
Piazza Roma 2, Monteriggioni SI. Ristorante Il Pozzo. Gravaram?
É a melhor comida italiana que provei em em muitas e muitas décadas. O garçom, simpaticìssimo, o dono (camisa listrada) idem, o vinho fabuloso!
A cidade é pouco mais que uma grande praça cercada de muros, cabe inteirinha dentro do estádio do Pacaembu.
Saimos do restaurante com a lua cheia, em meia hora estávamos de volta ao hotel em San Gimignano.
Um prêmio para nós dois.
Grazie Mille!!!!
cinco horas infernais de espera no aeroporto em guarulhos, uma hora de espera em paris, por possivel ameaca de bomba, dois dias em roma hospedes da mema e do jay com direito a tratamento super-vip, alugamos o carro e ca estamos no meio do mato, em plena toscana, no lugar mais silencioso em que jamais estive, o hotel chama-se castello de vicarello.
a toscana eh arida, linda e quente, estamos com temperaturas sempre acima dos 30 graus, lua crescente, noites lindas.
sandra e eu percebemos que na verdade esta eh a segunda metade da nossa lua de mel, sete meses depois do casamento
teh jah exclamacoes

Sandra e eu vamos dar um pulinho ali na esquina, té já!
Fiquem com meu avô Ernesto Diederichsen, nascido a 19/9/1877 e falecido a 20/10/1949. Na foto de 1902 ele está com 25 anos de idade. Lindinho, né?
Por incrível que pareça, tenho lembrança dele se inclinando para mim, provávelmente eu estava no berço, com um ano de idade!
Minha mãe anda se dedicando a arrumar as fotos da família, e está desenterrando umas maravilhas, aos poucos irei mostrando.

Eu acho que a Profa. Dra. Suely Vilela, Magnífica Reitora da Universidade de São Paulo, passa os dias (e talvez as noites) tomando chá com o Dr. Waldir Pires, Ministro da Defesa do Brasil, e ambos gastam o tempo discutindo a loteria esportiva, ou talvez metereologia.
Faço esta suposição às vésperas do aniversário de dois meses da ocupação da reitoria da USP, e simultâneamente à declaração hoje em Paris, onde passeia às nossas custas, do nosso amigo Waldir de que o problema do apagão aéreo não se resolve antes de um ano.
Trabalhar, cumprir com as respectivas missões, delegadas em última instância por nós os sofridos cidadãos que pagam seus salários, nem pensar.
Na qualidade de ex-aluno da USP, fico ainda mais indignado com a total inação da reitora.
O Brasil vai de mal a pior, infelizmente.

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros, escrita pelo ex-deputado Mendonça Neto, começa assim:
“Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz. As vacas de Renan dão cria 24 h por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!”
Vale a pena ler a carta toda, clique AQUI.
Eu ainda não entendi direito.
Quem é que tem que ter sangue de barata para sobreviver nessepaís, são eles ou somos nós??!!

Depois de uma longa negociação convencemos nosso vizinho a ceder seu quintal sem uso para que o “Projeto Mulheres de Talento” o utilize para fazer uma horta comunitária.
A inauguração do “complexo” está prevista para Agosto, e a nossa fantástica equipe continua a mil por hora.
Da esquerda para a direita, Ananias, motorista e faz-tudo, Iris responsável pela Identidade Visual da Fundação Stickel e sinalização, Super Sandra arquiteta e tocadora de obra e João, empreiteiro.
Alguns aspectos da obra:

Muito cansado da agitação da vida urbana, Tom larga o emprego, compra um grande pedaço de terra no Alasca e se muda para lá.
Ele vê o carteiro uma vez por semana e vai à mercearia uma vez por mês. No mais, paz e tranqüilidade… Depois de seis meses, já em dezembro, alguém bate na porta. Tom abre e vê um homem barbudo, enorme, que diz:
-Meu nome é Lars, seu vizinho, 40 milhas adiante. Festa de Natal lá em casa, sexta-feira. Começa às cinco.
Tom se entusiasma:
-Ótimo, depois de seis meses por aqui, acho que estou pronto para conhecer umas pessoas. Muito obrigado, vou sim !
Lars começa a ir embora, pára e diz:
-Seguinte: vai ter bebida.
-Sem problema. Eu gosto de beber.
Novamente Lars ameaça ir embora, pára e diz:
-Olha só, também pode ter briga.
-Tudo bem eu me dou bem com as pessoas, mais uma vez obrigado.
Lars continua:
-E pode ter sexo meio selvagem…
-Também não é problema. Eu estou aqui faz seis meses. Mais um motivo para eu ir. E me diz uma coisa: qual é o traje?
E Lars:
-Você que sabe. É só nós dois.

