24 de agosto de 2010

Neste bimotor Aero Commander a pistão, prefixo PT-BDU, fiz minha primeira viagem aos E.U.A. em 1962, com 13 anos de idade.
O avião precisava fazer manutenção dos motores, o que naquela época só era possível em Miami, então meu tio Luis Dumont Villares, proprietário do pássaro convidou meu pai e eu para a viagem. Embarcamos 6 pessoas, lotação máxima, meu tio, o piloto Celso, meu pai, eu e mais dois primos.
Primeira parada para reabastecimento em Brasilia, depois em algum lugar das Guianas, dormimos em Barranquilla na Colombia, num hotel saído de um filme de James Bond, a noite mais quente e úmida de que tenho lembrança.
Passamos também por Caracas, onde ficamos no Hotel Tamanaco. De lá fomos para a Costa Rica, sobrevoamos vulcões ativos, vi os corais e as águas maravilhosas do Caribe, dormimos na Cidade do México num hotel moderníssimo, lembro bem do caixilho, vidro que tomava a parede inteira, do chão ao teto e cortinas elétricas, no dia seguinte conheci as pirâmides, e assim foi até chegar em Miami. Fiquei conhecendo o avião de cabo a rabo, até umas pequenas pilotadas me deixaram fazer.

Lembro-me do meu tio Luis Dumont Villares (1899-1979) assim como está nesta foto.
Em Miami cada um dos passageiros foi para ro seu lado, meu pai e eu fomos a New York.
Lembro-me bem do Rockefeller Center e do Radio City Music Hall.
Certo dia meu pai foi fazer algo e me deixou sozinho no hotel, com todas as recomendações, lanches preparados, etc… Não sei porque saí do quarto e a porta bateu atrás de mim, e como me explicar para entrar novamente, sem falar inglês…
Aos prantos, no elevador, fui salvo por um bailarino espanhol, que entendeu o meu portunhol.
é isso, por fernando stickel [ 17:04 ]
23 de agosto de 2010

Vista da Pedra do Baú em Campos do jordão.
Na frente, a AnaChata, à direita o Vale do Baú.
é isso, por fernando stickel [ 12:17 ]
22 de agosto de 2010

Na minha adolesência eu tinha dois amigos omnipresentes, o Klaus Foditsch (já falecido) e o Mauricio Oliveira (mora atualmente nos E.U.A.)
Ambos estimulavam, cada um à sua maneira, a minha paixão pelas máquinas e automóveis.
O Klaus porque tinha em casa a oficina do pai dele, Seu Simon, lá nós construimos carrinhos de rolimã, um kart com motor de serra, estilingues, mexíamos nas bicicletas, motocicletas e assim por diante. O tio do Klaus tinha uma perua Dodge, e ele deixava a gente dar umas bandolas pelo bairro no carro, depois de lavá-lo nos sábados à tarde.
O Mauricio tinha dois irmãos mais velhos, e havia carros interessantes na casa, MG TD e Austin Healey. Tanto fiz que consegui guiar os dois, pelas ruas de terra do Alto de Pinheiros, muito antes de completar 18 anos.
Certa feita, por volta de 1964, os quatro irmãos Oliveira, Murilo, Mauricio, Marcelo e Marcos e eu fomos de DKW- Vemag Vemaguet para o Rio de Janeiro, lá chegando eu dei a idéia de pedir hospedagem na casa de um casal amigo dos meus pais, Sonia e Jorge, cariocas chiquetérrimos que moravam na última casa de frente para o mar em Ipanema.
Toquei a campainha, na maior cara de pau, e a Sonia muito educada e simpática enfiou os cinco moleques para dentro de casa sem chiar. Impensável nos dias de hoje…
é isso, por fernando stickel [ 16:12 ]
9 de julho de 2010

Minha mãe Martha, na santa paz de Campos do Jordão.
é isso, por fernando stickel [ 9:47 ]
8 de julho de 2010

Sim, ontem me permiti brincar em um dia normal de semana.
Brincar com duas coisas deliciosas, meu neto Samuel que eu não via há quarenta dias…

… e o Porsche 911 Carrera 1975 que mais uma vez renasce de suas próprias cinzas.

