aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Sonhei que Sandra e eu iríamos a um rallye de carros clássicos fora de São Paulo, e por alguma razão eu tinha que passar na casa do meu ex-sogro, José Kalil, para pegar alguma coisa lá ou falar com alguém.

Fui para lá dirigindo a Mercedes-Benz 280SL branca. Chegando na porta da enorme casa, na R. Martiniano de Carvalho, no Paraiso, vi que a entrada da garagem estava abarrotada de carros, inclusive uma Mercedes-Benz 600 limusine. Vários motoristas, seguranças, funcionários estavam por ali na entrada da casa.

Desci mais um pouco a rua e vi que havia um grande estacionamento abarrotado de carros, muitos deles antigos, e que tudo aquilo tinha a ver com uma grande festa que rolava na casa, achei estranho, porque era o meio da tarde, tipo 16:30h, muito tarde para um almoço, muito cedo para qualquer outra coisa…

Nisso chegou Sandra com o Volvo, e não tinhamos onde parar os carros, eu fiquei tentando estacioná-los e Sandra entrou na festa. Pouco depois eu entrei na casa, toda decorada com orquídeas e Sandra disse:
– O Zezinho está lá dentro.
Saímos da casa e percebi que o estacionamento já estava mais vazio, mas mesmo assim tive dificuldade em encontrar nossos carros.

Me preocupei que estávamos atrasados para o rallye, pensei em desistir, pois ainda teríamos que ir em casa, deixar o Volvo, etc…

é isso, por fernando stickel [ 9:30 ]


A Fundação Stickel foi convidada a participar da Semana de Arte, uma feira de arte com conceito curatorial inovador, cercada de eventos culturais por todos os lados.

A Fundação, entidade beneficente sem fins lucrativos, recebeu o convite com muito orgulho, será uma oportunidade única de dar visibilidade aos seus projetos, e, principalmente, angariar suporte através da venda dos trabalhos de seus alunos de fotografia.

Teremos cerca de 100 imagens maravilhosas disponíveis para venda, a preços extremamente convidativos.

é isso, por fernando stickel [ 17:29 ]


30 DESENHOS

Um pouco antes de sua exposição individual de pinturas em Março de 1980 na Galeria Luisa Strina em São Paulo, Cassio Michalany acordou em um belo sábado ensolarado de Janeiro, pegou sua Caloi 10 branca e foi pedalando até a USP, onde nadou na piscina do COSEAS.

Voltou para sua casa-estúdio na R. Lourenço de Almeida na Vila Nova Conceição, pegou sua Brasilia verde e foi almoçar perto do Hospital São Paulo na Vila Mariana, onde traçou um bife a cavalo com dois ovos.

Voltou para casa, descansou um pouco, e foi até o Edgar Discos na R. Dep. Lacerda Franco em Pinheiros onde comprou um dos mais importantes discos de Stevie Wonder, “Songs in The Key of Life” o da capa vermelha, como uma rosa.

Voltou para casa, abriu as portas verdes do estúdio, pegou uma série de papéis pré cortados no tamanho 16 x 20cm, esponjas, e os potes de tinta acrílica que utilizou na execução das pinturas de sua exposição, colocou o Stevie Wonder para tocar, serviu-se de um uísque e começou a produzir desenhos.

Uma fortíssima chuva de verão desabou, e Cassio simplesmente a ignorou, intoxicado pelo calor de verão, focado no profundo prazer de fazer algo maravilhoso, intenso, o prazer de fazer ARTE!

A chuva parou, os desenhos estavam ali, no chão, exuberantes, prontos, relaxados. Cassio descontraiu-se, respirou fundo e foi até a Lanchonete da Pracinha, na Pça. Pereira Coutinho, comeu um sanduiche, deitou no banco da praça, olhou para o céu azul profundo, deu um tempo, voltou para casa e foi dormir satisfeito.

No dia seguinte logo cedo, domingo, observou os desenhos e adicionou com lápis e régua pequenos traços retos de grafite, que terminaram magistralmente a série de 30 DESENHOS.

é isso, por fernando stickel [ 11:46 ]


Meu primo irmão Bernardo Ratto Diederichsen faleceu na segunda-feira 17 Julho 2017, aos 70 anos de idade em Florianópolis. Ficam saudades dos tempos de infancia e adolescência, férias em família em Campos do Jordão, loucuras com carros, tratores, karts… Que o Ber faça boa viagem!
A foto é de 2011 em Florianópolis, na comemoração dos 90 anos do meu tio, Ernesto George Diederichsen, que aparece em segundo plano.

