aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

j&b
Jimmy & Bolt, sempre em movimento!!! Sandra sempre correndo atrás deles!!!

é isso, por fernando stickel [ 8:55 ]

porto seguro visita a mercedes
Esta foto é da visita do 5º ano “C” do Colégio Visconde de Porto Seguro à fábrica da Mercedes Benz do Brasil em São Bernardo do Campo em 25 Novembro 1959.
Eu estou de óculos, agachado, com 11 anos de idade a grande dúvida era usar calça curta ou comprida!!!
Lembro-me com enorme prazer das máquinas usinando peças, toda a parafernália industrial em operação.

é isso, por fernando stickel [ 15:56 ]

porto seguro 1963
Colégio Visconde de Porto Seguro, quarta série do ginásio, 1963. Eu sou o primeiro à esquerda na fila de cima.
É engraçado como todos com 15 anos parecem mais velhos… ou não?

Meu colega Wolf Salder disponibilizou uma lista, eu completei com mais alguns nomes de amigos indeléveis e procurei também no site dos Ex-alunos do colégio, o resultado vai abaixo, óbviamente sujeito a imperfeições e aprimoramentos:

Alejandro Kopetzky Herzenberg
Alexander Baron von Korff
Alice Elke Faust
Alvaro Thomas Renaux Niemeyer
Ana Cristina Reis
Angela Hartmann
Antonio Carlos Fernandes Lima
Archie Anthony Brandt Searby
Armando Luiz Marconi Pereira
Bernhard Brunckhorst
Carl Alexander Gerhard Brech
Carlos Alberto De Vecchi
Carlos Günther Konen
Cedric Rauert de Freitas
Celso Antonio Vieira de Camargo
Cesar Augusto de Souza e Silva
Claudia Brunckhorst
Cornelis Duvekot
Daniel Egon Schmidt
Daniel Fresnot
Edith Marie Rencz
Eduardo Cardoso Cesana
Elizabeth Wanda Lux
Elze Pantel
Enzo Luis Nico Jr.
Eric Afonso Klotz
Eugenio Naschold
Euridice Fiszbeyn
Evaldo Billerbeck Junior
Ewaldo Alfredo Currlin
Fernando Diederichsen Stickel
Ferry Eugen de Faria Pacheco Rosenstock
Flavio dos Santos Clemente
Francisco Xavier Iturralde Jahnsen
Gabrielle Renée Treumann
Gastão Rachou Neto
Gerd Henrique Stoeber
Gerda Luise Bender
Glacy Zweig
Gotho Riedel
Heinz Konrad
Helena Machado de Campos
Helena Straus
Helga Edith Lux
Henrik Kreuger
Hildegard Hermine Mause
Horacio Luiz Alves Pereira
Hubert Raymond John Noel Morgan
Ilona Dorothéa Kaiser Neumaier
Ingo Plöger
Ingrid Dormien
Ingrid Gehre
Ingrid Luise Schreen
Irmgard Ana Jaschke
Jane Sandra Monica Eisenhauer
João Baptista Silva Ferraz
Johanna Wilhelmina Smit
Jonah Paulett Thau
Jorge Frederico Magnus Landmann
José Thiago Pontes Filho
Karin Michaelis
Karin Roderbourg
Karin Sönksen
Karl Heinz Heise
Karl Hinrich Dobberkau Kurmeier
Klaus Carlos Bernauer
Klaus Friedrich Foditsch
Layse Helena Jacy Monteiro
Luis Antonio da Silva Telles
Luiz Antonio Cartolano
Maria Elena Boeckel dos Santos
Marco Aurelio Pinto de Assis
Mário Müller Carioba
Máximo Eduardo Carrara de Sambuy
Monika M. E. Engel
Nicolau Kouzmin-Korovaeff
Peter Ahlgrimm
Peter Biekarck
Ralf Zietemann
Reinhold Poller
Renate Brichta
Roberto Singer
Roland Bange
Ronald Schwarz
Ronald Sussmann
Ronaldo Ary Hartmann
Rosa Maria de Almeida Prado
Rudolf Zander
Ruth Ursula Liebrecht
Ryad Adib Bonduki
Siegrid Rabenhorst
Sylvio Roberto Faria
Ulrich Bruhn
Ursula Kamphausen
Ursula Reinhard
Vera de Souza Maciel Baranowsky
Verena Norma Egli
Veronica Selma Schwarz
Victor Germano Pereira
Viktoria Tkotz
Walter Paul Raedler
Werner Alfred Gemperli
Wolf-Marko Hans Friedrich Salder

é isso, por fernando stickel [ 9:23 ]

troféus
Troféus

é isso, por fernando stickel [ 8:47 ]

ar10
Auto-retrato no vidro da colagem com as fotos do catálogo Armani.

