31 de Outubro de 2005
Warning about a new, highly virulent strain of sexually transmitted disease, that has been detected in Brazil. This disease is contracted through dangerous and high risk behavior:
The disease is called Gonorrhea Lectim (pronounced “gonna re-elect him”).
Many victims have contracted it after having been screwed for the past 4 years, in spite of having taken measures to protect themselves from this especially troublesome disease.
Cognitive sequellae of individuals infected with Gonorrhea Lectim include, but are not limited to, anti-social personality disorder traits; delusions of grandeur with a distinct messianic flavor; chronic mangling of all civilized languages; extreme cognitive dissonance; inability to incorporate new information, pronounced xenophobia and homophobia; inability to accept responsibility for actions; exceptional cowardice masked by acts of misplaced bravado; uncontrolled facial smirking; total ignorance of geography and history; tendencies toward creating evangelical theocracies; and a strong propensity for categorical, all-or-nothing behavior.
The disease is sweeping Brazil. Naturalists and epidemiologists are amazed and baffled that this malignant disease originated only a few years ago in a small town in the northeastern state of Pernambuco, and has developed strength in the suburbs of São Paulo
Beware of Gonorrhea Lectim, and take all precautions possible, in order not to be infected.
The apex of this epidemic is expected to happen by October 2006, but its results and consequences will last for four more years.
é isso, por fernando stickel [ 12:53 ]

TSUNAMIMÔMETRO
Recomenda-se a todos os países banhados por mar que adotem este moderníssimo aparelho de alarme.
é isso, por fernando stickel [ 12:17 ]
29 de Outubro de 2005
Um homem chega à noite em sua casa, com vontade de fazer uma surpresa para sua esposa.
Entra no quarto, e com a luz apagada, fica completamente nu, se mete no leito conjugal e começa a acariciá-la. Ela, reagiu de imediato subiu sobre ele, e fizeram amor de forma variada e impetuosa. Terminado o ato, o homem foi tomar um banho e ao abrir a porta do banheiro, encontrou a sua esposa secando-se com uma toalha.
Surpreso ele disse: - Como? Tú não estava agora mesmo na cama??!!
“Não”, respondeu a esposa. “Eu estava tomando banho”.
Abrindo desmesuradamente seus olhos, o homem exclama:
- Então… Co.. co.. com quem demonios acabo de fazer amor??
Sai a esposa gritando como uma possuída… Mamãeee!!!! ?
Chega ao quarto e encontra a sua mãe na cama fumando um cigarro, com cara de mulher satisfeita e um sorriso de orelha a orelha…
Surpresa, repreende:
- Mamãe, por que não lhe disse nada???
E responde a senhora com ar de dignidade :
- Tu sabes filha que eu e esse filho da puta NÃO nos falamos!!!”
é isso, por fernando stickel [ 14:18 ]

Kibe Loco tem a solução.
Eu andava meio cansado, preguiçoso, de ressaca baravelliana, atarefado além do que gostaria com a Fundação Stickel, às voltas com o dentista e a psicóloga do meu filho Arthur, e sem muito gás para postar aqui.
Foi quando, voltando do jantar com a minha filha Fernanda, que completa 28 anos hoje, 29 Outubro 2005, abri o blog do Noblat e encontrei isto:
“Dinheiro de Cuba para campanha de Lula
Um ministro contou esta noite a um senador e o senador acaba de me contar que a a reportagem da VEJA deste fim de semana é uma das mais explosivas de sua história - se não for a mais explosiva.
Ela dará conta da ajuda em dinheiro dada pelo ditador cubano Fidel Castro à campanha de Lula em 2002. O negócio envolveu gente ligada ao ex-ministro José Dirceu e ao ministro Palocci.
O dinheiro - ou parte dele - chegou ao Brasil em engradados de rum. O núcleo central do governo não faz a menor idéia do grau de estrago que a reportagem poderá causar na imagem de Lula.
Quando nada porque desconhece as provas e evidências reunidas pela revista para sustentar a reportagem.
Mas essa não será a única reportagem capaz de confirmar que o inferno astral de Lula sobreviveu à data do seu aniversário - ontem. Tem outra na VEJA que fala de dinheiro de grandes empreiteiras injetado nas campanhas do PT.
A grana foi repassada ao partido pelo esquema comandado por Marcos Valério e Delúbio Soares.”
é isso, por fernando stickel [ 0:06 ]
26 de Outubro de 2005

