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ecologia

balde maior

deserto
Foto André Penner (AP)

Sobre o colapso hídrico, leia o artigo de Eliane Brum:

“Vamos precisar de um balde maior”

Muito interessante também o Boletim da Falta D’água, criado em Outubro 2014 pela psicóloga paulistana Camila Pavanelli de Lorenzi.

é isso, por fernando stickel [ 19:30 ]

colapso hídrico

balde
Eu trouxe hoje um companheiro para tomar banho comigo.

Chama-se BALDE.

Ele vai fazer uma enorme diferença na quantidade de água potável que eu gasto todos os santos dias.

Ele fica ali no canto do box, quando abro a água quente para tomar banho ele recebe toda aquele fluxo que normalmente vai para o ralo enquanto o chuveiro vai se temperando para a temperatura ideal.

Durante o banho ele fica ali quietinho, do meu lado, e vai recebendo água.

O resultado é que a cada banho de chuveiro obtem-se cerca de um balde cheio, suficiente para pelo menos duas a três descargas da privada. Simples assim.

Ninguém se engane, os tempos de água abundante e barata acabaram para sempre, cabe a cada um fazer a sua parte, e mesmo assim não será fácil conviver com o colapso hídrico. Leia o texto a seguir, mais claro impossível:

Crise Hídrica? Que crise? Não existe nenhuma crise hídrica!
Blog do DENER GIOVANINI – Estadão
31 Janeiro 2015 | 14:40
Ao contrário do que governos, imprensa e até organizações ambientalistas afirmam, não existe nenhuma crise hídrica no Brasil. Classificar o que está acontecendo com os recursos hídricos nos maiores Estados do país como “crise” é reduzir e limitar a real compreensão dos fatos.
Crises são acontecimentos abruptos e momentâneos. Um momento difícil na existência, quando enfrentamos – na maioria das vezes – situações quase sempre alheias a nossa vontade.
Podemos ter uma “crise renal” quando o nosso corpo sofre um ataque bacteriano ou quando as nossas funções nefrológicas falham subitamente. Podemos ter uma “crise no casamento” quando os conjugues descobrem segredos ocultos ou quando se desentendem por alguma razão. Podemos ter uma “crise ministerial” quando algum ministro fala pelos cotovelos ou quando o seu chefe imediato o desautoriza em público. Podemos ter uma “crise financeira” quando perdemos o emprego ou quando enfrentamos uma doença na família. Podemos ter uma “crise política” quando os representantes do povo são pegos com a boca na botija ou quando o governo, não tendo mais como explicar desmandos, resolve censurar os críticos. Crises, como dito, são manifestações que nos pegam de surpresa, no pulo.
Outra característica de uma crise é a sua temporalidade. Crises sempre acabam. Para o mal ou para o bem, em algum momento cessam. Crise que não cessa não é crise. Crise contínua não é crise, é doença crônica. Na relação conjugal, ou acaba a crise ou acaba o casamento.
Nenhuma dessas características acima se aplica ao quadro de escassez de água em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Espírito Santo. A água não acabou do nada, de repente. E muito menos será uma situação passageira. O quadro que se instalou nesses Estados, particularmente em São Paulo, é irreversível. Pelo menos para o paulistano que nasceu na data de hoje. Ele, por mais longeva vida que tenha, não viverá como viveram seus antepassados.
A falta de água não é uma “crise”, porque ela não é fruto de um acontecimento imprevisível. Não se trata de um capricho de São Pedro que, de uma hora para outra, resolveu castigar a Região Sudeste. Há mais de 10 anos os governos tinham informações técnicas confiáveis que as torneiras iriam secar a médio prazo.