é isso, por fernando stickel [ 13:18 ]

scr
Fazenda Santa Cristina, Bragança Paulista SP.

é isso, por fernando stickel [ 9:22 ]

tjsp
Meu pai Erico Stickel (1920-2004), confortavelmente instalado em uma nuvem de esquina, deve estar se sentindo leve e vingado…

Sim, porque ontem no Tribunal de Justiça de São Paulo foi proferido, após mais de 20 anos, o voto que praticamente encerra processo injusto que ele e toda a família sofreu.

Depois eu conto mais, por ora basta este desagravo…

é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

antagonista
Virei um fã do blog O Antagonista, escrito por Diogo Mainardi e Mario Sabino.

Todos os dias, todas as horas, eles vão à jugular da podridão que nos rodeia. É um alívio ler, todos os dias, todas as horas, coisas que você ou acha, ou achava ou saberá como verdade.

É alentador ler algo pensado e analisado por brasileiros que amam o Brasil, como eu, e que odeiam com todas as forças os que se esforçam dioturnamente para destruir o Brasil, leia-se, principalmente, PeTralhas e associados.

Confesso que desde as primeiras aparições de Lula et caterva eu achava que aquilo era manipulação das massas ignaras. Mesmo com todas as “conquistas sociais”, o tempo passou, o resultado aí está, até as massas ignaras começam a perceber o quanto foram enganadas. Eu nunca acreditei no engodo PeTista, e os Antagonistas também não. Leiam!!

é isso, por fernando stickel [ 20:19 ]

dp1
Descaso do poder público.

Pequeno exemplo na esfera estadual, mas o alerta serve para todos os níveis de governo, federal, estadual e municipal. A sensação é que o poder público derrete em todos os níveis, São Paulo particularmente está totalmente abandonada.

Descaso, relaxamento, leis arcaicas, vagabundagem, tudo isso, e mais um pouco, leva à cena que vi no Itaim, no último fim-de-semana. Vários carros largados em frente ao 15º DP (Distrito Policial), na esquina das ruas Jesuino Arruda e Dr. Renato Paes de Barros, no coração de um dos bairros mais ricos de São Paulo.

Pelas fotos é fácil perceber que o carro está no mesmo lugar há vários meses, vidros quebrados, cheio de lixo. Por que?

O que justifica largar este e outros veículos em situação similar em frente à este DP, e em frente a quase todos os outros DP da cidade?

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é isso, por fernando stickel [ 15:58 ]

ycsa2
Mario Sacconi, timoneiro, e eu, proeiro, estávamos há cerca de três anos sem velejar, por inúmeras razões, inclusive dores e lesões.

Ontem voltamos ao snipe para uma regata na Represa de Guarapiranga. Dia lindo, a represa recuperou parte das perdas com as chuvas recentes, muitos barcos montados, regatas diversas. Meio enferrujados, eu até tinha esquecido a montagem do barco, qual cabo passa aonde, como faz o nó, etc…

Cerca de 13:30 nos dirigimos à Raia 1, para a largada, pouco vento, sol, várias categorias misturadas, Snipe, Lightning, Finn, etc…

Largamos bem, alguns erros devidos à montagem errada do barco foram corrigidos, o vento aumentou e começamos a ver a tempestade se formando no Sul, confesso que fiquei com medo dos raios…

No terceiro contravento a tempestade nos pegou de frente, chuva e vento fortíssimos, de 30 a 40 nós.
As velas batendo fazendo um barulhão, o barco se enchendo de água, ondas quebrando, tudo cinza, visibilidade quase zero fomos avançando rumo ao final da prova, pelo canto do olho vi vários barcos virados. Atravessamos a linha de chegada e baixamos a vela mestra, mantendo a buja para estabilidade. Logo depois o vento amainou, a chuva diminuiu, içamos a mestra e voltamos ao YCSA – Yacht Club Santo Amaro, molhados, moídos e felizes!

é isso, por fernando stickel [ 11:56 ]

escola brasil pintura
Fazendo pose de bacana.

Em 1970 frequentei a Escola Brasil: onde Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende, discípulos de Wesley Duke Lee, propunham ensino não acadêmico da arte.

Os alunos eram encorajados a desenvolverem seus próprios projetos, e eu resolvi pintar uma tela de grandes dimensões. Aí estou na foto com 21 ou 22 anos de idade e a pintura que não saiu deste estágio, e se perdeu no tempo.

