29 de Outubro de 2004


Hoje, 29 Outubro é o aniversário da minha querida primogênita Fernanda, 27 anos! Parabéns pra ela, muitas felicidades!!

é isso, por fernando stickel [ 11:21 ]
28 de Outubro de 2004

Deputado ocupadíssimo com o bem estar da população prepara projeto:

Projeto proíbe dar nome de gente a bicho de estimação.

Ah sim! Deve ter parágrafo único proibindo chamar cachorro macho de LULU…

é isso, por fernando stickel [ 19:08 ]
27 de Outubro de 2004

Aquele septuagenário estava vestindo o casaco quando sua esposa perguntou:
- Aonde você vai?
- Vou ao médico, respondeu ele.
E ela:
- Por quê? Você está doente?
- Não. Vou ver se ele me receita esse tal de Viagra.
A esposa levantou-se da cadeira de balanço e tratou de vestir o casaco.
Ele perguntou:
- Aonde você vai?
- Ver o médico também - disse ela.
- Por quê?
- Quero tomar antitetânica.
-Por quê?
-Vai que essa coisa velha e enferrujada volte a funcionar…

é isso, por fernando stickel [ 13:40 ]
26 de Outubro de 2004

No lançamento do livro PSICODÉLICAS, três velhos amigos se reencontram:
Da esq. para a dir., Carlos Perrone, o autor, Anisio Campos e eu.

é isso, por fernando stickel [ 19:38 ]

DIGA NÃO ÀS DROGAS!
Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas.
“Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de “experimenta, depois quando você quiser é só parar…” e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de “raiz”, da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em
seguida um do Leandro e Leonardo. Achei legal, uma coisa bem brasileira;
Mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, começou a chamar todo mundo de “amigo” e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi: - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio de tudo!
Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve… Banda Eva, Cheiro de Amor,
Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: o Tchan, Companhia do Pagode e muito mais.
Após o uso contínuo, eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca
havia mexido antes.
Então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Pensava só nessa parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais… Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência.
Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim, já
estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro. Meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.
Não deu outra: entrei para um grupo de pagode.
Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a Coletânea “As melhores do Molejo”. Foi terrível!! Eu já não pensava mais!!!
Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada.
Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, >tigres, MC,
Serginho, Lacraias, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delírio e a dizer coisas sem sentido.
Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras… Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: Ki-Kokolexo.
Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: Doses cavalares de MPB, Bossa-Nova, Rock Progressivo e Blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e até mesmo a
Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se
preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado, alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
* Não ligue a TV no domingo à tarde;
* Não escute nada que venha de Goiânia;
* Não entre em carros com adesivos “Fui…..”;
* Se te oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo foi ao programa da Hebe e ou ao Sabadão do Gugu;
* Mulheres gritando histericamente são outro indício;
* Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
* Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;
* Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo;
* Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil, e
* Não escute nada em que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.
Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela!!!! Eu sei que você consegue!!! Diga não às drogas!!

é isso, por fernando stickel [ 18:58 ]

Original da carta ao embaixador do Reino Unido, Peter Collecott, repudiando o tom tendencioso da reportagem do jornal inglês “The Independent”, publicada recentemente que chama o Rio de Janeiro de “cidade da cocaína e da carnificina”, enviada pela nossa impagável, insubstituível e necessária Rosinha Garotinho (Little Rose), veja abaixo:

Very Excellent Mister Gringo,
We read in your niuspeipe that Rio is quepital of coqueine. And worse, dat here is laiki Sudan i Xexenia. Rio is veri, veri diferenti, Rio is wonderful. We nou deti is bicose de elexion, and this articol has the finguer of Cesar Maia, from devils party. Do not mix garlic with bugarlic. Rio is Rio, Sudan is Sudan and Xexenia, I dont know uere it is.
Best regardis,
Little Rose,
Wife of Little Boy,
Governor in charge of Wonderful City.

é isso, por fernando stickel [ 18:13 ]

Diálogo testemunhado na barraca da Dinha, no Rio Vermelho, BA:

- Por favor, um acarajé?
- Com camarão?
- Sim, por favor…
- Vatapá?
- Sim, por favor…
- Pimenta?
- Sim… mas, por favor, sirva como se o cu fosse o da senhora…

é isso, por fernando stickel [ 13:18 ]

Minha amiga Ledusha me envia esta delicia:

A objetividade da fotografia é uma falásia.
Erra quem acha que ela retrata o real.
O que há é que quando o fotógrafo diz:
Olha o passarinho !!
Uma ave de asas oblongas sai de dentro da câmera
com uma paleta de cores e um embornal de pinceizinhos.
Sobrevoa a cabeça do fotógrafo… sobrevoa a cabeça do fotógrafo
e de lá, pinta a cena.
Em suma, a fotografia é uma ópera de pássaros.
Chacal / 99

