29 de Janeiro de 2005


Se na placa estivesse escrito “PARAISO” daria na mesma. Conta minha filha que piorou muito nestes 10 anos, e mesmo 5 anos atrás, por depoimento da Sandra era muito mais tranquilo. Para mim que conheci agora É um paraiso e pronto.

é isso, por fernando stickel [ 0:51 ]
28 de Janeiro de 2005


Praia do Espelho, Bahia. De segunda a sexta neste paraíso, com direito ao nascer da lua cheia, mais parece que ficamos 15 dias. Valeu MUITO a pena ficar longe da combinação infernal telefonefaxcomputadorjornalTV.

é isso, por fernando stickel [ 22:46 ]
22 de Janeiro de 2005

Artigo fantástico do Mauro Chaves no Estadão de hoje:

Vírus imbecilizante: A Globo presta um desserviço ao Brasil, ou a conspiração contra o mérito.

O mais grave não é o deslumbramento do presidente pelo prazeroso desfrute do poder, ou seu suposto “gosto pelo luxo” - que só agora alguns de seus antes fervorosos admiradores parecem descobrir. Não será a satisfação presidencial de degustar um Romanée Conti , ou de saborear cordeiros da Patagônia, ou de usar roupões de linho egípcio, ou de ter à disposição um Ômega australiano e um avião importado sob medida, com chuveiro - enquanto exerce seu papel de líder mundial contra a fome -, que deve causar maiores preocupações à sociedade brasileira.

O mais grave não é a incoerência ideológica, que leva a se repetir hoje, de forma piorada e sem os corretivos originais, tudo aquilo que se torpedeou por mais de duas décadas - em termos de política econômica (mais favorável aos spreadadores do que aos produtores e trabalhadores), de arregimentação fisiológica de base parlamentar, de abafamento de investigações comprometedoras ou de blindagem de acólitos suspeitos.

O mais grave não é o descumprimento de promessas, ou o estardalhaço de lançamento de programas sociais que logo se tornam um shakespeariano muito barulho por nada (much ado about nothing) e, na melhor das hipóteses, não passam de rebatismo de programas alheios, só que mal gerenciados, sem exigência de contrapartidas, ou fraudados (como o Bolsa-Família) ou reduzidos ao velho assistencialismo esmoler, em vez de ser um empuxo ao esforço das famílias visando ao próprio desenvolvimento, pela via insubstituível da educação.

O mais grave não é a desarticulação governamental, que produz desastradas cabeçadas interministeriais, com ministros criticando programas de governo e o chefe de Estado e governo contestando-os publicamente - e ficando tudo por isso mesmo, numa zorra descoordenada, enquanto os áulicos (de dentro e de fora do governo) balançam verticalmente a cabeça, qual sorridentes (e ruminantes) vaquinhas de presépio, ao ouvirem as platitudes dos improvisos presidenciais, num gestual de encantamento, como se estivessem a absorver a sabedoria, em estado puro, de um portentoso estadista.

Mas, então, se não é nada disso, o que é o mais grave?

É o que inocula no espírito da juventude brasileira um assombroso ralo de esvaziamento de valores: é a verdadeira conspiração em curso, neste país, contra o mérito e o esforço do aprendizado. É o conceito de merecimento que se vai esboroando. É o empenho individual na aquisição de conhecimentos que se vai desmoralizando. Parece que se está tentando implantar no País uma espécie de Revolução Incultural (talvez embasada numa Doutrina da Neo-Ignorância), que relega ao desprezível “elitismo” todo o esforço pessoal do aprendizado, toda a busca de conhecimento, para aperfeiçoamento. “Muitos que leram tudo e estudaram muito não fizeram nada pelo Brasil” - eis aí a síntese doutrinária, emanada do Planalto, que tem por conclusão silogística a iluminada dedução: “Logo, os que não lêem e estudam pouco têm condições de fazer mais pelo Brasil.”