Não é mole ser artista, pintor, fotógrafo, etc… Lembro bem da sensação de olhar para a pintura inacabada e pensar: E agora?…

Nestas horas é bom perder a arrogancia, abaixar a crista e entender o quanto de trabalho e estudo envolve a conquista desta profissão.

é isso, por fernando stickel [ 18:06 ]

wesley entr
Na foto acima de Eduardo Lunardelli, do dia 31/1/205, estou sentado no sofá que foi de Wesley Duke Lee, ao lado de Carlos Fajardo e sou entrevistado por Olivier Perroy (de pé) sobre as minhas recordações do grande sábio, bruxo e artista Wesley.

A entrevista se deu em um ambiente onde foi recriada a casa/estúdio do Wesley na Av. João Dias em Santo Amaro, SP ocupada até a sua morte em 2010. Lá se encontram seus livros, objetos, móveis, pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, “memorabilia”, instrumentos de trabalho, tintas, pincéis, lápis, maquetes, documentos, etc… etc… etc…

Patricia Lee, sobrinha do artista, sua herdeira e Ricardo Camargo, marchand, tiveram a louvável iniciativa de preservar a história do homem e sua obra, recriando o ambiente onde ele viveu e trabalhou.

wes heli
Em 1969 quando fui convidado por Frederico Nasser a conhecer o artista em seu estúdio, o cenário era este.

wesley w
Wesley Duke Lee (1931-2010)

Veja aqui mais fotos do evento.

é isso, por fernando stickel [ 17:10 ]

diet
Hoje completo um mês de dieta. Iniciei com 94,4kg, eliminei 3,3kg e cheguei a 91,1kg.
Dieta extremamente simples, cortei 100% do álcool e dos doces e me alimento 5 vezes ao dia, com moderação.
Adicione-se a isso exercícios físicos, é óbvio, se não a coisa não vai…

Saí da dieta apenas dois dias neste período, um casamento e um jantar, que cobraram a conta no dia seguinte, mas cujo efeito foi rápidamente debelado pela volta à dieta radical.

Me sinto bem, as roupas voltaram a entrar, tudo funciona bem, é perfeitamente possível viver assim. Quando dá uma vontade de alguma coisa, é de um drink, uma taça de vinho. No meu caso em relação ao doce (chocolate, sorvete, torta, pavê…) é definitivamente melhor não provar nada, um pouco de doce é o caminho inevitável para muito doce… a única exceção é a bolachinha que vem junto com o café, fico só com ela e pronto!

Minha meta é chegar aos 88kg, algo que vou conseguir com a ajuda da minha mulher Sandra, pois afinal das contas foi ela que me incentivou a iniciar esta necessária descendente…

é isso, por fernando stickel [ 18:25 ]

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O resultado ficou melhor que a encomenda!

A artista plástica Vera Martins, parceira da Fundação Stickel, foi convidada pelo arquiteto Marcelo Aflalo e Pierre Ruprecht, diretor do SP Leituras, para “chicotear” as paredes do café da Biblioteca Parque Villa-Lobos, utilisando técnica pictórica desenvolvida por ela.

O trabalho se iniciou em Dezembro de 2014, e ontem visitei a obra pronta, maravilhosa!

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Vera acabou pintando também esta gigantesca tela!!

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é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

deserto
Foto André Penner (AP)

Sobre o colapso hídrico, leia o artigo de Eliane Brum:

“Vamos precisar de um balde maior”

Muito interessante também o Boletim da Falta D’água, criado em Outubro 2014 pela psicóloga paulistana Camila Pavanelli de Lorenzi.

é isso, por fernando stickel [ 19:30 ]

balde
Eu trouxe hoje um companheiro para tomar banho comigo.

Chama-se BALDE.

Ele vai fazer uma enorme diferença na quantidade de água potável que eu gasto todos os santos dias.

Ele fica ali no canto do box, quando abro a água quente para tomar banho ele recebe toda aquele fluxo que normalmente vai para o ralo enquanto o chuveiro vai se temperando para a temperatura ideal.

Durante o banho ele fica ali quietinho, do meu lado, e vai recebendo água.

O resultado é que a cada banho de chuveiro obtem-se cerca de um balde cheio, suficiente para pelo menos duas a três descargas da privada. Simples assim.

