
Anagrama de Jeff Koons Cicciolina, produzido pela Christina Thomas.

Anagrama de Jeff Koons Cicciolina, produzido pela Christina Thomas.

Meus filhos, Fernanda, Arthur e Antonio.
Fernanda embarca neste sábado para Barcelona, onde fará pós-graduação em jornalismo. Já estou com saudades…

Minha câmera chegou, graças à simpatia da Dora. Dentro dela veio o Tiê.
Meias = Peugas, veja outras curiosidades da língua lusa no Nunca diga nunca.

A pedidos, a foto que o meu filho Arthur fez da galinha lá em Bonito, MS. Cercado de jacarés, araras e tucanos, ele tirou várias fotos da galinha, porque gosta de galinha. É justo.
“Após os quarenta anos, a única coisa com gordura que o homem pode comer é a própria mulher…”

Catálogos da exposição conjunta que os artistas Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende realizaram em 1970 no MAM Rio de Janeiro e no MACUSP São Paulo.
Os quatro foram meus professores na Escola Brasil: (o cidadão de costas, sem camisa, na capa do catálogo do Nasser sou eu)
Roubei do Rui Goiaba:
FALTA DE TROCO É FOGO
Este blog costuma desprezar os acontecimentos -mas, quando resolve ser jornalístico, é para detonar a concorrência. Só aqui você lê, em primeiríssima mão, a justificativa do doutor Paulo para a sua detenção em Paris:
“É um absurdo! Eu queria comprar um croissant e um café e eles não tinham troco para US$ 1,46 milhão. Fui ao banco e me detiveram. Uma arbitrariedade. Nem adiantou explicar que o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel são obra de Maluf”.
Atualização: Segundo a nova versão para o caso, o dr. Paulo nem foi detido -o dono da boulangerie tinha troco para US$ 1 milhão.
Di Quinta, um bar moita do Jorginho na Joaquim Floriano, em cima de um mega estacionamento,
Nossa amiga “Cristais” nos levou, Sandra e eu, donde acabo de voltar bêbado e feliz, bebi três cervejas e uma caipirinha, dancei, conversei, escutei um som MUITO bom, encontrei meu filho que voltou a ser bem humorado, e me contaram que tudo isso é estilo favela-chic, sei lá?!
Luiz Melodia diz que o corpo é natural da cama.
Também acho, só tem um problema, a consciência não é.

Vista assim é linda, coesa, redonda, perfeita. Já aqui de baixo…

Buraco das Araras em Bonito, MS, 120 m. de profundidade, paredes verticais e cheio de araras vermelhas.
Incrivelmente bonito. São centenas de araras, de tempo em tempo fazem uma revoada sobre o buraco. Pena que a foto não conseguiu pegar o vermelho delas.
Sei não, a situação tá muito, muito esquisita, greve de juízes, invasões, reforma da previdência que só anda pra trás, mercados parados, juros altos, Lula de abotoaduras…

Adoro mega-obras, máquinas e aventuras engenheirísticas.

Em todos os passeios pelo meio do mato o Arthur procurava as “dormideiras”, plantas nas quais você encosta e as folhas se fecham.
Meu amigo Carlos Fajardo disse:
Angústia é quando você toma uma indecisão.
O vocábulo MERDA tem múltiplas aplicações:
Como indicação geográfica 1: Onde fica essa merda?
Como indicação geográfica 2 : Vá à merda!
Como indicação geográfica 3 : 18:00h : Vou embora dessa merda.
Como substantivo qualificativo: Você é um merda!
Como indexador monetário: Você não vale uma merda.
Como auxiliar quantitativo: Tabalho pra caramba e não ganho merda nenhuma!
Como indicador de especialização profissional: Ele só faz merda.
Como indicativo de MBA: Ele faz MUITA merda.
Como questionamento dirigido: Fez merda, né?!
Como indicador visual: Não se enxerga merda nenhuma!
Como sensação olfativa: Isto está me cheirando a merda…
Como elemento de dúvida na indicação do caminho a ser percorrido: Por que você não vai à merda?
Como especulação de conhecimento e surpresa: Que merda é essa?
Como indicador de ressentimento natalino: Não ganhei merda nenhuma de presente!
Como indicador de admiração: Puta Merda!!!
Como indicador de rejeição: Puta Merda!!!
Como indicador de indignação: Puta que la Mierda!!!!
Como auxiliar impositivo de aceleração: Rápido com essa merda!
Como indicador de espécie: O que esse merda pensa que é?
Como indicador de continuidade: Na mesma merda de sempre.
Como indicador de desordem: Tá tudo uma merda!
Como constatação científica dos resultados da alquimia: Tudo o que ele toca vira merda!
Como resultado aplicativo: Deu merda.
Como constatação negativa: Que merda!!!
Como classificação literária (aplica-se, por exemplo, a este post): Êta textinho de merda!