A falta de água não é uma “crise” por que ela não será passageira. Os fatores que levaram ao esvaziamento das represas não cessarão subitamente. Recuperar as Matas Ciliares que protegem os rios do assoreamento, reflorestar grandes áreas para manter a perenidade das nascentes, cessar o desmatamento da Mata Atlântica e da Amazônia, substituir uma prática agrícola predatória e, principalmente, adotar um novo modelo de desenvolvimento, não são medidas fáceis de serem adotadas e muito menos elas se encontram presentes na agenda dos atuais governantes. Quem acreditar nisso estará sendo, no mínimo, ingênuo. No caso dos políticos que tentam se justificar – chamando de crise o que permanente será – é pura leviandade mesmo.
Por maiores que sejam os dilúvios que possam cair sobre as regiões que hoje enfrentam a escassez de água, a situação não irá mudar. E não mudará por que não existem sinais de que mudaremos as nossas práticas cotidianas. Os reservatórios até poderão encher, mas as razões que os levaram a secar continuarão e eles novamente voltarão a ser o que são hoje: terra seca. O nosso “balde natural” furou. E o rombo é muito maior do que a boca da torneira que o enche.
O que acontece hoje em São Paulo e que se espelha em outras regiões do país, também não é um fenômeno natural. Aliás, eventos da natureza são absolutamente previsíveis. Até terremotos e tsunamis são cada vez mais antecipados pela ciência. Erupções Vulcânicas são identificadas meses antes de ocorrerem. Não existem “crises sísmicas” ou “crises vulcânicas”. Assim como não existem “crises hídricas”.
Em se tratando de natureza, tudo é extremamente previsível, direto e muito simples: apesar de ser existencialmente complexo em sua essência, o ciclo da vida no planeta reage imperiosamente contra quem tenta interrompê-lo. A natureza nunca privilegiou os fracos ou os “desajustados”. Para continuar existindo, o ciclo da vida se renova constantemente a fim de eliminar as ameaças.
Se não é uma crise, o que são então aquelas imagens de represas e açudes vazios? Simples a resposta: um colapso. Um “Colapso Hídrico”!
Um colapso significa falência, esfacelamento e esgotamento.
O colapso, ao contrário de uma crise, não é passageiro.
O colapso, ao contrário de uma crise, é perfeitamente previsível.
O “Colapso Hídrico” se instalou por que esgotamos o atual modelo de desenvolvimento, que privilegia a distribuição de lucros em detrimento dos investimentos em pesquisa e conservação ambiental.
O “Colapso Hídrico” está acontecendo por que esfacelamos todas as oportunidades de adotarmos políticas públicas que priorizassem a modernização dos nossos recursos tecnológicos, para que diminuísse a pressão sobre os recursos naturais.
O “Colapso Hídrico” continuará por que o nosso sistema político está totalmente falido e não é mais capaz de planejar a médio e longo prazo.
O Brasil está começando a vivenciar o seu primeiro colapso ambiental. Outros virão. E as consequências são imprevisíveis. Um país que reduz 95% da Mata Atlântica, que incentiva a emissão de gases poluentes, através de políticas fiscais que estimulam o uso do transporte individual, que ignora a sistemática redução dos Biomas, que mantém uma produção agrícola ultrapassada, que produz leis como o Código Florestal e, principalmente, que elege políticos que não tem nenhum compromisso, a não ser com a perpetuação do poder para sustentar suas máquinas partidárias, está fadado a colapsar.
A primeira e – a mais importante – medida que devemos adotar agora é assumir a realidade como ela é. Devemos ser francos e admitir que o que estamos vivendo não é uma crise e sim um colapso. O fim de um ciclo econômico que falhou.
Não compreender – e aceitar – a diferença entre uma crise e um colapso é o mesmo que tratar gripe e câncer com chazinho caseiro. A gripe até pode passar, o câncer não. Ele sempre evolui. E para pior.
As Polianas de plantão – principalmente aquelas que têm um grau maior de responsabilidade sobre o que está acontecendo – vão taxar esse texto de extremamente pessimista. Vão continuar espalhando sua visão romântica sobre o mundo, enquanto as gotas nas torneiras continuarão sumindo.
Mas a verdade é que o sonho acabou. Ou mudamos ou sumimos. Simples assim.