A mãe Fernanda, Samuel e a bisavó Martha, em um dia glorioso de sol e céu azul, em uma viagem perfeita para Campos do Jordão.
é isso, por fernando stickel [ 10:32 ]
6 de julho de 2010

Do mirante do Iate Clube do Rio do Janeiro – Sede Cabo Frio se vê esta minúscula baía, o Forte de São Mateus do Cabo Frio, e ao longe a cidade (melhor vista assim, de perto é a coisa mais cafona que já vi…)

Cercados por milhares de aves marítimas, os pescadores artesanais sobrevivem no pedaço…
é isso, por fernando stickel [ 8:49 ]
5 de julho de 2010

CAMPEONATO LESTE BRASILEIRO CLASSE SNIPE
02, 03 e 04 de julho de 2010
ORGANIZAÇÃO
Iate Clube do Rio de Janeiro
Cabo Frio – RJ

Mario e eu viajamos para Cabo Frio na quinta ao meio-dia, e chegamos de volta ao YCSA na Represa de Guarapiranga ontem, às 19:00h. Em condições normais, sem congestionamentos são cerca de sete horas na estrada…
Foram duas regatas na sexta-feira e duas no sábado, as duas do domingo não fizemos para poder preparar o barco para a viagem e chegar cedo.
Nossa posição nas quatro regatas foi de 20º lugar, para um total de 26 participantes, resultado excelente, considerando que no grupo havia competidores com inúmeros troféus internacionais, como Bruno Bethlem e Ivan Valente, além de vários outros “feras”.
Além disso nossas idades somam 117 anos e o peso soma 170kg, muitas das tripulações concorrentes são bem mais jovens e mais leves.
O resultado, além de um brutal aumento na minha experiência e no treino da tripulação, foram dores generalizadas, exaustão total ao final das regatas, noites de doze horas de sono, e os meus dedos parecem salsichas “overstuffed”, duros, doídos, parece que com qualquer coisa eles vão estourar!

Estes foram os percursos que fizemos, um de cada em cada dia. O segundo é mais longo e cansativo, no total são cerca de duas horas de regata/dia.

Final da tarde em Cabo Frio.
é isso, por fernando stickel [ 7:52 ]
28 de junho de 2010

O que mais sinto falta no meu apê é de um terraço.
Hoje almoçamos em casa para em seguida ver o jogo, e para acender meu charuto e não defumar a casa sou obrigado a abrir todas as janelas, se for um dia sem vento como hoje, tudo bem, com vento, impraticável.
Fumar tornou-se impossível em praticamente todos os lugares públicos, mesmo no térreo (aberto) do prédio é proibido, com o que eu concordo.
É o preço do progresso.
Festejei os meus 47 anos em 1995 almoçando no restaurante de Joel Robuchon em Paris, e após o delicioso e tranquilo evento, onde tudo correu sobre carretéis, perguntei se poderia fumar meu charuto.
O garçom me olhou como se eu fosse louco, ou imbecil e respondeu:
-Bien sûr, mensieur!!
Acendi o charuto, ninguém nem prestou atenção, e as volutas de fumaça subiam na vertical em direção ao teto do restaurante. Perfeição!
Não sei como é hoje em dia, mas com certeza a civilização políticamente correta matou esta delícia!
é isso, por fernando stickel [ 15:16 ]
20 de junho de 2010

As ilusões de ótica, ou miragens são comuns no deserto de sal. As ilhas parecem flutuar, como bolhas sobre o horizonte.
é isso, por fernando stickel [ 12:04 ]
17 de junho de 2010

Muitas e muitas casas abandonadas no nosso caminho pelo Altiplano Boliviano.
é isso, por fernando stickel [ 17:15 ]
16 de junho de 2010

Nosso grupo avança pelo Altiplano Boliviano. Em alguns momentos chegamos a ter céu nublado e leve precipitação de neve, mas a regra foi sempre tempo bom.
é isso, por fernando stickel [ 16:14 ]
11 de junho de 2010

