
Ontem a Fernanda minha filha encontrou sua amiga Bel, da mesma idade e grávida praticamente no mesmo ponto, tudo indica que os bebês vão nascer se não no mesmo dia, muito próximos.

Minha mãe Martha Stickel completou ontem 83 anos de idade, devidamente comemorados em um almoço para toda a família.
Ela está ótima, com excelente saúde e bom humor. Na verdade, melhor até que muitos de nós mais jovens…

Acordar cedo é uma delícia.

Estes dias o Arthur está comigo, ele entra no colegial às 7:15, e agora a escola não é mais aqui na esquina, o Santa Cruz fica a 20 minutos da minha casa, precisa dormir cedo, se não você não aguenta o repuxo do dia.

Se todo mundo tiver juízo, ele tem que estar no máximo às 22:00h de luz apagada, e eu e a Sandra às 23:00.
Às 6:15, hora que toca o despertador está escuro, logo em seguida o céu começa a avermelhar, e a luz que entra na casa neste horário é maravilhosa!

Agora ele já tem nome, meu neto Samuel cresce e esperneia… acho que ele está com vontade de nascer!
A Fernanda está ótima, plena, tudo nos conformes, a data prevista para o nascimento é 12 Abril, aniversário da avó Iris.

Dá-lhe garoto!!!!!
Arthur no Café Raspail em Paris, a poucos metros do nosso hotel, onde tomávamos o petit-déjeuner.
A poucas horas de iniciar o colegial no Colégio Vera Cruz, o Arthur recebeu hoje uma notícia bombástica, que o deixou alucinado.
O Colégio Santa Cruz, no qual ele queria entrar como primeira opção, e acabou ficando em 20º na fila de espera o chamou hoje para a matrícula.
Portanto ele entrou nas quatro escolas nas quais prestou exame, e acabou por escolher aquela que queria.
Por coincidência eu sou ex-aluno, assim como meu irmão, primos, e os tios do lado da mãe.
Eu já estava orgulhosíssimo do desempenho dele até agora, mas esta notícia realmente foi a cereja no bolo!

Chegamos a Paris no domingo de manhã, dia do aniversário de 15 anos do Arthur, o tempo indicava alguma possibilidade de estiagem e imediatamente decidi levá-lo ao Château de Versailles.

É impossível não se deslumbrar com a beleza, o poderio, a elegânca e o porte deste Château.


Praia do Guarujá nos anos 50. Na bóia o meu primo Renato Marques, que me eviou a foto.
A casa da esquerda era do meu avô Arthur Stickel, e a da direita dos meus pais.
Reparem que não havia ainda a avenida, as casas eram “pé na areia”.
Hoje, a visão do mesmo local é assim.

Meu primo Renato Marques envia esta foto de Geraldo de Barros em Campos do Jordão, anos 50.
Na foto de pé o próprio Renato, outro primo, Marcelo, meu irmão Neco e minha irmã Ana Maria.

A magia do Natal existia na minha infância.
Na casa da R. dos Franceses na Bela Vista, a sala de visitas era blindada semanas antes do Natal. Janelas e estas portas duplas com vitrais, eram fechadas a chave e protegidas com panos pretos por todas as frestas.
Lá dentro minha mãe, minha avó e outros eleitos preparavam em segredo a árvore de natal e os presentes.
As crianças tinham que se contentar com o “Adventskalender” onde cada janelinha era aberta assim que se aproximava o Natal.
O entrar e sair da sala pelos adultos eram as únicas oportunidades de vislumbrar alguma coisa.
Era simplesmente fascinante.
Finalmente no grande dia todo mundo se arrumava e as portas se abriam ao final da tarde do dia 24. Com todas as velas acesas a árvore de Natal se apresentava gloriosa, ali ao lado um enorme balde d’água de plantão, meu pai se preocupava com a possibilidade de um incêndio com tantas velas.
Aí cantava-se “O Tannenbaum” e Stille Nacht” tudo em alemão.
Finalmente a largada para encontrar e abrir os presentes. E para pegar os chocolates pendurados na árvore.
Depois, a ceia maravilhosa, tudo envolto na luz dourada das velas.
Este fim de ano está tão movimentado que esqueci de comemorar várias coisas:

Meu filho Arthur passou de ano com boas notas, recebeu o famoso “Canudo”, encerrou muitos anos de feliz convivência na Escola Viva e já está matriculado no ensino médio da Escola Vera Cruz…

… podendo agora descansar tranquilo…

Meu irmão Neco completou 55 anos no dia 14/12, travestido com a peruca que o Arthur usou nos últimos dias de Escola Viva…

No mesmo dia do aniversário do Neco, completaram-se dez anos do lançamento do meu primeiro livro, “aqui tem coisa”

Meu filho Antonio completou 30 anos no dia 25/11, forte e firme!

Mais forte e firme que todos, minha mãe Martha caminha para os 83 anos de idade, que completará em 21 Fevereiro!

