou, ligou para o restaurante, falou em inglês, descobriu que a câmera estava lá na chapelaria, avisou que iria buscar.
Saiu sozinho na rua, cerca de 40 minutos mais tarde estava de volta com a câmera.
Dei-lhe os parabéns pela iniciativa e fui dormir orgulhosíssimo!

Em tempo: Civilização é, entre outras coisas, poder deixar teu filho sair na rua sem a menor preocupação.

é isso, por fernando stickel [ 22:21 ]
28 de janeiro de 2010

raspail
Dá-lhe garoto!!!!!
Arthur no Café Raspail em Paris, a poucos metros do nosso hotel, onde tomávamos o petit-déjeuner.
A poucas horas de iniciar o colegial no Colégio Vera Cruz, o Arthur recebeu hoje uma notícia bombástica, que o deixou alucinado.
O Colégio Santa Cruz, no qual ele queria entrar como primeira opção, e acabou ficando em 20º na fila de espera o chamou hoje para a matrícula.
Portanto ele entrou nas quatro escolas nas quais prestou exame, e acabou por escolher aquela que queria.
Por coincidência eu sou ex-aluno, assim como meu irmão, primos, e os tios do lado da mãe.
Eu já estava orgulhosíssimo do desempenho dele até agora, mas esta notícia realmente foi a cereja no bolo!

é isso, por fernando stickel [ 23:12 ]
24 de janeiro de 2010

ver1
Chegamos a Paris no domingo de manhã, dia do aniversário de 15 anos do Arthur, o tempo indicava alguma possibilidade de estiagem e imediatamente decidi levá-lo ao Château de Versailles.

ver2
É impossível não se deslumbrar com a beleza, o poderio, a elegânca e o porte deste Château.

ver3

é isso, por fernando stickel [ 15:24 ]
20 de dezembro de 2009

Este fim de ano está tão movimentado que esqueci de comemorar várias coisas:

arthure
Meu filho Arthur passou de ano com boas notas, recebeu o famoso “Canudo”, encerrou muitos anos de feliz convivência na Escola Viva e já está matriculado no ensino médio da Escola Vera Cruz…

arthurd
… podendo agora descansar tranquilo…

neco
Meu irmão Neco completou 55 anos no dia 14/12, travestido com a peruca que o Arthur usou nos últimos dias de Escola Viva…

aquit
No mesmo dia do aniversário do Neco, completaram-se dez anos do lançamento do meu primeiro livro, “aqui tem coisa”

antoni
Meu filho Antonio completou 30 anos no dia 25/11, forte e firme!

marthas
Mais forte e firme que todos, minha mãe Martha caminha para os 83 anos de idade, que completará em 21 Fevereiro!

é isso, por fernando stickel [ 10:58 ]
3 de dezembro de 2009

arthurodo
Ao final da apresentação de teatro ontem na Escola Viva, os participantes literalmente “lavaram a alma” com muita água.
Depois foi uma brincadeira sem fim no piso molhado, escorregões e deslizadas, por último Arthur e os rodos para tirar a água.

é isso, por fernando stickel [ 13:09 ]
16 de outubro de 2009

arthur3
Meu filho Arthur se “descomprime” no feriado em Tatuí, entre um exame e outro para entrar no Ensino Secundário.
Semana passada o exame foi para a Mobile, amanhã será no Gracinha.
A foto é da mãe do Arthur, Jade.

é isso, por fernando stickel [ 8:29 ]
21 de setembro de 2009

gerações
Quatro gerações no almoço de domingo, minha mãe, eu e a Sandra, meus filhos Antonio e sua mulher Maria e a Fernanda com seu companheiro Plauto. Só faltou o Arthur que está viajando com a mãe.
A Fernanda carrega meu neto, segundo ela do tamanho de um limãozinho, e, se o sonho dela estiver correto, é um menino.
Engraçado pensar que minha mãe será bisavó!

é isso, por fernando stickel [ 8:44 ]
10 de agosto de 2009

ideo
Na mesa do restaurante com toalha branca e iluminação fraca, palitos, algumas manchas de molho, a câmera do iPhone, e a sugestão para o Arthur:
- Faça uns ideogramas…

é isso, por fernando stickel [ 16:45 ]
25 de junho de 2009

500
Fui ao encontro relatado abaixo nesta Mercedes-Benz 500SL 1986, cuja história contarei um outro dia…
Óbviamente o almoço deu-se muitos anos antes da Lei Seca, e os anjos da guarda estavam todos atentos…

Charuteiros

Dedico esta humilde crônica à memória de meu avô, Arthur Stickel.

