24 de Fevereiro de 2006


Viajar é engraçado, por um lado gera tensão, expectativa, insegurança, pânico de aeroporto, horários, medo de esquecer alguma coisa importante, listas e mais listas de providências, pagamentos, etc…
Por outro é o tesão total, a expectativa do relax ao lado do teu amor, só passeio, só alegria, telefone, celular e computador desligados.
Aqui na realidade paulistana, dieta, horários, compostura, atividade física, compromissos.
Lá é bar aberto permanente, se jogar na cama a qualquer hora, pedir “room-service” quando der na veneta, banho de banheira, simplesmente não fazer nada, o que pode significar dias completos de atividades prazeirosas.

Entonces, bom carnaval a todos, vou dar um pulinho ali em NYC e já volto…

é isso, por fernando stickel [ 16:55 ]

Uma solteirona ouviu dizer que uma amiga ficou grávida só com uma Ave Maria que rezou na igreja de uma aldeia.
Dias depois, ela foi a essa aldeia e diz para o Padre:
- Bom dia, Padre.
- Bom dia minha, filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe Padre, soube que uma amiga veio aqui e ficou grávida só com uma Ave Maria.
- Não, minha filha, não foi bem assim, foi com um Padre Nosso, mas já o despedimos!

é isso, por fernando stickel [ 9:27 ]


A caravana do governo seguia pelo interior do Piauí, em vários carros. Todo mundo disfarçado de povo. Lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate aquela sede, e o nosso presidente manda parar junto da primeira casa no caminho para beber um pouco de água.
Diante do pedido daqueles homens importantes, tudo doutor, a dona do casebre, hospitaleira como todo sertanejo, grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado na porta:
- “Luiz Inácio! Corre aqui, jegue! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô bebê água!”
Lula, todo vaidoso, pergunta:
- “Eu vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio. Ele tem esse nome em homenagem a alguém?”
E ela, sem nunca imaginar que era o presidente em pessoa que estava ali, responde:
- “Não, dotô, na verdade o nome dele é Fernando Henrique, mas é que urtimamente esse minino deu prá bebê, roubá, minti e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele anssim” …

é isso, por fernando stickel [ 9:15 ]

Na véspera do carnaval, Stickel - Ciência colabora entendendo a ressaca:

1 - O que acontece com o corpo?

R: Conhece a história do “bateu, levou”? Ressaca é isso. Uma resposta do organismo a uma agressão que sofreu. Funciona assim: o corpo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia.
Resultado: Você fica fraco e sonolento. O excesso de álcool também inflama o aparelho digestivo, faz a cabeça doer, provoca náuseas, vômitos e aumenta a sensibilidade à luz.

2 - Por que a dor de cabeça é insuportável?

R: O álcool desidrata o corpo, do dedão do pé ao cérebro. Da seguinte maneira: o etanol inibe a produção do hormônio antidiurético, e sem ele você faz muito mais xixi. Engoliu, pronto: é hora de ir ao banheiro. Portanto, a cabeça dói porque os neurônios sentem sede, literalmente.

3 - Isso mata ou só é chato pra burro?

R: A menos que você queira se jogar do 76º andar, ressaca não mata. Todos os sintomas são passageiros, não duram muito. Mas sendo freqüentes, podem acabar em gastrite, pancreatite, cirrose… Aí, sim, vai durar muito.

4 - Por que a ressaca só aparece no dia seguinte?

R: Porque é durante o sono que o corpo do bebum trabalha para absorver todo aquele álcool que ele botou para dentro. De manhã, com o serviço feito, é hora de disparar os sintomas desagradáveis. Daí, é importante para, pelo menos, diminuir os efeitos da ressaca, que o bebum antes de deitar procure ingerir muita água. O problema é se você, chapado até o talo, vai lembrar-se disso.

5 - Qual a diferença entre ressaca e coma alcoólico?