É assim que se combate o “elitismo” dos que se esforçam para adquirir saber, para conhecer. Por exemplo, combate-se o “elitismo” da exigência do inglês (e de cultura geral) no Itamaraty, impõem-se regimes de “cotas de acesso” (raciais e de outros gêneros) nas universidades, rebaixam-se exigências - para deixar preparados e despreparados em iguais condições de competitividade -, substitui-se o julgamento da aptidão técnica, do engenho, do talento, da operosidade pelos eflúvios sinergéticos do compadrio, do companheirismo, das afinidades de cupincha, a ponto de o velho quociente de inteligência (Q.I.) ter cedido lugar, definitivamente, ao método ascensional pela via do “quem indica” (Q.I.).

Na verdade, o “aparelhamento” geral da administração pública federal, que vai esgarçando o tecido cultural, cognitivo, técnico - e ético - de instituições permanentes do Estado, como o Itamaraty, produz estragos muito maiores do que os das distorções administrativas decorrentes da partidarização governamental. É que, para as novas gerações, ele alimenta a mentalidade perniciosa da política enquanto “atalho” - de crescimento profissional, econômico, social - sem o esforço pessoal, às vezes penoso, do aprendizado. É claro que governo algum pode ser o responsável isolado por esse tipo de mentalidade - mas, sem dúvida, estimula, em todos os campos de atividade, a ilusão de vencer na vida por meio do menor esforço.

O programa Big Brother-5, da Rede Globo, é uma das ilustrações mais emblemáticas do grande sucesso dessa conspiração. Num simulacro capenga de realidade e representação, jovens buscam o estrelato e a fortuna por um “atalho” direto rumo ao status de celebridade, que dispensa quaisquer preparos - desestimulando pretendentes a atores e atrizes ao estudo das artes cênicas, ou a participarem de grupos teatrais e demais empenhos necessários ao início de uma boa carreira artística. Confinados numa casa confortável, vivendo um ócio langoroso, sem demonstrar interesse especial por assunto algum, os participantes desse huis clos apenas exibem um narcisismo barato, expresso em conversas tolas, sem nenhum conteúdo aproveitável, forçando artificialmente - e banalizando - tanto relações amorosas quanto noções de liderança.

A Globo, capaz de produzir seriados de excelente qualidade - como o Hoje é Dia de Maria, um mergulho no realismo mágico da alma popular brasileira - e até de exibir ótimos enlatados, como o 24 Horas - verdadeira aula de carpintaria dramatúrgica em roteiro de ação máxima, com unidade de tempo e ação (como no teatro grego) -, ainda não percebeu que, com a bobagem desse Big Brother, importou um vírus imbecilizante, capaz de, a médio prazo, estragar o senso crítico, o gosto de seu telespectador, o esforço de aprendizado de seus futuros elencos e, a longo prazo, a qualidade da audiência de suas novelas e seriados - seu melhor produto. Neste sentido, esse BBB é uma cabeça de ponte ou patrulha avançada da conspiração contra o mérito, que parece pretender esboroar a inteligência e a criatividade do povo brasileiro.

Mauro Chaves, jornalista, advogado,administrador de empresas, escritor, produtor cultural e pintor, é autor, entre outros livros, de Eu não Disse? (Ed. Perspectiva).
E-mail: mauro.chaves@attglobal.net

é isso, por fernando stickel [ 23:01 ]
17 de Janeiro de 2005


A vovó Martha e o Arthur, hoje na festinha de aniversário de 10 anos dele.

é isso, por fernando stickel [ 22:34 ]

O sujeito, viajando a trabalho está sozinho no hotel, uma noite chuvosa, nada que preste na TV. Fuça as gavetas e encontra uma bíblia. Folheia desinteressado, até que se depara com uma passagem que o deixa muito animado. Pega o telefone e liga para a recepção.
- Recepção, Elizângela, boa noite.
- Boa tarde, Elizângela, tem os horários dos ônibus aí?
- Não senhor infelizmente. Mas posso tentar conseguir o número da rodoviária para o senhor…
- Oh! Não me chame de senhor, não sou tão velho assim. E você, tem uma voz muito agradável, que idade tem?
- 24 aninhos.
Conversa vai, conversa vem ele acaba passando a cantada e a garota vai ao seu quarto. Depois da transa, ela ri:
- Puxa, quem diria, mal nos conhecemos e acabamos fazendo amor…
- Eu sabia que ia acontecer - responde o nosso herói.
- Sabia?! Mas… como?
- Estava escrito na Bíblia…
- Na Bíblia????!!!! Em que capítulo? Em que versículo??
- Não, não… aqui, na contracapa, escrito à mão em letras garrafais:
“A ELIZÂNGELA DA RECEPÇÃO É GOSTOSA E MUITO FÁCIL DE COMER…”