Segundo o relato de Eduardo Matarazzo, que tive o prazer de ouvir hoje, meu adorável avô, que foi fumante, mas de quem só me lembro da fase de bom copo, se apresentou ao trabalho vestindo fraque, no dia 1º de março de 1920, nas Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Ainda segundo sua narrativa, meu avô teria sido um grande companheiro nosso na tarde de hoje, no que concordo.

Consegui chegar em casa ileso às 18h30, não sei bem como.
Tomei um banho frio.
Tomei dois goles de guaraná.
Dei vários beijos no meu filho Arthur Siriuba Stickel, de quase cinco anos de idade.
É preciso um mínimo de lucidez para relatar os fatos.

Almoço no Fasano hoje, sábado, 11 de dezembro de 1999, às 13h, promovido pelo meu grande amigo Beto Ranieri, convite a R$250 com direito a uma montanha de abobrinhas, muita amizade, charutos, inúmeras taças de prosecco Ruggieri, almoço, bom vinho tinto que esqueci o nome, conhaque e mais outras toneladas de bobagens. São 19h e tento me lembrar dessa tarde emblemática, quase final de século em São Paulo.

Aos fatos (fatos?!):

Tudo começou numa mesa de bar. Não um bar qualquer, mas o bar do Fasano. Do meu lado esquerdo Olivier Anquier, do meu lado direito Cassio Gabus Mendes, em frente Max Abdo, todo de preto com um lindo broche “2000” em falsos brilhantes do Arnaldo Guaraná Brasil, à sua esquerda meu colega artista plástico Dudu Santos. Mais à esquerda Gaston Hamaoui, Guilherme Afif Domingos e Eduardo Matarazzo.
Por volta das 15h mudamo-nos para a mesa de almoço no salão principal do restaurante, e nossa companhia foi acrescida de um senhor bastante luminoso, estabelecido à rua Paula Souza: José Orlando Ferreira, Jota para os amigos.
A perdiz pouco fibrosa só para os sóbrios nos fez lembrar do almoço no Cruzador Prinz Eugen, atracado em Santos, quando Don Eduardo, supimpa, culpou o Rearmamento Moral pela tertúlia flácida, já se alongando, já que o velho Stickel dizia nos anos 40 que Hitler iria humilhar a Alemanha. Sugeriram então que procurássemos o Júlio, uma pessoa contundente, na Paula Souza, onde o estado imunológico intelectual cairia como uma luva na oligarquia paulista getulista filha de uma puta.
Olivier, respondendo ao Jota, deu sua receita do bom amanhecer:
“Ter a satisfação de ter ido dormir tendo feito tudo que tinha para fazer e começar o novo dia sem saber o que fazer, em vez de não ter nada para fazer”.
Fizemos então uma rápida pesquisa sobre os pontos mais significativos desse nosso evento:
1o lugar: O vírus do absurdo, a falta de seriedade, amizade, abobrinha, mulher (não foi bem esse o termo usado…).
2o lugar: As bebidas, bêbado é uma merda.
3o lugar: O que nos une, charutos.
4o lugar: A comida é detalhe. Eu diria novamente abobrinha.
A pesquisa foi aprovada por umidade avançada.
Houve então um HOMEM RURAL fazendo questão da prevalência de sua opinião sobre o cancro cítrico sendo equivalente a doença venérea. Ex-amigo senador não, És amigo. Votei nele pra presidente.
A primeira dama do ES, mostrando a coleção de relógios do palácio do governo, explicava a Olivier a razão de tantos pêndulos imóveis em tantos relógios antigos ostentando a hora certa – “O pessoal aqui é muito criativo, retiraram as engrenagens, que não serviam pra nada, e botaram raiovac em tudo!” – e os pêndulos imóveis, mortos, brochas, precisando de próteses!
Jota nunca havia tomado dry-martini. Quando cometeu a experiência, numa tertúlia informal, mandou logo doze, oito no Gero e quatro no Fasano. Diz que chegou em casa guiando, normalmente. Tem que haver algum santo zelando por nós!
Foi proposto para ser discutido no chá das cinco da ABL:
Tomem-se três charutos, dois sem fluxo e um com, é a mesma coisa que tomarmos três mulheres, duas sem buceta e uma com!
Don Eduardo propôs a substituição do símbolo nacional por um muro muito longo, em cima do qual se acomodaria a maioria dos políticos nacionais. Não houve contestação.
Estávamos em meio a uma digressão filosófica quando apareceu o Beto e chegamos à conclusão de que somos nós que pagamos a festa de fim de ano para seus principais clientes e amigos!
Lida por todos a ata foi declarada com fome e por todos assassinada.
Fica faltando a historia correta do “avanti c’ol culo, ma sempre avanti”, que o Guilherme não me enviou, e ficamos assim.
Grande e afetuoso abraço em todos,
Fernando Stickel

é isso, por fernando stickel [ 16:14 ]
22 de junho de 2009

domingo
Meus filhos Fernanda, Arthur e Antonio e a minha nora Maria.