R: A quantidade de etanol que o camarada bebeu. Até determinado ponto, ele vai sentir dor de cabeça, vomitar, se arrepender e depois fica tudo bem. Além desse ponto, a taxa de açúcar no sangue cai drásticamente; o coração pode parar de bater devido à inibição que o álcool produz nos centros nervosos do cérebro responsáveis pelos batimentos; o camarada perde a consciência. Resumindo, é encrenca da grossa.

6 - Beber de barriga vazia é pior?

R: Muito pior. Ter comida na pança significa que o etanol não estará sózinho na corrida da digestão. O organismo vai dividir as energias entre as duas tarefas, e isso tornará mais lenta a entrada do álcool na corrente sangüínea.

7 - Mas comer o que? Chuchu, rabada, macarrão?

R: De preferência, alimentos ricos em sal e gordura. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho. “O sal e a gordura estimulam a secreção de substâncias estomacais que protegem o estômago do álcool”

8 - Tomar uma colher de azeite antes de enfiar o pé na jaca ajuda?

R: Azeite também é gordura, portanto ajuda. Então pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedaços de pão na mistura. Isso mesmo, igualzinho ao que você faz com o couvert do restaurante.

9 - A propaganda diz para tomar um Engov antes e outro depois. Não pode ser dois depois?

R: Até pode. Um ou dois antes é que não adianta nada. Ainda não inventaram remédio que previne contra a ressaca.
Tudo o que existe apenas dribla os sintomas. O Engov tem hidróxido de alumínio, que alivia os males digestivos; tem AAS, que é um analgésico; e tem cafeína, que contrai os vasos sangüíneos dilatados pelo álcool e, assim, diminui o mal-estar.

10 - Me disseram que a ressaca de vinho é a pior de todas. Confere?

R: Não. As bebidas com teor alcoólico mais alto, os destilados (uísque, vodca, pinga) - é que provocam maior estrago. Elas são absorvidas mais rápidamente pelo corpo. Por dedução lógica, os fermentados (vinho, cerveja) fazem menos mal, certo?
Cuidado: tudo gira em torno da quantidade.

11 - Então, o que eu faço para acordar legal amanhã?

R: O truque é simples e eficiente: intercale um copo d’água entre dois de birita. A água é o verdadeiro santo remédio anti-ressaca. Ela reidrata, dilui o álcool e facilita o trabalho dos rins e do fígado. Sem dizer que também empanturra. Numa pança cheia d’água cabe menos pinga. Trocar a água por suco ou refrigerante também funciona. Essas bebidas são ricas em carboidratos, que viram energia e ajudam a metabolizar o álcool.

12 - O camarada que fuma enquanto enche o caneco vai ter uma ressaca mais branda?

R: Pelo contrário, álcool e fumo formam uma dobradinha mais perigosa que o Caniggia e Maradona na Copa de 90. Quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue e mais rápido se dá o processo de intoxicação.

13 - Danou-se. Acordei de ressaca. Por que o gosto de cabo de guarda-chuva na boca?

R: Por causa da desidratação. A boca fica seca e o paladar capta o sabor ácido das substâncias que o estômago despeja para processar o álcool.

14 - O que é melhor comer nessa hora?

R: Alimentos de fácil digestão para não estressar ainda mais o organismo, já detonado pelo esforço de processar o álcool.
Os campeões: frutas, para rehidratar e repor as vitaminas, e pão, batata e massas, para obter glicose rápidamente e fornecer energia ao corpo.

15 - Correr para a academia e malhar feito um louco ajuda?

R: Falou Superman … o pobre-diabo do manguaceiro não tem forças nem pra ir ao banheiro, quem dera para correr na esteira. E, para fazer exercício, o corpo precisa de glicose - a mesma que está sendo usada na recuperação pós-pé na jaca. Vai querer dividir?

16 - Já sei, vou continuar bebendo…?

R: Esse é o truque do alcoólatra. Ele “rebate” a ressaca com outro porre. Funcionar funciona, se essa é a sua saída, procure os Alcoólicos Anônimos.

17 - O que eu faço pro meu quarto parar de rodar?

