Os escritórios da Fundação Stickel estão de mudança para a R. Nova Cidade 193 na Vila Olímpia.
Cheguei ao escritório hoje e a minha mesa já foi, meus arquivos, papéis, objetos, tudo já foi, sobrou uma mesa com o computador, algumas caixas de papelão, enfim, aquele saudável caos da mudança…


Em época de contenção de despesas o que era o meu estúdio se transformou, pelas mãos da arquiteta Sandra Pierzchalski, com a consultoria do nosso parceiro Sergio Athie da Athie/Wohnrath, nos novos escritórios da Fundação. A Sandra preparou o projeto, tocou a obra e está cuidando de todos os detalhes da mudança.?Iluminação e ar-condicionado já estavam prontos, e foram integralmente aproveitados, a reforma constituiu-se básicamente em criar duas salas fechadas, e reutilizar e racionalizar os móveis disponíveis, oriundos inclusive da desativação do nosso escritório na Paróquia São José Operário, por conta da conclusão da incubação dos grupos de geração de renda Brasilianas e Doces Talentos.

é isso, por fernando stickel [ 15:43 ]


É nestes dias, como hoje em São Paulo, frio feio, chovendo, que dá saudade do dia passado no lugarejo de Garzon, no Uruguai, onde almoçamos deliciosamente no Garzon Hotel & Restaurante de Francis Mallmann…

é isso, por fernando stickel [ 15:45 ]


Carcará, recordista brasileiro de velocidade em linha reta em 29 Junho 1966. Média de 212,903 km/h, na categoria 1 litro, motor DKW de dois tempos e três cilindros, projeto de Anisio Campos.
Mais informações aqui.

é isso, por fernando stickel [ 9:20 ]


Ontem, no Jardim Botânico de São Paulo, estivemos no casamento da Camila e do Guilherme.
Posso dizer com segurança que nunca estive em uma festa tão perfeita, linda, enorme, bem servida, tranquila, sofisticada, impecável.


A sofisticação do bolo exigia tocar nas flores de açúcar para acreditar que não eram naturais!

é isso, por fernando stickel [ 12:17 ]


Passeios no sábado à tarde, Sandra & Jimmy.

é isso, por fernando stickel [ 18:33 ]

VERDADES MASCULINAS

1. Peitos foram feitos para serem olhados e é isso que nós iremos fazer. Não tente mudar isso.
2. Aprenda a usar a tampa do vaso. Se ela está levantada, abaixe-a. Vocês precisam dela abaixada, nós precisamos dela levantada. Você não nos vê reclamando por que você deixou ela abaixada.
3. Domingo = Esportes. É a mesma relação que a lua cheia tem com as mudanças na maré. Deixe estar.
4. Comprar NÃO é um esporte. E não, nunca vamos pensar nisso dessa forma.
5. Chorar é chantagem.
6. Pergunte o que você quer. Vamos ser claros nisso: Dicas sutis não funcionam! Dicas claras não funcionam! Dicas óbvias não funcionam! Apenas diga logo o que você quer.
7. Sim e Não são respostas perfeitamente aceitáveis para praticamente todas as questões existentes.
8. Venha falar conosco a respeito de um problema somente se você quiser ajuda para resolvê-lo. Isso é o que a gente faz. Simpatia é trabalho das suas amigas
9. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Procure um médico.
10. Qualquer coisa que dissemos 6 meses atrrás é inadmissível em um argumento. Na verdade, todos comentários tornam-se nulos e vetados após 7 dias.
11. Se você pensa que está gorda, provavelmente está. Não pergunte para nós.
12. Se algo que nós dissemos pode ser interpretado de duas formas, e uma delas faz você ficar irritada e triste, nós queríamos usar a outra forma.
13. Sempre que possível, fale tudo o que você tem a falar durante os comerciais.
14. Cristóvão Colombo não precisou parar para pedir informações, e nem nós.
15. TODOS homens enxergam em apenas 16 cores. Pêssego, por exemplo, é uma fruta, não uma cor. Salmão é um peixe. Não fazemos idéia do que é âmbar.
16. Se algo coça, será coçado. Nós fazemos isso.
17. Se perguntarmos a você se há algo de errado e você responde “nada”, nós agiremos como se nada tivesse errado.
18. Se você fizer uma pergunta para a qual você não quer uma resposta, espere uma resposta que você não queria ouvir.
19. Quando precisamos sair, absolutamente tudo que você usar está bom. Sério.
20. Não pergunte o que estamos pensando, a não ser que você esteja preparada para discutir sobre Sexo, Esportes ou Carros.
21. Você possui roupas suficientes.
22. Você possui sapatos de mais.
23. Eu estou em forma. Redondo é uma forma.
24. Obrigado por ler isso; Sim, eu sei, eu terei que ir dormir na sala hoje, mas saiba você que os homens não se importam com isso, é como acampar.