Depois de muito tempo gasto com a exposição do Baravelli, uma noite tranquila em casa.
Arthur dorme, e eu já vou pra cama já já.
é isso, por fernando stickel [ 22:51 ]
25 de Outubro de 2005
Um paulista deixou as ruas chuvosas de São Paulo para umas férias no Rio de Janeiro, sua esposa estava viajando a negócios e estava planejando encontrá-lo lá no dia seguinte.
Quando chegou ao hotel resolveu mandar um e-mail para sua mulher e como não achou o papelzinho em que tinha anotado o endereço do e-mail dela, tirou da memória o que lembrava e torceu para que estivesse certo.
Infelizmente ele errou uma letra, e a mensagem foi para uma senhora maranhense, cujo marido havia morrido no dia anterior. Quando ela foi checar os seus e-mails, deu uma olhada no monitor, deu um grito de profundo horror e caiu dura e morta no chão. Ao ouvir o grito, sua família correu para o quarto e leu o seguinte texto na tela do monitor:
- “Querida, acabei de chegar. Foi uma longa viagem… Apesar de só estar aqui há poucas horas, já estou gostando muito. Falei aqui com o pessoal e está tudo preparado para sua chegada amanhã. Tenho certeza que você também vai gostar. Beijos do seu eterno e amoroso marido.
PS: Está fazendo um calor infernal aqui!!! Se prepare.”
é isso, por fernando stickel [ 14:43 ]
In Jerusalem, a female CNN journalist heard about a very old Jewish man who had been going to the Western Wall to pray, twice a day, each day, for a long, long time.
So she went to check it out.
She went to the Western Wall and there he was! She watched him pray and after about 45 minutes, when he turned to leave, she approached him for an interview.
“I’m Rebecca Smith from CNN. Sir, how long have you been coming to the Western Wall and praying?”
“For about 60 years.”
“60 years! That’s amazing! What do you pray for?”
“I pray for peace between the Christians, Jews and the Muslims”.
I pray for all the hatred to stop and I pray for all our children to grow up in safety and friendship.”
“How do you feel after doing this for 60 years?”
“Like I’m talking to a fuckin wall.”
é isso, por fernando stickel [ 14:36 ]

Já se passaram trinta anos da morte de Wladimir Herzog.
é isso, por fernando stickel [ 11:47 ]
24 de Outubro de 2005
O não ganhou, eu votei no não, então eu deveria estar contente, certo?
Errado, me sobrou a sensação de que tudo está errado, nem sim nem não, muito pelo contrário.
O presidente decretando o fim da aftosa, quando ela só faz crescer, um amigo me conta que presenciou o Thomaz Bastos chegando para almoçar na casa da filha, aqui nos jardins, em SP, acompanhado de 12 meganhas de preto com as armas em riste, após ter candidamente votado no sim, e por aí vai, tudo errado.
é isso, por fernando stickel [ 22:27 ]
Lula depois de inúmeras derrotas cai em si e vai a uma igreja, se ajoelha na frente de Jesus, rezando:
Lula: - Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir meus pecados.
Jesus: - Está bem. Que tens feito?
Lula: - Depois de quatro anos no governo, deixei meu povo arruinado, desgostoso e na miséria.
Jesus: - Dê graças ao Pai!
Lula: - Também traí o povo e meu partido, que me deram apoio e, quando precisaram de mim, dei-lhes as costas.
Jesus: - Dê graças ao Pai!
Lula: - Enquanto o povo sofria e ficava na miséria, meu filho, meu genro e alguns poucos amigos enriqueceram descaradamente com a corrupção e com a impunidade.
Jesus: - Dê graças ao Pai!
Lula: - E, por último e pior, pela minha vaidade descontrolada e desmedida, coloquei meu país rico e maravilhoso no fundo do poço, na mais completa indigência.
Jesus: - Dê graças ao Pai!
Lula: - Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que o Senhor tem para me dizer é: “Dê graças ao Pai”?
Jesus: - Sim, agradeça ao Pai que estou aqui pregado na cruz, porque senão eu desceria daqui para te cobrir de porrada!
é isso, por fernando stickel [ 11:16 ]
23 de Outubro de 2005