Depois de meses de espera finalmente a Vivo houve por bem me entregar meu novo IPhone, com o qual estou me acostumando. As fotos são excelentes, com uma lente não maior que uma cabeça de fósforo!

é isso, por fernando stickel [ 15:04 ]
6 de junho de 2009

passeio1
Tarde paulistana de outono, depois do almoço passear com o Arthur e sua labradora Sofia Loren, e minha mãe.

cima
Olhar para cima…

esquina
Na esquina a reforma de uma casa com uma arquitetura, digamos assim, esquisita. Não vou dizer quem é o arquiteto, depois vão dizer que é perseguição…
Mas é necessário deixar claro, mínimamente, que um caixilho convencional ortogonal, coberto por uma curva de alvenaria é uma solução de quinta. O autor, evidentemente desconhece a história, e provávelmente Rudolf Steiner e o Goetheanum.

portao4
Um portão.

tarde13
Final da tarde, a lua cheia é amanhã.

é isso, por fernando stickel [ 17:54 ]
26 de abril de 2009

bauzinho
Arthur na ponta da Pedra do Baú, logo atrás se vê o pico do Bauzinho.
Hoje, quase uma semana depois da escalada é que as minhas pernas se recuperaram do esforço

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]
21 de abril de 2009

bau1
Arthur, lépido na escalada e eu, recuperando o fôlego, na volta.

Senti o peso dos meus sessenta anos, pelo menos em comparação com o desempenho atlético do meu filho Arthur, de 14…
Foi assim, viajamos para Campos do Jordão com o objetivo de escalar a Pedra do Baú, altitude de 1950m., o que fizemos ontem logo cedo.
A caminhada do estacionamento até a base da escada, por uma estreita e úmida trilha no meio do mato leva cerca de meia hora, e é bastante exigente, escorregadia, com descidas e subidas acentuadas.
A escalada leva outra meia hora, suei muito, mas cheguei em cima sem nenhum problema, o Arthur mal suou…
Na descida a coisa começou a pegar, ao final minhas pernas tremiam, e colocar os pés em estreitos e úmidos degraus de pedra gerava, digamos assim, medo.
A exaustão pegou mesmo na volta pela trilha, aí faltou gás para vencer as íngremes subidas, era preciso parar, respirar várias vezes e então prosseguir.
Ainda assim completamos a volta mais ou menos no mesmo tempo da ida.
Hoje, no entanto, evidenciou-se o estrago, estou COMPLETAMENTE MOÍDO!!!!
Pernas, coxas, lombo, braços, tudo doído, e o Arthur, perfeito!

é isso, por fernando stickel [ 10:43 ]
15 de abril de 2009

mausi
Meu avô, Arthur Stickel, minha tia, Elisabeth Stickel Müller e o Dodge 1946 que herdei após o falecimento do meu avô em 1967.
Mal me dei conta, mas naquela época o Dodge já era um clássico….

é isso, por fernando stickel [ 16:27 ]
14 de abril de 2009

tres1
Minhas três “crianças”, Arthur, Antonio e Fernanda.

é isso, por fernando stickel [ 14:37 ]
11 de fevereiro de 2009

art21
Uma das coisas mais interessantes para um pai é acompanhar a rapidíssima evolução de um filho adolescente.
O recurso “Faces” me ajuda a ver o Arthur em suas diferentes fases, esta foto é de Agosto 2003, com 8 anos.
Veja aqui o Arthur no mês passado, com 14 anos.

é isso, por fernando stickel [ 11:49 ]
9 de fevereiro de 2009

andy
Arthur e Andy Warhol no MoMA.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]
6 de fevereiro de 2009

wellington
Me hospedei no Wellington Hotel em 1970, e agora na viagem com o Arthur fomos várias vezes tomar café da manhã no Park Café, na esquina do Wellington.
É impressionante como certas coisas não mudam, apesar das décadas…

é isso, por fernando stickel [ 16:24 ]
5 de fevereiro de 2009

times1
Arthur em New York, Times Square, na nova escada do TKTS: Faster than a Porsche Boxter…

é isso, por fernando stickel [ 13:52 ]
3 de fevereiro de 2009

aldo-casa
Meu amigo Aldo Sampieri, brasileiro, designer gráfico e artista plástico, mora há muitos anos em New York, na Broadway altura da 8 St.

aldo-auto
Autoretrato do Aldo, óleo s/ tela.

aldo-bow
Andando pela Bowery, Lower East Side, Aldo vai contando causos novaiorquinos para o Arthur.

aldo-cafe
Vitrine na Bowery.