R: Repouso. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. A ressaca aumenta a sensibilidade à luz. Aproveite o momento introspectivo para fazer a mais clássica das promessas: “Nunca mais vou botar uma gota de álcool na boca”. Toda ressaca tem que terminar com uma baboseira dessas…

é isso, por fernando stickel [ 9:12 ]

Deitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho, tira um antigo relógio do bolso com dificuldade e diz:

- Filho… Está vendo este relógio aqui?

- Sim, papa… responde o filho, com lágrimas nos olhos.

- Ele era do meu bisavô! continuou o pai. Depois ele foi passado para o meu avô… depois para o meu pai… depois para mim… e agora chegou a sua
vez… Quer comprar?!

é isso, por fernando stickel [ 8:50 ]
23 de Fevereiro de 2006

Mais uma da série das políticamente incorretas…

Um Argentino chegou na Rodoviária em Curitiba e pediu uma informação:
- Oye !… Onde tem um autocarro pra ir asta la estacion pra apanhar um comboio para Paranaguá ?
- Aqui não chamamos autocarro, chamamos ônibus.
- OK. Entonces como apanho o ônibus pra ir asta la estacion e apanhar o comboio?
- Aqui não chamamos estacion, chamamos rodoviária.
- Muy bien. Entonces, onde tem o ônibus pra ir até à ferroviária e apanhar o comboio?
- Aqui não chamamos comboio, chamamos trem.
- Caramba! Entonces, my hermano, como apanho o ônibus pra ir à ferroviária para apanhar o trem ??? !!!
- Aqui não dizemos apanhar, mas sim pegar.
- Carajo, me dejas de bromas? Muy bien, como pego o ônibus pra ir à ferroviária para pegar o trem ??? !!!
- Não precisa ir, é aqui mesmo…
- Joda! Hay que preguntar: Como é que ustedes chamam “filho da puta” acá, em Curitiba?
- Não chamamos. Eles vêm da Argentina sem ninguém chamar…

(Obrigado, JRO, esta é de matar!!!)

é isso, por fernando stickel [ 19:05 ]


Angeli matou a pau!

é isso, por fernando stickel [ 17:14 ]


Tenho uma novidade fantástica:
Está finalmente marcada para 20 Maio 2006 a abertura da minha exposição de fotos na Pinacoteca, serão cerca de 60 imagens na galeria das fotos.
E não é só, haverá também o lançamento de um livro sobre este trabalho que chamei de “Vila Olímpia”, com cerca de 100 imagens, editado pela Terceiro Nome.
Em reunião ontem com o curador Diógenes Moura, acertamos todos os detalhes, agora é correr atrás!

é isso, por fernando stickel [ 9:12 ]


Aluguel do smoking - R$ 100,00
Pé, mão e cabelo - R$ 100,00

Voltar cedo pra casa - Não tem preço!

é isso, por fernando stickel [ 1:43 ]
22 de Fevereiro de 2006

Lá no interiozão americano, o velho fazendeiro foi ao cinema da cidadezinha.
O bilheteiro perguntou:
- O que é isso no seu ombro?
- Isso é Chucky, o meu galo de estimação, onde eu vou, levo ele comigo.
- Sinto muito senhor, mas não permitimos animais no cinema.
O velho foi até esquina e enfiou o bicho dentro do macacão, no baixo ventre.
Voltou, comprou o bilhete e entrou.
Estava começando o filme e o velho sentou-se ao lado de duas velhinhas viúvas.
Abriu a braguilha para o galo respirar e o bicho botou o pescoço pra fora, todo feliz.
A velha ao seu lado cochichou pra outra:
- Acho que o cara ao meu lado é um tarado.
A outra cochichou:
- Porque?
- O cara botou o negócio pra fora!
- Ah, não se preocupe, na nossa idade nós já vimos de tudo.
- Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio tá comendo a minha pipoca!!

