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coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

arte

ponto convergente: 3 anos…


Três anos atrás iniciei no Madalena CEI o curso “Ponto Convergente”.
Para a inscrição e seleção me solicitaram um texto, que acabo de reler, vejam:

“PONTO CONVERGENTE

Em momentos de mudança buscamos orientação, indicação de caminhos e recomendações. Nos apoiamos nos depoimentos de quem passou por situação similar, até surgir clareza e caminho livre.

O livro milenar da sabedoria chinesa I-Ching garante responder sua consulta com exatidão, contanto que sua pergunta ao oráculo seja precisa. Se houver falha na resposta é porque a pergunta estava mal formulada.

Nesta jornada carregamos várias coisas, dúvidas, recursos, experiências, vontades.

Meu olhar é definitivamente uma das coisas boas que possuo, meu melhor instrumento de trabalho. Foi treinado, desenvolvido e aprimorado principalmente no âmbito das artes plásticas, mas também na arquitetura, nas cidades, ruas, museus, exposições, na natureza e em todas as experiências neste planeta. Recentemente (cerca de dez anos) este olhar vem voltando-se mais para a fotografia, onde também vem sendo aprimorado.

Mas o bom olhar por si só não resolve todas as questões, não faz a pergunta, não indica o caminho.

É preciso ajuda para chegar ao ponto convergente. É preciso formular a pergunta correta.
É preciso escolher um caminho.

Acredito que o curso “Ponto Convergente” possa me ajudar neste momento de procura, quando 30 anos de militância nas artes plásticas já ficaram para trás, e dez anos de experiência com a fotografia ainda não se consolidaram.

Fernando Stickel
24 Março 2014”

Posso assegurar que o trabalho foi feito, e eu não estaria onde estou hoje no universo da fotografia se não tivesse tido a rica experiência deste curso.

é isso, por fernando stickel [ 9:39 ]

No Dia Internacional da Mulher, homenageio uma mulher especial:

Júlia Campos nascida em 1965 na Vila Brasilândia em São Paulo, demonstrava desde criança seu amor à sétima arte.

Ela e o irmão Amaro gravavam histórias em fitas cassete para apresentar às crianças do bairro. Julia também participou de alguns comerciais de produtos.

Trabalhou como free-lance, produziu casting de elenco e até atuou como cabeleireira. O curso de cinema no SENAI foi o catalisador de sua carreira de cineasta.

Fundou com o marido a Brasilândia Filmes em 2007, ano em que deu vida ao seu primeiro curta-metragem “A loira do banheiro”, com a participação de moradores da comunidade.

Em 2010 nasceu o documentário “DNA da Brasilândia e suas histórias”, realizado pela Fundação Stickel em parceria com a Brasilândia Filmes. A Subprefeitura Freguesia/Brasilândia ofereceu o espaço da Casa de Cultura da Brasilândia para a realização do curso.

Júlia e os 18 participantes do curso foram às ruas da Brasilândia para documentar a história do bairro e entrevistaram vários moradores com mais de 50 anos de Brasa. O vídeo conta a história do bairro, através destas pessoas que testemunharam o desenvolvimento e a transformação da Vila Tiro ao Pombo em Vila Brasilândia.

Júlia Campos teve um AVC e faleceu precocemente aos 46 anos em 2011, poucos dias após receber homenagem da Câmara Municipal de São Paulo nas comemorações dos 64 anos do bairro da Brasilândia.

é isso, por fernando stickel [ 16:29 ]

apoio o olho!


Apoio!!

é isso, por fernando stickel [ 17:43 ]

oficinas clássicas publicado!


O site de fotografias L’OEIL DE LA PHOTOGRAPHIE publica os portfolios de seus leitores.
O meu ensaio “Oficinas Clássicas” foi publicado!
Coque aqui para ver a matéria.

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]

emerging awards lens culture

lens-culture
Mais um concurso… A cada participação, mais experiência…

Clique aqui para ver os vencedores.

