
Em algum lugar da floresta amazônica.

Final de tarde, muito calor, situação que não combina com cidade, e muito menos com São Paulo, mas combina muito bem com céu, lua e um rio glorioso!
Me bateu uma saudade desta viagem ao Amazonas em Julho 2005, com a família toda, pelo Tapajós e adjacências, a bordo do Tupaiú.
Incra é o maior devastador da Amazônia
Lula atinge aprovação recorde de 80% em pesquisa
Dá pra entender??!! O INCRA é governo!!! Dirigido por um petista raivoso chamado Rolf Hackbart.

Em Julho 2005 viajei à Amazônia e encontrei esta produção artesanal de látex numa pequena comunidade às margens do rio Tapajós, chamado ProjetoTecbor, que já envolve mais de 200 famílias.

Um dos poucos lugares aprazíveis em Manaus é a praça em frente ao Teatro Amazonas.
Interessante é o quão pouco nós brasileiros valorizamos nossos monumentos. Na internet, por exemplo, você procura por Teatro Amazonas e 99% dos resultados da busca são estrangeiros.

A casa do caboclo.
Do lado de fora o marido prepara o estrado para a cama nova. No comodo da frente a esposa vende artesanato de palha.

Na comunidade de Arapixuna.

Quem sabe é melhor que este menino permaneça na total subsistência da natureza, sem nem sequer saber onde é Brasília, esperando a total destruição da Amazônia, que, ao ritmo atual, pelo que eu vi, não vai tomar muito mais que 100 anos.
Enquanto isso, sob as nossas barbas, os políticos farão deste país o que bem entenderem.

É como se ela, lá nos cafundós da amazônia, também esperasse algo de melhor a partir de hoje.

O coração da nossa nave, o Tupaiú.

Café da manhã no Tupaiú. Desde o primeiro dia a tripulação avisou: Tem que acordar cedo para aproveitar bem o dia, antes do calor infernal da tarde, então o sino tocava 5:45, 6:00, por aí…

Barco na cidade de Alter do Chão.
A água do Rio Tapajós é azul escuro, as areias das praias são brancas, precisa dizer mais?
O povo diz que lá é o Caribe Brasileiro, com razão.

A casa do caboclo na comunidade de Arapixuna. Reparem no vaso de flores.

Ralador de mandioca.

Tupaiú, é o nome do barco que nos levou a passear no Tapajós e adjascências.

Tecnologia permanente e atual…
Lembro que usei da mesma tecnologia aqui em SP quando tinha filho pequeno no berçinho e descobri que havia camundongos circulando pela casa. Pelo menos psicológicamente me senti seguro…

Interior de um barco “gaiola” da região.

Viagem ao Amazonas. O grupo todo na saída do Eco-Park, da esq para a direita, de cima para baixo:
André, filho da sandra, Sandra, eu, Antonio, minha mãe Martha, Fernanda, Arthur e nosso guia.

Minhas três crias queridas, Arthur, Fernanda e Antonio, no Eco-Park.

Embaixo do pé de jambo.
Na natureza um cor-de-rosa inebriante, já na realidade dos brasileiros…

Açougue na comunidade de Arapixuna, às margens do canal do Jari, próximo ao rio Amazonas.
Cerca de três horas da tarde, um calor infernal, o estabelecimento lá estava de portas abertas, vazio de pessoas, deserto.

Produção artesanal de látex numa pequena comunidade às margens do rio Tapajós.

Por-do-sol no rio Tapajós.
Finalmente, depois de inúmeras tentativas consegui fazer o download das fotos. Amanhã cedo o técnico vem ver o que está errado no meu computador.

No Eco Park, próximo a Manaus, 99% dos turistas são estrangeiros. Meu filho Arthur se divertiu, dá pra perceber.
Bom dia! Voltei com cerca de 800 fotos, que o meu computador teve dificuldade em digerir, portanto vou ter que chamar o técnico para poder começar a mostrar as fotos.
Só vou dizer o seguinte: a Amazônia é linda, surpreendente, poderosa. Jamais imaginei o tamanho real dos rios, não são rios, são mares de água doce.

Vou dar um pulinho ali no Rio Tapajós e já volto.
Neste novo Memory Stick de 1 GB de memória cabem 402 fotos em alta definição, serão cerca de 57 fotos ao dia. Me aguardem.