é isso, por fernando stickel [ 10:06 ]


No último domingo Sandra e eu terminávamos o almoço, já tomando o cafezinho instalados na mesa de calçada do restaurante L’Antica Bottega di Segio Arno no Itaim, quando um senhor, (ou seria um rapaz…) alto, bem apessoado, de mais ou menos a minha idade atravessou a rua, se aproximou de nós e foi logo dizendo:
– Eles são a melhor companhia!.. apontando para os nossos cães Jimmy, no colo da Sandra e Bolt, aninhado em baixo da mesa.
Começamos a conversar e ele contou que chorou muito nos últimos seis meses por conta da morte do seu cão Golden Retriever, contou que teve vários e que sempre sofreu muito com a morte deles, e então eu notei que ele tinha no bolso da camisa um porta-charutos de couro, e perguntei:
– O que você leva aí?
Ele abriu o porta-charutos e me pediu para tirar o charuto de dentro, um belíssimo Montecristo Medio Corona 80 Aniversario, e perguntou:
– Você fuma?
– Sim… quando dá…
– Então pega, é seu, mas só se for fumar mesmo!
– Mas é claro, muito obrigado!

Acendi o belo cubano, que acabei fumando na volta a pé que damos ao redor do quarteirão com os cachorros após o almoço. Por descuido não perguntei seu nome, mas fica aqui mais uma vez o agradecimento ao simpaticissimo cavalheiro.
Se alguém tiver idéia de quem possa ser esta gentil criatura, me esclareça por favor!

é isso, por fernando stickel [ 17:46 ]


Fotos Rose Salmon

Minha navegadora Sandra, que por coincidência também é minha mulher, me surpreendeu no “VI Passeio Cronometrado dos Vinhedos”. Seu discurso pré-rallye, ainda em São Paulo era o seguinte:

– Não quero ficar olhando planilha, quero ver a vista, a paisagem, sem preocupações.

Aceitei sua decisão e nem cronômetro levei para Bento Gonçalves, pensando em simplesmente grudar no competidor à minha frente e segui-lo. Por prudência zerei o hodômetro e disparei o cronômetro do meu celular na saída.
Assim que foi dada a largada, Sandra começou a acompanhar a planilha e a me perguntar a quilometragem no hodômetro e o tempo no cronômetro, aí eu disse:

– Mas você me disse que não queria olhar planilha!

Aí eu entendi que quem estava sentada à minha direita era a Sandrinha altamente competitiva, que adora desafios, que quer vencer, que não sai à chuva se não for para se molhar, e assim prosseguimos com alguns desacertos, e muitos acertos, suficientes para nos colocar no 12º lugar!!!

É um prazer estar casado com esta fera!!!

é isso, por fernando stickel [ 14:23 ]

Um grupo de amigos paulistanos resolveu participar do “VI Passeio Cronometrado dos Vinhedos” no sabado 8 de Julho 2017. Chegamos ao Vale dos Vinhedos no dia 4 Julho e passeamos durante três dias pela linda região nos nossos carros clássicos.

A largada foi na Vinicola Miolo no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS e o almoço no Restaurante Caminho do Trem em Farroupilha.

O Veteran Car Club dos Vinhedos foi o impecável anfitrião do evento. Esta foi uma das etapas da II Copa Gaucha de Rally de Regularidade Historica e do IX Campeonato Brasileiro “Baterias Cral” de Rally de Regularidade Historica.

Foram aproximadamente 180 km conduzidos por areas cobertas por parreirais, plátanos e araucárias, conhecida como a região que produz os melhores vinhos brasileiros e representa o legado cultural e histórico deixado pelos imigrantes italianos chegados ao Brasil em 1875 na região da Serra Gaucha.

Sandra como navegadora e eu como piloto obtivemos o 12º lugar!! Isso apesar de eu ter esquecido o cronômetro e ter usado o celular!!! A Mercedes-Benz 280SL 1970 “Pagoda” mais uma vez se comportou impecavelmente!!!

é isso, por fernando stickel [ 8:59 ]


Partiu VI Passeio Cronometrado dos Vinhedos!! Estamos embarcando para Bento Gonçalves, RS.
Perfeitamente organizado pelo Veteran Car Club dos Vinhedos e seu presidente Leandro Mazzoccato.
Já que o frio está pouco aqui em Sampa vamos em busca de mais frio para nosso rallye! Serão 120 carros clássicos de todo o Brasil!!