Segunda-feira, 6:15, da minha janela a vida paulistana recomeça após uma semana de férias .

O recém inaugurado Wetega Hotel onde ficamos hospedados foi construído pelo Sr. João, fazendeiro japonês lá do Paraná. Tem coisas interessantíssimas, como os trabalhos artesanais em metal e madeira, tal como um Gaudi do sertão de Mato Grosso.

Na parada do ônibus no meio do caminho, entre Campo Grande e Bonito já me emocionei com a paisagem.
O posto de beira de estrada oferece muitas coisas…
Na manhã seguinte, já em Bonito, ao lado do hotel.
E o ponto alto, segundo Arthur: O passeio de quadriciclo.

O início da viagem para Bonito no Aeroporto de Congonhas, SP.
Acabei de chegar de Bonito, MS, uma MARAVILHA!
É o Brasilzão bão em ação, tudo funciona, tudo é bem feito, as agências de viagem são profissionais, os guias informados e educados, o povo cordial, enfim, dá gosto.
Meu filho de 8 anos se esbaldou, mergulhou, viu dourados do tamanho dele nadando a poucos centímetros de distância, mergulhou nas cachoeiras, caminhou por trilhas lindas, viu araras, tucanos, sucuri, lobo guará, o diabo! As fotos vem em seguida. Té já.
Bom dia! Estou de saída para uma semaninha de férias com o meu filhote em Bonito, MS. Té já!

Óleo sobre tela, de minha autoria, 20 x 30 cm., por volta de 1980. Coleção Iris Di Ciommo.
Jane Austen had it right when she wrote: “One half of the world cannot understand the pleasures of the other.”
Em relação a essa brincadeira dos ricos-mesmo e novos-ricos, li estes dias um texto do Peter Mayle, autor do livro “A Year in Provence” abordando as raízes do prazer.
O artigo, “The pleasure principle”, que achei muito interessante, acaba tratando exatamente do que está por trás de tudo isso, o TEMPO!

Ainda as fotos antigas. Meu eterno amigo e compadre Cassio Michalany e eu em 1979, na exposição do Baravelli, e ontem. Conversamos muito e ele me falou “umas verdades” sobre meu trabalho, foi bom.

Mudei de óculos ontem, armação e lente. Estou ainda um pouco zureta, acho que as alterações de grau foram significativas. Já na esfera da estética todos foram unânimes: Remocei 10 anos. Bom, né? Compensa a novidade do oculista, que minha catarata já começou…
Peguei na Cora:
“Uma escola católica na Austrália, a Maranatha Christian College, proibiu os livros de Harry Potter em sua biblioteca porque mostram a bruxaria como se fosse uma coisa normal.”
De fato, bruxaria não é normal; mas cretinice, pelo visto é. Tsk, tsk, tsk.
Férias, dor nas costas, falta de vontade de andar e fazer exercícios, sem se preocupar com horários, alunos, buscar/trazer filho da escola, clube, etc…
Tem coisa mais gostosa que fuçar em fotos antigas?

Dou um doce para quem me disser quem é esta moça, que hoje deve ter por volta de 45 anos de idade, mora em São Paulo e é jornalista.

Keith Bright, eu e meu querido amigo, falecido no ano passado, Jay Chiat. A foto é de 1985, em Cap d’Antibes, França.
Neste ano eu morava em New York e o Jay me convidou (juntamente com vários outros amigos) para ir para a temporada do festival de filmes publicitários em Cannes, e para a festa de aniversário de 50 anos do Keith.
Fui o primeiro a chegar à Villa Dorane na sexta-feira, 21 Junho 1985. Quase caí de costas com a beleza do lugar, às margens do Mediterrâneo, fiquei andando pela casa e pelos jardins, logo em seguida chegou o Jay e o proprietário da casa, o herdeiro do fundador da Simca Jean Pigozzi.
Outro amigo que estava lá era o talentosíssimo designer gráfico Bob Runyan, uma figuraça, verdadeiro “dandy”, que também já subiu em 2001

Participei da Primeira corrida pela Cidade de São Paulo, 8km completados em 45′ 27” em 28 Outubro 1979, um dia antes da minha filha Fernanda, à esquerda na foto, completar 2 anos.
Na minha camiseta o logotipo “und”, meu escritório de comunicação visual na época.