Ninguém se engane, os tempos de água abundante e barata acabaram para sempre, cabe a cada um fazer a sua parte, e mesmo assim não será fácil conviver com o colapso hídrico. Leia o texto a seguir, mais claro impossível:

Crise Hídrica? Que crise? Não existe nenhuma crise hídrica!
Blog do DENER GIOVANINI – Estadão
31 Janeiro 2015 | 14:40
Ao contrário do que governos, imprensa e até organizações ambientalistas afirmam, não existe nenhuma crise hídrica no Brasil. Classificar o que está acontecendo com os recursos hídricos nos maiores Estados do país como “crise” é reduzir e limitar a real compreensão dos fatos.
Crises são acontecimentos abruptos e momentâneos. Um momento difícil na existência, quando enfrentamos – na maioria das vezes – situações quase sempre alheias a nossa vontade.
Podemos ter uma “crise renal” quando o nosso corpo sofre um ataque bacteriano ou quando as nossas funções nefrológicas falham subitamente. Podemos ter uma “crise no casamento” quando os conjugues descobrem segredos ocultos ou quando se desentendem por alguma razão. Podemos ter uma “crise ministerial” quando algum ministro fala pelos cotovelos ou quando o seu chefe imediato o desautoriza em público. Podemos ter uma “crise financeira” quando perdemos o emprego ou quando enfrentamos uma doença na família. Podemos ter uma “crise política” quando os representantes do povo são pegos com a boca na botija ou quando o governo, não tendo mais como explicar desmandos, resolve censurar os críticos. Crises, como dito, são manifestações que nos pegam de surpresa, no pulo.
Outra característica de uma crise é a sua temporalidade. Crises sempre acabam. Para o mal ou para o bem, em algum momento cessam. Crise que não cessa não é crise. Crise contínua não é crise, é doença crônica. Na relação conjugal, ou acaba a crise ou acaba o casamento.
Nenhuma dessas características acima se aplica ao quadro de escassez de água em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Espírito Santo. A água não acabou do nada, de repente. E muito menos será uma situação passageira. O quadro que se instalou nesses Estados, particularmente em São Paulo, é irreversível. Pelo menos para o paulistano que nasceu na data de hoje. Ele, por mais longeva vida que tenha, não viverá como viveram seus antepassados.
A falta de água não é uma “crise”, porque ela não é fruto de um acontecimento imprevisível. Não se trata de um capricho de São Pedro que, de uma hora para outra, resolveu castigar a Região Sudeste. Há mais de 10 anos os governos tinham informações técnicas confiáveis que as torneiras iriam secar a médio prazo.
A falta de água não é uma “crise” por que ela não será passageira. Os fatores que levaram ao esvaziamento das represas não cessarão subitamente. Recuperar as Matas Ciliares que protegem os rios do assoreamento, reflorestar grandes áreas para manter a perenidade das nascentes, cessar o desmatamento da Mata Atlântica e da Amazônia, substituir uma prática agrícola predatória e, principalmente, adotar um novo modelo de desenvolvimento, não são medidas fáceis de serem adotadas e muito menos elas se encontram presentes na agenda dos atuais governantes. Quem acreditar nisso estará sendo, no mínimo, ingênuo. No caso dos políticos que tentam se justificar – chamando de crise o que permanente será – é pura leviandade mesmo.
Por maiores que sejam os dilúvios que possam cair sobre as regiões que hoje enfrentam a escassez de água, a situação não irá mudar. E não mudará por que não existem sinais de que mudaremos as nossas práticas cotidianas. Os reservatórios até poderão encher, mas as razões que os levaram a secar continuarão e eles novamente voltarão a ser o que são hoje: terra seca. O nosso “balde natural” furou. E o rombo é muito maior do que a boca da torneira que o enche.
O que acontece hoje em São Paulo e que se espelha em outras regiões do país, também não é um fenômeno natural. Aliás, eventos da natureza são absolutamente previsíveis. Até terremotos e tsunamis são cada vez mais antecipados pela ciência. Erupções Vulcânicas são identificadas meses antes de ocorrerem. Não existem “crises sísmicas” ou “crises vulcânicas”. Assim como não existem “crises hídricas”.
Em se tratando de natureza, tudo é extremamente previsível, direto e muito simples: apesar de ser existencialmente complexo em sua essência, o ciclo da vida no planeta reage imperiosamente contra quem tenta interrompê-lo. A natureza nunca privilegiou os fracos ou os “desajustados”. Para continuar existindo, o ciclo da vida se renova constantemente a fim de eliminar as ameaças.
Se não é uma crise, o que são então aquelas imagens de represas e açudes vazios? Simples a resposta: um colapso. Um “Colapso Hídrico”!
Um colapso significa falência, esfacelamento e esgotamento.
O colapso, ao contrário de uma crise, não é passageiro.
O colapso, ao contrário de uma crise, é perfeitamente previsível.
O “Colapso Hídrico” se instalou por que esgotamos o atual modelo de desenvolvimento, que privilegia a distribuição de lucros em detrimento dos investimentos em pesquisa e conservação ambiental.
O “Colapso Hídrico” está acontecendo por que esfacelamos todas as oportunidades de adotarmos políticas públicas que priorizassem a modernização dos nossos recursos tecnológicos, para que diminuísse a pressão sobre os recursos naturais.
O “Colapso Hídrico” continuará por que o nosso sistema político está totalmente falido e não é mais capaz de planejar a médio e longo prazo.
O Brasil está começando a vivenciar o seu primeiro colapso ambiental. Outros virão. E as consequências são imprevisíveis. Um país que reduz 95% da Mata Atlântica, que incentiva a emissão de gases poluentes, através de políticas fiscais que estimulam o uso do transporte individual, que ignora a sistemática redução dos Biomas, que mantém uma produção agrícola ultrapassada, que produz leis como o Código Florestal e, principalmente, que elege políticos que não tem nenhum compromisso, a não ser com a perpetuação do poder para sustentar suas máquinas partidárias, está fadado a colapsar.
A primeira e – a mais importante – medida que devemos adotar agora é assumir a realidade como ela é. Devemos ser francos e admitir que o que estamos vivendo não é uma crise e sim um colapso. O fim de um ciclo econômico que falhou.
Não compreender – e aceitar – a diferença entre uma crise e um colapso é o mesmo que tratar gripe e câncer com chazinho caseiro. A gripe até pode passar, o câncer não. Ele sempre evolui. E para pior.
As Polianas de plantão – principalmente aquelas que têm um grau maior de responsabilidade sobre o que está acontecendo – vão taxar esse texto de extremamente pessimista. Vão continuar espalhando sua visão romântica sobre o mundo, enquanto as gotas nas torneiras continuarão sumindo.
Mas a verdade é que o sonho acabou. Ou mudamos ou sumimos. Simples assim.