Os carros de um grupo de São Paulo já estão em Porto Alegre nos esperando, foram transportados pela Tegma, a Mercedes-Benz 280SL 1970 pronta para a competição!
Outros colegas paulistanos destemidos irão ao Sul pilotando suas máquinas!

é isso, por fernando stickel [ 9:35 ]


Foto Caio Reisewitz
Os artistas que doaram suas obras e que estavam presentes no leilão em benefício de José Carlos Boi Cezar Ferreira no auroras.
Agachado de camisa azul claro Ricardo Kugelmas, que gentilmente cedeu o auroras para o leilão.
A última pessoa da direita, de preto, é a Gisela Domschke, que organizou, listou, administrou, cobrou, e com sua enorme disposição e bom humor ajudou a realizar este belo e bem sucedido movimento.

é isso, por fernando stickel [ 17:40 ]

LEILÃO DE PAREDEJOSÉ CARLOS BOI CEZAR FERREIRA

Estamos organizando um leilão de parede em beneficio de José Carlos BOI Cezar Ferreira, grande mestre e referência para todos nós. O evento que vai acontecer no Auroras tem como objetivo a criação de um fundo de apoio que será administrado pela familia deste artista fundamental à nossa história.
67 artistas de várias gerações participam ativamente dessa ação especial. Os lances mínimos dos trabalhos foram estipulados por seus próprios autores. Para acessar a lista de trabalhos, clique aqui.

Data: Sábado, 10 de junho
Horário: das 12h às 19h
Local: auroras
Endereço: Av. São Valério 426  –  São Paulo
manobristas à porta

Contamos com sua presença, abraços,
Ana Maria Tavares, Artur Lescher, Bruno Dunley, Dudi Maia Rosa, Fernando Stickel, Jac Leirner,  Leda Catunda, Pedro Ferreira e Ricardo Kugelmas.


Qual a dinâmica do leilão?
Cada trabalho terá a seu lado uma folha com a ficha técnica e o lance mínimo estipulado por seu autor. Os interessados devem colocar nessa folha o valor de seu lance. Os lances na parede são abertos e conhecidos de todos. Às 19h, os trabalhos serão arrematados pela pessoa que tiver realizado o lance mais alto.
Caso não possa estar presente, será possível também dar lances pelo telefone. Para maiores informações, entre em contato com Gisela Domschke no e-mail: gdomschke@gmail.com

é isso, por fernando stickel [ 12:14 ]

Nós vamos dar um pulinho ali em Punta Del Este para o casamento da Clara & Felipe, té já!

é isso, por fernando stickel [ 23:10 ]


Três anos atrás iniciei no Madalena CEI o curso “Ponto Convergente”.
Para a inscrição e seleção me solicitaram um texto, que acabo de reler, vejam:

“PONTO CONVERGENTE

Em momentos de mudança buscamos orientação, indicação de caminhos e recomendações. Nos apoiamos nos depoimentos de quem passou por situação similar, até surgir clareza e caminho livre.

O livro milenar da sabedoria chinesa I-Ching garante responder sua consulta com exatidão, contanto que sua pergunta ao oráculo seja precisa. Se houver falha na resposta é porque a pergunta estava mal formulada.

Nesta jornada carregamos várias coisas, dúvidas, recursos, experiências, vontades.

Meu olhar é definitivamente uma das coisas boas que possuo, meu melhor instrumento de trabalho. Foi treinado, desenvolvido e aprimorado principalmente no âmbito das artes plásticas, mas também na arquitetura, nas cidades, ruas, museus, exposições, na natureza e em todas as experiências neste planeta. Recentemente (cerca de dez anos) este olhar vem voltando-se mais para a fotografia, onde também vem sendo aprimorado.

Mas o bom olhar por si só não resolve todas as questões, não faz a pergunta, não indica o caminho.

É preciso ajuda para chegar ao ponto convergente. É preciso formular a pergunta correta.
É preciso escolher um caminho.

Acredito que o curso “Ponto Convergente” possa me ajudar neste momento de procura, quando 30 anos de militância nas artes plásticas já ficaram para trás, e dez anos de experiência com a fotografia ainda não se consolidaram.