é isso, por fernando stickel [ 18:57 ]


A quinta série da Escola Viva visita a exposição de Magy Imoberdorf. no Espaço Fundação Stickel.
O educativo da Fundação Stickel tem promovido visitas guiadas das mais diversas comunidades à exposição, escolas públicas e privadas, deficientes visuais, idosos, creches, catadores de lixo, moradores de rua…
Os resultados são fantásticos, o aproveitamento de cada uma destas pequenas comunidades é emocionante.

Na foto, da esq. para a direita, Antonio, Pedro, Arthur (meu filho), Marcelo, Tomás e Lucas. Este grupo de super-amigos está junto na escola há quase 10 anos. A foto é da Jade, mãe do Arthur.

é isso, por fernando stickel [ 9:07 ]
21 de Fevereiro de 2006


Vejam o filme. Se não for pela Ferrari 275 GTB, vale por Paris.

On an August morning in 1978, French filmmaker Claude Lelouch mounted a gyro-stabilized camera to the bumper of a Ferrari 275 GTB and had a friend, a professional Formula 1 racer, drive at breakneck speed through the heart of Paris. The film was limited for technical reasons to 10 minutes; the course was from Porte Dauphine, through the Louvre, to the Basilica of Sacre Coeur.
No streets were closed, for Lelouch was unable to obtain a permit.
The driver completed the course in about 9 minutes, reaching nearly 140 MPH in some stretches.
The footage reveals him running real red lights, nearly hitting real pedestrians, and driving the wrong way up real one-way streets.
Upon showing the film in public for the first time, Lelouch was arrested. He has never revealed the identity of the driver, and the film went underground until a DVD release a few years ago.

é isso, por fernando stickel [ 19:25 ]


Desenho recente.

é isso, por fernando stickel [ 11:11 ]
20 de Fevereiro de 2006


We love Brazil, we love carnival… Tenha a santa paciência, que cafonice!!!
Bono amiguinho do Lula?
Roqueiro que toca um troço sem graça, açucarado?
Fazendo média com todo mundo?
Foi até vaiado quando incluiu a Argentina na média geral do Mercosul.

Meio gordinho, meio gay, e é “do bem”??!! Unanimidade universal??!!
Nas palavras de Nelson Rodrigues: ‘Toda unanimidade é burra.”

Sei não, pra mim o puxa-saco é pega-trouxa.

(PS para Alexandra: Eu sabia que meu comentário não seria do agrado de todos, mas assim é a livre expressão, felizmente.)

é isso, por fernando stickel [ 23:28 ]

Na bucha

A filha entra no escritório do pai, com o marido à tiracolo, e indaga, sem rodeios:
- Papai, por que você não coloca meu marido no lugar do seu sócio, que acaba de falecer?
E o pai responde, de pronto:
- Olhe filha, converse com o pessoal da funerária. Por mim, tudo bem…

é isso, por fernando stickel [ 23:23 ]


José Carlos BOI Cezar Ferreira, na entrada de sua casa/estúdio, Alto da Lapa, São Paulo.

é isso, por fernando stickel [ 13:15 ]

Certa vez o Diabo fez um desafio a Jesus:
- Aposto como digito muito mais rápido do que você!
O desafio foi aceito.
No dia marcado, Jesus de um lado com um computador simplesinho e o diabo com uma super máquina. Todos a postos.
O diabo, feliz, estala os dedos enquanto Jesus olha muito calmo para o seu oponente. Inicia-se a competição.
Aquele que digitasse mais texto em 30 minutos seria o vencedor.
O Diabo digita de maneira feroz: 900 toques/minuto.
Do outro lado da sala, Jesus digita usando apenas os dois dedos indicadores, no melhor estilo “Catador de milho de Jerusalém”.
A platéia fica, obviamente, nervosa com a performance. Quinze minutos se passam.
O diabo já digitou cerca de 10 Mb de texto, sem erros, enquanto Jesus ainda está na casa dos 5 Kb.
Os olhares se tornam mais nervosos.Vinte e cinco minutos se foram, e o diabo já anda pela casa dos 20 Mb de texto.
Jesus está ainda pelos 8 Kb.
Vinte e nove minutos passam.
De repente, PLUM! - cai a luz.
Desespero geral, pânico, gritaria.
Os juízes decidem terminar a competição pelo tamanho final do arquivo.
Tamanho final do arquivo de Jesus: 10 Kb
Tamanho final do arquivo do diabo: 0 Kb
- Mas não pode ser! - grita o diabo.
Isso é roubo, roubo!
Então os juízes respondem:
- Você se esqueceu de algo muito importante:

Só Jesus SALVA!