é isso, por fernando stickel [ 12:06 ]

A velhinha chega ao céu e logo encontra o guardião dos portões a esperando.
Ela pergunta porque existem 2 portas ali, uma azul e outra vermelha. São Pedro então lhe diz:
A porta azul leva ao Céu, e a vermelha desce ao Inferno. Você pode escolher para onde quer ir.
Nisso, ouve-se uma gritaria e um barulho de furadeira atrás da porta azul.
- Mas o que é isso? - pergunta a velhinha.
- Nada não, é um cara que acabou de chegar e estão lhe furando as costas para por as asas.
A velhinha fica indecisa quando, de repente, ouve-se nova gritaria por trás da porta azul.
- E esta gritaria agora, o que é ?
- Nada não, é que estão furando a cabeça dele para fixar a auréola.
- Nossa, que horror! Eu não quero ir pro Céu, vou pro Inferno.
- Mas lá o Diabo vai te foder!
- Mas pelo menos os buracos já estão prontos….

é isso, por fernando stickel [ 10:31 ]


Aquarela do Dudi em grande estilo.

é isso, por fernando stickel [ 0:53 ]
16 de Janeiro de 2005


Foto: Revista Veja

AI QUE VERGONHA!
AI QUE POBREZA!
AI QUE BURRICE!
AI QUE IGNORÂNCIA!
Este homem acha dispensável aos diplomatas brasileiros falarem inglês.
Bom, mas também com este figurino jeca-tatu tá tudo explicado.
O sapato da direita é de outro jeca, o Itamar, que pelo menos combina terno preto com sapato preto.
Vejam o que escreve a Dora Kramer sobre a lamentável decisão:
A decisão de relegar o domínio de idiomas na diplomacia ao terreno dos assuntos menores - há oito anos foi o francês, agora é o inglês que deixa de ser prova eliminatória para o ingresso no Instituto Rio Branco - não é, como quer fazer supor o chanceler Celso Amorim, um investimento na “democratização” do
acesso à carreira diplomática.
Configura-se, antes de qualquer coisa, um elogio à desqualificação do conhecimento.
Mais grave: vai de encontro à regra geral segundo a qual o que nos diferencia dos animais é o atributo do raciocínio e a capacidade de nos comunicarmos com nossos semelhantes através da linguagem.
Não sobram, portanto, muitas conclusões a respeito da inovação anunciada. Trata-se daquele mesmo tipo de populismo pueril que fez o governo brasileiro apoiar sentença judicial obrigando a identificação de cidadãos americanos na alfândega brasileira e antes havia incentivado o presidente da República a cassar o visto de permanência do correspondente Larry Rother do New York Times por presumida ofensa à honra nacional.
Fala-se que o pretendido na realidade pelo chanceler é tornar mais fáceis as provas a fim de permitir o aumento do número de diplomatas a serviço do Itamaraty. Ainda que seja esta a razão, já por si inexplicável, mais injustificado ainda é fazê-lo dessa forma, através da dispensa do inglês.

Ocorre que para a mentalidade vigente no alto comando da diplomacia e festejada no Palácio do Planalto, esse tipo de “brasileirismo” tem charme e dá a sensação aos seus áulicos de serem artífices de um contraponto à política econômica onde pirotecnias dessa ordem são proibidas, pois levariam à derrocada o próprio governo.
Brinca-se, então, de soberania com bobagem. Como se fez nos casos da identificação nos aeroportos e da tentativa de expulsão do jornalista. Naqueles episódios, porém, os atos limitaram-se ao campo do burlesco. Agora, a coisa soa mais séria porque entra no terreno da educação, com o governo jogando no time adversário.