No Espaço Fundação Stickel, visita guiada pelo próprio Baravelli à sua exposição, ontem.
é isso, por fernando stickel [ 18:42 ]

Porque acabei de votar NÃO:
1 A questão mais importante, moral/jurídica/constitucional eu já havia resolvido com muito pensamento, leitura, conversas, etc…
2 A questão Lula também já estava resolvida. Ele pede sim, eu faço exatamente o contrário. Se multiplicássemos o governo Lula por (-1) seria provávelmente o melhor governo que o país já teve.
3 A questão governo resolvi hoje mesmo. Como bom cidadão, acordo e vou me informar sobre o local da votação.
No jornal, nada, no site do TRE confirmo meu endereço de votação costumeiro na R. Quatá, Vila Olímpia. Tomo do meu guarda-chuva e para lá me dirijo. Na porta um cartaz: A votação mudou para R. Casa do Ator, continuo andando na chuva, no local indicado, outro cartaz, mais caminhada na chuva, nem um pouco romântica. No terceiro endereço consigo votar.
Ou seja, o governo confirma mais uma vez sua TOTAL INCOMPETÊNCIA.
Não merece crédito, não merece confiança, não merece nada além do meu veemente repúdio.
Portanto, NÃO.
é isso, por fernando stickel [ 11:12 ]

Photo by Phil Borges
Sua Santidade, o XIV Dalai Lama.
é isso, por fernando stickel [ 9:58 ]
22 de Outubro de 2005

Queridos papai e mamãe,
Estou curtindo muito meu intercâmbio na Alemanha. Realmente está sendo muito positivo.
Ainda bem que vcs insistiram para eu vir aprender outras línguas e cultura.
Atendendo seus pedidos finalmente rompi com aquele meu namorado de Taubaté.
Ele era mesmo um atraso na minha vida!
Estou me sentindo outra, aproveito para mandar uma foto nossa, minha e do meu novo namorado irlandês.
Vou esticar até o ano que vem para assistir a Copa!
Um beijo Meg, preciso de mais dinheiro!
é isso, por fernando stickel [ 9:58 ]
21 de Outubro de 2005