(gentilmente apontada, na mosca, pelo meu amigo Ze Rodrigo)

é isso, por fernando stickel [ 12:37 ]

Une bonne soeur se promène dans un quartier malfamé de Paris où la prostitution et le crime règne, quand soudain elle aperçoit une jeune pute avec un T-shirt où il est écrit “JESUS”, la bonne soeur va la voir et lui dit:
-Ma fille, il est rare de nos temps de voir des jeunes surtout dans votre situation croire encore en notre Sauveur, je vous félicite de prêcher ainsi la bonne parole…
La fille avec le T-shirt l’interrompt et lui dit:
-Qu’est c’tu veux la vieille? j’comprends rien à c’que tu m’racontes…
-Mais, mais votre T-shirt avec le nom du Christ, “JESUS” ?
-Quoi ?
Une amie de la pute s’approche et lui dit:
-J’t'avais bien dit qu’ça s’écrivait pas comme ça “je suce”.

(eu estudei francês na escola, é bom voltar a treinar um pouco…)

é isso, por fernando stickel [ 8:57 ]

Duas amigas, depois que morreram, encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:
- Como você morreu, amiga?
- Morri congelada.
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?
- Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando… Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência. E você, como morreu?
-Eu? Morri de ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que meu marido estava me traindo. Então, um dia cheguei em casa mais cedo, corri até o quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão. Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém.
Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém. Então, subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Puxa, que pena… Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas!

é isso, por fernando stickel [ 8:48 ]
18 de Fevereiro de 2006


Lá no topo do meu prédio.

é isso, por fernando stickel [ 21:02 ]


Já pensou ser tarado por rock e receber um sonoro NÃO da “promoter” Alicinha Cavalcanti, se você tiver peito pra ligar pra ela e pedir um jeitinho de entrar na área VIP, dos Rolling Stones, ou do U2?

Eu hein, no máximo um CD da turma e já tá bom demais!
Quero mais é ver o André transando com a Erica sendo pego pela mulher de um e mãe da outra.
É hoje que vai ao ar? Deve ser, pra competir com os roqueiros.

é isso, por fernando stickel [ 20:54 ]


No topo do meu prédio, hoje de manhã.

é isso, por fernando stickel [ 12:21 ]
16 de Fevereiro de 2006


Final de 1968, ou início de 1969 recebi a notícia de que havia entrado na FAUUSP.
Meu amigo Edo Rocha, que também havia entrado e eu, fomos pra Bahia comemorar, no meu Fusca 68 bordô.
Passamos o carnaval em Salvador, e na volta eu guiava na Rio-Bahia sob uma garoa fina, a cerca de 80 km/h, quando vi uma mancha lisa, brilhante no asfalto, logo à minha frente.
Não teve jeito, derrapei pra direita, corrigi, sambei pro outro lado e capotamos barranco abaixo.
Eu cortei o supercílio e o Edo, quando saiu do carro e subia o barranco, cortou o joelho.
Fui costurado no hospital de Jequié, meio a sangue frio, os médicos e enfermeiros foram super simpáticos e até almoço me deram.
Conseguimos uma cegonha para levar o Volkswagen semi-destruido de volta para São Paulo, entramos num ônibus e dois dias depois a vida continuou em São Paulo…

é isso, por fernando stickel [ 13:42 ]


Tirei esta foto nos anos 60, em frenta à casa dos meus pais, na R. dos Franceses esquina com R. dos Belgas no Morro dos Ingleses, Bela Vista.
O prédio à direita é o Hospital Infantil Menino Jesus, com frente para a Rua dos Ingleses.
Nesta esquina, graças à total ausência de tráfego, dei muitos cavalos-de-pau com meu Fusca 68, aproveitando a garoa sobre os paralelepípedos.
Morei neste endereço até 1971, quando casei.

