
Vejo pipocando aqui e ali, cada vez com mais intensidade, os protestos contra a bandidagem explícita da classe política.
Eu mesmo não me canso de reclamar aqui no blog, em conversas com os amigos, etc… Recentemente enviei minha ficha de associação à Transparência Brasil (que a está processando), acreditando que este seja um canal mais eficiente de protesto e efetiva modificação daquilo que aí está.
A pergunta que me faço todos os dias é como sair deste imenso buraco, onde todos os valores estão invertidos, onde o cidadão que trabalha e paga seus impostos é trouxa, e os bandidos são espertos, e os políticos mais espertos ainda, pois criam os mecanismos para se perpertuarem no poder e na impunidade, às nossas custas.
Bem ou mal o pipocar da indignação é alentador, deverá crescer e dar em algo.
21 de Agosto de 2006
é isso, por fernando stickel [ 10:07 ]

julgamento defeituoso, retraimento social, leve euforia ou ansiedade. Podem surgir, ainda, conjuntivas congestas, apetite aumentado, boca seca e taquicardia. Quadros psicóticos com desconfiança ou ideação paranóide são muito raros, e talvez estejam associados a predisposições individuais. Outra reação rara é o flashback, que é a ocorrência espontânea dos sintomas quando a droga não está sendo usada.
Existem algumas indicações de tolerância e abstinência após o uso freqüente e excessivo. Não há, entretanto, evidências clínicas de que os sintomas de abstinência ou de tolerância possam resultar em qualquer problema aos usuários. O desejo pelo uso da droga se associa a um padrão de uso patológico e não a sintomas específicos. Há relatos de síndrome de abstinência com distúrbios do sono, náuseas, vômitos, tremores e sudorese. Quando ocorrem são leves e de remissão espontânea.
Não existe tratamento específico para o usuário de maconha. Os programas devem ser multidisciplinares, incluindo educação em saúde, psicoterapia individual, familiar e em grupo.
A política de redução de danos do Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde e o PN-DST/AIDS têm apoiado ações de redução de danos, desde 1994, com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Controle Internacional de Drogas - UNDCP. O primeiro projeto oficialmente apoiado data de 1995, em Salvador/BA. Desde então, observamos um número crescente de projetos, e, conseqüentemente, de usuários acessados e vinculados, porém, a cobertura, ainda, é de apenas 4,5% de usuários de drogas injetáveis, considerando o número acima estimado.
A Redução de Danos é uma estratégia da saúde pública que visa reduzir os danos à saúde em conseqüência de práticas de risco. No caso específico do Usuário de Drogas Injetáveis (UDI), objetiva reduzir os danos daqueles usuários que não podem, não querem ou não conseguem parar de usar drogas injetáveis, e, portanto, compartilham a seringa e se expõem à infecção pelo HIV, hepatites e outras doenças de transmissão parenteral.
?O procedimento programado pelo Estado e centrado em medidas preventivas de agravamento de insidiosa enfermidade, pondo à disposição de dependentes de drogas injetáveis agulhas distribuídas por Postos de Saúde credenciados, não se enquadra como incentivo à difusão de uso indevido ou tráfico de substância considerada entorpecente, constituindo, ao contrário, alternativa salutar e capaz de produzir resultados benéficos” (TJSP, Apelação Cível nº 33.788-5, Primeira Câmara de Direito Público, Rel. Des. Demóstenes Braga, j. 13.04.99, v.u., in JTJ 218/51).
Entretanto, é preciso distinguir entre redução de danos como meta de redução de danos como estratégia. O termo é muito abrangente porque, como meta geral, todas as políticas de drogas almejam reduzir danos associados ao seu consumo - o que inclui medidas repressivas, como a proscrição de determinadas substâncias psicoativas e a criminalização do consumidor, entre outras. Os programas de tratamento orientados somente para abstinência também almejam reduzir os danos.
No entanto, como uma estratégia específica, a redução de danos se refere somente àquelas políticas e programas que almejam reduzir os males decorrentes do consumo de drogas sem exigência de abstinência (Conley et al., sem data). Ou seja, embora em geral a abstinência seja considerada como o meio mais eficiente para evitar os problemas decorrentes do uso de drogas, entre as estratégias de redução de danos não se incluem programas de tratamento orientados exclusivamente para essa meta, nem tampouco a criminalização do uso de substâncias psicoativas ilícitas. É feita uma clara distinção entre uso indevido e uso controlado de drogas.
Fontes de Referência Bibliográfica:
Kaplan, H. e outros. Compêndio de Psiquiatria. ARTMED, 7ª. edição, 1997.Nunes, P e outros. Psiquiatria e Saúde Mental. Atheneu, 2000.
?SOMOS TODOS FEDERAIS?
Lupércio L. CALDEIRA.
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À SERVIÇO DA PATRIA AMADA
BRASIL!!!