UMA IMAGEM QUE VALE POR 160 MILHÕES DE PALAVRAS
Esta excelente foto de Dida Sampaio/AE no Estadão de hoje me chocou, e o Noblat escreveu magníficamente sobre o que ela representa:
“Não, meus caros, definitivamente todos não são iguais perante a lei. Não no Brasil, onde o Estado é um anti-Estado. Existe para proteger e beneficiar os que podem mais e, aqui e ali, faz alguma coisa pelos que valem menos.
A foto acima é quase um resumo de nossa história de iniqüidades. À esquerda, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso, relator da ação que tirou da cadeia Paulo Maluf e seu filho; à direita, José Roberto Batochio, ex-presidente nacional da OAB e advogado dos Maluf.
São o retrato da confraternização permanente no andar de cima - tantas vezes acima da própria lei, da Justiça e da decência.
Para libertar os Maluf, Carlos Velloso e quatro ministros do Supremo fecharam os olhos a uma norma do próprio STF, que impede a análise de ação movida contra decisão de instância inferior da Justiça que haja rejeitado um pedido de liminar.
Era o caso da dupla malufista, que tivera rejeitados pedidos de liminar na Justiça de São Paulo, cujo mérito ainda não foi julgado. Venceu a tese defendida por Velloso de que os efeitos da norma devem ser abrandados quando se tratar de uma flagrante violação à liberdade de locomoção.
Relata o jornal O Estado de S.Paulo que, no julgamento e em entrevista, o ministro Velloso disse que ficou com pena de ver pai e filho presos na mesma cela. “Imagino o sofrimento de um pai preso na mesma cela que um filho”, argumentou. “Isso me sensibilizou.”
Não fosse por isso, Excelência. Bastava determinar que pai e filho ficassem em celas separadas…
Sem querer aderir à demagogia tão típica destes tempos “luloputianos”, ao ver a cena toda de ontem, no Supremo, me lembrei de reportagens recentes da imprensa paulista sobre casos de mulheres pobres, negras, chefes de família jogadas nas masmorras por meses, anos a fio porque furtaram um pacote de fraldas, umas fatias de mortadela, um vidro de xampu.
Uma delas, ao sair da prisão, estava cega de um olho, ferida, estropiada. “Se Maluf está doente”, alegou Carlos Velloso, “o tratamento na prisão é deficiente.” Ninguém se condói daqueles que têm o sofrimento e a miséria como rotina de vida.
Se em troca da liberdade ao menos os Maluf devolvessem voluntariamente aos cofres públicos tudo o que pilharam dos miseráveis de São Paulo, mas que nada… A Prefeitura foi saqueada, está quebrada e não tem dinheiro nem para atender às carências mais prementes de sua população.
Quantas fraldas, quantas fatias de mortadela, quantos vidros de xampu comprariam as centenas de milhões de dólares que os Maluf tomaram dos cidadãos, condenando-os à prisão e à infelicidade? Mas são eles, os bucaneiros brancos, ricos, poderosos, finos e elegantes que provocam a compaixão do Supremo.
Não lembro o autor da frase, mas a repito porque é implacável: “A desgraça dos pobres no Brasil é que eles só têm amigos pobres.”
é isso, por fernando stickel [ 17:11 ]
E o Nelson Jobim, hein, que vergonha!!!!
é isso, por fernando stickel [ 10:52 ]
20 de Outubro de 2005

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Cassia Gonçalves, a próxima a expor na R. Ribeirão Claro, Georgia Lobacheff, meio-eu e Anapana.
é isso, por fernando stickel [ 20:37 ]
The phone rings and the lady of the house answers:
“Yes?”
“Mrs. Ward, please.”
“Speaking.”
“Mrs. Ward, this is Doctor Jones at the Medical Testing Laboratory. When your doctor sent your husband’s biopsy to the lab yesterday, a biopsy from another Mr. Ward arrived as well, and we are now uncertain which one is your husband’s. Frankly the results are either bad or terrible.”
“What do you mean?” Mrs. Ward asks nervously.
“Well, one Mr. Ward tested positive for Alzheimer’s and the other one was positive for AIDS. We can’t tell which is your husband’s.”
“That’s dreadful! Can’t you do the test again?” questioned Mrs. Ward.
“Normally, yes, but Medicare won’t pay for these expensive tests more than once.”
“Well, what am I supposed to do now?”
“The people at Medicare recommend that you drop your husband off somewhere in the middle of town. If he finds his way home, don’t sleep with him.
é isso, por fernando stickel [ 20:00 ]

Estas duas gatas foram fundamentais para o sucesso da exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel. A da esquerda chama-se Maira e é filha da banqueteira Nani Bernardo. Calma e eficiente, resolveu tudo para o buffet. A da direita chama-se Sandra, e sem ela nada disso teria acontecido, além do que ela é o meu Amor.
A exposição de Luiz Paulo Baravelli, série Arte e Ilusão continua aberta até 12 novembro 2005, visitação de segunda a sábado das 14:00 às 20:00h, R. Ribeirão Claro 37 - Vila Olímpia.
Estacionamento gratuito, acesso pela R. Cavazzola 53, no mesmo quarteirão.
é isso, por fernando stickel [ 16:58 ]