Apostando na ausência do saber como forma de fazer sabe-se lá o quê, dada a carência de ganho real e objetivo em tal decisão, o governo brasileiro apenas lustra sua notoriedade no que tange à falta de rumo.
Senão, diga o leitor cujos sacrifícios para municiar educacionalmente os filhos não são poucos, a que objetivo, do ponto de vista do desenvolvimento do País e do bem-estar dos cidadãos, poderia atender a decisão de dispensar diplomatas brasileiros de falar a língua que unifica a comunicação mundial nos dias de hoje? A nenhum, evidentemente.
O único efeito será o de piorar a qualificação dos profissionais e não há nada no mundo que possa explicar o empenho de um governo no retrocesso do conhecimento da sociedade em geral e dos servidores públicos em particular.
Diz o ministro das Relações Exteriores que a exigência do inglês é elitista e limita o exercício da diplomacia aos filhos de famílias mais abastadas.
Com todo o respeito que a argumentação não merece, o embaixador Celso Amorim parece acometido de uma certa deformação dos sentidos.
Primeiro, por negar a evidência até simplória do inglês como instrumento básico de trabalho nas relações internacionais; segundo, por pretender que o Brasil se insurja contra uma realidade corriqueira quando o governo já se submeteu a consensos muito mais controvertidos, como os da economia, por exemplo; terceiro, por acreditar que é baixando o nível da exigência que se promove a inclusão. Tal distorção levada ao extremo autorizaria uma revisão geral dos requisitos para o exercício das diversas carreiras e, assim, facilitar a elevação do nível educacional e profissional do brasileiro.

Imaginemos tal princípio aplicado aos cursos de medicina, muito mais restritivos sob o aspecto da necessidade do preparo e formação do candidato do que o concurso para o Itamaraty, e teremos na comparação uma boa idéia da ausência de tino que pauta essa diplomacia de - para usar o símbolo contemporâneo de populismo rastaqüera - R$ 1.

é isso, por fernando stickel [ 20:39 ]
15 de Janeiro de 2005


Meu caçula Arthur vai completar 10 anos nesta segunda-feira, 17 Janeiro.

é isso, por fernando stickel [ 10:39 ]
11 de Janeiro de 2005

PS: Se alguém quiser comentar, não se acanhe, pode usar o envelope aí do lado esquerdo e me escrever. Os comentários estão fora do ar e não sei consertar…
PS do PS: Olha só a simpatia de e-mail que recebi. E funcionou!

Oi, Fernando
Sou sua leitora assídua e vejo que o sistema de comentários desapareceu desde hace mucho tiempo. Já aconteceu a mesmíssima coisa comigo e com o Fernando Cals - Observador . Com os nossos blogs, simplesmente uma pessoa, ao clicar várias vezes em “publicar”, acabou travando tudo.
Se o seu sistema é o do blogger.com.br, vá até a homepage, clique em comentários (alto à direita), depois em “ver comentários” e verifique se tem algum comentário repetido inúmeras vezes. Se tiver, delete-os e tudo voltará ao normal na mesma hora.
Espero tê-lo ajudado de alguma maneira.
Beijos,
Ana Maria Moreira Marques

é isso, por fernando stickel [ 14:33 ]

Projeto da Câmara aumenta verba de gabinete dos deputados.

VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHAVERGONHAVERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHAVERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHAVERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Aumentar impostos de maneira imoral, escorchante e burra, tudo bem, cortar despesas, nem pensar, e assim o nosso Brasil vai se arrastando na rabeira do
mundo…

é isso, por fernando stickel [ 14:30 ]

SAÚDE, CALMA E JUÍZO NO ANO NOVO

Fui ao meu clínico geral ontem, carregado de exames. O colesterol subiu, a capacidade cardiopulmonar caiu, e o peso subiu. Nada que uma dieta e o aumento gradativo de exercícios não resolva.
Quero adicionar a isto parar de roer as unhas, será que é tão difícil assim?