Brigitte Bardot pergunta:
“Você tem que ter uma razão para amar?”
Brotinho Indócil - Vinicius de Moraes (1966)
A insistência daqueles chamados já estava me enchendo a paciência (isto foi há alguns anos). Toda a vez era a mesma voz infantil e a mesma teimosia:
— Mas eu nunca vou à cidade, minha filha. Porque é que você não toma juízo e não esquece essa bobagem…
A resposta vinha clara, prática, persuasiva:
— Olha que eu sou um broto muito bonitinho… E depois, não é nada do que você pensa não, seu bobo. Eu quero só que você autografe para mim a sua “Antologia Poética”, morou?
Morar eu morava. É danadamente difícil ser indelicado com uma mulher, sobretudo quando já se facilitou um bocadinho. Aventei a hipótese:
— Mas. . . e se você for um bagulho horrível? Não é chato para nós ambos? A risada veio límpida como a própria verdade enunciada:
— Sou uma gracinha.
Mnhum - mnhum. Comecei a sentir-me nojento, uma espécie de Nabokov “avant-la-lettre”, com aquela Lolita de araque a querer arrastar-me para o seu mundo de ninfete. Não, resistiria.
— Adeus. Vê se não telefona mais, por favor. . .
— Adeus. Espero você às 4, diante da ABI. Quando você vir um brotinho lindo você sabe que sou eu. Você, eu conheço. Tenho até retratos seus. . .
Não fui, é claro. Mas o telefone no dia seguinte tocou.
— Ingrato . . .
— Onde é que você mora, hein?
— Na Tijuca. Por quê?
— Por nada. Você não desiste, não é?
— Nem morta.
— Está bem. São 3 da tarde; às 4 estarei na porta da ABI. Se quiser dar o bolo, pode dar. Tenho de toda maneira que ir à cidade.
— Malcriado. . . Você vai cair duro quando me vir.
Desta vez fui. E qual não é minha surpresa quando, às 4 em ponto, vejo aproximar-se de mim a coisinha mais linda do mundo: um pouco mais de um metro e meio de mulherzinha em uniforme colegial, saltos baixos e rabinho de cavalo, rosto lavado, olhos enormes: uma graça completa. Teria, no máximo, 13 anos. Apresentou-me sorridente o livro :
— Põe uma coisa bem bonitinha para mim, por favor?…
E como eu lhe respondesse ao sorriso:
— Então, está desapontado?
Escrevi a dedicatória sem dar-lhe trela. Ela leu atentamente, teve um muxoxo:
— Ih, que sério . . .
Embora morto de vontade de rir, contive-me para retorquir-lhe:
— É, sou um homem sério. E daí?
O “e daí” é que foi a minha perdição. Seus olhos brilharam e ela disse rápido:
— Daí que os homens sérios podem muito bem levar brotinhos ao cinema…
Olhei-a com um falso ar severo:
— Você está vendo aquele Café ali? Se você não desaparecer daqui imediatamente eu vou àquele Café, ligo para sua mãe ou seu pai e digo para virem buscar você aqui de chinelo, você está ouvindo? De chinelo!
Ela me ouviu, parada, um arzinho meio triste como o de uma menina a quem não se fez a vontade. Depois disse, devagar, olhando-me bem nos olhos:
— Você não sabe o que está perdendo. . .
E saiu em frente, desenvolvendo, para o lado da Avenida.

Eu também quero pensão vitalícia de coronel, afinal de contas fui colega de classe da irmã da namorada do General Lamarca.
Nas sábias e atualíssimas palavras de Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto):
Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos.
Tenho dito.