A logística envolvida nas “Travesias Explora” é fantástica.
Em um jipe Land Rover, todos que estão na foto menos o Felix, primeiro do lado esq., que era o nosso motorista, vão na frente e preparam o acampamento para a nossa chegada, isto significa abrir tudo, limpar, instalar camas de campanha, sleeping-bags, toalhas nos banheiros, ligar o gás os aquecedores de água e do fogão, acender lamparinas, preparar o lanche, etc.. etc… Mais tarde fazem um jantar magnífico.
Existe também o transporte de gasolina e gás, que não se encontra em qq esquina por ali…
Alguns itens do cardápio são preparados localmente, mas uma norme quantidade de mantimentos precisa ser transportada.
O problema da água também é complexo, nos quatro acampamentos pelos quais passamos apenas um tinha água corrente, nos outros era preciso buscar, bombear, armazenar. Água para beber, só mineral, garrafas de dois litros.

Tudo isso sem mencionar a organização das bagagens e tudo o mais nos carros, inclusive oxigênio suplementar (marcado em vermelho) se alguém precisar, pois 90% do tempo estamos acima de 4.000m de altitude!

… e sem mencionar os almoços ao ar livre, e este fantástico drink de despedida do Salar de Uyuni, com banda de música ao por-do-sol!
é isso, por fernando stickel [ 17:58 ]

Chegamos ao segundo acampamento Explora com esta visão.

O Explora negocia com o proprietário das choupanas, faz uma reforma, monta esquema para obter água corrente para os hóspedes, e você é recebido “quase” como em um cinco estrelas.
é isso, por fernando stickel [ 14:45 ]
10 de junho de 2010

No penúltimo dia de viagem passamos pelo Salar de Coipasa e chegamos à fronteira entre a Bolívia e o Chile, em um lugarejo chamado Pisiga, no Departamento de Oruro, a 3712m. de altitude.

Do lado boliviano a fronteira nada mais é que uma cancela no meio do nada. Parece piada. Do lado chileno uma construção nova, bonita, e… sem eletricidade. Esperamos cerca de uma hora até que a energia retornasse e fossemos liberados.

As crianças ficam por ali brincando, felizes da vida!
é isso, por fernando stickel [ 9:42 ]
9 de junho de 2010

Enquanto isso, lá no Altiplano Boliviano, a natureza segue impávida, colossal.
é isso, por fernando stickel [ 15:35 ]

Que tal?
Se você colocar a ponta de um compasso nesta placa e traçar uma circunferência de, digamos, 10km de raio, obteremos um círculo com cerca de 300km2 de área, com enorme probabilidade de não se encontrar ali um único ser humano.
Por outro lado, a natureza é extremamente ativa, deserto é algo vivo, cheio de bactérias nas lagoas sulfurosas, que alimentam mini camarões, que alimentam uma infinidade de aves, e assim vai…
é isso, por fernando stickel [ 10:10 ]
7 de junho de 2010

Em todas as viagens Sandra e eu encontramos sempre uma maneira de tirar uma foto juntos em um espelho, ou uma fachada de vidro, como no Salar de Uyuni este tipo de coisa não existe, a forma foi esta…
é isso, por fernando stickel [ 17:40 ]
5 de junho de 2010

Altos de Puritama, Atacama. Aqui o deserto convive com a água e inúmeros espécimes. A vida vegetal e animal abunda no deserto.
Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Algo a comemorar?
O planeta continua em sua marcha, alheio a nós, pequenos pontos de consciência (PO) que pululam em sua superfície.
Muito pouco do que estes PO fizerem alterará o rumo da Terra. Em cerca de 50 anos ninguém se lembrará do atual vazamento de petróleo no Golfo do México, assim como ninguém mais se lembra do Exxon Valdez (1989). Daqui a 100 anos não sobrará marca alguma destas tragédias ambientais.
E o que são 100 anos na história do planeta?
Nada.
Rigorosamente nada.
Quanto aos PO, poderão sumir por pestes ou catástrofes, nada que modificará o rumo do planeta.
é isso, por fernando stickel [ 10:39 ]
4 de junho de 2010