Arcadi Volodos, 35 anos nascido em São Petersburgo, gênio e demônio do piano, fechou com chave de ouro a temporada 2005 da Cultura Artística.
Tocou Scubert e Liszt, foi aplaudido longamente de pé e deu entre 5 e 10 bis (perdi a conta, de tanta beleza e emoção)
Fiz as pazes definitivamente com a música clássica, graças ao jovem Volodos e também a estes grandes momentos:
Orquestra Filarmônica de Israel, regida por Zubin Mehta, Sinfonia Nº 6 em Lá menor - “Trágica” - de Gustav Mahler.
Rafael Frühbeck de Burgos comandou a Orquestra Filarmônica de Dresden: Brahms - Sinfonia Nº 3; Respighi - Fontane de Roma; Stravinsky - O pássaro de fogo
é isso, por fernando stickel [ 16:24 ]

A Mariana me ligou, perguntou o que eu fazia, se dava aulas, como eram as aulas, etc… Precisava de uma aula particular, pois queria presentear o seu amigo Esmir com um dia especial de aniversário, cheio de atividades surpresa, inclusive o meu estúdio.
Sugeri que ele viesse num dia normal de aulas, ele veio, sem a menor idéia do que iria encontrar, desenhou, conversou, olhou, leu alguns dos meus livros. Man Ray foi um deles.
Conheci duas pessoas ótimas, Esmir teve um aniversário fantástico, parabéns pra Mariana pela excelente idéia.
é isso, por fernando stickel [ 8:28 ]
19 de Outubro de 2005

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Paula Miranda, Francisco Ciampi, Samuel McDowell de Figueiredo, Sergio Ficher, Roberto e Christiane Camps.
é isso, por fernando stickel [ 0:59 ]
18 de Outubro de 2005

Na foto, Luis Paulo Baravelli e Davenire Giardino.
A propósito da exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, recebi do famoso crítico italiano, de Milão, Davenire Giardino a seguinte carta (expressa):
Caríssimo Fernando,
Oppure stanco del viaggio ( Italia eh proprio lontana) non potevo mai dimenticar il grande amicco Baravelli. Adesso la critica.
Bacci,
Davenire
Baravelli: Uma exposição a ser vista.
A quietude simplifica.
Baravelli está quieto. Volta ao traço básico, à essência, à figura sentada, ao alimento. Olha para dentro e neste olhar encontra a linha e a ordem. Na figura de fundo as linhas de um papel quadriculado, a base da ordem, da simetria. Na figura humana as proporções divinas. No recorte preciso a quebra da estrutura. Baravelli, um homem encapsulado nas formas perfeitas rompe a estrutura da mesmice.
Um salto lógico. Na gnose de Upanixade e nos diálogos de Misargatta Maharaj conhecer a Si Mesmo significa descobrir em nós aquilo que já é nosso. E descobrir ainda que não há real diferença entre o ser em mim e a totalidade universal. Já a gnose tibetana dá um passo ulterior, um não retorno: nadifica também o si mesmo. O zero é a matriz do tudo e do nada, luz e treva.
Tomemos um símbolo; o espelho. Esse nos reflete idênticos invertidas as partes. O que está à direita se transpõe à esquerda e vice e versa. De modo que quem nos olha somos nós, mas não os nós que um outro vê. Restituindo-nos a nossa imagem invertida no eixo frente e costas o espelho produz um efeito que pode até aludir a um sortilégio: olha-nos de fora, mas é como se nos examinássemos por dentro, a nossa própria visão não nos é indiferente, intriga-nos e perturba-nos mais que qualquer outra pessoa. É o olhar devolvido. Baravelli nos devolve esta visão. Ilusão ou arte?
Davenire Giardino
é isso, por fernando stickel [ 19:07 ]