é isso, por fernando stickel [ 15:21 ]


Descobri em uma antiga publicação da Villares este projeto para o Refúgio da Pedra do Baú. A cabana foi construida nos anos 40 como parte da implantação do Acampamento Paiol Grande em São Bento do Sapucaí, graças aos esforços, entre outros, do meu tio Luiz Dumont Villares, do meu pai Erico Stickel, Job Lane, Otavio Lotufo e Alfredo Velloso.
Eu ainda conheci a cabana de pé, e lá dormi na minha primeira escalada da Pedra em 1956. Logo depois ela foi vandalizada, hoje não sobra nada.


Meu certificado de escalada do Baú foi assinado pelos meus primos Maria e Paulo Villares (com a observação “que escalou o Matterhorn…), e pelo meu pai, Erico Stickel. Eu tinha 7 anos e três meses de idade!

A HISTÓRIA DO PAIOL GRANDE
por Paulo Diederichsen Villares

Como nasceu a idéia?

Após o término da Segunda Guerra Mundial, lá pelos anos de 1946, meu pai, Luiz Dumont Villares, foi procurado por um grande amigo seu, o Dr Job Lane, que era dono do Hospital Samaritano em São Paulo. Disse ele à meu pai:

“Luiz eu conheci um americano lá nos Estados Unidos, que tem um Acampamento de Férias para jovens e perdeu seus dois filhos na Guerra. Em homenagem e lembrança de esses dois filhos, ele gostaria de tocar um acampamento de férias aqui no Brasil, semelhante ao dele, mas precisa de quem de apoio a ele. Você não gostaria de conhecê-lo? “

Assim foi que meu pai numa próxima ida sua para os Estados Unidos, convidou o Mr. Donald D. Kennedy para um jantar em Nova Iorque e o diálogo dos dois foi mais ou menos assim, segundo meu pai:

“Mr. Kennedy, o que é um acampamento de férias para jovens?“

Mr. Kennedy então explicou e explicou, contando o que ele e a mulher dele, Harriet, faziam, no chamado “Camp Kieve”, em Vermont. Era uma oportunidade para jovens meninos, entre onze e quinze anos de idade, aprenderem a desfrutar a natureza, a fazer amigos, através de muito esporte, num ambiente longe da cidade e longe das “saias das mães”.

Meu pai ficou muito impressionado e disse :

“Não temos nada parecido no Brasil”

Mr. Kennedy então respondeu:

“Porisso mesmo que eu tive a idéia de fazer algo semelhante ao que eu tenho aqui, em memória aos meus filhos que perdi na Guerra”

Meu pai voltou para o Brasil, chamou o Dr. Job Lane e ambos juntos resolveram procurar amigos que topassem a ideia de implantar o primeiro acampamento de férias do Brasil.

Não foi difícil reunir um punhado de amigos. O difícil foi realizar a tarefa no curto espaço de tempo que restava, pois o compromisso de meu pai com o Mr. Kennedy, foi o de ter um acampamento de férias pronto para funcionar no verão de 1947!!