é isso, por fernando stickel [ 15:23 ]

prêmio gávea de fotografia

No dia seis eu descobri que fiquei só na promessa…

Caro candidato,

Dentre os mais de 500 inscritos, você é um dos 66 finalistas do Prêmio Gávea de Fotografia. O resultado será divulgado dia 06.12, terça-feira, até às 19 h. Obrigada pela sua participação.

Boa sorte.

Equipe Galeria da Gávea


Galeria da Gávea
+55 21 2274-5200
www.galeriadagavea.com.br
skype: @galeriadagavea

é isso, por fernando stickel [ 15:07 ]

erico stickel doou ao ieb

ieb
Meus pais Erico e Martha Stickel doaram em 2002 parte importante da biblioteca que meu pai criou durante sua vida de bibliófilo e estudioso da iconografia brasileira.
A instituição escolhida para a doação foi o Instituto de Estudos Brasileiros da USP, o IEB, e a doação ocorreu dois anos antes do falecimento do meu pai, em 25/12/2004.

é isso, por fernando stickel [ 8:37 ]

vila olímpia

parede-azul
Passo caminhando em frente à essa parede azul no mínimo umas 6 vezes por semana, no meu caminho de ida e volta para o almoço.
Sua beleza me passou desapercebida por um bom tempo!
Nossos olhos se acostumam, o raciocínio se desliga, a rotina toma conta e tira o brilho das coisas.
Algo no entanto me fez olhar novamente, lá estava ela, linda! Pronta para se transformar em uma imagem que enche os olhos de alegria! Recorte privilegiado do banal!

é isso, por fernando stickel [ 9:03 ]

bellevue strand

bellevue
Momento Luigi Ghirri em Bellevue Strand, Dinamarca.

é isso, por fernando stickel [ 17:52 ]

rua dos franceses

franceses
Na Rua dos Franceses, Bela Vista.

é isso, por fernando stickel [ 8:52 ]

hector babenco, rip

hector
Hector Babenco e Barbara Paz, 28 Dezembro 2014

Conheçia o Hector há muitos anos, mas no Reveillon de 2015, no Outeiro das Brisas, houve um contato mais próximo, pois ele e sua mulher Barbara Paz produziram uma sessão de cinema ao ar livre, e projetaram o filme “Birman” para os habitantes da praia. Meu filho Arthur, estudante de cinema, conversou um pouco com ele, na beira da praia enquanto se preparava a projeção, foi simpático e instrutivo.
Penso com carinho nele, e desejo que faça uma boa viagem.

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Hector supervisionando a instalação da “sala de cinema”.

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A projeção.

é isso, por fernando stickel [ 22:37 ]

cinema no ceu paz!

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Inaugurado o Circuito Spcine no CEU Paz. Serão 20 salas de cinema nos CEU de São Paulo, oferecendo programação de cinema de qualidade.
Iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
A Fundação Stickel, como parceira do CEU Paz estava lá para prestigiar o evento.

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Claudia Nogueira de Lima Souza Barros e eu.

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Esperando a hora de entrar no cinema.

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A placa do Cine Paz.

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As torres de caixa d’água chicoteadas em oficina recente de Vera Martins, por iniciativa da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 9:31 ]

visão urbana idea zarvos

visaourbana

Adorei participar do concurso “Visão Urbana Idea Zarvos”, pelas razões expostas aqui.

Confesso, no entanto, que o resultado do juri me decepcionou. Não porque eu não tenha sido premiado entre as 16 fotos vencedoras, absolutamente. O meu prêmio foi ter sido um dos 532 selecionados de um total de mais de 15.000 fotos.

A minha decepção veio das seguintes constatações:

1. As 16 fotos vitoriosas não apresentam, à exceção do Edyr Sabino ou André Chirinos um salto de qualidade, beleza ou interesse significativo em relação às outras, ou seja, eu esperava ver 16 fotos completamente arrasadoras, e vi 16 fotos que poderiam perfeitamente ser as minhas, ou dos meus outros 531 colegas selecionados.