Minha mãe nos convidou para o almoço, mergulhei merecidamente em um belo bife com batatas rústicas e um excelente vinho tinto português.
Peguei o Arthur em casa, o Antonio meu filho chegou a tempo, e não consegui falar com a Fernanda.
De sobremesa, sorvete. À tarde, mais sorvete, À noite, mais sorvete.
Amanhã recomeço a eterna dieta…

Ao final da apresentação de teatro ontem na Escola Viva, os participantes literalmente “lavaram a alma” com muita água.
Depois foi uma brincadeira sem fim no piso molhado, escorregões e deslizadas, por último Arthur e os rodos para tirar a água.

Minha sobrinha Guga é uma hábil escultora, lotada de bom humor.
Seus dentes de vampira foram feitos por ela mesma!
Acabo de saber: Meu neto, que está em preparo aos cuidados da minha filha Fernanda será um HOMEM!
No início eu queria uma menina, depois desencanei, e a notícia é excelente, independentemente do sexo.
Em Abril 2010 aguardem o vovô babão!

Este sou eu, com cerca de quatro anos. Será que o meu neto vai sair parecido? Com certeza o avô vai entupi-lo de sorvete…

Sonhei com o meu pai, Erico. Ele comunicava que o motor do MG TD (1950-1953) havia fundido, e eu perguntei aonde ele ia mandar o carro para arrumar.
No sonho o carro era verde, e a minha memória de infância é de um carro preto, como na foto.
Eu andava na “caixinha”, que é o mini porta-mala atrás dos bancos.
Lembro-me bem de um passeio na Praia da Enseada, no Guarujá, não havia a avenida e os carros andavam pela praia, sujeitos às marés e às ondas mais fortes…

Na minha incansável missão de adolescente em busca de dois nirvanas, as máquinas e as mulheres (muito mais bem sucedido nas máquinas…), as raras oportunidades de “pilotar” estavam sempre conectadas às férias ou aos fins de semana, quando os pais, tios ou amigos, após muita insistência da minha parte liberavam as “máquinas” para teste.
A simples posse da chave do carro, que eu pegava e saia correndo antes que o simpático(a) se arrependesse já provocava arrepios de antecipação, e eu me lançava à aventura entre nervoso e excitado, quase sempre acompanhado do meu amigo Klaus Foditsch.
No “Sítio das Jabuticabeiras” que a família tinha em Interlagos, pilotei o Gordini branco da minha tia Joaninha incontáveis quilômetros na estradinha de terra que ligava o nosso sítio com o vizinho “Sítio das Figueiras”, hoje a sede campestre do SESC.
Até hoje a Joaninha (84) continua minha amigona…

Toda esta área era de sítios e pequenas fazendas, meu pai chegou a ter algumas vacas leiteiras da raça suiça, e se fazia manteiga e queijo lá mesmo, eu adorava mexer nas máquinas!
A “pista” de dois a três km era entre o portão dos sítios- 1, a nossa casa – 2 e a casa do meu tio Ernesto – 3
Quando a família vendeu os sítios, nos anos setenta, meus pais Erico e Martha Stickel doaram para a organização Aldeias Infantis SOS Brasil o terreno marcado em verde, participando ativamente da implantação do projeto, inaugurado em 1980.

São Paulo, 2004
O tempo passa, o tempo voa, a Fernanda está grávida, o Antonio casado, o Arthur completa o Ensino Fundamental e já está matriculado no Colégio Mobile, um dos mais difíceis de entrar!!!!
Eu tenho em mãos uma cópia revisada e encadernada do meu famigerado TCC, que mostrarei à minha Mestra e Orientadora Profª Drª Graziella Maria Comini logo mais em “répiau” para comemorar seu aniversário.
Na segunda-feira entregarei na FIA as três cópias regulamentares do TCC, dia 5 Dezembro será a apresentação para a banca.

Sandra e eu completamos hoje, 12 Novembro, três anos de casados, e quase três vezes isso de muito amor juntos!

Minha filha Fernanda, grávida de quatro meses no dia do seu aniversário de 32 anos, 29 Outubro.
Mais uns 15 dias e saberemos se meu neto é menino ou menina.

Olha só o que uma amiga descobriu e enviou para minha gata Sandra!
Ela tinha 20-22 anos e fazia campanhas para Ellus, T. Macchione, C&A, Marlboro, etc…

Uns par de anos depois, olha a gata hoje!

Minha mãe apareceu hoje com esta foto da família do meu bisavô materno Bernhard Diederichsen (1830-1908).
Da esq. para a direita,
1-Anna – casou-se com Emilio Wysling
2-Bernhard, meu bisavô
3-Anna da Rocha Leão, minha bisavó
4-Berta – casou-se com Stanislas Pachur
5-Maria Luiza – casou-se com Eduardo Rietz
6-Eduardo Rietz – genro
7-Ernestina – gêmea do meu avô
8-Antonio
9-Ernesto Diederichsen (1877-1949), meu avô.
Me impressionei com a feiúra da minha bisavó…

Cerca de 1952, meu pai Erico, eu e minha irmã Sylvia.
Não consigo me lembrar de nenhum lugar de praia com a geografia da foto, provavelmente São Vicente.
Tem uma cara de domingo, não?!