Como foi escolhido o local?

Em 1943, no final da construção do Hotel Toriba, em Campos do Jordão, que meu pai fazia com meu avô, Ernesto Diederichsen, o famoso empreiteiro Floriano Pinheiro, que construía o Hotel, apresentou a ele o humilde pedreiro, Antonio Cortez que havia acabado de subir a Pedra do Báu, até então nunca escalada. Era plena Segunda Guerra, mas meu pai ficou tão entusiasmado, aos ter sido levado pelo Antonio, para também escalar a Pedra, que resolveu comprá-la, com idéia de fazer uma escada, e mais tarde, lá em cima, um abrigo, do tipo dos que existiam no Alpes da Suíça, País onde havia estudado.

Queria que “todo o mundo” pudesse escalar a Pedra, afim de desfrutar daquela empolgante natureza.

Foi assim que, anos depois, justamente quando meu pai resolveu levar para a frente a idéia do Mr. Kennedy, que o tal abrigo, em cima da Pedra do Baú estava sendo feito. E numa ida dele, para ver como andava a construção da casinha, em que eu também estava presente; lá de cima, me lembro do seguinte diálogo de meu pai com o Antonio Cortez, que não só havia colocado as escadas e os degraus, mas estava também construindo a casinha. Disse ele:

“Antonio, presta bem atenção. Eu vou explicar para você o que é um Acampamento de Férias para Jovens”

Respondeu o Antonio :

“Pois não Doutor, pode falar ! “

e meu pai, com muita paciência, explicou e explicou, tudo o que havia apreendido do Mr. Kennedy, terminou e perguntou :

“Antonio, você entendeu o que eu falei?“

respondeu o Antonio:

“Entendi sim, doutor”

meu pai então perguntou :

“Então me diga aonde posso fazer esse Acampamento?“

“Lá em baixo“

respondeu prontamente o Antonio Cortez, apontando, lá de cima do Baú, para o vale lá em baixo, onde hoje é o Acampamento Paiol Grande.

Meu pai voltou para São Paulo, reuniu seus amigos, e compraram as terras onde hoje está o Acampamento Paiol Grande.

Porque o nome Acampamento Paiol Grande?

Porque o Acampamento está no Vale do Paiol Grande. A Pedra do Baú está no meio de dois vales. Um chama-se Vale do Baú, fica no lado de campos e Jordão, e ou outro, Vale do Paiol Grande.

E daí?

Daí, após a compra do terreno, foi uma correria incrível!! O Acampamento tinha que ficar pronto em poucos meses! Não dava tempo de contratar um arquiteto. Então, meu pai, pegou os desenhistas do departamento de projetos da Elevadores Atlas, que projetavam as cabines dos elevadores, e juntos foram projetando os primeiros chalés de madeira.

Meu pai havia acabado de comprar seu primeiro avião, um Beechcraft Bonanza,e conseguiu com o Prefeito de São Bento do Sapucaí que fizesse um campinho de aviação na cidade, para assim ele poder sair na hora do almoço do Campo de Marte, onde guardava o seu avião e dar um pulo até o Paiol, afim de ver como andavam as obras. Nos domingos ele me convidava:

“Paulo, vamos dar um pulinho até São Bento, para ver como andam as obras do Acampamento?“

Eu tinha só dez aninhos de idade, mas lá ia de “co-pila”

Como foi a primeira temporada ?

Foi uma aventura total. A piscina não tinha ficado pronta. Era uma piscina de terra, mas muito divertida. Uma lama só ! O prédio do refeitório estava pronto, felizmente, então a gente tinha onde comer, mas o Ranchão, onde a gente iria fazer os eventos fechados, não estava. Faltavam as paredes laterais.

E aí o que aconteceu?

Deu um “pé de vento” e o teto do Ranchão desabou! Ficamos sem o Ranchão no primeiro ano.

E os chalés ?