2. Não consigo entender, em um universo de mais de 15.000 fotos enviadas e 532+16=548 fotos selecionadas, e à luz da constatação #1 acima, haver três premiações para um mesmo nome, Fernando Ricci, excelente fotógrafo profissional.

é isso, por fernando stickel [ 17:11 ]

maia rosa & millan

dudi
Dudi Maia Rosa

marcelo2
Marcelo Maia Rosa na entrada da Galeria Millan, onde se realiza a exposição VRIDO de seu pai, Dudi Maia Rosa.
A exposição estará em cartaz até 11 Junho.

estudio dudi
Gilda Vogt Maia Rosa no estúdio do artista.

é isso, por fernando stickel [ 10:11 ]

photo london

photo london

photo london2

O salão Photo London foi criado em 2015. Sua segunda edição ocorre de 19 a 22/5/2016, acabei de visitá-lo no Somerset House em Londres. Muito grande, cheio de atrações, publicações, e com enorme diversidade na apresentação de fotos de diversas épocas e estilos.

Muito interessante constatar uma característica comum a eventos deste tipo mundo afora: Os frequentadores de exposições de arte, salões e bienais se encaixam sempre mais ou menos nos mesmos tipos:

– O barbudinho silencioso e mal vestido, zeloso de sua enorme importancia para o cenário da arte
– A mulher gostosa e bem vestida
– O colecionador rico e espalhafatoso, que adora ser bajulado pelo
– Marchand metido e adulador
– Os jovens curiosos e genuinamente interessados
– O cara que não tinha nada melhor pra fazer e resolveu dar uma passadinha
– O expert em boca livre
– O colecionador estudioso, discreto e elegante
– Senhoras gordas e suarentas vestidas de preto
– O marchand intelectual, que não se esforça o mínimo para agradar a seus clientes
– Chatos como eu, que ficam observando para criticar depois…
– Etc…

é isso, por fernando stickel [ 13:18 ]

visão urbana idea zarvos

É curioso como se processa o reconhecimento de um olhar, o meu olhar sobre a cidade de São Paulo.

O meu olhar está aqui comigo, estou em São Paulo, sou paulistano com muito orgulho, faço parte da cidade. Observá-la e fotografá-la é para mim uma segunda natureza, como escovar os dentes.

Milhares de vezes meu olhar escolheu algo na cidade para ser registrado. Dificilmente passam-se na minha vida 24 horas sem que eu fotografe algo na cidade. Vejo macro e vejo micro, com foco e sem foco, de dia e de noite, de perto e de longe. No carro, a pé, no escritório, no clube, em casa, no Norte, no Sul, no alto, no chão, na riqueza e na pobreza, na sofisticação e na natureza.

Participar do concurso “Visão Urbana Idea Zarvos” teve o condão de estimular a revisão das minhas fotos da cidade, conectando o fio condutor que aglutinou este olhar. A instigante atividade de aplicar a hashtag #visaourbanaiz ao meu enorme acervo de fotos instrumentalizou o reconhecimento deste olhar. Incorporei-o conscientemente ao meu repertório, ampliando e potencializando seu alcance.

idea zarvos
Está rolando até 10 Maio uma ideia muito bacana da incorporadora Idea!Zarvos, um concurso de fotos da cidade para a cidade – Arquitetura / São Paulo / para quem / passa / vive /curte, veja aqui.

O concurso é organizado pela produtora cultural Estúdio Madalena e terá como juri Claudia Jaguaribe, Ekaterina Kholmogorova, Iatã Cannabrava, Mozart Mesquita e Nelson Kon.

Coloque a #VISAOURBANAIZ na sua foto no Instagram e concorra a prêmios, veja o Regulamento.

é isso, por fernando stickel [ 17:52 ]

dudi maia rosa na millan

dudimaia rosa
Faço minhas as palavras do meu amigo Dudi Maia Rosa:

“Sábado dia 14 de maio exposição na Galeria Millan. Será um prazer enorme ver os amigos e mesmo essas pessoas que nunca vimos mas que tanto gostamos. Todos convidados e estaremos de coração aberto para nos abraçar!”