é isso, por fernando stickel [ 12:38 ]


Tirei esta foto com uma Pentax Spotmatic 35 mm, no início dos anos 70. Os negativos daquela época sumiram, mas dá para escanear as cópias e limpar as sujeiras e os riscos mais intrusivos.

é isso, por fernando stickel [ 12:09 ]
15 de Fevereiro de 2006


Chiclete sabor Mastic, feito no Líbano, é políticamente correto?!

é isso, por fernando stickel [ 12:40 ]
14 de Fevereiro de 2006


Fui hoje ao Consulado Americano, na data marcada com meses de antecedência, revalidar meu visto de entrada, para meu passaporte novo.
Pelo site do Consulado preenchi os formulários, revisei tudo “n” vezes, examinei em detalhe todas as exigências, ciente de que estas coisas você tem que resolver com o maior pragmatismo e objetividade. (e calma, muita calma)
Tirei fotos 5×5, conforme recomendado. Não é que na hora H o carinha me mandou refazer a foto, sem óculos. Argumentei que eu “SOU DE ÓCULOS”, uso-os desde os 4 anos de idade, não adiantou. Resignado com esta falha do site do consuado, que NÃO menciona os óculos, fui até o canto da lanchonete e refiz as fotos, sem óculos, por um preço 40% superior ao que obtive na Vila Olímpia.

é isso, por fernando stickel [ 21:05 ]


Em tempo de charges políticamente incorretas…
Loiraça usando pretinho básico…

é isso, por fernando stickel [ 19:08 ]

A mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar…
Vai logo recomendando ao amante:
- Depressa, fique em pé ali no canto.
Rapidamente, ela cobre o corpo do amante com óleo e sapeca talco por cima, acrescentando:
- Não se mexa até eu mandar. Finja que é uma estátua. Eu vi uma igualzinha na casa dos Almeida.
Nisso, o marido entra e pergunta:
- O que é isto?
Ela, fingindo naturalidade:
- Isso? Ah, é só uma estátua. Os Almeida botaram uma no quarto deles, eu gostei tanto que comprei esta igual para nós. E não se falou mais da estátua.
Às duas da madrugada, a mulher já está dormindo e o marido ainda vendo televisão.
De repente, o marido se levanta, caminha até a cozinha, prepara um sanduíche, pega uma latinha de cerveja e vai para o quarto.
Ali, se dirige para a estátua e diz:
- Toma! Come e bebe alguma coisa, seu filho da puta!
Eu fiquei dois dias, como um idiota, no quarto dos Almeida e nem um copo de água me ofereceram!
A isto se chama:
“SOLIDARIEDADE MASCULINA!!!”

é isso, por fernando stickel [ 19:03 ]
13 de Fevereiro de 2006

boi3.jpg
Óleo sobre tela recente de José Carlos BOI Cesar Ferreira.

é isso, por fernando stickel [ 19:45 ]
12 de Fevereiro de 2006

Acabei de ler um artigo do Josias de Souza que, de tão claro e esclarecedor tomei a liberdade de copiar integralmente:

Indignação seletiva

Stephen Dedalus, do Joyce, disse: “A História é um pesadelo do qual eu estou tentando acordar.” O brasileiro poderia dizer algo semelhante. O Brasil, não é de hoje,  tornou-se um pesadelo perene, do qual vem sendo impossível despertar.

O sono anda tão conturbado que se passou a adotar o princípio da indignação seletiva. Em meio a tantos escândalos, uns se sucedendo aos outros, o país relega a um plano secundário as perversões supostamente ?menores?.