Tudo bem, mas não tinham água quente. Aliás, assim foi por muito tempo, pois apesar das primeiras temporadas serem de dois meses, era verão, então o Mr. Kennedy entendia que não precisávamos de água quente. Só mais tarde, quando começaram as temporadas das moças, em Julho, com era inverno, então os chalés ganharam água quente.

Resumo da primeira temporada, não havia meio termo, alguns Paioleiros adoraram, mas outros, entre os “grandes”, que ficaram no chalé dos Ventos, detestaram a tal ponto que até FUGIRAM do Paiol.

Qual era a programação no primeiro ano?

Muito esporte, piscina de barro, lutas de Box, longas cavalgadas, banhos de rio de descoberta de cachoeiras, campeonatos de arco e flecha e é claro, muitas subidas na Pedra do Baú. Muitas porque eram dois meses!

Nas cavalgadas, sempre acampávamos em barracas e nunca sabíamos direito para onde estávamos indo, pois não haviam trilhas. Era só mato. À noite, é claro, sempre ouvíamos miados de onças. Não sabíamos que onça não mia e só “esturra” !!!

FOI UMA EXPERIÊNCIA INESQUECIVEL

São Paulo, 27 de Abril de 2012

é isso, por fernando stickel [ 14:49 ]


Tentamos não mexer na bomba injetora mecânica Bosch da Mercedes-Benz 280SL 1970, mas não teve jeito de acertar a regulagem do motor.
A bomba será enviada aos EUA para remanufaturar, ou seja, em algumas semanas teremos uma bomba zero km, e aí sim esperamos obter a regulagem.
Como já mencionei diversas vezes, restauro automotivo é sobretudo um exercício de paciência…

é isso, por fernando stickel [ 14:34 ]


Hoje conversei com o “Coronel”, responsável pela obra que visa a correção do ruído do exaustor da cozinha na Hípica Paulista, que me explicou o que será feito.
Vão fechar a antiga chaminé a meia altura com uma laje, o fluxo de ar passará pelo exaustor e será novamente injetado na chaminé, acima da laje, saindo pelo topo da chaminé.
Espero que funcione sem ruído…
Ainda me lembro dos conceitos básicos de física, no que se refere a fluxos, volumes e velocidades dos fluidos.
Neste caso, se o volume adequado de ar se movimentar a uma velocidade compativel com a seção do duto por onde passa, o ruido (atrito) será mínimo, caso contrário…

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]

é isso, por fernando stickel [ 9:21 ]


Começam as aulas do curso de curtas-metragens na Casa de Cultura da Brasilândia. Realizado pela Fundação Stickel em parceria com a Associação Cultural Kinoforum e apoio da Subprefeitura Freguesia-Brasilândia, a oficina contará com 20 jovens da região que frequentarão gratuitamente o curso.

é isso, por fernando stickel [ 18:07 ]


Faleceu hoje o Prof. Flavio Vespasiano Di Giorgi (1933-2012)
Ele foi meu professor de português no colegial do Colégio Santa Cruz, lá no final dos anos 60.
Caótico, desarrumado, genial, fumava Lincoln sem filtro sem parar, as cinzas caiam sobre sua camisa branca amarfanhada, queimavam buracos sobre ela e ele totalmente alheio ao perigo de incêndio continuava nos provocando com sua inteligência e cultura, declamava poemas, respondia sobre tudo, era o máximo!
Que pena, mais um gênio que nos deixa.
… e deixa saudades.

O velório será logo mais às 17:00h no Cemitério Gethsemani, e o sepultamento amanhã cedo.

é isso, por fernando stickel [ 16:13 ]


Atualização do assunto “Silêncio na Hípica Paulista”:
Nada como o contraditório…
Hoje cedo fui à Hípica Paulista para minha aula de natação. Surpresa!!!!! Silêncio!!!!!
Desligaram o exaustor infernal, e a civilização voltou ao pedaço, configurada no silêncio que permite ouvir o vento e os passarinhos…
Durante o fim-de-semana conversei com o Presidente da Hípica, Chico Leite, que me garantiu que serão feitos os reparos necessários para eliminar o ruído, a mesma coisa me disse o Diretor Roberto Fernandes.
Aguardo ansioso a instalação definitiva do silêncio.