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Daniela Lunardelli, Caio Quintino de Oliveira, Abbondio Barana Neto, Leda Catunda e Sergio Romagnolo, Arnaldo Halpern e Maria Heloisa, Roger Bassetto e Cezar de Almeida.
é isso, por fernando stickel [ 17:26 ]
Lula morreu. Houve uma reunião ministerial em Brasília para decidir onde ele seria enterrado. Um ministro sugeriu:
- Deve ser enterrado em Garanhuns. Afinal, é sua cidade natal.
Então um bêbado, que não se sabe como entrou na reunião, disse com aquela entonação típica dos bebuns:
- Em Garanhuns pode… Só não pode em Jerusalém! Como estava de fogo, ninguém deu bola para o que ele disse.
Um segundo ministro disse:
- Acho que deve ser em São Bernardo, onde ele viveu e fez sua carreira sindical e política.
O bêbado mais uma vez interveio:
- Em São Bernardo pode… Só não pode em Jerusalém!!!
Novamente, ninguém deu ouvidos a ele.
Um terceiro ministro finalmente sugeriu:
- Nem em Garanhuns, nem em São Bernardo. Deve ser enterrado em Brasília, pois era Presidente da República, e todos os presidentes devem ser enterrados na Capital Federal.
E o bêbado novamente:
- Em Brasília pode… Só não pode em Jerusalém!!!
Aí, perderam a paciência com o cara:
- Por que este medo que Lula seja enterrado em Jerusalém?
E o bêbado respondeu:
- Porque uma vez enterraram um cara lá, e ele RESSUSCITOU!!
é isso, por fernando stickel [ 16:51 ]

Fotos da Nina Jacobi, emprestadas do Glamurama.
Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, de cima para baixo: Rafael Baravelli, filho do próprio, nasceu no mesmo dia que o meu filho Antonio, Gilda e Dudi Maia Rosa, Marcio e Ana Cristina Cantarelli, Bob Cook.
é isso, por fernando stickel [ 12:36 ]

Ilustração de Antonio Henrique Amaral
Trecho da crônica QUEM NÃO SE ARMA NÃO MATA por Ferreira Gullar:
“Não é esse o seu mundo: você quer a paz, a segurança, o convívio fraterno - você quer a vida. Quem tem que cuidar de sua segurança é a polícia, que é paga por nós para isso. Os policiais são treinados para lidar com armas e com criminosos. Em vez de votar a favor das armas, unamo-nos todos para exigir do governo que cumpra com seu dever.”
é isso, por fernando stickel [ 9:36 ]

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq para a direita, eu, Walter Appel e Baravelli.
é isso, por fernando stickel [ 0:37 ]

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq para a direita, Isabelle Ribot e Luiz Paulo Baravelli, Claudia Valladão de Mattos, responsável pela equipe de pesquisa e centro de documentação sobre a Escola Brasil: que a Fundação Stickel está patrocinando e Andrea Greeb.
é isso, por fernando stickel [ 0:07 ]
17 de Outubro de 2005

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Eduard Bos e Flora (eram meus alunos e namoravam durante as minhas aulas…), Margot Delgado, Eugenia Zerbini e Eleonora, Pepe Aflalo, Fleury de Oliveira, Maria Villares, Ciça Aflalo.
é isso, por fernando stickel [ 20:04 ]

Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, Mary Kopenhagen Hornett.
Nos próximos sábados, dia 22/10 e 29/10 Baravelli fará uma visita guiada à sua exposição com início às 18:30h e vagas limitadas. A inscrição pode ser feita com a filha e marchand do artista, Ana Baravelli, no e-mail anabaravelli@gmail.com
é isso, por fernando stickel [ 11:10 ]

Sábado na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Rafic Farah, meu irmão Roberto e cunhada Maria Eugênia.
é isso, por fernando stickel [ 10:48 ]

Sábado na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, da esq. para a direita, Lu Rodrigues, Dudi Maia Rosa e Miguel Chaves.
é isso, por fernando stickel [ 9:52 ]