é isso, por fernando stickel [ 16:57 ]
25 de janeiro de 2009


Menos quinze graus ao chegar ao JFK Airport.
Assim começou uma semana de imersão na civilização, apresentando New York ao meu filho.
Deixar as coisas no hotel e sair correndo (de taxi) ao Bloomingdale’s para comprar gorro, luva e cachecol, indispensáveis para andar na rua.
Um dos primeiros “landmarks” que o Arthur adorou foi Times Square, voltamos inúmeras vezes.

é isso, por fernando stickel [ 12:22 ]
15 de janeiro de 2009

Meu pai me levou para New York quando eu tinha 13 anos, e a experiência foi marcante.
Agora farei o mesmo com o meu filho Arthur, que completará 14 anos no dia 17, um dia depois de lá chegarmos.
Volto dia 25. Té já!

é isso, por fernando stickel [ 15:20 ]


Fui à Prefeitura, no Viaduto do Chá de taxi. Acho que pela primeira vez na vida com motorista mulher. Ex instrumentadora cirúrgica, ela se cansou de passar o dia inteiro trancada numa sala vendo sangue e etc…. A saída foi lógica, hoje passa o dia inteiro na rua…


Audiência com a Vice Prefeita Alda Marco Antonio, para tratar de assuntos de interesse do Terceiro Setor, Alda acaba de assumir a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – SMADS.
Da esq. para a direita, Antonio Carlos Laudanna, Jair Gomes de Araújo, Joaquim Carlos Monteiro de Carvalho, Alda Marco Antonio, Dora Silvia Cunha Bueno, eu, Nilton Cesare Padredi. Renato Viana fotografou.


É inacreditável como uma família tão poderosa como os Matarazzo, conseguiu desaparecer do cenário empresarial. O poderio ainda se respira no edifîcio das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, hoje sede da Prefeitura de São Paulo.


Conde Francisco Matarazzo Jr, o “Conde Chiquinho”, com quem meu avô Arthur Stickel trabalhou, e eu cheguei a conhecer, no velório do meu avô.


Na Praça do Patriarca, o monstrengo arquitetônico criado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, fora de escala, fora de lugar, fora de propósito. Para quem conheceu, e frequentou assiduamente a praça, em sua versão anterior, a piora é imensa.

é isso, por fernando stickel [ 14:18 ]
9 de janeiro de 2009


Cerca de dez anos atrás, nesta mesma cadeira, neste mesmo gramado, na casa dos meus amigos Sanny e Theo na Praia da Penha, em Santa Catarina, a Sanny cortou meus longos cabelos e me transformou em um ser de cabelos curtos.
Agora, quem passa pela mesma operação é o meu filho Arthur, que aceitou o simpático convite do casal e lá passou o Reveillon.

Entre outras coisas, o Arthur aprendeu a fazer um bom churrasco gaucho!

é isso, por fernando stickel [ 15:15 ]
24 de dezembro de 2008


Meus filhos Antonio e Arthur vieram me visitar no escritório (continuo a limpar a caixa de e-mails, faltam 250…) a bordo do presente de 60 anos que ganhei da minha espetacular mulher Sandra.
O Antonio tem mais prática com motos do que eu, já se adaptou e achou esta jóia da engenharia motociclística, a BMW F 800 GS, simplesmente o máximo!
Eu, ainda inseguro, estou andando pouco e com extremo cuidado, é preciso se adaptar, a motocicleta é alta e pesada, não é brincadeira!

é isso, por fernando stickel [ 16:54 ]
17 de dezembro de 2008


O elenco da peça “A Roda” da qual o meu filho Arthur faz parte, ovacionado ao final do espetáculo!

é isso, por fernando stickel [ 17:54 ]


Meu filho Arthur atuando na apresentação de sua turma na aula de teatro na peça “A Roda”, e na saída da coxia, feliz da vida com o sucesso!
É o primeiro ano do Arthur na escola Casa do Teatro, fundada em 1983, pela atriz Lígia Cortez.

é isso, por fernando stickel [ 10:14 ]
aqui no aqui tem coisa encontram-se

coisas, coisas, coisas

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