é isso, por fernando stickel [ 15:25 ]


Inacreditável!
Estou completando oito anos quase ininterruptos de pilates, atividade que me resgatou de crises constantes de dor nas costas, e vem me mantendo longe delas…
Obrigado Giu Bergamo, Claudio Vazzola, Larissa Mahseredjian e toda a equipe do CRIAH MOVIMENTO!

é isso, por fernando stickel [ 15:19 ]


Começam as aulas de curso de curtas-metragens na Brasilândia

Realizada pela Fundação Stickel e a Associação Cultural Kinoforum, com apoio da Subprefeitura Freguesia-Brasilândia, a oficina contará com 20 jovens da região para frequentarem gratuitamente o curso.
As aulas começam neste sábado (5), a partir das 9 horas.
O projeto é realizado desde 2001, como atividade paralela do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Em 58 oficinas, já proporcionou a mais de 1 mil jovens a possibilidade de elaborar, dirigir, produzir e fotografar 237 curtas.
As 50 horas/aula resultarão na produção de quatro curtas-metragens digitais, com cerca de cinco minutos de duração cada. Eles serão exibidos em salas de cinema, integrando a programação do 23º Festival de Curtas Metragens de São Paulo, que acontece entre 23 de agosto e 2 de setembro 2012.

é isso, por fernando stickel [ 18:36 ]


Meu amigo fotógrafo Claudio Edinger lança seu novo livro, De Bom Jesus a Milagres.

Museu da Imagem e do Som
Av. Europa 158
Amanhã, 5ª feira 3 Maio 2012 19:00h

é isso, por fernando stickel [ 18:13 ]

é isso, por fernando stickel [ 17:08 ]


Conheço a Fal Azevedo originalmente através de seu blog “Drops da Fal”. Com o passar do tempo li seus livros e me tornei um fã. É nessa condição de fã que recomendo seu novo livro, que ainda não li, mas com certeza será tão bom quanto os anteriores.

Sonhei que a neve fervia
Livraria da Vila – R. Fradique Coutinho 915
Amanhã, 5ª feira 3 Maio às 18:30h

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

Deu saudades…

Em 31 Março de 2005 Sandra e eu subimos a 5.600 m. de altitude, cume do Volcan Toco!
A vista sobre o deserto do Atacama é de centenas de km para todos os lados, com milhares de nuances de cores, picos nevados, o ar é límpido, fresco, por vezes bem frio.
Fiquei com um pouco de dor de cabeça, a respiração fica bem alterada, e eu tive um pouco de embaralhamento da visão. Cada pessoa apresenta sintomas diferentes com a altura.
Nao foi fácil, os guias ficavam me incentivando, já que pra variar eu estava no fim da fila…, mas quando cheguei ao cume a sensação foi fantástica!!

é isso, por fernando stickel [ 12:24 ]

Memórias profundas

Porão escuro da R. dos Franceses
Porão/oficina do Paulo Villares na R. Áustria
O quarto de ferramentas do meu avô Arthur Stickel no Guarujá
A garagem de barcos do meu avô Arthur Stickel no Guarujá
Os cheiros da casa grande em Campos do Jordão – a cerâmica vermelha
O quarto dos rádios do meu tio Ernesto Diederichsen na R. Gal. Mena Barreto
A copa de inox da casa do meu tio Ernesto Diederichsen, na R. Gal. Mena Barreto – o cheiro de banana batida com leite
Os caminhos secretos montados com caixotes
Ferrari vermelha à beira da estrada na Suíça
Cheiro de resina na floresta da Suíca

é isso, por fernando stickel [ 11:12 ]

é isso, por fernando stickel [ 23:33 ]


Na Sociedade Hípica Paulista concluiu-se recentemente uma mui necessária reforma da cozinha, onde foram investidos mais de um milhão de reais.
Ocorre que um dos equipamentos (mal) instalados é um exaustor que emite das 5 da manhã até tarde da noite um ruido insuportavel, além da total falta de compatibilidade estética em sua acomodação junto à chaminé do prédio centenário.