Foi o que aconteceu na semana passada com um episódio envolvendo o deputado Inocêncio Oliveira (PMDB-PE). Em julgamento realizado na última terça-feira, o TRT do Maranhão condenou-o a indenizar 53 trabalhadores mantidos numa fazenda de sua propriedade em condições análogas à de escravos.

Embora bombástico, o episódio teve repercussão de traque. A imprensa o noticiou burocraticamente. E foi cuidar de outros escárnios. Inocêncio continuou deslizando os sapatos pelos corredores da Câmara como se nada tivesse acontecido.   

O episódio demonstra os perigos a que está sujeita uma sociedade imersa em pesadelo eterno. Súbito, o país se descobre em estágio de abulia profunda. O anormal vai ganhando ares de hedionda normalidade.

Inocêncio não é um qualquer. Tem assento na mesa diretora da Câmara, Casa que já presidiu. Sob FHC, chegou mesmo a responder interinamente pela presidência da República, na qualidade de substituto constitucional, por nove vezes entre 93 e 94.

A senzala de Inocêncio foi estourada em 2002, numa visita de fiscais do Trabalho à fazenda Caraíbas, que o deputado mantinha nos fundões do Maranhão. Francisco Dornelles (PFL-RJ), ministro do Trabalho de então, apressou-se em esclarecer que não havia “elementos que caracterizassem a existência de trabalho escravo” na Caraíbas.

Inocêncio disse à época que, “como em toda fazenda da região e do Brasil”, os serviços temporários são gerenciados por um “gato”, que contrata mão de obra avulsa. “Não tenho relação com esse processo”, disse. Ou seja, o deputado estava para a senzala de sua fazenda assim como Lula está para o descalabro do mensalão.

Inocêncio desfez-se da propriedade. E o Brasil foi descascar outros escândalos. Num país em que dois empregados de uma fazenda de FHC só tiveram a carteira assinada no dia seguinte ao lançamento de sua candidatura à Presidência, em 1994, aquele era um deslize menor.

O diabo é que a Justiça continuou debruçada sobre a encrenca. Inocêncio foi condenado em primeira e segunda instância. Não contasse agora com o benefício da indignação seletiva, o deputado estaria padecendo o seu pelourinho particular.
Fica-se a imaginar o que seria do Brasil se o brasileiro tivesse voz, se pudesse protestar contra o que lhe fazem, se tivesse acesso à tribuna da Câmara para pronunciar discursos indignados acerca das mentiras que lhe dizem, se dispusesse de canais para reclamar tudo que lhe vem sendo negado. Se o brasileiro não estivesse condenado ao silêncio, esse país decerto seria bem menos “Inocêncio”.

(Comentário meu: De fato é tanta indignação, que mesmo fazendo uso da “Indignação seletiva” é um trabalho imenso para quem tem ainda um restinho de indignação.)

é isso, por fernando stickel [ 12:16 ]
11 de Fevereiro de 2006

Em tempo de charges políticamente incorretas…

Dois argentinos chegam a São Paulo, sem grana , e aí um diz pro outro:
- Vamos nos separar para pedir dinheiro e ao final do dia nos reunimos para ver quanto cada um de nós arrumou .
O outro topa e então cada um vai para o seu lado. Já bem de noitinha se encontram de novo e um pergunta para o outro:
- Quanto dinheiro você ganhou?
- 10 reais
- E como fez?
- Fui ao parque e pintei um cartaz:
NO TENGO TRABAJO, TENGO 3 HIJOS QUE ATENDER, POR FAVOR NECESITO AYUDA.
- E você , quanto ganhou?
- 8.895,00 reias.
- Madre mia!!! Como fizeste isso?
- Escrevi um cartaz que dizia:
ME FALTA 1 REAL PARA REGRESAR A ARGENTINA

é isso, por fernando stickel [ 19:18 ]


… minhas facas precisam ser afiadas…

é isso, por fernando stickel [ 0:23 ]
aqui no aqui tem coisa encontram-se

coisas, coisas, coisas

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