Fernando Stickel
24 Março 2014”

Posso assegurar que o trabalho foi feito, e eu não estaria onde estou hoje no universo da fotografia se não tivesse tido a rica experiência deste curso.

é isso, por fernando stickel [ 9:39 ]

No Dia Internacional da Mulher, homenageio uma mulher especial:

Júlia Campos nascida em 1965 na Vila Brasilândia em São Paulo, demonstrava desde criança seu amor à sétima arte.

Ela e o irmão Amaro gravavam histórias em fitas cassete para apresentar às crianças do bairro. Julia também participou de alguns comerciais de produtos.

Trabalhou como free-lance, produziu casting de elenco e até atuou como cabeleireira. O curso de cinema no SENAI foi o catalisador de sua carreira de cineasta.

Fundou com o marido a Brasilândia Filmes em 2007, ano em que deu vida ao seu primeiro curta-metragem “A loira do banheiro”, com a participação de moradores da comunidade.

Em 2010 nasceu o documentário “DNA da Brasilândia e suas histórias”, realizado pela Fundação Stickel em parceria com a Brasilândia Filmes. A Subprefeitura Freguesia/Brasilândia ofereceu o espaço da Casa de Cultura da Brasilândia para a realização do curso.

Júlia e os 18 participantes do curso foram às ruas da Brasilândia para documentar a história do bairro e entrevistaram vários moradores com mais de 50 anos de Brasa. O vídeo conta a história do bairro, através destas pessoas que testemunharam o desenvolvimento e a transformação da Vila Tiro ao Pombo em Vila Brasilândia.

Júlia Campos teve um AVC e faleceu precocemente aos 46 anos em 2011, poucos dias após receber homenagem da Câmara Municipal de São Paulo nas comemorações dos 64 anos do bairro da Brasilândia.

é isso, por fernando stickel [ 16:29 ]


Apoio!!

é isso, por fernando stickel [ 17:43 ]


O site de fotografias L’OEIL DE LA PHOTOGRAPHIE publica os portfolios de seus leitores.
O meu ensaio “Oficinas Clássicas” foi publicado!
Coque aqui para ver a matéria.

é isso, por fernando stickel [ 12:08 ]


Erna Hedwig Stickel e Arthur Stickel, meus avós paternos na Praia do Guarujá, final dos anos 40. Ele tinha nesta foto cerca de 60 anos de idade, e ela 50…
Ao fundo, a ponta dos Astúrias.

é isso, por fernando stickel [ 10:12 ]

Quero deixar registrada minha posição na polêmica que surgiu quando o novo prefeito de São Paulo, João Doria, iniciou sua batalha contra os pichadores, algumas semanas atrás:

“Depredadores do patrimonio público ou privado agem ao arrepio da lei, sejam eles “artistas”; “grafiteiros”; “pichadores”, “pixadores”; “manifestantes”; “militantes”; “políticos” e quetais.

Usem eles letras escritas, rabiscadas ou pintadas, em línguas conhecidas ou exóticas, utilizando baldes de tinta, broxas, sprays, picaretas, o diabo. Ao aplicar sua sujeira sobre monumentos, edifícios públicos ou privados, pontes, casas, viadutos, muros, pontos de onibus ou ruas, a dois metros de altura ou a 200 metros de altura, são simplesmente CRIMINOSOS.

Caso os vandalos atuem com motivação política, deverão ser tratados ainda com mais rigor, pois o “ser político” tem a obrigação de ser mais informado sobre seus direitos e deveres que o cidadão iletrado.

Ah sim! O resultado do “trabalho” dos criminosos, ou seja, sua “obra” deverá ser erradicada, sem perdão, pois arte NÃO é.

Ao contrário, grafitis executados em empenas ou quaisquer outras áreas públicas e ou privadas, com autorização dos respectivos proprietários/administradores são manifestações legítimas e devem ser incentivadas. Estas sim são ARTE.”

é isso, por fernando stickel [ 18:58 ]


Este sou eu, aos 68 anos de idade e 91kg. Ainda mantenho os 1,81m. de altura originais…
Sem dores significativas, sem mal estares significativos.
Me alimento bem, durmo bem, me exercito razoavelmente bem.
Trabalho bem.
Esqueço algumas coisas… faço malabarismos com a ajuda do Google para lembra-las…
A foto quem fez foi o Rafael do meu clube, sob minha orientação.

é isso, por fernando stickel [ 13:49 ]