é isso, por fernando stickel [ 9:01 ]
10 de Janeiro de 2005

Ayrton Senna llega al cielo y San Pedro le pregunta:
- ¿Cuál es su nombre, hijo mío?
- Ayrton Senna da Silva.
- ¡Ah! Ud. es el corredor de la F1, ¿cierto?
- Sí, soy yo.
- Ud. tenía una isla en Angra dos Reis, un yatecito, un helicóptero, una lancha, una hacienda en Tatuí y ganaba 1.200.000 dólares por carrera, ¿verdad?
- Así es.
- Y manejaba un Audi, un Honda NSX, y tenía una Ducati con su nombre, ¿correcto?
- Sí, señor.
- Y Ud. vivía en Mónaco, pero viajaba a Brasil cuando quería con su propio jet privado, ¿es así?
- Correcto.
- Y además Ud. se volteó a Xuxa, a Adriana Galisteu y a unas cuantas modelos más, ¿cierto?
- Sí.
- ¡Puta madre…!
-Está bien, entre. Pero le anticipo que el Paraíso le va a parecer una mierda…

é isso, por fernando stickel [ 20:03 ]


Construí este banheiro na minha casa da R. Ribeirão Claro um pouco antes do meu filho Arthur nascer. Ele vai completar 10 anos no próximo dia 17 Janeiro.
Tomei muitos banhos de banheira com ele, ali relaxei acompanhado de um uísque triplo nos piores dias da fase em que fui sócio do Auto Posto Interlaken, um posto de gasolina, e agora olho para tudo isso com a certeza de que nada é para sempre, tudo muda, tudo se transforma, pessoas, coisas, casas, o planeta.

é isso, por fernando stickel [ 15:38 ]
9 de Janeiro de 2005


Reiniciei minhas atividades fotográficas, depois de uma longa pausa. O tema é a minha casa na Vila Olímpia, agora sob nova direção.

é isso, por fernando stickel [ 12:28 ]
8 de Janeiro de 2005


Há 14 anos a Francisca chegou de Minas Gerais com os dois filhos pequenos, Nilson e Clemilson para trabalhar na minha casa na Vila Olímpia, São Paulo.
Viúva, humilde, simples, uma das lentes de seu grosso óculos de míope estava rachada e os filhos só olhavam para o chão, não respondiam às minhas tentativas de conversa.
Na primeira noite levei aos recém chegados pizza e sorvete, na manhã seguinte tratei de consertar os óculos dela.
Hoje cedo a família se mudou definitivamente.
Nestes 14 anos comprei terrenos vizinhos, fiz inúmeras reformas, a casa conheceu períodos de grande movimentação, nasceu meu filho Arthur, me separei, mudei, montei novo estúdio, minha ex-mulher mudou, ajudei a Francisca a comprar sua casa própria, e é para lá que ela vai, fica logo depois do túnel Maria Maluf.
Boa sorte na casa nova, Francisca, e obrigado por tudo, sobretudo por se dedicar tanto ao Arthur.

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]
7 de Janeiro de 2005

Nas últimas notícias do Estadão: Gilberto Gil revela que Lula não tinha plano de governo.

Não me diga!!!!

é isso, por fernando stickel [ 18:20 ]

Cuidado, 2005 promete! Este golpe está sendo aplicado nos homens em vários shoppings!!!