Visitei em 1985 a cidade com mais arte nas ruas que jamais vi, e o Philadelphia Museum of Art, que guarda a maior coleção de obras de Marcel Duchamp.
Estou observando a obra máxima de Duchamp, Etant donnes: 1 la chute d’eau, 2 le gaz d’eclairage (Given: 1. The Waterfall, 2. The Illuminating Gas) instalada permanentemente no museu. Duchamp levou 20 anos para concluir esta instalação, 1946 – 1966.
A foto provávelmente é da minha amiga Monica Kowarick.

Durante muitos anos era proibido divulgar a imagem que se vê pelo buraco na porta, obrigando a quem quisesse ver a obra-prima de Duchamp a ir ao museu.
é isso, por fernando stickel [ 18:44 ]
3 de junho de 2010

No meio do deserto do Altiplano Boliviano, largado em uma aldeia abandonada, um improvável Ford Pinto em razoável estado de conservação, considerando-se que o último modelo foi produzido em 1980.

Saíram tão rápido que deixaram a porta do carro aberta… Esta aldeia devia ser razoavelmente próspera, pois deixaram para trás este carro, o trator, um arado e talvez outras coisas que não vi.

Seu único usuário, um gato perdido.
é isso, por fernando stickel [ 9:32 ]
2 de junho de 2010
é isso, por fernando stickel [ 15:16 ]

Tem gente que não gosta de grandes espaços abertos, no limite patológico são acometidos de Agorafobia, uma variante da síndrome do pânico.
Eu simplesmente os adoro, me sinto liberado, leve, revigorado, feliz.
é isso, por fernando stickel [ 14:19 ]

Dentro de uma igrejinha abandonada, um trator abandonado.
As gerações mais jovens do Altiplano Boliviano se sentem atraídas pelas cidades, as famílias se desagregam, as aldeias são abandonadas.
é isso, por fernando stickel [ 10:07 ]
1 de junho de 2010

O problema do lixo.
As comunidades tradicionais do altiplano boliviano sobreviviam de uma dieta básica de quínua e carne de lhama.
Os restos desta dieta eram espalhados ao redor das casas, e se decompunham sem grandes problemas, dado o frio e a baixa umidade.
Raposas e aves também ajudavam a “reciclar” este lixo orgânico.
Por onde se anda encontram-se restos de ossos e couro.
Com a entrada de produtos industrializados, a rotina se manteve, porém as embalagens não se degradam como os dejetos orgânicos.
O que acontece é que principalmente ao redor dos povoados maiores existe um “cinturão” de lixo plástico, que o vento vai espalhando.
Dentro dos povoados o lixo se amontoa, não muito diferente do que se vê em comunidades pobres do Brasil.
é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

Depois de uma semana a 4.000m de altitude, em poucas horas chega-se a Iquique, na costa chilena. A mistura de deserto com cidade e mar é muito esquisita.
Perguntei a um motorista de taxi sobre a imensa duna enfiada dentro da cidade, se ela não se movimenta, e ele disse que não, sem a menor preocupação.
Uma bruma espessa cobre a cidade todas as manhãs, durante o dia vai se dissipando.
é isso, por fernando stickel [ 11:29 ]

Evo Morales se diz surpreso com volume do narcotráfico na Bolívia
Mais um que “não sabia de nada…”
Eu também não vi nada lá na Bolivia não, apenas chá de coca em saquinhos…
é isso, por fernando stickel [ 8:36 ]
31 de maio de 2010

Em Iquique, no canto da Playa Cavancha, a poucos metros de distância do nosso hotel ficava um pequeno porto de pescadores.
Além de uma multidão de pássaros marinhos, uma família de focas aguardava os restos dos barcos de pesca.
é isso, por fernando stickel [ 17:51 ]

Sandrinha tocou fogo no céu e se delicia com o resultado!
é isso, por fernando stickel [ 15:11 ]