é isso, por fernando stickel [ 12:14 ]

gelo em moema

gelo
Ontem, domingão, por volta das 15:30h me deitei no sofá para uma soneca. Fui despertado por barulho forte de chuva, muito forte.
Granizo em Moema, muito gelo, inacreditável, nunca havia visto isso em São Paulo! Em outros lugares da cidade mais gelo ainda, realmente as mudanças climáticas estão se exacerbando…
O mais interessante é que em alguns lugares onde o acúmulo de gelo foi maior ainda não havia derretido hoje pela manhã!
Veja mais fotos do granizo aqui.

é isso, por fernando stickel [ 18:16 ]

ibirapuera e tunel

ibira
Em São Paulo, em um mesmo dia, perto uma da outra, você encontra situações totalmente diferentes e contrastantes.
A calma e o silêncio da natureza no Parque do Ibirapuera.

tunel
A terrível poluição sonora e do ar no tunel da Av. 9 de Julho.

é isso, por fernando stickel [ 14:04 ]

são paulo skyline

skyline
Estive ontem em um escritório no 20º andar de um edifício na Av. Paulista, de onde tirei esta foto.
O dia estava lindo, a manhã fresca, céu azul… mas, nota-se distintamente a brutal camada de poluição que cobre a todos nós paulistanos.

Tenho a impressão que mesmo amando esta cidade profundamente, tem certas coisas que são a cada dia mais intoleráveis, a poluição é uma delas, disputando lugar com o trânsito infernal e a violência/insegurança.
É uma pena.

é isso, por fernando stickel [ 14:04 ]

tietê com espuma

espuma
A Estrada dos Romeiros é belíssima, em grande parte segue ao longo do rio Tietê, o problema é que a poluição provoca a espuma, que em alguns lugares chega a voar e invadir a pista.
Uma tristeza.

é isso, por fernando stickel [ 7:52 ]

brasileiro odeia árvore

ar
Mais um capítulo da tragédia “BRASILEIRO ODEIA ÁRVORE”

A notícia é de ontem no Estadão: Prefeitura autoriza corte recorde de árvores para construção de condomínio de luxo.

1787 árvores irão para o lixo no Panamby (há promessas da construtora Bueno Netto de replantio, etc…)

É uma notícia grave em uma cidade sem verde como São Paulo. É notícia atual, mas não é novidade. A minha experiência de quase trinta anos circulando pelo bairro da Vila Olímpia mostra que o principal responsável pela destruição de árvores na cidade é a própria Prefeitura de São Paulo. Talvez em segundo lugar venham os motoristas…

Aqui no blog já tratei do assunto várias vezes, veja na série que intitulei “Brasileiro odeia árvore”
A cidade é vítima do corte indiscriminado, e eu como cidadão também sou vítima. Vejam só:

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Até Outubro 2007 a R. Nova Cidade na Vila Olímpia contava com duas magníficas árvores no quarteirão entre a R. Quatá e a R. Casa do Ator, saudáveis e frondosas. Uma delas foi estúpidamente assassinada, pelo motivo mais fútil que se possa imaginar. A história do assassinato está aqui.

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No último dia 26 Abril a R. Nova Cidade se apresentava assim, com uma única árvore no quarteirão, imagem obtida no Google.

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No mesmo dia, mais uma vez um caminhão da Prefeitura de São Paulo e sua equipe se dedicaram a podar a árvore, na minha ingenuidade achei que era apenas uma poda meio radical…
Qual nada, tratava-se apenas de mais um ASSASSINATO.
A Prefeitura aproveitou o feriado de 1 Maio e laboriosamente eliminou a árvore rente à calçada, como que a dizer aos cidadãos anestesiados: “Aqui nunca houve uma árvore saudável e frondosa.”
Pra disfarçar, plantaram uma árvorezinha miúda, com assinatura e tudo, eis o nome do criminoso: Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, com a palavra o Secretário Ricardo Teixeira.