O silêncio, na nossa gigantesca Paulistânia caótica é um bem cada vez mais raro e precioso, e perdê-lo justo no local destinado ao lazer é uma afronta aos sócios, que pagam caro para ter o privilégio de frequentar uma área verde imensa, uma ilha de tranquilidade em meio ao caos urbano.
Eu que frequento diáriamente a área da piscina, fitness e vestiário, as mais afetadas pelo ruido, o qual escuto até com os “plugs” de natação nos ouvidos, estou indignado. Outros sócios e os funcionários que trabalham o dia inteiro ao alcance do ruido também não estão nada satisfeitos…

A progressiva erosão dos padrões de habitabilidade em uma cidade como São Paulo é um fato conhecido e lamentável, e permitir que esta tendência se faça presente em um local onde poderia ter sido facilmente evitada é de uma irresponsabilidade suprema. Com a palavra os responsaveis…

é isso, por fernando stickel [ 14:12 ]


Fui morar em New York em Setembro de 1984, e lá fiquei até Dezembro de 1985.
Logo que cheguei procurei o meu amigo Jay Chiat, publicitário, que havia conhecido em Junho de 1983, e fomos almoçar, se bem me lembro na 5ª Avenida, bem lá embaixo perto da Washington Square.

Na saída do almoço, andando pela calçada perguntei onde poderia comprar um paletó, um “blazer”. Ele simplesmete entrou em uma loja grande, cujo nome não me lembro, e foi pedindo o blazer, disse para eu experimentar, fui ao provador, tudo perfeito, na hora de pagar tirei o meu cartão de crédito e o Jay não me deixou pagar, foi um presente!

Tudo simples, sem muita conversa, rápido e objetivo. Eu estava apenas começando a conhecer melhor um cara do qual tenho muita saudade hoje, um verdadeiro amigo, um ser muito especial, infelizmente falecido há dez anos, em Abril de 2002.

O blog JAY/DAY publica histórias do Jay, sua agência Chiat/Day, seus amigos e colaboradores.

é isso, por fernando stickel [ 9:04 ]

Por que alguns homens têm cachorros ao invés de esposas?

1. Quanto mais atrasado você está, mais alegres seus cachorros ficam ao lhe ver.
2. Cachorros não notam se você os chama pelo nome de outro cachorro.
3. Cachorros gostam que você deixe coisas no chão.
4. Os pais do cachorro nunca visitam.
5. Cachorros concordam que você tem que aumentar sua voz para argumentar.
6. Você nunca precisa esperar por um cachorro; eles estão prontos para sair 24 horas por dia.
7. Cachorros acham engraçado quando você está bêbado…
8. Cachorros gostam de sair para caçar e pescar.
9. Um cachorro nunca irá lhe acordar à noite para perguntar, “Se eu morresse, você iria ter outro cachorro?”
10. Se um cachorro tem filhos, você pode pôr um anúncio no jornal e dá-los para outras pessoas.
11. Um cachorro irá deixar você colocar uma coleira nele sem lhe chamar de pervertido.
12. Se um cachorro sente o cheiro de outro cachorro em você, eles não ficam bravos, apenas acham interessante.
13. Cachorros gostam de passear na traseira do carro.

E por último, mas certamente não menos importante:
14. Se um cachorro vai embora, ele não leva a metade das suas coisas.

Teste da verdade: Tranque sua esposa e seu cachorro no porta-malas do seu carro. Então abra o porta-malas e veja quem fica mais feliz em lhe ver…

é isso, por fernando stickel [ 14:54 ]


A obra na esquina da R. Tuim com Av. Lavandisca em Moema prossegue, e começou a tirar a visão das janelas do prédio com fachada de tijolinhos na rua Tuim.
100% do terreno ocupado, pé-direito de mais de três metros, totalmente acima do gabarito, e com falta de alvará no tapume.
Esquisita, interessante, ilegal, curiosa ou simplesmente mais uma obra corriqueira em São Paulo?
Sem fiscalização, é claro.