Durante uma semana circulando pelo Altiplano Boliviano, longe das benesses da civilização que nos são mais caras, a eletricidade e a comunicação, e assoberbado pela presença acachapante da natureza, pensei algumas coisas.
Nós humanos não somos nada sobre a face da terra.
O astrônomo Carl Sagan (1934-1996) disse em frase memorável que “We are Star stuff” ou seja, somos matéria de estrelas. Acho que, dada a escala, é disso para menos, portanto, nada.
A natureza é tudo, ainda mais em uma das áreas geológicas mais ativas do planeta, com vulcões fumegantes para todos os lados.
Tudo está em transformação, o lago seco do Salar de Uyuni já teve águas a níveis 40 metros superiores ao atual, civilizações já foram extintas e renasceram, o ciclo de águas altas e baixas já se repetiu ao menos onze vezes, em uma escala de tempo que nós humanos não conseguimos avaliar, centenas de milhares ou milhões de anos.
No máximo somos pequenos pontos de consciência espalhados sobre a natureza. Talvez façamos alguma diferença exercendo nossa bondade e compaixão para com os outros pequenos pontos de consciência, algo que em nada afetará o ciclo natural do planeta, indiferente a tudo isso.
Nada além disso.
é isso, por fernando stickel [ 9:37 ]
30 de maio de 2010

No caminho para o aeroporto em Iquique fotografei de dentro do taxi esta lata de refrigerante gigante, poderia ser uma obra de Claes Oldenburg.
é isso, por fernando stickel [ 12:54 ]
29 de maio de 2010

Foto: Reuters
Morre aos 74 anos o ator e diretor Dennis Hopper, de “Easy Rider”
Em 1989 fiz um programa interessante com os meus filhos Fernanda e Antonio, na época com 12 e 10 anos de idade.
Começamos com uma semana de esqui na neve em Vail, Colorado, em seguida levei-os à Disney de Los Angeles, e ficamos em um hotel ali perto em Anaheim.
Lá pelas tantas me ligou o meu falecido amigo Jay Chiat (1931-2002) e disse:
- Fernando, come up here, I reserved a room for you in Marina del Rey, it’s closer and we could get together. (as distâncias em LA são imensas)
Mudamo-nos de mala e cuia, guiei os cerca de 60km que separavam os bairros, e na mesma noite o Jay me convidou para jantar, frizando que o restaurante era um projeto novo do Frank Gehry, amigo dele e cujo escritório visitei em 1985.
Agitei um programa para os meus filhos jantarem no quarto, o Jay me pegou no hotel em um Porsche 928 preto, naquela época sua agência de publicidade, a Chiat-Day tinha a conta da Porsche.
Chegamos ao Rebecca’s Restaurant em Venice, 2025 Pacific Avenue, e quase caí de costas. O bar na entrada era inteiro de alabastro (ou onyx), e reluzia na atmosfera sensual, no teto um enorme crocodilo feito de placas de metal, o restaurante era a coisa mais interessante e ousada que eu jamais havia visto.
Pouco a pouco os outros convidados foram chegando, o Jay ia me apresentando, entre eles Dennis Hopper (1936-2010). Lembro-me do Jay conversando com ele sobre um warehouse que eles iriam comprar, algo assim.
E eu estava sentado ali do lado dele, tive o privilégio de jantar com um dos monstros sagrados do cinema. Quis a fatalidade que ambos falecessem de cancer da próstata, ainda jovens, com setenta e poucos anos.
é isso, por fernando stickel [ 18:19 ]

O início da nossa viagem em San Pedro de Atacama, no Hotel Explora Larache.
Sofisticadíssimo não pelo luxo, mas exatamente pela dosagem perfeita das necessidades de pessoas que lá estão para usufruir da natureza.
Quartos impecáveis, comida excelente, na dose certa, vinhos fantásticos, dos vinhedos do dono do hotel, Don Pedro Ibañez, guias atenciosos e sabedores de tudo da região.
é isso, por fernando stickel [ 10:49 ]
28 de maio de 2010

Salar de Uyuni.
é isso, por fernando stickel [ 18:58 ]