é isso, por fernando stickel [ 12:14 ]

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Hoje, 31 Janeiro de 2015 este blog “aqui tem coisa” completa orgulhosos 12 anos de atividade ininterrupta!!!

é isso, por fernando stickel [ 0:09 ]

A US Navy cruiser anchored in Mississippi for a week’s shore leave.

The first evening, the ship’s Captain received the following note from the wife of a very wealthy and influential plantation owner:

“Dear Captain, Thursday will be my daughter’s Debutante Ball.
I would like you to send four well-mannered, handsome, unmarried officers in their formal dress uniforms to attend the dance.”

“They should arrive promptly at 8:00 PM prepared for an evening of polite Southern conversation. They should be excellent dancers, as they will be the escorts of lovely refined young ladies. One last point: “No Jews please.”

Sending a written message by his own yeoman, the captain replied:
“Madam, thank you for your invitation. In order to present the widest possible knowledge base for polite conversation, I am sending four of my best and most prized officers.”

“One is a lieutenant commander, and a graduate of Annapolis with an additional Masters degree from MIT in fluid technologies and ship design.”

“The second is a Lieutenant, one of our helicopter pilots, and a graduate of Northwestern university in Chicago, with a BS in Aeronautical Engineering. His Masters Degree and PhD. In Aeronautical and Mechanical Engineering are from Texas Tech University and he is also an astronaut candidate.”

“The third officer is also a lieutenant, with degrees in both computer systems and information technology from SMU and he is awaiting notification on his Doctoral Dissertation from Cal Tech.”

“Finally, the fourth officer, also a lieutenant commander, is our ship’s doctor, with an undergraduate degree from the University of Georgia and his medical degree is from the University of North Carolina . We are very proud of him, as he is also a senior fellow in Trauma Surgery at Bethesda .”

Upon receiving this letter, Melinda’s mother was quite excited and looked forward to Thursday with pleasure. Her daughter would be escorted by four handsome naval officers without peer (and the other women in her social circle would be insanely jealous).

At precisely 8:00 PM on Thursday, Melinda’s mother heard a polite rap at the door which she opened to find, in full dress uniform, four very handsome, smiling black officers.

Her mouth fell open, but pulling herself together, she stammered, “There must be some mistake.”

“No, Madam,” said the first officer.

“Captain Goldberg never makes mistakes.”

é isso, por fernando stickel [ 13:56 ]