Na foto abaixo a situação em 25 Março 2012.

é isso, por fernando stickel [ 9:00 ]


tem dias em que eu me sinto assim…

é isso, por fernando stickel [ 22:50 ]


Minha irmã Ana Maria descobriu este recorte de revista não sei aonde…
Lá nos anos 90 fui convidado pelo meu amigo e fotógrafo Arnaldo Pappalardo a fazer uma foto, se bem me lembro para uma propaganda da American Express em alguma revista, o cenário seria a casa do meu irmão Roberto (Neco).
Perguntei que roupa eu deveria usar, e ele respondeu:
- De você mesmo…
Eu estou vestido como eu mesmo, a menina posou como minha filha, na parede parte da coleção de brinquedos do meu irmão.

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]

é isso, por fernando stickel [ 22:59 ]

é isso, por fernando stickel [ 7:58 ]

é isso, por fernando stickel [ 18:36 ]

é isso, por fernando stickel [ 17:24 ]


Na foto, da esquerda para a direita em pé: Valdelina (Brasilianas), Nauva (Brasilianas), Vanilde (Brasilianas), Kate (Doces Talentos), Marcos (Fundação Stickel), Maria Hilda(Doces Talentos), Maria de Lurdes (Doces Talentos), Maria Torres (Doces Talentos), Joscélia (Doces Talentos), Ivone (Brasilianas)e Ivanete (Fundação Stickel)
Agachados: Irene (Brasilianas) Cristiana (Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – FGV) e Fernando Stickel (Fundação Stickel)
Não estão na foto Ana Maria e Dejanira (Brasilianas).

No próximo mês de Maio “graduam-se” os dois grupos de geração de renda incubados pela Fundação Stickel, em parceria com a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Getulio Vargas ITCP-FGV e a Paróquia São José Operário do Jardim Damasceno, Brasilândia.

Graduação significa que o período de dois anos durante os quais os grupos foram incubados chega ao fim, e os grupos devidamente capacitados seguirão em frente por seus próprios meios.

Na reunião de ontem, com o “Brasilianas” e o “Doces Talentos” foram tratados aspectos da graduação, inclusive da desocupação do imóvel da Paróquia.

A evolução dos grupos foi fantástica, acho que a Fundação cumpriu seu papel de abrir para estas mulheres a possibilidade de incremento na renda através da capacitação profissional e da formalização do trabalho, uma vez que os dois grupos já contam com o CNPJ, e emitem notas fiscais, plenamente capacitados a operar no mercado.

é isso, por fernando stickel [ 15:29 ]

par
Almocei hoje, como de costume, no Arabia da R. Haddock Lobo. Após o almoço e já no escritório, acendo meu charuto devidamente isolado do restante do imóvel, pois minha sala fica na edícula.
Me lembrei de uma experiência altamente civilizada, cada dia mais rara no mundo politicamente correto onde fumar tornou-se um crime:

Festejei os meus 47 anos em 1995 almoçando no restaurante de Joel Robuchon na Rue de Longchamp em Paris, e após o delicioso e tranquilo evento, onde tudo correu sobre carretéis, perguntei se poderia fumar meu charuto.
O garçom me olhou como se eu fosse louco, ou imbecil, ou ambos e respondeu:
-Bien sûr, mensieur!!
Acendi o charuto, ninguém prestou atenção, as volutas de fumaça subiam na vertical em direção ao teto do restaurante, ar condicionado eficientíssimo! Perfeição! Prazer! Civilização!
Não sei como é hoje em dia em Paris, mas com certeza a civilização políticamente correta vem matando esta delícia!

é isso, por fernando stickel [ 14:16 ]