Poucos dias atrás, em pleno feriado de ano novo, um amigo passeava pelo Shopping Morumbi, quando foi abordado por duas loiras, bonitas, na faixa dos 20 anos, queimadíssimas de sol, ambas trajando vestidinhos Versace, curtos e semi-transparentes, extremamente decotados. As moças se apresentaram como representantes de uma multinacional de cosméticos e o convidaram para participar de uma pesquisa.
Sem desconfiar de nada, ele aceitou. Elas então o levaram até a porta principal do shopping, onde um Omega 0km preto os aguardava. Elas disseram que a pesquisa seria feita em outro local, mais tranqüilo. Levaram então meu inocente amigo para uma enorme mansão nos jardins.
Lá chegando, foi recebido por duas morenas maravilhosas, queimadíssimas de sol, também trajando vestidinhos Versace, curtos e transparentes, extremamente decotados.
Estas moças ofereceram a ele o que parecia ser um refrigerante, numa taça de cristal, e o encaminharam para um dos quartos da casa, onde seria feita a pesquisa. O quarto tinha uma cama king-size e foi ali que seu pesadelo começou. De repente, as quatro moças deixaram cair seus minúsculos vestidinhos Versace e, totalmente nuas, pularam em cima dele, rasgando toda sua roupa. Ele tentou reagir, mas aquele líquido, supostamente um refrigerante, o tinha deixado zonzo e excitado. Entre os lençóis brancos de cetim, ele foi usado sexualmente pelas quatro meninas.
Mas, o pesadelo estava apenas começando. Elas o levaram para uma enorme banheira de hidromassagem, onde as sevícias recomeçaram.
Depois, foi arrastado para um enorme salão de jogos, onde elas abusaram dele sobre uma enorme mesa de sinuca. Na cozinha, teve seu corpo
completamente lambuzado de licor Amarula. Uma após outra, aquelas quatro “abelhas” ninfomaníacas o atacaram, sem trégua, lambendo cada centímetro do seu corpo.
Quando percebiam que ele recobrava sua consciência, elas o faziam beber mais daquele misterioso líquido, e continuavam a usar e abusar dele.
No final da tarde, completamente exaurido, ele não mais reagia aos ataques. Elas o arrastaram então para fora da enorme mansão, e o jogaram dentro de um enorme jeep Land Rover. Enquanto estava sendo arrastado, pôde ver o rótulo da garrafa do líquido misterioso e, pasme, o suposto licor era na verdade:
CHAMPANHE FRANCÊS VEUVE-CLIQUOT !!!
Minutos depois, o jeep deixou numa praça, perto de sua casa. Arrasado, completamente sem forças, ele se arrastou pelas ruas do bairro, até atingir a segurança do lar, onde sua amada esposa o aguardava.
Ele chorava convulsivamente. Sentia-se envergonhado e arrasado, mas pelo menos estava vivo e de volta ao lar. Lembrou-se então que só suportou toda aquela barbárie porque, durante os momentos mais difíceis, só tinha na cabeça a imagem de sua adorada esposa, como a vira pela manhã: vestindo aquele velho baby doll das Lojas Marisa, os seios murchos transparescendo através da camiseta, das pernas cheias de varizes (que ele diz, carinhosamente, ser o “mapa do amor”), da delicadeza dos seus 95 quilos, bem distribuídos em seus 1,56 m de altura.
Pequena grande mulher.
Portanto, cuidado com mais esse golpe!! Mulheres contem esta história para seus maridos / namorados, pois se forem avisados a tempo, eles saberão como agir diante do convite dessas pessoas perversas!!!!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 15:28 ]
6 de Janeiro de 2005

Alguns dos meus leitores mais antigos se lembrarão com certeza do imbroglio que o Blogger aprontou cerca de um ano atrás, com vários blogs sumáriamente executados e alguns, como o meu, temporáriamente sumidos, depois com dicas diversas conseguimos voltar ao ar, etc…
Agora estou sentindo no ar uma nova degola, vários amigos dizendo que não conseguem acessar, o sistema de comentários pifou, algo me diz que algo vai mal.
Por outro lado o esforço que fiz para mudar para casa nova (e própria) deverá frutificar nos próximos dias (ou semanas).
Então não se esqueçam, se o “aqui tem coisa” sumir na calada da noite, ele reaparecerá, tal qual uma fênix, na minha casa nova:

http://www.stickel.com.br

é isso, por fernando stickel [ 15:28 ]
1 de Janeiro de 2005

E agora, juízo, tá?!

é isso, por fernando stickel [ 22:28 ]

2005: Navegar é preciso.

é isso, por fernando stickel [ 12:47 ]
aqui no aqui tem coisa encontram-se

coisas, coisas, coisas

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