Galeria Millan, 14 Maio 2016 das 12:00 às 16:00h R. Fradique Coutinho 1360 São Paulo

dudimaiarosa
O artista em seu atelier, hoje, 3/5/2016.

é isso, por fernando stickel [ 17:48 ]

fernando stickel na folha de são paulo

f s paulo
O jornalista Toni Sciarretta do caderno “Morar” do jornal Folha de São Paulo do último domingo, 17 Abril 2016, me entrevistou sobre a minha experência como morador da Vila Olímpia.
Conversamos também sobre a série de fotos que realizei no bairro em 2003-2005, que acabaram por gerar a exposição “Vila Olímpia” na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 2006, com curadoria de Diógenes Moura, e lançamento simultâneo do livro “Vila Olímpia” pela Editora Terceiro Nome.
A minha foto na matéria é da Raquel Cunha.

ENTREVISTA FERNANDO STICKEL

Vila Olímpia foi dos inferninhos aos arranha-céus

Fotógrafo registrou detalhes do dia a dia do bairro em que vive desde 1986 e reuniu as imagens em livro e em mostra na Pinacoteca.

RAIO X
NOME Fernando Diederichsen Stickel

IDADE 67

FORMAÇÃO Arquitetura na FAU-USP

OCUPAÇÃO Presidente da Fundação Stickel de oficina de artes na periferia e autor do blog “aqui tem coisa”

Artista plástico, fotógrafo, blogueiro e agora executivo do terceiro setor, o arquiteto Fernando Stickel, 67, vive na Vila Olímpia há 30 anos, época em que o bairro ficava submerso nas águas do córrego Uberaba, onde hoje fica a avenida Hélio Pellegrino. Pelas lentes de Stickel e pelo bairro, retratado no blog “aqui tem coisa”, iniciado em 2003, passaram diferentes tribos: motoqueiros dos anos 1990, inferninhos “de quinta categoria” dos anos 2000 e agora executivos dos prédios espelhados e estudantes do Insper e da Anhembi Morumbi.
Stickel, que nos anos 1990 manteve um loft e ateliê de 2.000 m² até se render à especulação imobiliária local, chegou fotografar os prédios espelhados que surgiam na região, mas não gostou do resultado. Preferiu retratar detalhes de fachadas, tapumes de prédios em construção, portas e janelas do bairro. O trabalho motivou uma exposição na Pinacoteca e virou o livro “Vila Olímpia” em 2006 (ed. Terceiro Nome).
Leia trechos da entrevista feita na Fundação Stickel, instituição sem fins lucrativos que faz trabalhos na Vila Nova Cachoeirinha e na Vila Brasilândia (zona norte).

Folha – Como era a Vila Olímpia quando você chegou?
Fernando Stickel – Estou no bairro desde 1986. Construí um loft na rua Ribeirão Claro com a Fiandeiras –era meu estúdio e residência. A Vila Olímpia era um bairro pobre. A Hélio Pellegrino era um córrego imundo com uma favela. Quando chovia, a água subia mais de um metro.
O bairro inteiro tinha tecnologias diferentes para conviver com as enchentes: escadinha, rampa… Eu tinha um portão com gaxeta de borracha, que virava uma comporta para barrar a água.
Foi assim até que veio a obra que canalizou o córrego. Em seguida, saiu a nova Faria Lima. Aí o bairro explodiu.
E a sua história de fotógrafo?
Minha história de fotógrafo começa em 2003, quando montei o blog “aqui tem coisa”. Falava do meu filho, minha mulher, meu cachorro e do bairro. Ainda não tinha máquina digital. Comprei e saí fotografando como doido. Participava do Fotolog, um serviço de blog de fotografia que acabou de morrer. Fui formando uma visão das ruas do bairro que acabou gerando três anos depois a mostra na Pinacoteca e o livro.
A máquina fotográfica tem a mesma característica de um pincel –mas, no lugar de tinta e pincel, tem uma máquina. A visão é de artista plástico. Tanto que muitas pessoas falavam que era uma pintura.