é isso, por fernando stickel [ 13:05 ]

“Cor-de-rosa é um vermelho muito devagar”

Este comentário de uma criança, e outros, estão no blog da Sheila Leirner

é isso, por fernando stickel [ 12:54 ]

Assisti em DVD a Paixão de Cristo do Mel Gibson. O filme poderia ser bom, não fosse o exagero de violência e sadismo. O figurino, cenário, fotografia são bons, a história é boa, as linguagens arcaicas, latim e aramaico achei super interessantes. O ator que faz Jesus é excelente. Tudo vai bem enquanto não se inicia a extrema violência. Que pena.

é isso, por fernando stickel [ 10:35 ]
25 de Outubro de 2004


Meus queridos leitores, nem eu mesmo sabia que este triste episódio do Joaquim Marques iria me envolver de tal maneira. Crescemos juntos, férias em Campos do Jordão, brincadeiras no porão da casa da Joaninha, mãe dele, na Rua Maranhão, Higienópolis, e um pouco mais tarde, curtições fotográficas, incursões ao laboratório fotográfico, sob a mágica luz vermelha.
Ele fotografou o “making-off” do meu casamento com a Maria Alice Kalil em 1971, em seguida fez a foto de apresentação da “und”, meu primeiro escritório de design.
Depois ficamos redondamente 30 anos afastados, cada um cuidando da sua vida, nos encontrando esporádicamente. O contato se reestabeleceu no Fotolog, onde nos iniciamos no ano passado. Troca de opiniões nas respectivas fotos, longas conversas ao telefone, muitas dicas dele, que mais uma vez mostrou ser um excelente Mestre da arte da fotografia.
A partir do diagnóstico do terrível câncer que acabou por vitimá-lo, fui visitá-lo em seu estúdio algumas vezes, levei meu pai também doente para visitá-lo, conheci um pouco melhor a intimidade daquela “figura”, e no período final de uma semana internado na UTI do Hospital Oswaldo Cruz não arredei o pé.
Em nenhum momento deste incrível sofrimento ele reclamou, mantendo seu bom humor característico até o final.
Exigiu que fosse fotografado na UTI. Enfim, me tocou profundamente.

é isso, por fernando stickel [ 9:48 ]
22 de Outubro de 2004

Mais uma notícia daquelas…
Delegado confirma que Duda se identificou como “assessor do presidente.”
… e olha só que figurinha meiga, “light”, foi presa junto com o Duda Mendonça, e vários outros, na rinha de galos, um tal de vereador do PT, que, dá pra perceber, dedica-se muito às atividades em prol do povo…

PS: Enquanto o “publicitário-contraventor” brinca com galos a “vaca” vai pro brejo…. !!!

é isso, por fernando stickel [ 18:24 ]

No domingo, dia em que o Joaquim Marques faleceu, recebi dois estranhos recados telefônicos:
Por volta do meio-dia eu já sabia da morte do meu amigo e estava no banho me preparando para ir ao hospital, quando recebi no celular uma mensagem, constando apenas de longo trecho de uma sinfonia para fagote, muito bonita, não soube identificar o autor.
À noite, por volta das 19h estava comendo uma pizza com meus filhos e na minha secretária eletrônica de casa recebi um novo trecho de música clássica, mais curto. Em ambos os recados, nenhuma palavra. O recado do celular ainda escutei duas ou três vezes tentando entender quem estaria por trás, sobrou apenas uma melancólica curiosidade.

é isso, por fernando stickel [ 1:57 ]
21 de Outubro de 2004

TRE-SP mantém condenação de Lula por fazer campanha.
Bom, por enquanto vai vencendo a moralidade e o bom senso, vamos ver o que vai dar no TSE.
Mas, por falar nisso, e a lamentável aparição do Aloisio Mercadante no rádio e na TV!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 19:51 ]
20 de Outubro de 2004


Pouco a pouco o homem Joaquim Marques vai desaparecendo, e cresce a figura de um verdadeiro Mestre.
Homenagens ao Mestre aqui.