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Pronto, Secretário!!! Parabéns!!!!!
Mais uma rua árida, menos uma casa para os passarinhos, menos uma sombra para os pobres paulistanos, mais alguns graus na temperatura e na poluição da cidade, mas em compensação a academia de jiu-jitsu ganhou mais uma vaga de estacionamento…

é isso, por fernando stickel [ 18:12 ]

árvore nova


Cerca de um ano atrás recebi em um evento da Matueté Turismo uma muda de árvore.
Plantei-a em um canto do jardim da Sociedade Hípica Paulista e acompanhei seu desenvolvimento. Agora ela ganhou espaço nobre, em frente ao picadeiro coberto de adestramento.
Com essa, já são mais de 20 árvores que plantei vida afora.

é isso, por fernando stickel [ 15:25 ]

bem-te-vi

bem2
Apesar de ter tido sua casa derrubada pela imbecilidade humana, o Bem-te-vi continua me alegrando, no meio da selva de pedra.

é isso, por fernando stickel [ 17:42 ]

gato escaldado

Pois é.
Ainda não consegui entender como é que o Japão, gato escaldado em energia nuclear, foi bulir novamente na água fervente…

é isso, por fernando stickel [ 14:59 ]

paineiras


As paineiras do meu prédio crescem. A de folhas mais claras, a maior, já chega à janela do meu quarto, no nono andar!

é isso, por fernando stickel [ 10:35 ]

shopping iguatemi


Ontem, final da tarde, a vista do Shopping Iguatemi e dos prédios da Faria Lima.
Como não há nenhum incêndio por perto, este clima horroroso pode ser creditado a todos nós seres humanos poluidores.
Uma das coisas chocantes da visão aérea do Shopping é a enorme área dedicada às garagens (marcadas mais claro). Desta maneira realmente a poluição não tem como ser controlada.

Comparativamente, a mega loja Bloomingdale’s em New York na 59th Street & Lexington Avenue ocupa um quarteirão inteiro, não tem uma única vaga de garagem para seus clientes, porém tem uma estação de Metro.


Só de olhar dá para perceber que São Paulo tem uma rede de Metro ridículamente pequena. Para que São Paulo não pare, teríamos que multiplicar isto por dez, em menos de dez anos…

é isso, por fernando stickel [ 10:08 ]

lixo na rua


Na esquina das ruas Professor Andrioli e Parapuã na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo, fica a escola E. E. Cacilda Becker, em seu muro a frase:

“Atenção
Jogue bastante lixo nas ruas, entupa os bueiros e os ratos irão à sua casa agradecer.”

Este é com certeza um dos piores problemas do bairro, há lixo por toda a parte, a população já incorporou a presença do lixo como sendo “normal”.

é isso, por fernando stickel [ 14:09 ]

transition town

Transition Towns (Cidades em Transição)
Cidades em Transição é um movimento nascido no Reino Unido em 2005-2006, criado por Rob Hopkins e tem como base combater os efeitos que o Pico do Petróleo e as Mudanças Climáticas trarão para o planeta e seus habitantes.

Busca a mobilização da sociedade para um design coletivo da transição das cidades para uma lógica mais sustentável, menos dependente do petróleo, mais integrados à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas.

O grande objetivo é reunir todos os segmentos sociais em busca de soluções para as questões que mais afligem os assentamentos urbanos, buscando uma nova forma de consumo principalmente dos combustíveis fósseis, uma matriz energética mais sustentável, entre outras questões.

Pico do Petróleo: Achar alternativas para esta fonte de energia finita entre outras é crucial para o futuro da humanidade, pois é certo que chegamos ao limite do uso do petróleo em nossa civilização.

Mudanças Climáticas: Não se sabe ainda quais serão as conseqüências futuras, mas é consenso que existe um aquecimento global que está modificando o clima em todo o planeta, ocasionando desde os desequilíbrios mais tênues até as grandes catástrofes como furacões destruidores, tsunamis, enchentes e terremotos.