O que as fotos mostram que não existe mais?
Tem tapume, fachada, janela, porta, portão; algumas coisas ainda lembro onde estão, outras foram embora há décadas. Era um bairro de casinhas, oficinas mecânicas, borracheiros, botequinhos, papelaria, mercadinho de bairro. O que era um barzinho de esquina, hoje virou um restaurante de quilo.
Esses bares da esquina da Quatá e Nova Cidade começaram na fase áurea dos motoqueiros. Aqui era “point” dos motoqueiros. Depois vieram os inferninhos. Eram boates de quinta categoria.

Onde estão esses moradores?
O borracheiro foi embora; não cabe mais aqui. O mercadinho foi comprado ou fechou. E assim tudo foi se modificando. Um dia vem o mercado imobiliário e toca a sua campainha. Ligavam todos os dias: eram corretores, incorporadores…
Não adianta lutar contra, então vamos fazer da melhor forma possível. Vendi o terreno para uma sinagoga, que ficou linda. Pelo menos, não foi um predião.

Os moradores da Vila Olímpia foram organizados e tiveram voz no desenvolvimento do bairro, como ocorreu no Itaim, onde a população ajudou a conservar o patrimônio histórico?
Sim. O cidadão, quando pode, se organiza e põe o dedo na ferida. Qual é o valor disso? Existe, mas o poder econômico é maior. Na minha visão, o poder público é totalmente omisso –não regulamenta, não fiscaliza e é vendido. O resultado é essa cidade completamente desestruturada e carente de infraestrutura.

Você tentou fotografar os prédios espelhados?
Quando comecei, achava que também iria fotografar os espelhados”¦ Tentei, mas não faz minha cabeça. Outros fotógrafos vão fazer mil vezes melhor, provavelmente não tiram a foto do detalhe como eu. Até porque esse tipo de detalhe está sumindo.

O que seria o detalhe dos prédios espelhados? A grama amendoim do paisagismo?
É tudo muito igual. Talvez você vá achar pessoas interessantes que passam na frente desses prédios.

Você tem nostalgia daquela Vila Olímpia?
Minha nostalgia não vai para dez anos atrás. Vai para o Guarujá dos anos 1950, onde eu cresci. Não tenho saudade do tempo dos botecos, era infernal! Demorava 45 minutos para andar dois quarteirões. Depois, assim como veio, também foi embora.
Hoje diria que é um bairro tranquilo. Faço tudo o que preciso a pé. Andei durante muito tempo de moto até que tive um acidente. Tentei andar de bicicleta, mas fui atropelado por um motoboy, ainda antes da ciclovia.
Almoço com os estudantes e executivos. Essa mistura é excelente. Vi na Vila Olímpia uma transformação não só de cidade mas também de vida. E acho ótimo que vá embora essa minha vizinha [aponta para o sobradinho em frente, com placa de “vende-se”], que mandou derrubar uma árvore linda porque sujava a casa dela. (TONI SCIARRETTA)

Veja aqui o artigo “Fotógrafo registra em livro detalhes do dia a dia do bairro em que vive desde 1986” on line.

EM TEMPO: Recebi esta mensagem, acompanhada da foto da pintura, muito interessante e simpática!
“Olá Fernando
Estava viajando e não vi seu email. Então, esse é o quadro que minha mãe pintou baseado na foto do seu livro “Vila Olímpia”. Ela tb pintou mais dois que devem estar com a família.
Vou procurar saber para te enviar tb. O nome dela é Therezinha Fontes, já faleceu há dois anos, dei pra ela o seu livro de presente justamente por causa das fotos.
Espero que vc goste do resultado.
Um abraço
Cristina Teresa Fontes”

pintora

é isso, por fernando stickel [ 14:31 ]