Meu filho Arthur se “descomprime” no feriado em Tatuí, entre um exame e outro para entrar no Ensino Secundário.
Semana passada o exame foi para a Mobile, amanhã será no Gracinha.
A foto é da mãe do Arthur, Jade.

Recebi de um primo distante cópia da árvore genealógica elaborada em 1914 da família Diederichsen, da minha mãe, que vai até um certo Jakob Ahrendt Diederichsen, falecido na cidade de Kiel na Alemanha em 1792.
Jakob seria pai de Friedrich, pai de Bernhard, pai do meu avô Ernesto Diederichsen.
O sufixo “sen” é característica dos nomes dinamarqueses, aparentemente a cidade de Kiel, muito próxima à fronteira da Dinamarca, sofreu influências do país vizinho. Se alguém conhecer melhor esta história, me ajude!
Graças ao site GENI estou começando a entender como se organiza a família, principalmente aqueles ramos longínquos e desconhecidos.

Meu tio Ernesto (88 anos) e meu primo Arnaldo.
O Arnaldo me contou ontem uma história engraçada, ele foi durante muitos anos sócio do Bar Supremo, na esquina da R. da Consolação com a Oscar Freire, e lá conheceu pessoas conectadas ao Bar Supremo original, que existia na R. da Quitanda, centro de São Paulo no início do século.
Quem frequentava este antigo botequim era nosso tio avô Antonio Diederichsen (1875-1955), empreendedor em Ribeirão Preto, SP, construtor do prédio do famoso Bar Pinguim.
Quando vinha a São Paulo trazia debaixo do braço linguiças especiais embrulhadas em jornal, chegava no Supremo, jogava o pacote no balcão, cujo destino imediato era a cozinha, e lá ficava com os amigos bebendo e degustando as linguiças.
Certa feita, no pacote de linguiças veio junto uma cobra, viva!…

Minha prima Elisa à esquerda é um caso raríssimo de transplante de medula bem sucedido em maiores de 75 anos de idade.
Ontem ela promoveu em sua casa, para toda a família, um almoço comemorativo de um ano da operação em que sua irmã Maria, à direita, foi a doadora.
No meio das duas o médico onco-hematologista Jairo Sobrinho, responsável pelo transplante.
A Elisa é uma mulher muito forte e determinada, sempre aglutinou a família, e todo mundo que torceu por sua recuperação estava lá para comemorar! Sua personalidade combativa com certeza contribuiu para o sucesso da empreitada.

Apresento para vocês em primeiríssima mão o meu neto Francisco, de 13 semanas de idade. Caso seja uma neta, minha filha e seu companheiro ainda não pensaram no nome.
O sexo será confirmado no próximo ultrassom. A bem da verdade, não estou mais torcendo para que seja menino ou menina, e sim pela felicidade da criança, dos pais, avós, tios, primos e agregados…

Este ano decidi não fazer nada, absolutamente nada de especial no meu aniversário, e já fui atropelado logo cedo no café da manhã pelo carinho da minha empregada Josi, que me trouxe um bolo de presente.
A Sandra ajudou a cantar parabéns pra você e apagar as velas que dizem 61, ou seria 16?…
A rotina se quebrará novamente na hora do almoço, pois o meu filho Arthur tem exame na Mobile, aqui do lado, e almoçará comigo.
À noite, trabalho na Galeria Sergio Caribé, onde a Fundação Stickel lança livro do Baravelli.

Na visita que fizemos ontem à coleção de brinquedos e automóveis do Claudio, eu e meu irmão Neco com o jipe de brinquedo idêntico ao que brincávamos na nossa infância.

E aqui o original, devidamente pilotado pelo meu irmão…

A coleção de brinquedos do meu irmão Neco Stickel é impecávelmente organizada, displays, prateleiras, montagens, tudo desenhado sob medida e com elegância.

Ontem em visita à sua fabulosa coleção, da esq. para a direita, Claudio, Herve, Mario, eu e o Neco.
Minha filha Fernanda acaba de fazer ultrassom, o feto (neto?) está com cerca de 5cm. e dá para ver os bracinhos e perninhas, a médica palpitou que é um menino.
Certeza só no próximo exame.
Breve, muito breve, ele (ou ela) estará falando “VOVÔ” e aí eu vou desmontar e vocês terão que catar os meus pedaços espalhados por aí…

Quatro gerações no almoço de domingo, minha mãe, eu e a Sandra, meus filhos Antonio e sua mulher Maria e a Fernanda com seu companheiro Plauto. Só faltou o Arthur que está viajando com a mãe.
A Fernanda carrega meu neto, segundo ela do tamanho de um limãozinho, e, se o sonho dela estiver correto, é um menino.
Engraçado pensar que minha mãe será bisavó!

Na festa de aniversário da Sandra, no sábado passado.