Niemeyer projeta novo MAC para mudar o Ibirapuera.
Simplesmente assustador!
Para fazer essa reforma medonha é melhor deixar o DETRAN lá mesmo, como está.
Oscar Niemeyer que me perdoe, mas o colega arquiteto poderia aposentar o lápis e dedicar-se à praia de Copacabana, aos netos ou às orquídeas.
Insistir na arquitetura está depondo contra ele e sua obra.
( Não custa esclarecer: Sou totalmente a favor de uma sede própria para o MACUSP, com condições de exposição permanente de seu fantástico acervo.)
Ananias é um motorista de taxi gordo, desleixado, fumante e folgado. Seu filho nerd de 12 anos só pensa em videogame e chama-se Felizbento.
Arthur, meu filho fez o Ananias e eu fiz o Felizbento, numa rapidíssima peça de teatro hoje na Escola Viva, como parte das apresentações do final de semestre.
Marta (Martaxa) Suplicy rides again. E o povo que se lixe. Olha só o que a fofa disse sobre o (interminável) apagão aéreo:
“Relaxa e goza porque você esquece todos os transtornos depois.”
Só falta o arauto da incompetência Waldir Pires acordar de seu longo sono letárgico e anunciar candidamente, como vem fazendo desde o início do apagão:
“Não há problemas nos aeroportos…”
Mais tarde a debochada pediu desculpas, afirmando não ter tido a intenção de desdenhar do turista.
É realmente, ela não desdenhou do turista, ela desdenhou, como boa petista, de todos os brasileiros.
Este é o Osvaldo, meu colega do curso de pilotagem Beto Manzini, saindo para mais uma aula. Você faz três aulas acompanhado do instrutor, e depois mais duas sozinho, na última aula você é liberado para usar todo o limite de giros do motor e o seu tempo começa a ser checado.

Fiz ontem o curso de pilotagem do Beto Manzini em Interlagos. Demorei cerca de quarenta anos para assumir o meu tesão pelo automobilismo, e agora estou fazendo tudo direitinho, inclusive com este curso, que é excelente.
Os carros são Renault Clio e Megane, 1.6 16 válvulas, com preparação mínima e todos os requisitos de segurança.
O banco, por exemplo é uma concha, e com o cinto de segurança de quatro pontos bem apertado você passa a fazer parte do carro.
O forte do Manzini são os cursos de direção defensiva, para frotistas e seguradoras.

Ferrari é o que não falta na Vila Olímpia, vermelhas e amarelas de monte, as pretas são mais difíceis de aparecer por aqui.
Na Av. Helio Pellegrino/Nova Faria Lima elas circulam sempre em primeira e segunda marcha, pru modi fazê bastante barulho…
Esta é homenagem para o meu amigo JRO.

Disse Jeanne Moreau:
“A idade não te protege do amor. Mas o amor, de certo modo, te protege da idade.”
Dedicado ao meu Xará: Arquiteto; mineiro; artista plástico; músico e pai.
Vavá não tem preparo para lobby.
Lula não tem instrução para exercer a presidência.
Renan não tem vergonha na cara.
Dario Morelli é “homem forte” do PT.
…e por aí vai…
Do jeito que a coisa vai, eu é que estou sem preparo para ser brasileiro!!!
Já andou na pista de Interlagos? Quer que eu te leve? É só clicar aí em cima, o passeio será em um Porsche 911 Carrera de 1975.

Encontrei também um Donald Judd tropicalizado…
Encontrei aqui na Vila Olímpia um fragmento da pintura de Frank Stella (da fase boa, 1959…)

Acabei de ler, a muito custo,” Trem Noturno” de Martin Amis, escritor inglês da minha geração.
Li quase por obrigação, pois as resenhas que me lançaram na direção de tão frustrante leitura eram excitantes. O resultado de tanto esforço, pífio.
Talvez eu tente novamente com outra obra.
Jaguar XK 120 de 1950.

Trabalho com lâmpadas, tem de dois tipos, o que eu mesmo faço, e este aí em cima, bem melhor…
Pequena homenagem ao Varal de Idéias do meu amigo Eduardo Lunardelli.
No estúdio do Cassio, ao som de Rosa Passos e Paquito D’Rivera, uma pequena sessão de dança…