Esse olhar proposto por Hopkins traz uma maneira mais positiva e ativa de se posicionar frente a esse grande desafio de migrar de uma sociedade insustentável para um mundo mais perene, e que não consuma com tanta avidez os recursos naturais. Talvez por esse motivo sua expansão venha sendo tão rápida. Atualmente, cerca de dois anos depois da criação do conceito, mais de 500 cidades já aderiram ao movimento e vêm empreendendo seus esforços positivamente para transformar suas realidades. A partir desse epicentro, existe hoje uma rede de transição, que desenvolve um movimento de suporte e de incentivo às demais.

Os 4 Reconhecimentos do Movimento de Transição:
– Vida com menos energia é inevitável, e é melhor planejar para isso do que ser pego de surpresa.
– Perdemos a resiliência de lidar com choques energéticos.
– Precisamos agir por nós mesmos, e precisamos agir agora.
– Ao liberar o gênio coletivo da comunidade, podemos desenhar formas de viver mais enriquecedoras, prazeirosas e resilientes do que o presente.

é isso, por fernando stickel [ 8:12 ]

meio ambiente

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Altos de Puritama, Atacama. Aqui o deserto convive com a água e inúmeros espécimes. A vida vegetal e animal abunda no deserto.

Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Algo a comemorar?
O planeta continua em sua marcha, alheio a nós, pequenos pontos de consciência (PO) que pululam em sua superfície.
Muito pouco do que estes PO fizerem alterará o rumo da Terra. Em cerca de 50 anos ninguém se lembrará do atual vazamento de petróleo no Golfo do México, assim como ninguém mais se lembra do Exxon Valdez (1989). Daqui a 100 anos não sobrará marca alguma destas tragédias ambientais.
E o que são 100 anos na história do planeta?
Nada.
Rigorosamente nada.
Quanto aos PO, poderão sumir por pestes ou catástrofes, nada que modificará o rumo do planeta.

é isso, por fernando stickel [ 10:39 ]

lixo no altiplano

lixo
O problema do lixo.
As comunidades tradicionais do altiplano boliviano sobreviviam de uma dieta básica de quínua e carne de lhama.
Os restos desta dieta eram espalhados ao redor das casas, e se decompunham sem grandes problemas, dado o frio e a baixa umidade.
Raposas e aves também ajudavam a “reciclar” este lixo orgânico.
Por onde se anda encontram-se restos de ossos e couro.
Com a entrada de produtos industrializados, a rotina se manteve, porém as embalagens não se degradam como os dejetos orgânicos.
O que acontece é que principalmente ao redor dos povoados maiores existe um “cinturão” de lixo plástico, que o vento vai espalhando.
Dentro dos povoados o lixo se amontoa, não muito diferente do que se vê em comunidades pobres do Brasil.

é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

o porsche e os gases

gas
Depois de semanas e semanas de espera, por conta da BURROCRACIA do Inmetro, finalmente a oficina Motores Gigante recebeu o aparelho analisador de gases, que permitiriá a regulagem perfeita do motor, e consequentemente a aprovação do veículo na Inspeção Veicular.

A rigor o Porsche 911 Carrera 1975 poderia ser dispensado da inspeção, se já tivesse a “Placa Preta”, processo que pretendo iniciar assim que ele estiver regulado e andando normalmente.
Porém, tenho a impressão que depois de todo o esforço de restauro, o Porsche, com 35 anos de idade será aprovado, o que será uma vitória ainda maior!

é isso, por fernando stickel [ 21:55 ]

sujeira no mar

ponta
Uma coisa precisa ser dita. O mar de Santos na Ponta da Praia está imundo!
Nadando você encontra toda sorte de detritos, sacola de supermercado, fiapos desconhecidos…
Tudo bem, o atletismo veio em primeiro lugar, mas não dá para ignorar a sujeira.

é isso, por fernando stickel [ 8:03 ]