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]
19 de Outubro de 2004

Texto do fotógrafo Joaquim Marques, falecido dia 17/10/2004, para Ana Rocha, em 23 julho 2004:

olá!
na verdade trabalhei a vida inteira dentro de um estúdio,
o assunto que gosto e curto é alimentos.
mas também não é o que fazia mais.
eu tinha uma grande capacidade para fotografar e administrar fábricas de fotografia.
trabalhei muito tempo com o carrefour eu cheguei a produzir e gerar uma média de 300 imagens por semana.
isto quer dizer 16hs de trampo de segunda a segunda, dia 24 de dezembro, carnaval, ali não tem dia nem hora.
antes eu fazia avon que não era 300 mas umas 80 eram.
já fiz pão de açucar, eldorado.
este tipo de cliente vc.trabalha por contrato.
estas fotos em geral não tem nada de artísticas, mas não são muitos fotógrafos que sabem fazer fábricas.
a coisa funciona assim de manhã vc.fotografa sapatos femininos com modelos vivos, à tarde frutas, à noite bicicletas de madrugada cosméticos, no dia seguinte queijos de manhã
na hora do almoço o cliente te comunica que os bikines não são para fotografar na piscina mas na praia, e te comunica que a reunião para tratar do tablóide de natal vai ser no mesmo horário em que eu vou estar fotografando uma família feliz fazendo churrasco no jardim.
continuo outra hora,
beijo
joaquim

é isso, por fernando stickel [ 9:42 ]
18 de Outubro de 2004

Depois de uma semana na UTI, Joaquim Marques faleceu ontem vítima de um terrível câncer do pulmão.
As homenagens proliferam no Fotolog, comunidade que ele ajudou a criar com suas fotos maravilhosas.

é isso, por fernando stickel [ 12:31 ]
16 de Outubro de 2004

Durante a ditadura, era comum o governo federal decretar ponto facultativo para esvaziar o Centro do Rio em dia de manifestação programada com antecedência.
Como era grande a concentração de servidores públicos federais no Rio de Janeiro, a medida visava evitar a adesão dos funcionários às manifestações.
Assim aconteceu numa 4ª-feira, 26 de junho de 1968.
Como o ministro José Dirceu deve se lembrar muito bem, a medida do governo resultou em fracasso retumbante. A classe média carioca reagiu. Estudantes, intelectuais, profissionais liberais, donas-de-casa e funcionários públicos tomaram o Centro do Rio, marcharam pela avenida Rio Branco, da Candelária até a Cinelândia, e a Passeata dos Cem Mil entrou para a história da resistência à ditadura.
O mesmo aconteceu numa 3ª-feira, 10 de abril de 1984.
Apesar do ponto facultativo decretado pelo governo do general Figueiredo, mais de um milhão de cariocas foram ao gigantesco comício das diretas, em frente à igreja da Candelária. Um oceano de gente estava ali só para pedir eleições diretas para presidente da República.
Lembrei destes dois episódios porque a Prefeitura de São Paulo decidiu marcar o dia do Funcionário Público, um feriado tradicionalmente móvel, para sexta-feira, dia 29, 48 horas antes do segundo turno da eleição para prefeito.
Não satisfeita, a Prefeitura decretou ponto facultativo dia 1° de novembro, dia seguinte às eleições e véspera do feriado de Finados. Criou-se um feriadão de cinco dias, com uma eleição no meio, para fabricar uma abstenção monstro.
A esta altura, todo mundo já ouviu falar no “Fator Guarujá”, isto é, a torcida dos petistas para que a classe média paulistana desista de ficar na cidade para votar em Serra e parta em massa para curtir o feriadão no litoral.
Espero que os estrategistas da campanha de Marta Suplicy tenham calculado cuidadosamente todas as conseqüências deste ponto facultativo. É manobra de altíssimo risco, que pode ter resultados inteiramente contrários ao que desejam seus autores.
Pode gerar nos paulistanos uma brutal rejeição à prefeita, como reagiram os cariocas às tentativas da ditadura de reprimir a livre manifestação da população.
Ou como reagiu a sociedade civil de todo o país, quando o então presidente Collor incentivou o povo a vestir verde e amarelo num domingo, para mostrar apoio ao governo, e a população vestiu-se de preto, de Norte a Sul do Brasil.
Marta pode ser alvo de uma rejeição destas.
Vamos supor que aconteça um milagre: a classe média paulistana desaparece da cidade e Marta é reeleita. A altíssima taxa de abstenção transformará Marta numa espécie de George Bush de saias: sua eleição poderá ter sido legal, mas será das mais ilegítimas de todos os tempos.
Marta terá que conviver pelo resto da vida com a pecha de ter fraudado a vontade popular, pelo uso abusivo do poder, decretando dois feriados para esvaziar a eleição e estimular a abstenção.
E finalmente, o detalhe preconceituoso. A prefeita que diz ter feito opção pelos pobres, dá dois feriados que só a classe média e os ricos podem aproveitar, porque os mais carentes não têm dinheiro para sair da cidade.
Mas ai dos paulistanos pobres que precisarem de algum serviço público fornecido pela Prefeitura nesses cinco dias de feriado. Vão dar com o nariz na porta, porque a prefeita que optou pelos pobres decidiu dar um feriadão para os ricos.
Lucia Hippolito “Por dentro da política” - CBN

é isso, por fernando stickel [ 16:59 ]


Na visita de ontem à noite ao Joaquim na UTI, minha irmã Sylvia trouxe esta foto e mostrou para ele.
Da esq. para a direita, em cima, ajoelhada a Joaninha, a mãe do Joaquim, Martha, minha mãe, grávida do meu irmão Roberto com minha irmã Ana Maria e eu de pé.
Na frente, Joaquim Marques e Sylvia, ambos com a mesma idade, 4 anos. A foto é de Agosto 1954 em Campos do Jordão.

é isso, por fernando stickel [ 11:40 ]
15 de Outubro de 2004

Frase do presidente Zapatero ao tomar conhecimento da aprovação de uma ousada lei para a união civil de homossexuais na Espanha:

“Casar? Mas essa gente ainda não sofreu o suficiente?”

é isso, por fernando stickel [ 10:47 ]
13 de Outubro de 2004

Este é o Joaquim Marques, em visita que fiz ao estúdio dele em 12 Agosto 2004.
Ele é meu primo, amigo, e talentosíssimo fotógrafo, está com câncer do pulmão, hospedado na UTI do Hospital Oswaldo Cruz. Pensem nele positivamente. Alguns chamam isso de oração, outros de reza, o nome não importa, o importante é fazer, para que ele se recupere logo.

é isso, por fernando stickel [ 19:27 ]

Passei o feriado com o meu filho Arthur e sua prima Marcella, de 10 anos. Para minha enorme surpresa e prazer, percebi que a Marcellinha, muito quieta e discreta, abria uma misteriosa caixinha cheia de pequenas divisões e ficava manipulando umas coisinhas miúdas.
Quando finalmente vi o resultado destas mini-manipulações quase caí pra trás, os meus óculos são fracos para ver tantos detalhes, e quase que a lente macro da minha câmera não os consegue captar.
Mesas postas com os pratos, frutas, personagens diversos, até pipoca e brigadeiro ela fez, tudo com no máximo 2 ou 3 milímetros!!!

é isso, por fernando stickel [ 11:12 ]
8 de Outubro de 2004


Vou pra praia, té já!

é isso, por fernando stickel [ 12:28 ]
7 de Outubro de 2004

Chiquinho, qual é a profissão da sua mãe?
- A minha mãe? - A minha mãe é substituta.
- Desculpa, não entendi, Chiquinho!
- Substituta! - repete Chiquinho.
Essa profissão não existe, explique por favor.
- Bem, ela fica numa esquina, aí vêm uns senhores que lhe dão dinheiro, ela entra com eles para um quarto do Hotel e os senhores saem apertando o cinto da calça…
Mas Chiquinho, a sua mãe não é “Substituta”, é “Prostituta”!
- Não, não! Prostituta é a minha tia que está doente. A minha mãe só está cuidando do ponto dela…

é isso, por fernando stickel [ 8:17 ]
6 de Outubro de 2004

Fernando Stickel, versão 5.6…

é isso, por fernando stickel [ 11:04 ]

A popular bar had a new robotic bartender installed. It could not only dispense drinks flawlessly, but also — like any good bartender - - engage in appropriate conversation.
So a man enters the bar, orders a drink, the robot serves him a perfectly prepared cocktail, then asks him, “What’s your IQ?” The man replies, “150.”
And the robot proceeds to make conversation about Quantum physics, string theory, atomic chemistry, and so on.
The customer is very impressed and thinks, “This is really cool.” But he decides to test the robot. He walks out of the bar, turns around, and comes back in for another drink. Again, the robot serves him the drink and asks him, “What’s your IQ?” The man responds, “100.” And immediately the robot starts talking, but this time, about football, baseball, cheerleaders, and so on.
Really impressed, the man leaves the bar and decides to give th e robot one more test. He goes back in, the robot serves him and asks, “What’s your IQ?”
The man replies, “50.” And the robot says, “So, you gonna vote for Bush?”

é isso, por fernando stickel [ 9:31 ]

Bom, hoje é meu aniversário, 56 anos. Estou tendo um pouco de dificuldade para realizar a data, me parece um dia absolutamente comum. O único plano de comemoração é jantar com os filhos e a namorada. Talvez seja o número, cinquenta e seis, meio do caminho, quase sinaliza os 60, quase ainda cinquenta…

é isso, por fernando stickel [ 8:40 ]
aqui no aqui tem coisa encontram-se

coisas, coisas, coisas

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